História Lealdade - Capítulo 16


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Categorias Homem-Aranha, Tom Holland
Personagens Personagens Originais, Tom Holland
Tags Camila Azablanca, Homem Aranha, Lealdade, Peter Parker, Thomas Holland, Tom Holland
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Eu te avisei


Thomas vasculhava pela rede dos computadores mais informações sobre o pai de Gabriel, baseando-se no que os agentes mandaram.

Havia sido designado para ajudar nas investigações sobre os pais das crianças, especialmente os de Gabriel. Desde a última visita à base central, cerca de 1 mês atrás, a agente encarregada do caso solicitou o auxílio de Holland ao Fernando e, a partir de então, ele tem estado na base central quase todos os dias buscando formas de conectar as informações coletadas.

Mal via Camila nesse período de tempo. Os horários raramente batiam e sempre que ela estava livre, Tom era mandado a missões ou estava na base central. Quase não tinha tempo para cuidar de suas investigações pessoais, por isso a busca pelo assassino de Peter Holland havia estagnado. Mas Tom sabia que assim que encontrasse os pais de Gabriel, voltaria com força total.

Camila não se encontrava diferente. Precisava ir à La Santa quase que diariamente para checar as condições de

Lilo, e quando não ia a boate estava em alguma missão ou treinando com Fernando e Killer.

Os lucros da La Santa haviam aumentado consideravelmente desde que Carmelito começara o estágio. Se não fosse a falta de conhecimento sobre a máfia, com toda certeza ele estaria apenas com a companhia de Armando. Contudo, a garota não confiava no gerente e jamais deixaria os dois sozinhos por muito tempo.

O barulho irritante do celular de um dos agentes da sala trouxe Thomas de volta a realidade. Só lembrando ali de verificar como estavam as coisas com Camila, já que ela havia sido levada para acompanhar uma reunião em Acapulco ao lado de Fernando.

A garota havia chegado no meio da madrugada completamente exausta pelo tempo sentada no avião e pela reunião tão maçante.

 

Thomas:

Ei babe, está acordada?

Como você está se sentindo?

Estive pensando em você aqui.... Sinto sua falta.

 

A falta de uma resposta significou que Camila ainda dormia, por tanto Holland deixou o aparelho de lado para novamente se focar na tela. Porém, a movimentação repentina o fez questionar o que estava acontecendo ali. Mas o nome destacado no centro de monitor fez com que entendesse tudo o que se passava na sala.

José Antônio Nascimento Costa.

Haviam encontrado o pai de Gabriel.

Camila precisava saber daquilo quanto antes. Ela tinha que saber que o pai não era o Brasil, mas que morava no mesmo país de origem.

Talvez fosse o entusiasmo de um mistério tão grande ter sido descoberto, ou talvez pela saudade de sua garota. Mas quando deu por si, Thomas já estava dentro do próprio carro em direção a mansão.

Sabia que Camila ficaria eufórica ao descobrir sobre o pai de Gabriel, e que faria de tudo para acompanhá-lo no encontro com a família para se certificar de que a criança estaria em boas mãos.

A garota havia adquirido uma fissura em descobrir a ligação entre a criança e o agente Brasil. Tanto que por diversas vezes Holland teve que gravar Gabriel e mandar o vídeo para Camila, que criava uma teoria atrás da outra com base no “material” que lhe era enviado.

A mais recente seria que Brasil havia sido dopado e que abusaram de seu corpo enquanto estava inconsciente.

Thomas só conseguia rir do quanto a imaginação da Camila podia ser fértil. Concordava que existia muita semelhança entre os dois, mas não chegava a ser tanto quanto a garota imaginava.

O caminho até a mansão foi o mais rápido do que o usual, ou realmente estivesse sentindo falta da cacheada que nem reparava tanto no caminho. Mas quando notou estava cruzando os portões enormes da mansão, enquanto cumprimentava os guardas da portaria.

Estacionou o carro de qualquer forma e caminhou em passos rápida até o quarto de Camila. Não se incomodou em cumprimentar os agentes que passavam, precisava vê-la quanto antes e dar a ótima notícia. Possivelmente ela ficaria zangada por ter sido acordada depois de uma noite tão cheia, mas seria por um bom motivo.

Assim que finalmente chegou a porta do cômodo, notou que a chave não estava na placa sem conector como o usual, mas sim no chão. Holland a apanhou com o cenho franzido, olhando para os dois lados do corredor buscando algo suspeito, mas não conseguiu identificar nada e deduziu que possivelmente alguém havia esbarrado ali.

— Babe, você não vai... — Disse abrindo a porta, mas o que viu a seguir fez com que parasse rapidamente com os olhos arregalados.

