História Learning the meaning of love - Capítulo 8


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Viktor Chavalier, Violette
Tags Amor Doce, Armin, Castiel, Drama, Harém Inverso, Kentin, Lysandre, Namoro, Nathaniel, Romance, Suspense
Visualizações 82
Palavras 3.108
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Harem, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas! Peço mil perdoes por ter demorado para postar o cap.
Espero que possam me perdoar com esse cap que não ficou tão curto, e que fiz com muito carinho e dedicação.
Boa leitura, e espero que gostam!! >.<

Capítulo 8 - O ponto de ônibus


Fanfic / Fanfiction Learning the meaning of love - Capítulo 8 - O ponto de ônibus

 

Assim que entrei em casa, avistei minha tia Agatha sentada no sofá, intertida com a TV e comendo pipoca.

- Chegay! - Disse assim que coloquei meus pés na sala. Ela olhou para mim e deu um sorriso.

- Oii gata! - Ela disse abrindo os braços para mim. Fui até ela e dei um abraço, e ela me esmagou literalmente.

- Tia... Ar. - Digo tentando sair do abraço, mas ela me abraçou mais forte ainda (como se fosse possível).

- Como foi o shopping querida? - Ela diz assim que me solta, me fazendo respirar melhor.

Joguei-me ao seu lado e enchi minha mão de pipoca.

- Foi bem legal! - Digo mastigando a pipoca. - O Alexy é um amor de pessoa, eu tenho certeza que vocês dois iriam se dar deveras bem. - Falo olhando para TV. Passava um filme de romance, mas eu não conhecia.

- Sério? Ele é extrovertido? - Tia Agatha diz com a boca cheia de pipoca, e olhava para o filme com interesse.

- Demais. - Digo. - Ele também levou o irmão gêmeo dele, o Armin. 

- E como é esse Armin? - Ela me olhando maliciosamente.

- Ah, ele é lega...

- Ele é bonito? - Ela me interrompeu, me fazendo a olhar com censura.

- Sim, ele é. - Digo assentindo. - Um loiro com uma cara muito sem vergonha tinha mexido comigo... - Tia Agatha rapidamente olhou para mim de olhos arregalados. - Mas o Armin chegou e tirou ele de perto de mim. - Ela suspirou aliviada e depois fez aquela carinha.

- Hummmmm, me diga mais sobre o seu salvador, Mayzinha. - Ela disse dando um sorriso sapeca. Ergui as sobrancelhas e suspirei, balançando a cabeça.

- Ele é bonito, sabe ser divertido e é viciado em games. - Falo dando de ombros. - E também é bem simpático.

- Viciado em games? - Assenti. - Que legal, um dia desse o chama para jogar com a gente! - Tia Agatha diz dando um sorriso animado. Ri.

Alguém como tia Agatha não tem igual.

- Vamos ver se ele pode me ensinar a jogar, já que ALGUÉM não tem paciência com minha pessoa. - Ela diz dando ênfase no "Alguém".

- Quando uma pessoa realmente tiver paciência com você, vão cair potes de Nutella do céu. - Digo dando um riso pelo nariz, ao ver a cara dela. - Se bem que eu acho que o Lysandre teria... Ele é muito calmo. - Digo com o indicador abaixo na boca, pensativa.

- Quem é Lysandre? - Tia Agatha perguntou maliciosamente. Suspirei.

- Lembra-se da Rosa? - Perguntei a olhando

Ela assentiu rapidamente, ainda com o sorriso malicioso.

- Então... Lembra-se do cunhado dela que nos daríamos deveras bem? - Ela novamente assentiu. - Então, ele é o Lysandre. E realmente nos demos bem. Ele é cavalheiro e educado e muito fofo. Gosta de música e tem uma voz maravilhosa. - Falei olhando pro nada me lembrando do quanto àquela voz era encantadora.

- Iiiiiiih, que olhar é esse dona Maya? - Tia Agatha diz com um olhar sapeca e um sorrisinho.

- Q-que olhar doida? - Digo a olhando confusa.

