História Le Tenébrès Du Noir Pur - Capítulo 8


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Jalil Kubdel, Lila Rossi (Volpina), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Nooroo, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain, Wayzz
Tags Adrinette, Mistério, Novos Heróis
Visualizações 24
Palavras 2.023
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


*sendo escoltada por uma guarda imensa, que ninguém sabe de onde veio*

Jonathan: Flower? Que loucura é essa?
Flower: Jonathan do meu coração, tem alguma ideia do que vai ser pra mim enfrentar mais de nem sei quantos leitores devem estar uma fera, estamos a mais de meses sem postar. *meu olhar deveria dizer o suficiente e ele se calou, se juntando a mim para encarar a chefa*
Jonathan: E a dimensão dos dragões? *perguntei com inocência e ela retribuiu com o olhar frio como gelo*
Flower: Vou tentar recuperar os capítulos hoje. Vamos enfrentar a chefia, é hoje que eu morro. Melhor prepararem de verdade dessa vez omeu túmulo, chamem a Cathy, a Bloody, a Bugg, a Samy, a Bella, todo mundo que conseguirem, quero testemunhas de que pelo menos não morri em vão.

*e os dois entraram na cova dos leões*

~Podem ler!

Capítulo 8 - Definições


Fanfic / Fanfiction Le Tenébrès Du Noir Pur - Capítulo 8 - Definições

O retorno para Paris foi muito quieto, ninguém ousava dizer uma palavra sequer, as crianças estavam tão caladas que nem um dos demais estudantes tirava uma palavra delas, quando as mesmas dormiam podiam notar os sonhos perturbadores que eles tinham para se mexerem tanto e se sentirem tão assustadas quando despertavam, Alya e Marinette tentavam acalmar as mesmas mas tudo que conseguiam era ver as lágrimas delas caindo de seus doces olhos, eram tão novas mas, já haviam sofrido tanto.

— Eu não sei mas o que fazer. – Marinette suspirou quando se sentou novamente em seu assento no trem, ela e Alya não tinham mais ideias de como animar as crianças, e a lembrança dos homens que procuravam por ele as e as expressões de pânico que as mesmas fizeram estavam presentes na mente de todos a bordo –

— Nada de acalmar elas? – Nino perguntou para namorada que havia se sentado ao seu lado –

— Nada, são piores que minhas irmãs e a Manon. Elas parecem estar com saudade da Luíza.

— Parece mesmo, elas ficavam gritando por ela durante os pesadelos. – Adrien finalmente se manifestou, e aquilo atraiu a atenção dos amigos de certa forma o mesmo estava certo devia ser saudade, não sabiam quanto tempo aquela garota havia protegido aquelas crianças, mas sabiam que ela foi alguém importante na vida daquelas quatro crianças que pela primeira vez sabe-se lá em quanto tempo que voltariam a ver com os próprios olhos a cidade luz, voltariam a ver e respirar o ar de Paris –

— Você não acham que eles devem saber a verdade? – Gina perguntou para os demais, que a olharam e as sentiram com a cabeça –

— Acho melhor, afinal, eles estão nos levando pra casa por pedido de uma completa estranha pra eles e não para nós. – Liza afirmou a opinião da amiga, e os meninos logicamente apoiariam as duas garotas –

O nosso quarteto havia se levantado para ver se as crianças estavam bem, mas, se surpreenderam quando as mesmas estavam sentadas uma ao lado da outra, deixando lugares vagos para eles.

— Vamos contar pra vocês o que aconteceu. – Pierre começou a dizer, e logo os quatro se voltavam as memórias do passado que queriam tanto esquecer –

◀ ⚪ ▶ ⚪ ◀ ⚪ ▶

Se fazia algum tempo desde que essas quatro crianças haviam chegado naquele lugar, não se lembravam como foram parar ali, apenas recordavam de estar brincando no parque próximo ao Arco do Triunfo quando perderam a bola e foram buscar ela, sendo pegos em seguida por dois homens, que colocaram algo em suas bocas e narizes os fazendo cair no sono e apenas acordarem quando estavam naquela prisão escura e sombria, a data certa que aquilo tinha acontecido era no dia 17 de março de 2012.

A irmã mais velha de Pierre havia sido levada também, e estava encostada em um canto daquele lugar sendo cuidada por uma garota de cabelos escuros e olhos claros.

— Vocês estão bem? – a menina perguntou para os demais, que ainda tentavam entender onde estavam –

— O que houve com a minha irmã? – Pierre perguntou temendo algo de pior com a irmã mais velha –

— Apenas bateu a cabeça, ela vai ficar bem... Gabi me ajuda a levar ela daqui.