Camila dormia serenamente desembrulhada usando apenas calcinha e uma blusa de alças finas. Mas o que realmente chocou foi ver Armando com as calças abaixo dos joelhos se masturbando ao lado da cama da garota.

Tudo ao redor se escureceu e Thomas só conseguia enxergar o mais velho ofegante segurando seu membro ainda ereto.

— EU TE DISSE PARA FICAR LONGE DELA! — Holland rosnou fechando as mãos em punhos.

O primeiro soco atingiu o pescoço de Armando, que caiu no chão derrubando a cômoda ao lado da cama.

Thomas queria que ele sofresse, queria que se arrependesse de ter entrado no caminho de Camila. Acabaria com aquele velho tarado e o faria seu saco de pancadas pessoal, mesmo que fosse a última coisa que fizesse em sua vida. Armando pagaria custe o que custar.

Os golpes vinham um atrás do outro, acertando sempre na cabeça sem dar tempo para que o mais velho pudesse revidar. O sangue do nariz já respingava a cada soco sujando todo o braço e camisa de Holland, mas ele queria mais, muito mais.

— QUE PORRA É ESSA? — Camila finalmente conseguiu reagir, ainda um pouco assustada com o que acontecia em seu quarto. — Porra Tom! — Levantou-se da cama rapidamente, sem se preocupar com o que vestia.

— Eu te disse... porra... fica longe dela! — Holland dizia em meio a palavras desconexas, golpeando freneticamente o corpo de Armando estendido no chão.

Camila enfiou os braços por debaixo das axilas de Thomas e o puxou para trás para tentar tirá-lo de cima do mais velho ensanguentado no chão. Mas ele era pesado e mal se moveu, mesmo quando a garota usou toda a sua força.

Tudo que Camila conseguiu pensar foi pedir ajuda aos seguranças da casa. Não notou as condições que Armando se encontrava, apenas correu para o corredor e gritou pelos guardas que logo apareceram para retirar Thomas de cima do mais velho.

A garota arfou ao vê-lo sem calças ou cueca. O ar pareceu não existir por alguns segundos e tudo começou a fazer sentido em sua cabeça.

Holland estava tão descontrolado porque Armando tentaria abusar de Camila enquanto ela dormia.

“MATE-O!”

A garota não hesitou em obedecer à voz dentro da sua cabeça. Saltou por de trás dos guardas e agarrou o pescoço de Armando, sufocando-o com as próprias mãos.

Que se foda o sangue! Esse filho da puta iria pagar por tudo que havia feito, e principalmente pelo o que tentaria se Holland não tivesse chegado a tempo.

— Tirem minha filha de cima dele, agora! — A voz de Susana se fez dentro do quarto depois de toda a gritaria, mas Camila sequer pareceu ouvi-la.

Seu maior foco era acabar com Armando, e qualquer um que entrasse em seu caminho teria o mesmo destino.

Um dos seguranças acatou a ordem de Susana e segurou a garota pela cintura, puxando-a para longe. Mas Camila havia sido treinado a vida toda para conseguir se livrar de qualquer situação, por isso, golpeou o guarda no nariz usando o a própria cabeça, e saiu do aperto sem mais problemas.

Tentou então voltar para cima de Armando, mas Susana foi rápida ao impedir Camila entrando em sua frente e segurar firmemente seu rosto para que se encarassem.

— Camila Poncho Herrera Azablanca, pare com isso agora mesmo! — Ordenou, fazendo a garota bufante olhar dentro dos seus olhos. — Você não precisa disso, chega.

Pouco a pouco Camila foi recuperando o fôlego, ainda fitando os olhos da mãe, que logo a puxou para um abraço apertado.

— Acabou, Mila, você já está a salvo. — Susana dizia entre o aperto, observando Armando ser retirado do quarto enquanto Holland se remexia para se soltar dos braços dos guardas.

— Mamãe, eu quero acabar com esse velho filho da puta nojento. — Camila finalmente disse, saindo do abraço.

— Primeiro você precisa se limpar e vestir alguma coisa, Mila. — Apontou para o banheiro, fazendo a garota finalmente entender a situação em que se encontrava. — O que aconteceu aqui? — Dessa vez virou-se para Thomas que limpava as mãos sujas de sangue na própria calça.

— Eu entrei aqui e vi o gerente filho da puta, que minha garota está cansada de dizer que dá em cima dela, se masturbando ao lado da cama enquanto ela dormia. — Tom respondeu de uma vez sendo rude.

A informação fez com que Susana arregalasse os olhos assustada, engolindo a seco ao entender a proporção que tudo havia tomado.

— Ele o quê? — Perguntou incrédula, tendo que se segurar na parede para não cair.