- Seus olhos acabaram de brilhar quando tocou no nome desse rapaz. - Ela disse se aproximando mais de mim. - Me canta mais sobre esse Lysandre! - Ela disse com um olhar interessando, dando um sorriso entre dentes. Suspirei sorrindo e assenti.

- Ele é muito bonito, tem olhos heterocromáticos hipnotizantes, estilo vitoriano, mas se veste muito bem. É... - Tia Agatha fazia várias expressões quando eu falava cada qualidade, me fazendo perder o foco. - Ele me mandou um bilhete no final da au...

- Mais já? - Ela me interrompeu com um olhar surpreso.

- Posso terminar dona Agatha? - Ela assentiu dando um sorrisinho. - Bom, ele não disse quem era no bilhete, e dizia para eu ir ao telhado da escola. Chegando lá, eu ouvi um som de violão e depois uma voz... Tia a senhora... - Me interrompi quando vi sua expressão. - A senhorita... - Ela assentiu dando um sorriso sem dente. - Tinha que ouvir aquela voz. Era tão suave e ao mesmo tempo doce, sem contar que era muito afinada. - Tia Agatha me olhava com atenção e fez uma expressão de surpresa.

- Que música ele estava cantando? - Tia Agatha perguntou curiosa.

- Isso é o mais surpreendente ainda, tia! Ele havia acabado de compor a música, acredita? - Ele arregalou os olhos.

- Pelo o que vejo esse rapaz tem muitas qualidades, hein. - Ela diz pensativa. - Daria um ótimo nori... - A interrompi.

- Tia! - A olhei com censura. 

- Parei, parei. - Ela disse erguendo as mãos em sinal de rendição. - Mas me diz...Como era a letra da música? - Ela perguntou com um olhar curioso.

Foi aí que eu fui me recordando da letra da música...  Ele cantava como se acabasse de conhecer algo que ele admirou. 

- “Será que...” - Interrompi a mim mesma balançando a cabeça rapidamente para espantar o pensamento.

-"Nananinanão, é impossível sua idiota".

- Terra chamando May! - Tia Agatha diz estando o dedo na frente do meu rosto, me "acordando".

- Desculpa Tia, eu estava pensando. - Falei balançando a cabeça. - Enfim... Na letra da música, ele dizia sobre alguém que o chamou atenção... Algo do tipo, tia! - Digo dando um sorriso. - E como eu disse que eu gosto de coisas do campo e tal, a gente se deu muito bem, pois ele gosta também. Então ficamos conversando no telhado da escola por um tempinho.

- Hummmm... "Alguém que chamou a sua atenção". - Tia Agatha diz fazendo uma carinha sapeca. - Será que não é vo... - A interrompi.

- D-de jeito nenhum né tia?! - Falei rapidamente. - Meio impossível...

- Impossível por que dona Maya? Já se olhou no espelho sua Tonga? - Tia Agatha diz me olhando de braços cruzados.

- Não me chama de "dona". E sim, me olho todo dia, mas não é questão disso... - Disse brincando com a capa a almofada. - É que sei lá, você sabe como eu sou boba em relação a essas coisas. - Tia Agatha revirou os olhos. - Querendo ou não, eu sou ingênua, não posso acreditar nessas coisas desse jeito.

- May... Querida. - Tia Agatha adoçou a voz e segurou meus ombros. - Você não tem que pensar que está sendo ingênua pensando essas coisas. Isso é normal, por tanto, você tem sim que pensar. - Tia Agatha deu um sorriso conselheiro e apertou minhas bochechas. - Você é bonita e acredito que logo vai se apaixonar! Não perca esse tempo querida, aproveite bastante em quanto é nova, pois depois, nem tempo pra cagar direito você vai ter. - Dei uma risada.

- E pode ser sim que esse rapaz se inspirou em você, May. Pelo jeito, ele pareceu gostar muito de você, não foi à toa que ele lhe mandou um bilhete.

- Bom... Não importa tia. - Digo balançando o braço. - Se foi sobre mim, ou não... Fica no ar. - Falei me levantando. Olhei para ela e sorri. – Vou tomar um banho rápido e volto.

- Okay querida! – Ele disse sorrindo e pegando seu celular. – Vou pedir uma pizza para gente!

