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História Le Pianiste - Imagine Doyoung - Hot - NCT - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gente!

Hoje vamos com o imagine do Doyoung!
Quando eu postei, há quase um ano atrás, esse foi um dos imagines que mais gostei de escreverm mas foi o que menos comentários teve... eu não sei se gostaram dele ou não.
Enfim, deem uma segunda chance para nosso professor de piano lindo e maravilhoso.

Até as notas finais!

Capítulo 1 - One


Fanfic / Fanfiction Le Pianiste - Imagine Doyoung - Hot - NCT - Capítulo 1 - One

Todos os dias Kim Doyoung seguia sua rotina à risca. Acordava às 6 horas da manhã, seguia para o banheiro, fazia sua higiene matinal, vestia seu agasalho preto e confortável, tomava apenas uma xícara de café puro para despertar do sono sempre presente, colocava uma música clássica em seu iPod e saía para uma corrida de 1 hora. Não era muito amigo dos esportes, mas sabia de seus benefícios, por isso, como era um homem muito preocupado com a saúde e bem estar, fazia diariamente sua corrida matinal.

Quando retornava para sua casa, num bairro tranquilo de Lion, na França, ia direto para seu banho e logo ia tomar seu café completo, como gostava. Já morava na França há 6 anos, portanto havia se acostumado com pães, café, croissants e geleias para comer no desjejum.

Kim Doyoung era sul coreano, mas devido a sua formação, morava na França. Desde criança ele sempre amou música clássica, amava cantar e era dono de uma belíssima e harmoniosa voz, mas era com o piano que Doyoung se realizava. Formado pela IMEP Paris College of Music há 3 anos, Doyoung hoje era um dos mais respeitados professores de piano da cidade de Lion.

Um homem muito metódico e disciplinado, fazia seus alunos seguirem suas lições ao pé da letra. Como era muito jovem, apenas 26 anos, se forçava a aparentar ser sério e extremamente formal, para ter o respeito de seus alunos, que geralmente eram jovens, dos 16 aos 35 anos de idade.

Essa pose toda fez de Doyoung um homem solitário e fechado. Tinha poucos amigos, e apenas um era considerado por ele como um irmão. Jungwoo seu nome, um coreano que viera para estudar Artes Plástica na França, e atualmente era aluno de uma renomada escola de Lion. Se conheciam desde Seul, portanto mantinham seu laço de amizade há mais de 10 anos.

Atualmente Doyoung tinha 2 turmas de 4 alunos, divididos em dois dias na semana, e um aluno individual. Uma na verdade. Era uma aspirante a solista, portanto uma das mais dedicadas alunas que já tivera.

S/n era seu nome, uma jovem francesa, de apenas 21 anos, descendentes de brasileiros, dona de uma beleza inigualável aos olhos de Kim Doyoung. Pele morena, aveludada, olhos verdes e profundos, cabelos cacheados e levemente avermelhados, dando a jovem um ar angelical. O professor de piano nutria por ela uma admiração exacerbada, porém contida, já que não admitia envolvimento afetivo com alunas.

Porém as últimas semanas estavam sendo uma tortura medieval, conforme definição do pianista. S/n estava o olhando de forma muito diferente, fazendo com que pensamentos nada castos invadissem a mente e os sonhos de Doyoung. A aluna o olhava com desejo, interesse não só pelos ensinamentos musicais dele, mas com interesse óbvio pelo homem Kim Doyoung.

Ele precisava se forçar de maneira sobrenatural para conseguir se manter firme e aparentemente inabalável diante daqueles olhos verdes e quentes que a garota tinha para ele. Justamente a garota para quem ele ensinava individualmente por dois dias na semana, por 2 horas inteiras...

Hoje era um desses dias, daria aula pela manhã para um dos grupos, 4 alunos na faixa dos 16 aos 26 anos e na parte da tarde, seria a vez de S/n. Ele havia concordado em ensina-la individualmente, depois de saber dos objetivos dela e de ter visto a aptidão natural que a jovem tinha para música. Era impressionante a afinação e facilidade dela aprender as notas ensinadas.

Doyoung deixava tudo meticulosamente preparado para a aula, desde sua garrafa com água, suas roupas sociais, partituras de música e um pote com biscoitos caseiros ao lado de uma garrafa com chá quentinho, que ele mesmo preparava.

Sempre se orgulhou de ser um homem organizado e prendado, Jungwoo, seu melhor amigo, dizia que a mulher que o conquistasse levaria junto do marido dedicado, um excelente dono de casa. Doyoung achava graça, mesmo sabendo que seu amigo era exatamente igual a si.

Quando o relógio da sala marcou três horas da tarde, a pulsação do pianista acelerou. Em segundos sua campainha tocaria anunciando a chegada de sua aluna preferida.

1,2,3...

Din dom....

 

- Bon après midi professeur Kim.

- Boa tarde S/n, entre. Como passou desde nosso último encontro? Praticou as notas ensinadas?