— Não sei porque está surpresa, mamãe. — Camila disse já limpa e vestida com um short jeans e uma blusa de mangas médias deixando à mostra algumas de suas tatuagens. — Micael, Brasil, Killer e eu te avisamos sobre Armando, mas não nos deu ouvidos.

— Fernando precisa saber disso o mais rápido possível. — Susana afirmou ajustando o roupão de seda sobre o corpo. — Vamos logo para o escritório.

Os três saíram do quarto quase que juntos, apenas a mais velha a alguns passos à frente ainda um pouco aérea com tudo o que havia acontecido naquela manhã.

Thomas notou que Susana não parecia observar os dois, então passou o braço direito por cima dos ombros de Camila, puxando-a para mais perto. O instinto de protegê-la quase o fez esquecer da saudade que sentia da sua garota.

— Obrigada... — Camila murmurou, abraçando a cintura de Holland com o braço esquerdo. — Se não fosse por você, eu não sei o que teria acontecido ali dentro.

— Não é como se você precisasse da minha ajuda para essas coisas... — Thomas cochichou em resposta, beijando o topo da cabeça de Camila. — Mas eu faria tudo aquilo de novo e talvez até pior.

— Fico lisonjeada em saber que essa donzela indefesa tem um cavaleiro tão corajoso para protegê-la...

— Não seja tão debochada. Num mundo encantado você seria o cavaleiro e eu a donzela.

— Cala a boca, seu idiota. — Camila disse revirando os olhos — Saiba que se eu fosse um cavaleiro, iria atrás de uma donzela que não reclamasse do meu jeito.

— Eu jamais vou reclamar disso, babe. Você é meu pinscher.

— De novo essa merda?!

— Vocês dois precisam se controlar. — Susana disse interrompendo a conversa do casal quando finalmente chegaram ao escritório. — Armando possivelmente já está aqui dentro recebendo algum cuidado médico, e preciso que se controlem até que Fernando e eu tomemos uma decisão sobre que será feito.

— Sim, senhora... — Holland respondeu afastando rapidamente de Camila quando notou que mulher se virava com uma sobrancelha arqueada.

— Não ouvi sua resposta, Mila...

— Não garanto nada, mamãe... — A garota cruzou os braços em frente ao peito, mas desistiu da postura durona quando a mãe deu um passo à frente. — Eu vou tentar...

— Ótimo... — Susana abriu a porta sem bater, mostrando Fernando com um olhar tenso sobre Armando que estava sentado no sofá com um pano no nariz para limpar o sangue, enquanto sua passagem era bloqueada pelos seguranças.

Camila tentou novamente atacá-lo, mas Holland apanhou seu braço e a segurou num abraço por trás. A garota pensou em se esquivar dali e acabar com Armando quanto antes, mas a ideia de machucar Thomas a fez desistir rapidamente.

— Qual dos três vai me explicar o que aconteceu? — Fernando disse assim que Susana parou ao seu lado.

— O que eu te disse aconteceu, pai, o que sempre te falei. — Camila iniciou se exaltando e Tom foi obrigado a soltá-la. — Esse puto invadiu o meu quarto enquanto eu dormia e se masturbou ao lado da minha cama.

— Ela está mentindo. — Armando gritou exibindo vários cortes quando o pano descobriu seu rosto. — A herdeira me convidou a ir ao quarto dela. Eu fui seduzido.

— NEM MESMO SE EU ESTIVESSE LOUCA DE CRACK! — A garota revidou mais uma vez, tentando partir para cima do mais velho, contudo foi detida pelos seguranças que impediram sua passagem.

— Se é mentira da parte dela, por que a placa estava aberta e a chave reserva no chão? — Foi a vez de Thomas falar. — Até onde eu sei, aquela chave só é conhecida pelos mais próximos de Camila e você nunca foi e nem será alguém próximo a ela.

— Seu subalterno maldito, eu já disse para cuidar da sua vida. — Armando se exaltou. Definitivamente odiava aquele Holland.

— E eu te disse para ficar longe... — Antes que Tom pudesse completar a fala, o vidro com o whisky foi arremessado contra o mais velho que por pouco não foi atingido na cabeça.

— CHAMA O TOM DE SUBALTERNO DE NOVO QUE EU NÃO RESPONDO POR MIM! — Camila gritou novamente, tentando passar por cima dos seguranças. — Eu vou acabar com você, seu velho fodido. Você é um puto morto.

— Pequena, eu preciso que você se acalme agora mesmo. — A voz dura de Fernando fez com que a garota recuasse alguns passos, ainda mantendo os olhos fixos no homem atrás dos seguranças. — Como você teve acesso ao quarto de Camila, Armando?

