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História Learning to Love - GaaHina - Capítulo 16


Escrita por: isalorena09

Capítulo 16 - Double gift


— E então, Mayumi-san, está tudo bem com o bebê?


A mais velha abriu um sorriso ainda maior. — Está sim, Hinata-san. A sua gravidez é muito rara, você está grávida de dois bebês. 


A Hyuuga arregala os olhos, desacreditada. Olha para a tela em preto e branco, tentando entender o que se passava ali, mas não conseguia compreender o borrão que era aquela imagem. 


— S-são gêmeos? — perguntou num sussurro.


— Na verdade não. — Hinata a olhou, confusa. — Quando eu disse que era rara, estava falando sério. Você está grávida de dois bebês diferentes, com idade gestacional distintas.


— Mas, eu não entendo… como isso é possível?


— Esse aqui, é o mais velho. — Mostrou uma mancha pequena do lado direito da tela. 

"De acordo com a ultrassom, ele tem cerca de seis semanas. Você teve uma superfetação. Resumindo, você continuou ovulando mesmo já estando grávida. — Mostrou uma outra mancha, bem menor, que estava ao lado oposto da outra. — Esse é o segundo embrião, aparentemente com cinco semanas. Está muito pequeno porque a máquina não consegue captar completamente."


— E-eu não… isso é surreal. — Respirou fundo, tentando afastar as lágrimas de felicidade. — I-isso pode trazer algum problema?


— Oh, claro que não. Como no seu caso a diferença da idade gestacional é pequena, não terá problema nenhum. Não se preocupe, Hinata-san, os bebês estão perfeitamente saudáveis. Se quiser, nós já podemos ouvir os batimentos cardíacos.


— Não… eu quero fazer isso com o Gaara.


— Tudo bem. — Ela apertou um botão na máquina, e alguns segundos depois, uma foto foi impressa. — A primeira fotografia dos seus bebês. — Sorriu ao entregá-la. 


— Arigatou, Mayumi-san. 


Hinata agradeceu, e depois de mais algumas informações sobre uma gestação de gêmeos ser mais delicada, a Hyuuga foi proibida de fazer treinos cansativos durante as primeiras semanas, que são essenciais para o desenvolvimento dos embriões. Hinata também recebeu mais medicamentos, e foi encaminhada para uma nutricionista, pois precisava manter uma dieta balanceada, agora que comeria por três. 


Após duas horas de uma grande avalanche de emoções e informações, Hinata finalmente podia voltar para casa. Naquele horário, Gaara já estaria no escritório, e se tivesse sorte, os guardas que ficaram com a Hyuuga atenderia seu pedido e não contaria ao noivo que já tinha chegado. E como provavelmente ele e os gêmeos só chegariam na mansão no horário do almoço, ainda tinha muito tempo para preparar sua surpresa de aniversário. Antes de ir, passou na tesouraria e comprou algumas lãs, duas caixas e sacolas para presente e alguns laços. 


Ao chegar em casa, foi recebida por dois Anbu de Suna, que lhe deixaram passar ao reconhecer a Hyuuga. Como ainda não tinha comido, Hinata deixou as sacolas na bancada da cozinha, e enquanto fazia sua refeição, ia confeccionando os sapatinhos de crochê, um par na cor branca e um na cor vermelha.


— Hinata-san? — Após terminar os pares de sapatos, encontrou a voz que lhe chamava na porta da cozinha. — Eu estava indo buscar os meninos, nem percebi que já tinha chegado. — Fez uma reverência, pedindo desculpas.


— Hanari-san, não se desculpe! Eu estava tão apressada que não procurei ninguém pela casa. — Sorriu. 


— Eu estou vendo que está ocupada, não irei lhe incomodar. Eu volto daqui a pouco, o almoço já está pronto na geladeira.


Hinata assentiu e pediu para não contar para os gêmeos que já tinha chegado, pois queria surpreendê-los. Hanari concordou e se despediu, deixando a morena sozinha na cozinha.


A Hyuuga se apressou e colocou a fotografia e os sapatos em uma caixa azul pequena e com margaridas desenhadas, eram simbólicas demais para o momento, pois simbolizam a maternidade e novos começos; depois a colocou em uma sacola vermelha. Gaara não iria suspeitar de início, pois não entendia de flores como ela, então não descobriria rápido o conteúdo da caixa.