- Passei bem professor, pratiquei sim! Preciso te mostrar!

 

S/n era um encanto de garota, cheia de vida e entusiasmo, sempre arrancando sorrisos sinceros de seu professor sério demais.

 

- Ótimo! Então vamos.

 

Seguiram lado a lado até a sala onde Doyoung ensinava piano para seus alunos. Sentaram-se um ao lado do outro no banco na frente do grande piano de cauda que tinha ali.

Doyoung observava a delicadeza de seus movimentos, a sutileza com que virava as páginas da partitura. Tudo nela era apaixonante, e o professor se culpava por ter esse tipo de pensamento com uma de suas alunas.

 

- Veja professor!

S/n começou as notas ensinadas com o olhar fixo nas teclas do piano e Doyoung prestava todo a sua atenção nela. Então num determinado momento, S/n levantou seus olhos e sustentou os do professor, enquanto as notas suaves da cantata 147 de Bach enchiam a sala com sua melodia, os olhos de ambos não se desgrudavam. Podiam sentir a energia emanando de ambos, deixando Doyoung agitado, ele não podia se descontrolar! E S/n ficou satisfeita por ver pequenas gotículas de suor se formando na testa do professor.

Após a jovem mostrar como havia aprendido com louvor a última lição, Doyoung bateu palmas, entusiasmado.

 

- Muito bem S/n! Assim logo poderá marcar a data de sua audição e seu primeiro concerto! Serei o primeiro na fila para te aplaudir!

- Muito obrigada monsieur!

 

Doyoung sorriu verdadeiro, apenas com S/n ele sentia vontade de ser mais espontâneo e demonstrar alegria. Ela era diferente.

 

- Vamos hoje aprender sobre Amadeus e a força e intensidade de suas melodias. Pronta?

- Para seus ensinamentos, sempre professeur.

 

Doyoung sabia que não podia sentir essa excitação toda com apenas essas palavras, mas era inevitável....há semanas S/n vinha falando num tom diferente, seu olhar era diferente... E Doyoung se via cada vez mais enfeitiçado pela garota.

Pigarreou de leve, tentando parecer tranquilo, porém falhando miseravelmente, fazendo a jovem pianista sorrir discretamente.

Começaram as lições do dia, aprendendo cada nota e cada detalhe da obra complexa de Wolfgang Amadeus.

S/n, logo no começo, que iniciou suas aulas de piano com o professor coreano Kim Doyoung, sentia admiração imensa por ele, algo quase como um endeusamento. Ela via seu mestre pianista como um ser divino e inalcançável. Porém, um dia tudo mudou.

S/n voltava de sua aula de balé, logo pela manhã e de longe viu uma figura conhecida correndo. Se aproximou, sem chamar a atenção, não queria ser vista. Era um dia que calor na cidade de Lion, portanto, Doyoung corria com uma camiseta branca e um shorts próprio para a atividade. S/n se sentiu estranhamente quente com a visão do seu sempre elegante professor, suado, despenteado, ofegante e muito concentrado. Os lábios entreabertos do homem fez seu ventre formigar....

Desde esse dia, que havia visto seu professor praticando exercícios, não conseguia tirá-lo da cabeça. Sonhava constantemente com ele, e por vezes acordava ofegante e agitada por causa de seus sonhos um tanto pervertidos.

Conforme os dias foram passando, a admiração que S/n tinha por Doyoung foi se transformando em paixão. A jovem estava perdidamente apaixonada por aquele homem sério, de aparência sempre impecável e lindo....muito lindo. Por isso, havia decidido arriscar e tentar seduzir o homem. Sabia que seria muito difícil, ainda mais porque não sabia dos sentimentos dele. Mas iria tentar.

Sempre que tinha oportunidade, tocava nos braços de seu professor, seja fingindo ser sem querer ou apenas para chamar sua atenção. Doyoung se sentia cada vez mais vulnerável. Ele não podia estar sentindo aquilo.

Doyoung nunca aceitou quando sabia de professores que tinham casos com suas alunas, achava muita falta de respeito. Mas S/n vinha tirando seu foco. Ele já não sentia apenas admiração pela garota, algo a mais tomava conta de seu coração e do seu corpo.

 

- Então, o que achou da aula de hoje?

- Acho que mais umas 3 aulas sobre Amadeus e eu irei surpreende-lo tocando sua cantata 21.

- Olha só! Você sempre dedicada e audaciosa! Vou esperar por isso S/n. Agora venha, está na hora do nosso chá.

- Tem aqueles biscoitinhos de nata que o professor faz?

- Com geleia! Venha!

 

Os dois seguiram até a pequena mesa, onde o lanche já estava preparado. Sentaram-se um de frente para o outro. S/n não desgrudava os olhos de seu professor, e Doyoung tentava não ficar nervoso com essa intensidade toda. Ele serviu o chá para eles e abriu o pote no qual os biscoitos estavam armazenados.

 

- Chá do que Sr. Kim?