- Ebaaa! – Digo dando pulinhos. Tia Agatha ri e balança a cabeça.

- Parece uma criança. – Ela disse baixinho, para que eu não ouvisse, mas eu ouvi.

- Eu ouvi isso! – Digo a olhando com censura.

- Hihi, I Love you! – Ela disse fazendo um coração com as mãos e dando um sorrisinho. Balancei a cabeça, dando um riso e me virei, subindo as escadas para meu quarto.

 Assim que cheguei ao mesmo, pendurei minha bolsa no quarda-roupa, peguei um pijama comum e fui para ao banheiro.

Tratei de tomar um banho um pouco demorado, já que estava um pouco frio e a água estava uma delicia. Estava sendo MUITO difícil de sair de baixo dela.

 Sai do Box, me enxuguei e visto meu pijama, que era um conjunto de uma blusa e uma calça, super infantil. Em meu cabelo apenas fiz um coque e desci para sala.

 Assim que cheguei à mesma, senti um cheiro extremamente gostoso invadir minhas narinas e o segui, me levando a cozinha, onde eu avistei uma albina saboreando uma pizza de frango com catupiry, SEM MIM. Já estava me dando água na boca.  

Ela me olhou e deu um riso.

- Agora sim parece uma criança. – Olhei para meu pijama e fiz careta para ela. A seguir me aproximei e peguei o maior pedaço da pizza. – Hey, isso é injusto!

- Ninguém mandou não me esperar! – Falei dando um sorriso vitorioso e dando uma mordidona na pizza.

- Queria o que? Eu não almocei e você estava demorando demais! – Ela disse  se levantando. – O que acha de assistirmos um filme de romance? – Tia Agatha diz com os olhinhos brilhando. Ri.

- Pode ser! Alias li o capitulo 61 do seu livro. – Digo a olhando e dando um sorriso.

- Mesmo? – Ela retribuiu o sorriso. – O que achou?

- Muito bom! – Falei pegando mais um pedaço de pizza. – Só fiquei intrigada quando a Christine se desencontrou com o Thomas. – Digo fazendo beicinho.

- Bom, é que você não leu o capitulo 65. – Ela disse dando uma risada. – Eu adorei escrever, acho que você ficará louquinha quan... – A interrompi.

- Okay, okay! Sem spoilers senhorita Agatha. – Ela deu uma risadinha.

- Não iria dar! – Ela diz levantando as mãos. – Maaaas, desencontros acontecem. – Ela diz levando a pizza para a boca.

- Concordo. – Assenti.

- Falando nisso, você nunca mais teve noticias daquele seu amigo de infância... Ken, não é? – Tia Agatha pergunta curiosa. Assenti olhando para baixo.

 Ken foi um dos únicos amigos que fiz no orfanato. Ele era baixinho, magrinho e usava óculos fundo de garrafa. Porém, tinha um coração maior que o mundo, era protetor e muito amável.

Após eu ter sido adotada por Agatha, nunca mais nos vimos. Mas, encontrei uma moça que limpava os quartos e ela me disse que ele havia sido adotado por um general de exercito.

- Sim... Eu realmente queria o encontrar algum dia. – Digo dando um sorriso.

- Você pode encontra-lo sim, querida. – Tia Agatha diz dando um sorriso doce.

 – Mas voltando ao assunto do livro... A Christine é bobinha demais. Tipo, tá na cara que o Thomas tá afim dela. Ele diz com seus próprios gestos e ações “Eu gosto de você” e ela é tão... Lerdinha! – Suspirei. - Argh, quando esses dois vão se beijar logo, hein? – Digo eufórica e curiosa ao mesmo tempo. Tia Agatha parecia segurar o riso, o que me fez a repreender com o olhar.

- Você é muito bipolar May. – Ela diz rindo. – Bom primeiro: Você não pode chamar os outros de lerdo, sendo que você também é uma! – A olhei indignada e ela prosseguiu. – Segundo: Você tem que entende-la, ela é iniciante nesse papo de romance. – Ela diz me olhando com um sorriso de lado. Revirei os olhos, sabendo o que ela quis dizer. – Terceiro: Você acabou de me dizer para não dar spoilers, e agora tá pedindo um?