O segundo presente que Hinata embalou, foi os crochê na forma de Yuki, pois queria presentear os gêmeos com eles. Quando eles deram seus próprios bonecos de crochê para a Hyuuga, junto com a justificativa para utilizá-los ao sentir falta deles, Hinata sabia que eles entenderiam o que ela queria passar com o presente. Quando sentissem falta dela, cada um teria algo para se lembrar da avó.


Hinata foi para o seu quarto e deixou o presente de Gaara no criado-mudo. Se despiu com um suspiro, e tomou um banho rápido. Se vestiu com com um vestido branco com detalhes em vermelho e uma sandália simples. Secou ao máximo o cabelo molhado, e percebeu que depois teria que cortar sua franja, pois estava começando a incomodar os olhos. 


Sorriu ao sentir o chakra dos meninos adentrar na casa. Pegou o presente dos dois e começou a descer as escadas, escutando as vozes dos gêmeos vindo da cozinha. Colocou a caixa no sofá e entrou, sorrindo ao vê-los em volta de Hanari, que colocava a comida para os dois. Deu duas batidas na porta, chamando a atenção deles, que a olharam surpresos, e a Hyuuga se agachou, recebendo o abraço apertado dos dois.


— Hina-chan, você finalmente tá aqui! — Yato exclamou, com a voz abafada pelo braço da morena.


— Eu falei que voltaria, não foi? — Sorriu, ao se separarem. 

"Prometi que brincaríamos muito, então espero que estejam preparados. — Fez cócegas nos dois, arrancando risadas. — Mas vamos almoçar primeiro, depois eu irei mostrar o presente que fiz para vocês, tudo bem?"


— Hai! — Disseram juntos e ambos pegaram a mão da Hyuuga, puxando-a para sentar do lado deles.


E a sensação que sempre sentia com os dois voltou para aquecer o coração de Hinata. Ela os amava demais, dois pequenos seres que já faziam parte da vida dela, e embora não fosse sua mãe, os trataria sempre da mesma maneira, cuidando e amando aqueles pequenos como se fossem seus.


— Hina-chan? — Shinki a chamou de novo, a tirando do devaneio.


— Desculpe, não o ouvi, Shinki-kun. O que foi? 


— Nós já terminarmos de comer, já p-podemos ir brincar? — perguntou com as bochechas coradas, e a Hyuuga sorriu.


— Claro que sim, esperem um momento.


Hinata juntou os pratos deles e os colocou na pia, já que Hanari insistia em lavá-los. Chamou os meninos, que continuavam sentados, e logo eles a acompanharam de mãos dadas. Chegando perto do sofá, e ao avistarem as caixas, sorriram.


— É grande! — Yato a pegou.


— E não tem peso de nada. — Shinki comentou, balançando a caixa devagar.


Hinata se sentou com eles no chão, e pediu para abrirem. Os dois olharam para as bonecas com os sorrisos abertos, mostrando a Hyuuga o quanto gostaram do presente.


— É a vovó, Hina-chan! — Shinki falou, recebendo o sorriso da Hyuuga como resposta.


— Agora ela sempre vai tá dormindo com a gente, nii-san. — Yato abraçou sua boneca.


Hinata via os dois brincando e falando como se Yuki realmente pudesse escutar, e estava satisfeita com o resultado que o brinquedo trouxe. Eles eram muito pequenos para só ver a avó durante visitas no hospital, e ter um familiar afastado assim de uma hora para outra, era uma mudanças de rotina muito brusca. 


— Nós podemos mostrá-las para a vovó juntos, não é, Hina-chan? — Yato perguntou.


— Claro que sim, quando vocês irão visitá-las?


— Hm… O tio Kankuro disse que ia nos levar amanhã. — Shinki falou.


Hinata sorriu, e disse que iria com eles, recebendo sorrisos alegres e envergonhados. Ela foi pegar os bonecos dos dois que mantinha no seu quarto, e os mostrou, começando a brincar e escutando os meninos contar histórias que tiveram com Yuki, fazendo da sala um mini teatro.


— E aí a vovó olhou para o nii-san e disse: banho só depois da comida descer! — Yato apontava a boneca para Shinki com o rosto emburrado.