- Hoje é de limão com chá preto.

- Ótima escolha.

 

Doyoung ficou observando S/n levar os biscoitos aos lábios bem desenhados, tendo que se controlar para não gemer quando a garota por instinto passou a língua sobre os mesmos, tirando alguns farelos que havia ficado por ali.

 

- Hummm professeur....seus biscoitos sempre divinos! Sorte possui sua namorada!

 

Doyoung corou com essa afirmação. Não, ele não tinha namorada. Fazia mais de dois anos que não tinha um relacionamento sério, apenas casos de uma noite, para satisfazer seus desejos carnais.

 

- Oh...não não, não possuo namorada. – respondeu um pouco afoito, se xingando por isso.

 

S/n sorriu. Ele ainda não tinha, pois se dependesse dela, logo ele iria ter.

 

- Desculpe-me a indelicadeza Sr. Kim. Não quis ser indiscreta.

- Imagina. Está tudo bem.

 

Continuaram seu chá em silêncio. Apenas trocando sorrisos e olhares.

S/n quis quebrar o silêncio, deixando seu professor mais uma vez constrangido.

 

- Sr. Kim, se me permite mais uma vez ser indelicada, com toda a franqueza, é um sacrilégio o senhor não ter ninguém. Tão elegante e charmoso, é certamente o namorado ideal.

 

Enquanto dizia isso, S/n, propositalmente cruzou suas pernas cobertas por uma meia calça preta, diante dos olhos espantados de seu professor, vendo Doyoung engolir seco com isso.

O pianista engasgou. Começou a tossir sem parar, sendo preciso que S/n desse alguns tapas em suas costas.

 

- Desculpa mais uma vez monsieur...não foi minha intenção.

- Acho que está na hora de voltarmos para nossa aula, podemos?

 

Disse já se levantando da cadeira e olhando para todos os lados, menos para sua aluna, que sem disfarçar, sorria abertamente para Doyoung.

Voltaram para o piano e continuaram suas lições do dia pela próxima hora seguinte.

S/n se despediu de seu professor e foi para sua casa. O próximo encontro deles seria em dois dias, e ela mais uma vez jogaria seu charme para ele.

Doyoung não conseguiu mais se concentrar pelo resto da tarde, tendo feito várias coisas para se distrair, porém sem sucesso.

Fez um bolo, o qual saiu solado. Tentou fazer mais uma música, mas teve a impressão que seu cérebro havia perdido a habilidade de criar. Assistiu um filme chato, apesar de bem aclamado pela crítica.

Nada fazia Kim Doyoung esquecer as palavras de S/n, muito menos seus gestos e seus olhos quentes... A garota estava provocando ele...e estava com medo de não conseguir resistir e acabar fazendo uma loucura...

A única forma que o professor de piano encontrou para distrair sua mente, foi tomando uma garrafa de um bom vinho, de sua adega pessoal. Ele apreciava a bebida, por isso gostava de sempre ter as melhores safras disponíveis para seu deleite. Chamou Jungwoo para o acompanhar.

 

- Então quer dizer que sua aluna prodígio está flertando com você?

- Eu não sei! Eu devo estar vendo coisas.... não é possível isso. Mas hoje...hoje eu pude jurar que ela sorriu satisfeita por ter notado como me afetou.

- E o que você pensa em fazer?

- Eu? Nada Jungwoo. O que eu posso fazer? Ela é minha aluna, além de ser bem mais jovem...

- Ela não é menor de idade Doyoung... E sobre ser sua aluna, não será para sempre...

- Jungwoo....você não está ajudando!

- Hahaha, não seja tão rígido com você meu amigo.... Se por acaso está se sentindo envolvido por essa moça, aproveite! Afinal, você é jovem também, possui boa aparência...já está mais do que na hora de arrumar alguém para um relacionamento sério. Chega de se aventurar com as moças das casas de prazer....

- Só você mesmo para chamar de casas de prazer os prostíbulos que frequentamos...

 

Ambos amigos riram e brindaram com suas taças cheias de um excelente Cabernet Sauvignon.

Jungwoo foi embora da casa de Doyoung já passava da meia noite, porém o pianista não conseguia pegar no sono. Seguiu para o seu piano e resolveu tocar a música que mais o acalmava, uma sonata de Beethoven.

Após acabar a melodia, sentiu seu corpo mais relaxado. Tomou um bom banho, vestiu seu pijama azul marinho e se aconchegou na sua cama fria e vazia demais...

Adormeceu pensando em lindos olhos verdes e numa boca que tinha o formato exato de um coração.

“S/n....isso...não para...ai que gostosa....

Vem S/n....quero você aqui...”

Doyoung acordou assustado, suando...estava sonhando. Com sua aluna!

 

- Droga!! Droga!!!! Isso não pode estar acontecendo comigo! Droga!