- Aaaah, Tia! – Resmungo. – É que eu quero ver esses dois juntos logo!

- É só parar de preguiça e ler mais! – Ela diz se levantando e levando seu prato com duas fatias de pizza, em direção à sala.

- Ah, você sabe que eu estou completamente me dedicando as minhas inscritas. – Falo a seguindo. – Mas amanhã levarei o livro para a escola e vou ler mais! – Digo decidida. Sentei no sofá e Tia Agatha acessou a netflix, e colocou um filme que logo eu descobri qual era... ”Querido John”.

- Acho bom! – Ela diz sorrindo e pulando no sofá. - Ah... Não me canso de ver esse filme! – Ela diz sorrindo. Ri.

- É realmente muito bom! – Digo me ajeitando no sofá e terminando de comer minha pizza.

- Já? – Tia Agatha diz surpresa.

- Sim, eu comi no burger king com o Alexy e o Armin. Estou cheia! – Digo dando um sorriso e colocando meu prato vazio, na mesinha do centro.

- Ah... Falando nisso nem lhe perguntei como foi seu primeiro dia de aula, como foi? Aquela loirinha patricinha não lhe perturbou mais não, não é? – Tia Agatha perguntou.

- Foi bom, o pessoal é bem legal, diferente dos da antiga escola. – Digo. – E por “ironia do destino” a loira está bem na minha sala, mas ela é como uma mosca para mim, só incomoda. – Completei dando um sorriso.

- Só espero que uma hora você não tenha que eliminar essa mosca, muahahaha! – Tia Agatha fez (ou pelo menos tentou) uma voz maléfica.

- Credo tia! – Falo rindo. – Mas, eu espero mesmo. – Digo sorrindo. – E no trabalho, como foi? Paquerou muito o bibliotecário? – Digo fazendo uma cara maliciosa. Ela riu.

- Conversamos um pouco e tal... – Ela diz dando um sorriso. – Pude o conhecer mais e soube que ele é um fã do meu livro, acredita? – Ela diz dando um riso.

- Estou com um leve ciúme... - Digo fazendo bico. – Duvido que ele conheça o livro mais do que a MINHA pessoa, Há! – Digo jogando meu cabelo para trás. Tia Agatha riu.

- Ele quis deixar no ar, sobre qual capitulo ele estava, mas parecia saber sobre muitas coisas. – Ela diz dando um sorriso.

- Não importa! – Disse. – Eu vou acabar de ler antes que ele, você verá tia Agatha!

- Aguardarei então! – Tia Agatha diz rindo.

 

(Quebra de Tempo)

 

 Eu e tia Agatha assistimos ao filme, agimos que nem duas loucas e choramos que nem duas crianças durando e filme. Assim que acabou resolvemos que iríamos dormir, já que ambas estavam cansadas.

Dei boa noite e fui para meus aposentos. Respondi algumas mensagens e logo apaguei completamente.

 Acordei com o bendito despertador apitando em meus ouvidos e o desliguei rapidamente.

Levantei meio cambaleando, peguei meu roupão e minhas lingeries e fui para o banheiro. Tomei um banho super-rápido e sai do banheiro.

Encarei meu quarda-roupa, e decidi que iria com o look que Alexy comprou para mim.

Assim que visti-me, fui para frente ao espelho e passei uma make super básica. Logo após fiz uma trança de lado e me perfumei. Peguei minha bolsa e desci para a sala.

Como tia Agatha havia saído e não estava em casa, teria que ir de ônibus, então me apressei, peguei uma maça e sai em disparada para o ponto.

  Assim que cheguei lá, avistei uma pessoa com a cabeleira ruiva sentado distraidamente com seus fones, e mexendo no celular.

Assim que me aproximei mais, a pessoa ergueu o olhar e então deu aquele famosinho sorriso de lado.

- Bom dia. – Falo me sentando ao seu lado.

- E aí, tabua. – Castiel diz me olhando ainda com um sorriso. – Você mora por aqui? – Ele puxou assunto me fitando.

- Sim. – Assenti o olhando. – Você também?

- Uhum. – Ele diz indiferente.