— Não! Você não vai tirar minha irmã de mim! Sam! Acorda! Maninha acorda! – Pierre se abraçou na maior que ainda estava inconsciente –

— Se acalme, apenas vamos levar ela pra uma pessoa mais velha cuidar, eu não me dou muito bem com sangue, podem vir também. – a morena se levantou com a ajuda da amiga loira que se aproximou e juntas as duas levantaram a garota que devia ter a idade delas –

— Como podemos confiar em vocês? – Liza perguntou com medo daquelas duas garotas, que levavam Samantha para fora da cela em que estavam –

— Vocês que decidem isso, não a gente. – a morena respondeu se virando de costas para eles, e aquilo os permitiu ver na pouca luz que tinha naquele lugar marcas recentes de ferimentos que estavam pelas costas daquela garota, notaram que a mesma mancava levemente, tentando se manter de pé com um certo esforço, o sangue seco podia ser visto perfeitamente pelas quatro crianças, e notaram que aquela garota assim como elas, havia sido tirado dos pais, sem mais enrolarem, seguiram as duas garotas pelos corredores daquele lugar, até se depararem com um lugar improvisado como enfermaria.

Após cuidarem dos poucos ferimentos que tinham no corpo, as quatro crianças ficaram perto das duas garotas que as colocaram junto com outras crianças que haviam sido tiradas dos pais também.

— Que lugar é esse? – Giba perguntou temendo saber a resposta, afinal tinha apenas seis anos –

— Não sabemos, fomos trazidos aqui sem enxergar absolutamente nada, e quando pudemos enxergar onde estávamos, bem, nos deparamos com essa escuridão. Me chamo Luíza e vocês?

— Gina Marquês de Carvalho. – a menina disse calmamente para maior, e logo seus amigos fizeram o mesmo –

— Pierre Kubrick Chapelle.

— Pedro Déesse Monarchie.

— Liza Cerveau Boulevard.

— Eu até diria sejam bem vindos... Mas, ninguém quer ficar aqui... Mas eu lhes prometo sairemos daqui algum dia.

A partir deste dia, todos que estavam naquele lugar tão ruim quanto um pesadelo obscuro, sabiam muito bem em quem confiar, afinal, tinham um anjo sem asas para os proteger do mal escondido nas sombras.

◀ ⚪ ▶ ⚪ ◀ ⚪ ▶

— Foi assim que tudo começou... Parece mentira, mas é a mais pura verdade.

— Meu Deus, ela tem marcas nas costas? – Nino perguntou curioso sem se importar com o tapa no ombro que recebeu da Alya –

— Tem, ficaram marcas muito feias, são as marcas que ela tem como troféus por defender muitos de nós...

— Vocês sabem se tem alguém chamada Meicy lá dentro? – Marinete perguntou com esperanças fortalecidas de sua irmã está viva –

— Meicy... A Mei? – Liza buscou na memória, e se recordou do nome completo de uma das garotas – Meicy... Tem sim, ela cuidou da gente lá dentro, mas, depois que a Ange morreu não soubemos mais dela.

— Quem é Ange? – Alya perguntou se rendendo a curiosidade –

— Era uma menina sueca que tinha lá, ela morreu, Meicy ficou muito triste e foi tirar satisfações do motivo deles terem machucado a menina, e nunca mais a vimos depois disso... Durante uma semana ouvimos gritos... Eram os gritos dela, quando ela saiu de lá, bem, estava muito machucada, Gabi e os meninos tiveram que socorrer ela rapidamente, mas quando saíram da enfermaria improvisada que tínhamos lá, a Gabi e os garotos estavam chorando muito, a Mei não saiu de lá. – Gina disse para os demais e sua frase foi completada por Pierre –

— Mas a Mei está viva, apenas se sente atormentada por todos esses anos... Mas, por que perguntou sobre ela? – Pierre disse olhando para garota de cabelos azuis –

— Porque... Ela é minha irmã... – Marinette disse simplesmente, fazendo as quatro crianças verem perfeitamente as semelhanças –

As horas da viagem se passaram e logo todos estavam em Paris, o de foram recebidos por seus familiares, e as mães das quatro crianças que não sabiam o motivo de estarem ali, a polícia havia sido chamada para ouvir os depoimentos dos estudantes.

— O que eu faço aqui para começo de conversar? – a mãe de Gina perguntou para os demais –

— Adoraria saber uma boa resposta Angel... – a mãe de Pierre disse logo em seguida, estava ao lado da velha companheira de escola –

O ônibus logo chegou, e todos os alunos estavam descendo deixando por último o quarteto que estava com as quatro crianças que não evitaram abrir um lindo sorriso ao pisarem em território francês, as lembranças vieram como um turbilhão de pensamentos. Quando as mesmas olharam para frente, os olhares encontraram com os de seus familiares que estavam estáticos com o que viam.

— Gina?