 

Ele jamais poderia ter esse tipo de sonho com a sua aluna...com nenhuma aluna aliás. Se sentiu incomodado, além do suor em sua testa, quando olhou para baixo viu que estava excitado, vergonhosamente duro por causa de um sonho pervertido.

 

- Era só o que me faltava....

 

Doyoung jogou sua cabeça contra o travesseiro e ficou pensando em mil coisas ruins, para fazer diminuir o volume entre suas pernas. Pensou na guerra entre as Coreias, pensou na fome na África, pensou até em Jungwoo pelado, mas nada adiantava...

Quando deu por si, estava repassando seu sonho na sua cabeça e levando sua mão até seu membro pulsante.

No seu sonho S/n chupava seu membro com vontade, enquanto ele estava em pé, encostado no seu piano de cauda, e ela sentada no banquinho. Enquanto ele imaginava aquela boquinha delicada cobrindo todo o seu membro, indo e vindo, Doyoung se tocava com velocidade e força, da maneira que ele gostava. Já podia sentir seu pré-gozo sujar seus dedos. Seu orgasmo estava próximo.... Jurava conseguir ouvir S/n gemendo, enquanto ele estocava sua boca bonita e delicada...e com mais alguns toques firmes, Doyoung gozou em sua mão, sujando seus pijamas e o lençol que o cobria.

 

- Droga! Vou ter que me trocar agora...

 

Após meia hora, trocando sua roupa de cama e seu pijama, deitou novamente, e por sorte, dessa vez conseguiu dormir rápido.

O professor passou os dois dias que se seguiram, aéreo demais, estava distraído e nem em suas aulas conseguia se concentrar direito.

Por fim chegou o dia da aula com S/n. Doyoung estava mais agitado que o normal, mais ansioso que o habitual.

Arrumou a mesa de chá, que dessa vez seria de casca de laranja, separou os biscoitos caseiros, vestiu sua camisa social branca, sua calça social de corte italiano e seus sapatos bem lustrados.

Enquanto arrumava a partitura sobre o piano, escutou a campainha tocando. Seu coração se agitou. Era S/n.

 

- Boa tarde professeur.

- Boa tarde S/n. Entre.

 

Seguiram em silêncio até a sala de aula. Doyoung estava ainda mais recluso e estranho. S/n teria que pegar mais pesado em suas investidas, afinal, ela queria aquele homem....queria ser dele completamente.

 

- Está tudo bem Sr. Kim? Parece que está preocupado com algo?

- Ah, não, na verdade...está tudo bem. Só estou com algumas coisas na cabeça, mas nada demais.

- Se precisar conversar, quero que saiba que o tenho em grande estima, pode desabafar comigo se quiser.

- Obrigado S/n. Você é uma boa pessoa, uma excelente aluna. Também a tenho em alta estima.

 

Disse e sorriu para a jovem, que hoje, para seu sofrimento, estava ainda mais bela, usando uma boina tipicamente francesa, tinha seus longos cabelos presos numa trança, usava um macacão preto, justo no corpo e botas tipo coturno, a deixando perigosamente displicente.

 

- Vamos mais um dia de Amadeus?

- Claro Sr. Kim!

 

Começaram as lições do dia, as notas suaves que saiam do piano preenchiam todo o ambiente. Aluna e professor tocavam em sincronia a melodia disposta na partitura à sua frente. Sorriam felizes um para outro, ele por estar conseguindo ensinar a garota tirar notas tão complexas, ela por estar conseguindo acompanhar seu mestre.

No final na música, Doyoung aplaudiu sua aluna com entusiasmo.

 

- Muito bem S/n! Muito bem! Estou orgulhoso de seu progresso!

- Merci professeur!

- Logo estaremos inscrevendo seu nome para uma audição!

- Sr. Kim, apenas por tê-lo tão entusiasmado do meu lado já me alegra pelo meu progresso.

- Você merece mais que apenas o meu entusiasmo! A França toda ouvirá sobre o seu talento! Acredite!

- Todo o mérito será seu monsieur...

- Não, o talento é seu, eu apenas o aprimorei e o aflorei...

- Obrigada por me ensinar...

 

S/n sorriu carinhosa para seu mestre. Seu coração jovem palpitava frenético pelo homem lindo e atraente a sua frente. O queria mais que tudo...

Doyoung por sua vez sentia-se inebriado pela presença da garota...seu cheiro, seu sorriso, seus olhos....sua boca. Ah aquela boca.... Doyoung quase se estapeou na frente da menina por ter se permitido pensar em seu sonho libidinoso com a mesma. Tinha que fazer algo para se distrair, ou então esses pensamentos invadiriam sua mente sem permissão.

 

- Vamos para o nosso chá? Hoje é de casca de laranja. Bolachas de mel para acompanhar.

- Já posso sentir até o gosto! Vamos professor!

 

S/n se levantou animada, indo na frente de seu professor até a mesinha. Se sentou e esperou que ele a servisse, como sempre acontecia.

 

- Professor?

- Sim?

- Vejo que está mais animado, do que na hora que eu cheguei.