— É assim que a Yuki olha quando briga com vocês? — Hinata riu ao vê-los assentindo rapidamente.


— Ela é assustadora quando quer, Hina-chan! — Shinki disse sério, e a morena riu ainda mais.


— Isso é porque vocês ainda não viram a Hinatinha com raiva, seus moleques. — Temari disse na entrada da casa.


— Tia Tema! Tio Kankuro! — Os dois falaram juntos, os abraçando.


Hinata os olhou entrar, e franziu o cenho ao ver que o noivo não os acompanhava. Depois de falar com os gêmeos, Temari e Kankuro abraçaram a morena, felizes por ela estar de volta.


— Ele quis ficar no escritório. — Temari a respondeu. — Eu disse que ninguém trabalha tanto no próprio aniversário, mas você sabe como ele é teimoso. 


— Ele não sabia que você já tinha voltado, se não, tenho certeza que já estaria aqui. — Kankuro brincou.


— Eu que pedi para não falarem para ele. — eles a olharam confusa. — Eu estava terminando de fazer o presente dele. — riu. — Mas já que ele não vem até mim, eu vou até ele.


Hinata foi preparar um bentō para o noivo na cozinha, e os gêmeos a acompanharam, ajudando na separação da comida, fazendo a Hyuuga rir ao ver os rostos tão concentrados para não derramar nada. Após terminarem, ela pegou o seu presente e se despediu dos meninos, dizendo que voltaria logo, quando a perguntaram se demoraria.


Hinata caminhou devagar em direção ao prédio Kazekage, sendo seguida de perto por um anbu, mesmo a contragosto. Mas não poderia fazer nada, era o trabalho dele afinal. Todo o caminho foi feito com paradas ao ser chamada pelos moradores, eles a cumprimentavam e uns até davam algumas lembrancinhas para ela, e o ninja sempre negava os doces ofertados, arrancando um bico insatisfeito da morena.


— Não sabemos o que pode conter dentro deles, Hinata-sama. — a respondeu, quando ela questionou.


A Hyuuga bufou, mas logo sorriu ao avistar o prédio do Kazekage. Hinata entrou no salão de entrada, recebendo as reverências dos três secretários, e a morena os devolveu constrangida, teria que se acostumar com isso logo. Como eles disseram que Gaara não estava com nenhum compromisso na sala, a deixaram passar, e o seu guarda-costas a deixou no último lance de escadas, lhe dando privacidade. 


Hinata segurou a sacola e o bentō com a mão esquerda e com a direita, fez menção de bater, mas a porta foi aberta rapidamente, a assustando. E ele estava ali, com o sorriso que ela tanto amava, com os olhos brilhando num tom mais escuro. 


— Oi. — Hinata sorriu timidamente, arrancando uma risada dele.


— Não sabe o quanto estava com saudades de você!


Ele falou ao abraçá-la, tomando cuidado para não derrubar a marmita. Hinata suspirou, sentiu o cheiro de lamen instantâneo vindo da sala, e se afastou rapidamente ao sentir o estômago revirando. Ele a olhou confuso, perguntando se tinha algo de errado. Ela desconversou e o empurrou para dentro da sala, colocando a sacola e o bentō em sua mesa, e jogando as caixas vazias de lamen no lixo, tampando logo em seguida.


— Olhe para mim, Hina. — Gaara a puxou devagar. — Você ficou pálida de repente, o que aconteceu? — Hinata corou.


— E-eu… foi só um mal estar. — O ruivo acariciou seu rosto, preocupado.


— É um, ou isso está sendo corriqueiro? — Inquiriu, e se tivesse sobrancelhas, estariam arqueadas. — Você não está bem desde o sequestro, Hina…


— Eu estou bem, Gaara. — o cortou com um selinho. — E hoje é o seu aniversário, me deixe dar o seu presente, depois você entenderá o que está acontecendo. 


O ruivo a olhou desconfiado, não entendia como um presente explicaria se ela estivesse doente. Pegou a sacola na mão, retirando a caixa decorada de dentro, a levou para a altura do pescoço, na intenção de chacoalhar para escutar o que tinha dentro, mas Hinata o impediu, lançando um olhar reprovador.