— Já disse que ela me chamou... — Respondeu com desdém, apanhando o pano no chão.

— Se ela te chamou, por que a chave reserva estava no chão? — Thomas pôde ver Armando engolir seco com a pergunta de Fernando.

— Deviam perguntar isso a ela, não para mim....

— Escuta aqui seu saco de bosta... — Camila novamente tentou agredi-lo, mas os seguranças a impediu.

— Essa pergunta pode ser respondida assistindo às câmeras de segurança, não acham? — Thomas disse ainda encarando Armando com um sorriso vitorioso nos lábios.

— Não acho que seja necessário... — O mais velho tentou então convencer Fernando que poderia ser uma maluquice, mas este adorou a ideia.

— Traga-me as filmagens! — Ordenou a um dos quatro seguranças, que acatou a ordem rapidamente.

Camila suspirou quando se virou para Thomas afim de buscar algum alento. As vozes dentro de sua cabeça estavam ainda mais atiçadas, e sentia que surtaria a qualquer momento.

Os piores momentos era quando estava diante de um grande confronto que colocasse a sua vida ou a de terceiros em perigo. Naquele não era diferente. Se não conseguisse provar que Armando invadiu o quarto, Camila e Tom pagariam por tentativa de assassinato a um inocente, mesmo quando ele é mais do que culpado.

Antes que a garota desse o primeiro passo em direção a Holland, Armando subiu em cima do sofá e disparou em direção a porta numa tentativa de fugir. A idade avançada parecia não ser um problema, já que em poucos segundos já estava em frente a saída.

Contudo, Thomas jamais deixaria que alguém como Armando fugisse. Então, na mesma velocidade do mais velho, Tom correu em sua direção e o prensou contra a porta segurando firmemente os braços de Armando contra as próprias costas.

— ME DEIXEM ACABAR COM ESSE FILHO DA PUTA! — Camila gritou enquanto era segurada por Fernando e Susana ao mesmo tempo.

Os pais da garota acreditaram que a primeira reação havia vindo dela, por isso tentaram impedir que chegassem até o acusado com Fernando segurando seus braços, enquanto a Susana agarrava as pernas fazendo com que o corpo da garota pendesse sobre o ar. Sabiam que se apenas um a segurasse, Camila sairia sem muito esforço.

— Traga-o para cá, Holland. — Susana ordenou e Thomas acatou prontamente empurrando Armando de volta a posição anterior.

— Acho que não precisamos das filmagens para saber que ele é o culpado. — Fernando disse, sinalizando para que a mulher soltasse as pernas de Camila.

— Espero que esse velho filho da puta porra da pior forma! — A garota alegou rudemente, ajeitando a blusa no próprio corpo.

— Pelo menos morrerei sabendo que vi e toquei todo seu corpo... — Armando declarou passando a língua pelos próprios lábios.

— Filho da... —  Thomas tentou avançar sobre o mais velho, mas fui empurrado por Fernando que já golpeava Armando com toda sua força.

— Tirem meu marido de cima dele! — Susana ordenou, mas nenhum dos seguranças acatou. Todos naquele escritório queriam que Armando pagasse pelo o que fez e pela audácia de não se arrepender.

— VAI PAI! — Camila gritou animada, observando Fernando desmaiar o mais velho em meio a todo o sangue que escorria pelo rosto.

— Levem esse porco para a sala isolada. — O grande líder ordenou ao retirar o paletó sujo. — Ele vai ter o que merece.

Camila bateu palmas animada tentando seguir os seguranças para o cômodo mais afastado da casa onde torturavam as pessoas, porém Susana a segurou pelo ombro com um olhar duro.

— Você fica, Mila. — Disse quando a garota a olhou.

— O quê? Por quê? — Camila a questionou chocada e chateada. Queria tanto fazer com que Armando pagasse, fazer com que engasgasse com o próprio sangue quando sua língua fosse arrancada.

— Precisamos conversar, agora... — Susana afirmou, sentando-se na poltrona de trás da mesa.

— Mas mamãe... — A garota deixou os ombros cair derrotada, odiando a ideia de estar sendo excluída.

— Fernando irá resolver tudo isso com Holland, enquanto nós duas teremos uma longa conversa.

— Mamãe, por favor... — Camila tentou revidar, mas o olhar repreendedor de Susana a fez desistir rapidamente. — Cacete...

— Você vem, Thomas? — Fernando perguntou ao abrir a porta do escritório.

— Não perderia isso por nada. — Lançou um olhar bastante significativo a Camila e acompanhou o grande líder rumo a sala isolada.

— Mila, preciso que você se sente antes de começarmos...



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