- Aqui é um bom lugar. – Falo dando um sorriso.

- Você acha? – Assenti. – Bom, até que não é tão ruim assim. – Ele diz dando outro sorriso de lado. – Belo café da manhã. – Olhei para a maça na minha mão, e dei um leve riso.

- Não estava com muita fome. – Digo dando de ombros.

- É por isso que é um palito. – Castiel debochou dando um sorriso de lado.

- Cala a boca. – Falo revirando os olhos.

- Me obriga tabua. – Ele diz me olhando com superioridade.  

- Não estou afim, tomate. – Falo indiferente.

- Só fala isso por que não tem chances contra mim. – Castiel diz convensidamente. Ri.

- Até parece. – Balancei a cabeça.

- Me prove o contrario então. – Ele diz me olhando.

- Quem sabe outra hora. – Digo o olhando com um sorriso de lado. - O que está ouvindo? – Pergunto curiosa.

- O que você acha tabua? – Ele pergunta me olhando com um sorriso sarcástico.

- Pela minha intuição está escutando winged skull. – Digo dando um sorriso.

- Sua intuição está estranhamente certa. – Ele diz dando um riso.

- Reconheci pelo toque da guitarra. – Digo dando um sorriso de lado.

- Está tão alto assim? – Ele pergunta tirando o fone, conferido se estava alto ou não.

- Sim, você vai ficar surdo assim, sabia? – Falo com ironia, dando um riso pelo nariz.

- Haha, que engraçada. – Ele diz. – É sério, assim que você chegou eu abaixei o volume... Quero dizer... Abaixei um pouco por educação. – Castiel disse apressadamente.

- Olha... O tomate sabe ser educado. – Falo dando um sorriso debochado.

- Não enche tabua. – Ele diz revirando os olhos.

- Posso ouvir? – Digo o olhando, e tentando fazer a melhor cara possível. Ele suspirou e estendeu o fone para mim.

- Pegue... Antes que eu mude de ideia. – Peguei dando um sorriso alegre e logo coloquei em meu ouvido.

Esses dias eu não tenho ouvido muito winged skull... O que causou uma certa nostalgia, e foi meio automático... Eu me empolguei e começar a cantar baixinho. Porém, surpreendi-me assim que ouvi outra voz um tanto quanto rouca, porém bonita me acompanhar.

- Hora, hora... – Eu e Castiel olhamos para o lado, um pouco assustados, por conta que estávamos concentrados no rock. – Que cena rara.

- Bom dia Miyuki. – Digo dando um sorriso para a morena, que se sentou ao lado de Castiel, o dando um tapa nas suas costas.

- Bom dia Maya. – Ela diz olhando para mim. – E aí viado. – Miyuki diz olhando para Castiel.

- E aí freira. – Ela o deu outro tapa... Só que um pouco mais forte. – Quero dizer, Miyuki. – Castiel murmurou, esfregando (pelo menos tentando esfregar) as costas.

- Melhorou. – Ela diz. – Não é muito cedo para estarem flertando não? – Miyuki fala nos olhando.

- Nós não estávamos... – Fui interrompida.

- Como se eu pensaria em flertar com uma tabua dessas, puff! – Castiel diz.

- E eu com um tomate ogro desses, Tch! – Digo.

- Ai, ai... – Miyuki balança a cabeça. – Parecem até casal de filme amor e ódio! – Ela diz dando um riso. - Os opostos se atraiam, sabiam?

- Porém a água e o óleo não se misturam! – Digo a olhando e dando um sorriso.

- Falou e disse Tabua! – Castiel diz fazendo um “Beleza” com o polegar.

- Tch! E elefantes voam pela tromba! – Miyuki diz, arrancando uma risada da minha parte e a do Castiel.

 Logo o ônibus chegou, e então entramos e sentamos no fundão.

Ficamos conversando sobre assuntos aleatórios, mas não deixando de conhecer um ao outro.


Notas Finais


Bom, é isso! Espero de coração que tenham gostado.
E gente, por favor comentem, não sabem o quanto isso me motiva e me deixa feliz, sério!
Até o próximo cap e kissus de nutella! >.<


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