Gaara engoliu em seco e a abriu devagar, vendo dois pares de sapatos colocados lado a lado, e uma fotografia em preto em branco no meio dos dois. Ele olhou confuso para Hinata, que mantinha o olhar na caixa. As bochechas estavam escarlate, e a franja escondia um pouco dos seus olhos. Ele levou uma mão à sua testa, afastando os fios grandes dali, e a pousou no seu queixo, fazendo ela olhá-la.


— Isso… nós vamos… — respirou fundo, tentando controlar a voz que começava a ficar embargada devido a emoção. — Você está grávida, Hime?


Hinata assentiu, deixando um sorriso pequeno surgir. Gaara colocou a caixa em cima da mesa e a abraçou, sorrindo em meio as lágrimas que molhavam o ombro da Hyuuga, que não se importava nenhum pouco, pois estava na mesma situação. 


— Eu nunca… nunca pensei que poderia ter a minha própria família, Hina. Você é o meu maior presente, e eu achava que não era digno disso, mas… você me fez entender o quão errado eu estava. — Ele saiu do abraço, e agora repousava as mãos no seu ventre, ambos sorrindo. — Eu não sei muito sobre cuidar de um bebê, mas eu prometo que tentarei ser um bom pai, Hina.


— Nós tentaremos juntos, meu amor. Vamos aprender aos poucos, tenho certeza que seremos bons pais.


Gaara a puxou para um beijo calmo e repleto de saudades, causando um arrepio no ventre da Hyuuga, que suspirou pesadamente ao ser colocada em cima da mesa. O tempo que ficaram separados um do outro só aumentava o desejo de Hinata para ser tomada por ele. Mas Gaara pensava diferente, já que se afastou do beijo. Ela iria perguntar qual o problema, mas ele foi mais rápido:


— Mas eu não entendi o porquê de dois pares diferentes.


Gaara falou ao olhar para a caixa e pegar a fotografia, tentando entender o que tinha ali. Hinata corou, tinham se emocionado tanto que ela nem lembrou de falar que estava esperando dois bebês.


— Bem, é que… — Ela mostrou as duas manchas no papel. — São dois.


— Como assim, dois? — a olhou, com os olhos arregalados. — São g-gêmeos?


— Na verdade, são dois bebês com idades diferentes… — O ruivo a olhou confuso e Hinata riu. — Depois a doutora lhe explica melhor… você não está, hm, assustado por serem dois?


— Está brincando, Hime? — segurou seu rosto, sorrindo. — Nós teremos dois filhos agora, e eu não poderia ficar mais feliz por saber que a nossa família será ainda maior.


Hinata suspirou aliviada, e sorriu quando ele se abaixou para beijar o seu ventre.


— Agora nós teremos mais um pouquinho de trabalho, mas vocês serão bonzinhos com o papai e a mamãe, não é?


Gaara falava com sua barriga, ora ou outra beijando e arrancando risadas da Hyuuga, que o olhava apaixonada. Não poderia ter tanta sorte, poderia? O pai dos seus filhos era o amor da sua vida, e nada e nem ninguém no mundo, tiraria isso dela. 


— Obrigado, Hime. Não tem presente melhor que ter vocês na minha vida. — A puxou para um beijo. — Eu amo vocês. 


— E nós amamos você, papai. — Sorriu e voltou a beijá-lo.


E só bastou isso para o desejo de Hinata reacender. Ela o beijava com luxúria, arrancando alguns gemidos abafados ao morder seu lábio inferior a cada término dos beijos. Ele tentou se controlar, e colocou os braços em sua cintura, e quando ia quebrar o contato, Hinata o puxou e prendeu suas pernas em seu quadril, suspirando ao sentir seu membro duro contra sua intimidade.


— Hime… os bebês… — Hinata o calou, e segurou na barra da sua camisa, fazendo menção de tirá-la, mas Gaara a impediu gentilmente. — E se acabarmos os machucando? — Perguntou receoso, e Hinata riu.


— Não há problema algum, sexo não os machuca, Gaara. — Tirou sua camisa. — E eu quero muito você, não me negue isso…


Então ele a calou com um beijo, voltando a passar as mãos por sua cintura, mas dessa vez, as levou mais para baixo, chegando no seu vestido que já tinha subido um pouco. Devagar, o levantou, olhando para cada pedacinho do corpo que ia aparecendo ao ser despida. O jogou no chão e sem demora, retirou seu sutiã, liberando os seios fartos que tanto amava chupar. 