- Ah sim, realmente. Ver você tocando tão bem me alegra demais! Faz os meus problemas irem embora..

- Professor Doyoung, com todo o respeito, seu sorriso é lindo demais para ficar escondido. Se eu puder alegra-lo sempre, apenas me diga o que posso fazer, e acredite, farei de bom grado.

 

Doyoung fechou seus olhos e respirou fundo...aquela menina não tinha noção do que havia lhe proposto.... Em sua cabeça passou mil coisas que ela poderia fazer para que ele sorrisse sem parar, por toda a eternidade.

Doyoung virou de costas, mexendo no armário atrás de si, arrumando algo imaginário.

 

- Obrigado S/n. – respondeu simplista, tentando controlar sua pulsação que estava extremamente alterada.

 

Mas Doyoung não esperava pelo que aconteceria a seguir.

Sentiu mãos pequenas e delicadas passarem pelos seus ombros largos e um pouco tensos. S/n estava bem atrás de seu corpo, acariciando suas costas.

 

- Professeur.... Eu disse que faço qualquer coisa pelo seu sorriso...

- S/n...você não devia brincar assim com um homem.... E eu sou seu professor.

- Eu não me importo Sr. Kim, e eu não estou brincando. – se levantou nas pontas dos pés e disse baixinho próximo do ouvido de Doyoung - eu quero o senhor...

 

Doyoung já não podia aguentar. Afinal de contas ele antes de ser um professor de piano renomado, um cara ético e responsável, ele era um homem, que sentia seu sangue fervendo em suas veias e todo seu controle indo por água abaixo. Virou seu corpo de uma vez e sem dar chance para arrependimento, segurou S/n forte pela cintura e colou seus lábios aos dela, num beijo desejoso e urgente.

A jovem se segurava nos braços de seu professor, aproveitando daquele beijo que ela tanto queria.

Doyoung estava insano. Havia fantasiado esse beijo por vezes demais...ele já sentia seu membro correspondendo a esse beijo, e sem raciocinar direito, puxou os quadris de S/n de encontro aos seus, fazendo a garota gemer por senti-lo tão excitado.

Porém esse gemido trouxe Doyoung de volta a si. Rapidamente ele soltou o corpo da garota, a deixando perdida e envergonhada. Suas mãos puxavam seus cabelos num sinal claro de descontrole.

 

- Me Desculpe S/n....por favor, me desculpe. Isso não acontecerá novamente. Por favor.... Vá embora. Me deixe sozinho. Nos vemos na aula seguinte. Me perdoe....

 

Doyoung viu S/n ficar muito vermelha e tentar esconder uma lágrima que desceu pelo seu rosto perfeito. A garota pegou suas pastas e sua bolsa e saiu batendo a porta da casa do professor, sem se despedir.

 

- Droga! Droga! Eu sou um idiota! Um perfeito idiota!

 

Passaram duas semanas desde o ocorrido, e S/n não havia aparecido em nenhuma aula. A garota estava envergonhada e se sentindo rejeitada. Afinal, ela havia arriscado por estar apaixonada pelo professor. Achou que ele sentisse o mesmo...

Doyoung estava se sentindo uma pessoa horrível e seu coração doía de saudades da jovem e de toda sua energia. Ele custou admitir, mas também estava apaixonado pela menina. Resolveu entrar em contato com a mesma. Ligou diversas vezes, mas ela rejeitava suas ligações. Mandou por fim uma mensagem.

“ S/n, volte para a aula, estávamos avançando consideravelmente bem, logo iríamos marcar sua audição. Não deixe um ocorrido infeliz estragar seu futuro brilhante. Espero você hoje de tarde, com chá de limão e biscoitos de nata. Professeur Kim Doyoung.”

 

S/n leu aquela mensagem umas dez vezes. Iria mostrar para o pianista que não havia sido um ocorrido infeliz. Ela o amava.

Colocou um vestido de lã, meias pretas de lã, uma bota, deixou seus cachos soltos e foi para sua aula. Estava determinada em ter Doyoung para si.

Habitualmente as 3 horas tocou a campainha de seu professor.

 

- Oi...S/n. Que bom que veio. – sorriu tímido para sua aluna.

- Olá professeur.

 

Deu espaço para a garota entrar e em silêncio foram para a sala de aula.

 

- Então, podemos continuar de onde paramos? Amadeus certo?

 

Doyoung perguntou para S/n, vendo seus olhos verdes brilhantes e um pouco instáveis.

 

- Sr. Kim.

- O quê?

- Não foi um ocorrido infeliz. Não para mim pelo menos.

 

Doyoung olhou assustado para a garota. Não queria tocar nesse assunto.

 

- S/n...por favor...

- Professor Doyoung...eu estou apaixonada por você!

 

Doyoung não esperava ouvir isso assim, tão claro e direto. Seu coração acelerou e ele sentiu seu sangue ferver...