— Pierre?

— Pedro?

— Liza? – as quatro mães perguntaram ao mesmo tempo, quando notaram quem estava a frente de si próprios, fazia anos que estavam afastados, mas, como dizem coração de mãe, jamais se engana –

— Mãe! – os quatro gritaram antes de saírem dos braços do quarteto que abriu um sorriso de emoção ao ver aquele reencontro tão belo, quando viram a cena do abraço de tantas saudades por todos esses anos, não conseguiram evitar o cair de uma lágrima solitária, pois, dois deles queriam esse momento com as irmãs, e os dois amigos não puderam evitar a emoção de saber que em algum dia aquele momento seria o de seus amigos –

— Meu Deus! Graças a Deus! Vocês estão aqui! – as mulheres abraçavam com firmeza seus filhos, as lágrimas de todas era evidente –

— Podemos fazer algumas perguntas pra vocês? – Roger Raincomprix perguntou para o nosso quarteto que afirmou com a cabeça – Como as encontraram?

— Não fomos nós, uma garota trouxe elas pra gente. – Nino falou tendo apoio do Adrien –

— Como assim? – o policial perguntou –

— Uma garota senhor Raincomprix, uma menina de uns treze ou doze anos, apareceu e nos pediu ajuda, nos contou algumas coisas e foi ajudar os amigos, pois, ela também é uma das pessoas desaparecidas. – Marinette disse e Alya completou sua fala –

— E não pudemos salvar ela e os amigos, pois, foi por causa deles que essas criança estão agora com suas famílias.

Após serem liberados, os quatro foram pra frente da escola, onde se depararam com alguns repórteres falando com as mães daquelas crianças.

— Foram eles! – Angel disse indicando os quatro jovens que pararam no mesmo momento sem entender, até que a senhora Chamack se aproximou com o microfone na mão começando a entrevista –

— É verdade que vocês quatro resgataram as quatro criança que já estão à seis anos desaparecidas?

— Senhora Chamack, não é verdade, só as trouxemos... – Marinette começou a falar e tendo sua frase completada pelo Adrien –

— Não merecemos nenhum tipo de mérito sobre isso, existem cinco pessoas que estão sofrendo agora por ter ajudado elas. – Adrien disse colocando sua mão no ombro de Marinette, que cruzou seu braço com o de Alya, que apoiava seu outro braço no ombro de Nino –

— O que querem dizer com isso? – Nadja perguntou confusa –

— Tiveram outras pessoas, de doze à quinze anos, que foram de verdade quem salvaram essas crianças, só porque as trouxemos não foi absolutamente nada, os verdadeiros heróis e heroínas dessa história estão sabe-se lá onde sofrendo por terem as salvo. De uma coisa possam ter certeza eu vou vasculhar por todas as fontes que eu tenho até achar uma maneira de ajudar eles! – Alya disse, logo saindo de lá, sendo seguida pelos quatro amigos, jamais imaginariam que justamente a Alya, a garota que desconfiou desde o início deles, agora estaria disposta a procurar por eles –

— O que eles disseram é verdade Pierre? Cadê sua irmã? – a mãe de Pierre perguntou para o mesmo que abaixou a cabeça em foram de tristeza –

— Sim mamãe... E a Sam... Ela... Morreu... – Pierre começou a chorar em tristeza, sua mãe não foi diferente as lágrimas grossas escorriam por seu rosto repleto de angústia –

Naquela noite, nossos dois heróis estavam descansando no alto da Torre Eiffel, quando uma sombra verde passou pelos dois, que se levantaram rapidamente.

— Quem está aí!? – os dois perguntaram juntos, com suas armas em mãos –

— Não precisa de tanto alarme Ladybug e Chat Noir, apenas sou um senhor que procura por vocês dois. – o ser esverdeado falou, e a joaninha reconheceu a voz do mesmo –

— Mestre Fu? – a joaninha falou em tom de dúvida –

— Olá novamente minha cara. Temos que conversar seriamente.

— O que eu perdi? – Chat Noir perguntou sem entender absolutamente nada – De onde vocês se conhecem?

— Ele me ajudou quando minha kwami ficou doente, e está decifrando um livro que levaram para ele... – a joaninha começou a dizer, vendo que teria que tomar cuidado com as suas palavras diante do seu parceiro –

— E fui eu quem os escolheu para serem nossos heróis. E temos sérios problemas. – os três se entreolharam, e sabiam bem que aquela noite seria longa para todos –


Notas Finais


*72 horas mais tarde*

Thamires: Pelo menos está viva Flower.
Silvana: Que pena.
Flower: Vou ficar calada, tenho trabalho a fazer. *arregaçadas as mangas da camisa,se pois a trabalhar*

Produção: É Pessoal FlowerNightfall está de volta!


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