Se afastou um pouco dela, vendo seu rosto confuso com o movimento repentino. Ele riu sexy, e começou a fazer alguns selos: cobra, dragão e cavalo, e ao terminar, colou suas mãos no chão, e alguns símbolos surgiram por alguns segundos.


— Técnica de selamento. — Explicou, e a pegou no colo, deitando-a no sofá do escritório. — Ninguém entrará e nem vão ouvir o que faremos aqui. — Sussurrou rouco, fazendo ela se arrepiar.


E então começou a beijá-la, descendo e deixando alguns chupões na pele alva, e fazendo ela gemer ao ter o seio direito apertado levemente. Ele brincou com o bico, fazendo ele ficar cada vez mais entumecido, e com a boca, chupava o esquerdo, fazendo Hinata revirar os olhos e puxar os fios ruivos.


— Gaara… — gemeu ao vê-lo descendo os beijos em direção à sua intimidade. 


O Sabakuno retirou a calcinha de Hinata sem nenhuma pressa, e sem desviar os olhos dela. Apertou o seu membro entre as mãos, tentando se aliviar um pouco com a visão de Hinata aberta e a mercê dele. Desabotoou sua calça e de uma vez, a tirou junto com sua cueca box, liberando seu pênis, que já estava molhado com o líquido do pré-gozo. 


A Hyuuga inconscientemente lambeu os lábios ao vê-lo agachado na sua frente, se masturbando lentamente sem tirar os olhos de si. Quando iria se levantar para ajudá-lo na sua masturbação, ele a parou, colocando uma mão na sua barriga.


— Eu só a estava admirando, Hime. Eu ainda não acabei de lhe chupar. — Voltou a deitá-la e não demorou para massagear seu clitóris. — Você está tão molhada.


E quando ele a viu revirar os olhos, começou a chupá-la, arrancando um gemido alto e sofrêgo dela. Ele a torturava, chupando e mordiscando, colocando um e depois dois dedos dentro dela, a fazendo ofegar com o ritmo rápido que ele a masturbava. E quando a viu chegar perto do orgasmo, diminuiu, fazendo ela arquear o corpo, introduzindo seus dedos cada vez mais fundo.


— Não pare, Gaara… onegai.


Então aumentou o ritmo de novo, sendo agarrado pelos cabelos. O ruivo a segurou pelas coxas, chupando seu clitóris cada vez mais rápido, e então, ela o soltou para se agarrar no sofá enquanto sentia os espaços do orgasmo lhe arrebatar. Gaara esperou ela se recuperar, se colocando por cima dela, dando beijos em seu pescoço e ombro.


Hinata respirou fundo mais uma vez e o abraçou com as pernas, trazendo-o para si. Gaara entendeu o recado e entrou devagar dentro dela, causando arrepios e arrancando um gemido rouco dos dois. Ele começou a se movimentar enquanto a beijava de modo lascivo. 


A intimidade de Hinata abraçava o seu membro, era quente. As sensações do seu sexo sendo engolido por ela eram sempre inesquecíveis, o prazer que lhe trazia…


— Gaara… m-mais rápido… 


Ele aumentou as estocadas, suspirando toda vez que saia para voltar cada vez mais fundo. Intercalava os movimentos, ora rápidos, ora devagar, e isso os levavam à loucura. Hinata se contorceu um pouco abaixo de si, arranhando suas costas, e ele sabia que ela já estava perto de novo, então parou de se mover, rindo ao vê-la reclamar.


— Eu quero você por cima. 


Hinata poderia ter gozado ali mesmo ao ouvir aquela voz em seu ouvido, rouca e sexy, causando arrepios em todo seu corpo. Sem sair de dentro dela, Gaara a puxou para o seu colo, fazendo ela se sentar e revirar os olhos ao se encaixarem totalmente.


— Eu sou todo seu, Hime.


Hinata começou a se movimentar devagar se segurando nos ombros do noivo. Gaara olhava para os seus peitos subindo e descendo, então segurou sua cintura para auxiliá-la nos movimentos e se lançou para os seus seios, os chupando, sentindo a Hyuuga estremecer com mais um estímulo.


— Gaara… — Hinata começou a se movimentar mais rápido, sentindo o orgasmo chegar mais perto.