Estavam parados diante do piano de cauda, e sem pensar em mais nada, abraçou S/n com força, a beijando apaixonadamente.

Os braços da jovem foram para o pescoço do professor, enquanto as mãos de Doyoung apertavam forte sua cintura. Seus lábios se moldavam com perfeição, era como se sempre tivessem sido feitos para isso.

Seus corpos já estavam febris e necessitados, e nenhum deles iria parar, sejam quais fossem as consequências. Doyoung a segurou com força, ergueu seu corpo e a colocou sentada em cima das teclas do piano, fazendo um som alto ecoar pela casa do músico.

Doyoung era um homem de personalidade forte e determinada. Um profissional competente e muito ético. Porém o seu lado de apenas homem era incontrolável. Apesar de sempre tentar ser delicado e gentil, seus gestos eram intensos e muito quentes. S/n já estava ofegante em seus braços, tendo seus lábios atacados com voracidade e sua cintura apertada com força mal contida.

Sentada em cima do piano, Doyoung afastou as pernas de S/n e se aconchegou ali, podendo aumentar o contato entre seus corpos.

O pianista desceu seus lábios perfeitos pelo pescoço aveludado da aluna, mordiscando e sugando aquela região sensível da garota. S/n gemia sem conseguir se controlar. As mãos de Doyoung já estavam em suas coxas, apertando a carne com vontade. O professor levou uma de suas mãos até um dos seios da garota, acariciando por cima do vestido. Ele sentia que a menina ia se desintegrar com apenas esses toques. Quando ele a puxou para mais perto de seu corpo, a fazendo sentir seu membro duro, a garota falou.

 

- Doyoung...eu preciso falar...

- Hum... diga- respondeu sem parar com suas carícias nos seios da garota.

- Eu sou virgem....

 

Doyoung paralisou no lugar. Ele não esperava por essa. Droga! Droga! Pensou em quão azarado era. Virgem!

 

- S/n....devia ter me falado antes...veja como estamos, veja como estou! Me perdoe, por favor ..mais uma vez me perdoe....

 

Dizia já se afastando de S/n, porém foi contido por ela. Teve seus braços segurados pelas mãos da garota que ainda estava sentada no piano.

 

- Professeur....eu me guardei para quando encontrasse um homem especial. Você é mais que especial. Eu quero que você seja quem vai me ensinar como se faz amor... Eu quero que você seja o meu primeiro...e único.

 

Doyoung achou por um momento ter escutado anjos cantando.... Mas era só a voz de S/n pedindo para ele tirar sua virgindade...ele era muito sortudo...

Doyoung nunca havia dormido com nenhuma mulher virgem. Suas últimas namoradas eram mulheres que já possuíam experiência. Ele teria que ser cuidadoso. S/n merecia ser tratada como uma princesa.

Ele a beijou novamente, dessa vez com mais cadência e delicadeza. Suas mãos estavam no rosto perfeito da garota. Apartou o beijo e falou.

 

- Venha, precisamos de um lugar mais confortável do que um piano.

 

Pegou S/n no colo e a levou até seu quarto.

 

Chegando no cômodo, colocou a garota em pé, na sua frente e falou.

 

- S/n, eu agradeço a sua confiança em mim. Farei o possível para que seja o mais prazeroso possível, mesmo sabendo que pode ser um tanto desconfortável para você. Apenas me avise, por favor, se eu estiver te machucando ou se for demais para você...tudo bem?

- Tudo bem Doyoung. Mas eu tenho certeza que será perfeito.

- Eu sou louco por você garota...mais do que poderia ser...

 

Disse passando uma de suas mãos pelo rosto dela, numa carícia suave. S/n fechou seus olhos aproveitando da suavidade de seu professor.

Ele aproximou seus lábios dos dela e a beijou com suavidade. Depois virou a menina de costas para si e desabotoou seu vestido de lã, deixando a peça cair nos pés da menina.

Passou seus longos dedos pelas costas perfeitas dela, a fazendo se arrepiar com esse mínimo toque. Com delicadeza, tirou as botas dela e na sequência começou a abaixar a meia calça que ela usava. Notou o corpo da garota tremendo.

 

- Não fique nervosa. Na hora que quiser parar, eu paro. Vamos fazer tudo no seu tempo.

- Não! Continue....por favor...

 

Doyoung riu do desespero dela. Ele mesmo se sentia assim, havia dito isso apenas para acalma-la, ele a queria demais.

 

- Tudo bem, eu vou continuar.

 

Depois que a menina estava vestida apenas com a lingerie branca que havia escolhido, Doyoung se levantou e a virou, encarando seus olhos verdes e desejosos.

 

- Você devia ser proibida de olhar assim para mim...não tem ideia do que me causa com apenas esses olhos....

- Doyoung...por favor, não me torture tanto com palavras...

- S/n tenha calma...saiba que na hora que eu começar pra valer, não vou conseguir parar...não enquanto não tiver tudo o que eu quero.

- Professeur...me ame...

 

Doyoung tentava se controlar, estava difícil, vendo S/n implorar por si, semi nua...ele estava no limite de sua sanidade mental. Mas ele queria ser suave, por isso faria as coisas pausadamente.

Apontou para suas roupas e pediu.

 

- Quer fazer as honras?

- Com prazer...

 

S/n levou suas mãos até a camisa branca social que seu professor usava, desabotoando impaciente cada botão. Olhou com olhos cheios de luxúria para o tronco perfeito do pianista. Doyoung era ainda mais perfeito que imaginava. Seu tronco bem definido, branquinho...seu abdômen levemente marcado. Sua calça social pendia em seus quadris sensualmente, evidenciando o volume considerável no meio de suas pernas.

Quando sua camisa foi ao chão, S/n ficou olhando em dúvida para o cinto do professor.

 

- Pode tirar, não conseguiremos fazer nada se eu estiver usando isso. – falou divertido, arrancado uma risada nervosa de S/n.

 

A aluna levou suas mãos até o cinto, desafivelando afoitamente, fazendo seu professor rir. Abriu o botão da calça e a deixou seguir o mesmo caminho da camisa. S/n ofegou quando teve a visão perfeita de seu professor somente de cueca boxer branca, seus quadris estreitos deixaram sua boca seca, suas longas pernas nublaram suas vistas e aquele volume todo....ela ficou com medo da dor que sentiria.

Doyoung riu quando percebeu para onde ela olhava. Ele então a puxou para um abraço e um beijo apaixonado. Seus corpos quentes se fundindo num abraço apertado.

Mais uma vez ele a pegou em seu colo e a deitou na cama, vindo por cima de seu corpo perfeito, para ele.

Com seus dois braços o sustentando acima de S/n, Doyoung foi fazendo uma trilha de beijos, indo dos lábios da garota, passando pelo pescoço, colo, ombros. Quando chegou perto dos seios, olhando sem desviar dos olhos de S/n, ele abaixou as alças do sutiã, deixando os seios expostos, disponíveis para seus lábios.

Com muita delicadeza ele capturou primeiro um dos mamilos, sugando devagar, brincando com a língua, o deixando durinho e a pele toda arrepiada. Fez o mesmo com o outro seio, e a cada toque, S/n gemia mais, pedia por mais, o apertava mais...

Depois de ter torturado seus seios, desceu seus beijos pelo ventre da garota, beijando abaixo de suas costelas, no umbigo, próximo ao cós da calcinha. Então ele levantou sua cabeça e falou para sua amada.

 

- S/n, eu vou proporcionar para você o máximo de prazer que poderá sentir...serei seu professor nessa arte também...

 

Ele viu ela apenas acenar positivamente com a cabeça e fechar os olhos em expectativa. Tirou sua calcinha devagar, fazendo S/n corar por agora estar totalmente exposta diante de seu mestre pianista. Afastou suas pernas com cuidado, observando cada reação da garota. Se controlava para não extrapolar. Mas a verdade era que ele estava enlouquecendo por ir tão devagar....

Abaixou sua cabeça até o meio de suas coxas, levando de encontro seus lábios até a intimidade de S/n, a sentindo quente e muito molhada em sua língua e lábios. Ele iria enlouquecer... Principalmente quando ela começou a gemer ainda mais alto e a puxar os cabelos dele com certa força. Era assim que ele gostava... De descontrole.

Doyoung tinha experiência, sabia o que estava fazendo, portanto não foi preciso muito tempo até que S/n se derretesse em sua boca, chorando literalmente de tanto prazer. Ele saboreou todo o seu gosto, se sentindo o cara mais foda desse mundo por ter sido o único a sentir o seu néctar precioso.

Mas Doyoung não poderia mais perder tempo. Sentia seu membro pulsar como se tivesse vida própria. Ele iria explodir se não se afundasse imediatamente no corpo de S/n.

Com a garota ainda respirando com dificuldade, ele pegou um preservativo no criado mudo ao lado de sua cama, vestiu em seu membro, deitou seu corpo sobre o de S/n e antes de qualquer coisa, a beijou com amor e falou.

 

- Por favor, me avise se eu te machucar. Paro imediatamente.

- Je t'aime professeur....

 

Ele não poderia com aquilo.... Não mais.

Posicionou sem membro na entrada de S/n, e olhando em seus olhos com todo o amor que tinham um pelo outro, ele foi a penetrando com cuidado, parando sempre que escutava um gemidinho de dor ou quando ela fechava seus olhos com o desconforto.

As mãos de S/n seguravam seus braços e apertavam suas costas com força, certamente deixando marcas vermelhas em sua pele alva. Mas ele não se importava, não quando se sentia no céu por estar dentro do corpo dela. Sentia seu membro sendo esmagado pelo seu interior extremamente apertado.

 

- Tudo bem cher?

- Tudo...mas eu acho que estou sendo rasgada no meio....

- Oh...essa sensação vai passar, mas se quiser...