— Goze comigo, Hime.


Então Hinata se entregou, se abraçou ao noivo, mordendo seu ombro ao sentir o orgasmo chegar. Gaara continuou a ajudá-la nos movimentos, e ao sentir seu membro ser esmagado por sua vagina, ele gozou, liberando todo seu prazer dentro dela.


Eles respiravam ofegantes nos braços um do outro, tentando fazer a respiração voltar ao normal. Hinata se afastou um pouco, olhando nos olhos do ruivo.


— Podemos considerar isso como um outro presente de aniversário? — Perguntou brincalhona, e Gaara acompanhou sua risada.


— Com certeza.

---☆---


Depois daquela rodada de sexo em pleno gabinete do Kazekage "Eu ainda não acredito que fizemos sexo aqui" Hinata pensava corada, ao ter convencido ele de voltar para casa mais cedo.


— É o seu aniversário, não pode ficar aqui o dia inteiro. — bufou, ao vê-lo terminar de se vestir.


— Eu só ficarei por mais algumas horas, Hime. — A ajudou a se vestir. — Você pode ficar aqui comigo se quiser.


— Hm… eu posso ajudá-lo a terminar mais rápido. — Ele iria contradizer, mas ela o cortou. — Desculpe, eu não falei certo. Eu vou ajudá-lo.


E então Gaara não teve outra opção a não ser obedecer sua futura esposa. Logo depois de colocá-lo para almoçar, eles se sentaram lado a lado para preencher alguns papéis com relatórios que precisavam ser entregues ainda naquele dia. E com o trabalho sendo feito duas vezes mais rápido, ele e Hinata voltaram para casa uma hora e meia depois.

---☆---


— Gaara, olhe, a Hina-chan me deu uma vovó de… como é mesmo o nome, nii-san? — Yato perguntou baixinho do coloco de Hinata. 


— É-é cochê, nii-san. — Shinki respondeu corado, ele ficava ainda mais tímido quando estava com o Kazekage.


— É crochê, meninos. — Hinata sorriu. 


Os gêmeos ficaram agarrados aos dois, contando como Temari e Kankuro fizeram uma bagunça na cozinha ao tentar fazer um bolo de aniversário para o ruivo.


— Você vai ficar mais velho que nem a obaa-san, Gaara? — Yato perguntou, fazendo o Sabakuno corar e rir junto com a noiva.


— Ainda não Yato, ainda tenho muitos aniversários para ficar velhinho. 


— Seu cabelo vai ser branco que nem a vovó ou vai ser vermelho ainda? — Shinki perguntou, e corou ao sentir o ruivo apertar suas bochechas.


— Eu realmente não sei te responder isso, Shinki. — riu.


— Ei! Venham nos ajudar aqui. — Temari gritou da cozinha. — Hanari já foi, e nós com certeza não deveríamos comer esse bolo que fizemos. 


A loira apareceu com uma bandeja que continha um bolo totalmente torto e queimado. O cheiro chegou nas narinas de Hinata, que tentou segurar a cara de nojo, mas foi em vão. Colocou Yato no chão devagar, e saiu correndo para o banheiro, despejando todo seu almoço. Gaara a seguiu preocupado, entrando com ela e segurando seus cabelos para não suja-los.


— Está melhor, Hina? — perguntou ao vê-la terminar de lavar o rosto e a boca.


— Hai, eu só preciso respirar um pouco. 


— Hinata-chan? — Temari apareceu na porta do banheiro, já sem o bolo nas mãos. — Você está…


— Eu estou grávida, Temari. — confirmou o que a loira suspeitava. — Você vai ser titia. — Temaria a abraçou, afastando Gaara no processo, que revirou os olhos indignado. — Só, por favor, jogue aquele bolo fora, eu vou fazer outro pra gente. — choramingou.


A loira riu e assentiu, saindo para fazer o que a Hyuuga pediu. Depois de alguns minutos, Hinata foi para sala, já sem sentir mais nenhum cheiro de queimado. Os gêmeos a olhavam confusos, mas deixaram os questionamentos de lado e seguiram os mais velhos para a cozinha. 