- Não! Não ouse sair daí Doyoung. Por favor.... continue...

 

Ele sorriu... Ele definitivamente não conseguiria parar...

Depois de estar completamente dentro de S/n, ficou parado mais alguns segundos, esperando ela se acostumar com essas sensações. Podia ver algumas lágrimas se formando no canto de seus olhos, mas ela o segurava com força, impedindo que ele sequer ousasse sair de seu corpo.

 

- Eu vou começar a me movimentar...devagar. Me avise se doer..

- Apenas ande com isso professor...eu já estou enlouquecendo com seu controle insuportável.

 

Doyoung gargalhou com seu tom desesperado, beijou seus lábios e iniciou com estocadas leves, ritmadas e sem forçar muito a entrada da garota.

Seus lábios alternava entre beijos em seus lábios e em seu pescoço, enquanto se controlava para não ser rude demais com a menina.

Porém, depois de um tempo assim, S/n já não aparentava sentir dor, e seus gemidos eram novamente de prazer, ficando cada vez mais altos e manhosos.

 

- Mais....mais Doyoung....por favor....mais

 

Ele entendeu perfeitamente o que ela queria....e ele agradeceu por isso.

Agora completamente fora de si, o professor de piano fez conforme gostava no sexo, indo forte, fundo, alternando entre o rápido e o lento, fazendo a cada estocada, as costas de S/n se arquearem. As unhas bem feitas dela arranhavam sua pele, seus olhos fechados e seus lábios entreabertos eram a visão mais linda que ele já tinha visto. Seus gemidos eram mais belos que todas as sinfonias compostas pelos maiores maestros de todos os tempos.

Enquanto ele a possuía com volúpia, ouvia de sua boca juras de amor....e ele retribuía com igual intensidade e veracidade.

Se ajoelhou e puxou os quadris de S/n de encontro aos seus, indo mais rápido e mais fundo, deixando sua aluna quase inconsciente, pelo prazer sentido.

Doyoung nunca havia feito amor dessa maneira tão intensa....estava doando tudo de si. Levou seus dedos até o clitóris da garota, ajudando S/n ter seu segundo orgasmo, pois sabia que por ser sua primeira vez não conseguiria obter apenas com a penetração. A estimulou até que sentiu seu interior se contraindo e seu corpo todo tremendo. Apenas alguns movimentos depois, ele mesmo atingia o seu limite, se derramando dentro da garota.

Se retirou de seu corpo com cuidado, se livrou do preservativo e puxou S/n para seus braços.

Ficaram em silêncio até suas respirações voltarem ao normal.

 

- Como você está?

- Acho que vou ficar sem andar por uma semana

 

Ele riu.... Sabia que ela ficaria dolorida, mas não era pra tanto.

 

- Não exagere. Irá sentir sim uma dorzinha, mas em dois dias passará.

- Aí poderemos fazer de novo? – perguntou sorridente para ele.

- Você quer fazer de novo comigo?

- Eu já disse que só quero você professeur...

- Então sim... Faremos de novo.

- Você continuará sendo meu professor?

- Você gostaria disso?

- Com certeza! Iremos marcar minha audição dentro de 2 meses! Preciso de você.

- Então serei seu professor, até quando for necessário. Mas fora do horário de aula seremos namorados.

- Está me pedindo em namoro Sr. Kim? – levantou sua cabeça do peito dele para olhar seu rosto.

- Você quer namorar comigo? Eu não posso ter tirado sua virgindade e não ter um compromisso sério depois.

- Se for só por causa disso...- falou triste, tentando virar seu corpo para o outro lado, sendo puxada e tendo Doyoung deitado sobre si novamente.

- Sua boba! Eu te amo.... É por isso que quero que seja minha namorada...

- Então eu aceito! Mas terá que fazer biscoitinhos para mim toda semana!

- Para o resto da vida se quiser....

Se beijaram mais uma vez, apaixonadamente....

- Vamos tomar um banho?

- Juntos?

- Claro! Você não quer?

- Tenho vergonha...

- Por favor... Acabei de te fazer minha, portanto vamos tomar banho juntinhos...

- Está bem...

Se levantaram da cama e seguiram para o banheiro, juntos e ainda mais apaixonados.

 

3 meses depois....

Jornal Le Figaro

“Nova solista do piano surpreende a todos em sua primeira apresentação no Teatro de Lion. Seu mestre e namorado, o coreano Kim Doyoung, um dos mais renomados professores de piano, estava na primeira fila aplaudindo sua aluna. Logo após a apresentação, anunciaram o noivado”


Notas Finais


E então? Quem não conheci, curtiu?
Viram minha nova história comemorando a volta do Jungwoo? Está linda...
https://www.spiritfanfiction.com/historia/dreams-come-true--imagine-hot-jungwoo--nct-18444297

Jaemin e Haechan
https://www.spiritfanfiction.com/historia/one-two-three--haechan-e-jaemin--hot--nct-dream-18492317


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