Antes de começar o preparo, Gaara e Hinata anunciaram para Kankuro e para os meninos que estavam esperando dois bebês. Os irmãos os parabenizaram, não sem antes fazer algumas piadas sobre serem fogosos demais até nisso, fazendo Hinata corar até a alma e tentar tampar os ouvidos dos gêmeos que não entendiam nada daquela conversa.


— E onde estão os bebês que eu não vejo, Hina-chan? — Yato perguntou ao ver Hinata pegar a farinha do bolo.


— Estão na minha barriga, Yato-kun. — Hinata riu ao vê-lo assustado. — Eles irão crescer aqui dentro, e só sairão na hora certa.


— Você comeu eles? — Shinki perguntou, preocupado.


— O quê? Claro que não! — Gargalhou. — Eu, hm… Gaara colocou uma sementinha na minha barriga, é mais ou menos assim que os bebês são feitos. — Hinata olhou desesperada para o noivo, pedindo ajuda.


— É… isso mesmo. — A Hyuuga bufou, Gaara não a ajudou em nada, tanto é que as perguntas não pararam.


— Nós vamos poder brincar com eles? — Hinata respondeu que sim, pois eles seriam melhores amigos, o que os fez sorrirem.


— E de onde você tirou essa semente, Gaara? — Yato o olhou, curioso, e o ruivo ficou tão vermelho quanto seus cabelos.


— Pois é, meu amor, de onde você a tirou? — Hinata brincou, recebendo um olhar indignado dele.


Com exceção dos gêmeos, todos riam do embaraço do ruivo, que tentava buscar ajuda nos irmãos, que negavam os pedidos rindo mais ainda.


— Isso… i-sso não é algo que vocês tenham que saber agora. — falou rápido. — Quando forem maior, eu conto.


Os gêmeos deram de ombros e voltaram a ajudar a Hyuuga a fazer o bolo. Gaara suspirou aliviado, e Hinata o olhou brincalhona, fazendo ele formar um bico de insatisfação, que só fez ela rir mais, e o ruivo relaxou, chegando mais perto da noiva para ajudá-la com os ingredientes. 


Depois de muitas brincadeiras e bagunça na cozinha, o bolo finalmente ficou pronto. Temari colocou as velas e começaram a cantar parabéns para o ruivo. 


Gaara olhava sua família, cada um com seu próprio lugar sendo ocupado no seu coração. Respirou fundo e agradeceu para qualquer um que pudesse ouvi-lo, fechou os olhos e apagou as velas, desejando que sua vida continuasse do jeitinho que estava.

---☆---


Depois do melhor aniversário que Gaara teve em sua vida, já de madrugada, os gêmeos pediram para se juntarem com eles na cama, pois não estavam conseguindo dormir. Hinata os olhou preocupada e os colocou no meio da cama. Shinki ao lado de Gaara, e Yato ao seu lado, ambos carregavam a boneca da avó nos braços. 


— A vovó disse que estava feliz. — Shinki falou baixinho, se abraçando ao ruivo. 


— Ela foi embora, Hina-chan. — Yato chorou baixinho. — Disse que não estava mais tão preocupada com a gente. 


Hinata olhou para Gaara, franzindo o rosto e aconchegando Yato em seus braços, enquanto ele fazia o mesmo com Shinki. O ruivo balançou a cabeça, negando uma pergunta muda de Hinata. "O que aconteceu?"


Eles tentaram acalmar os gêmeos, dizendo que foi só um pesadelo, tentando dissipar o medo que estavam sentindo. Eles voltaram a adormecer, e o casal também voltou a dormir, tentando não pensar que algo de pior tinha acontecido.


Ao acordarem de manhã, Shinki e Yato ainda estavam tristes quando saíram junto de Hanari para a escola, e Hinata sentia o aperto no peito cada vez que se lembrava do semblante dos meninos. 


E então, como para confirmar a angústia do casal, Temari voltou do prédio do Kazekage, aparecendo na porta da cozinha, onde Gaara se despedia de Hinata para ir ao escritório. A Hyuuga a olhou aflita, sentindo o ambiente mudar rapidamente, e sabia que não era coisa boa.


— A médica responsável pela Yuki foi ao prédio para falar com você, Gaara. — Respirou fundo, tentando controlar as lágrimas que queriam sair. — A Yuki faleceu agora p manhã.






Notas Finais


Eu peço desculpa pela demora, meu aplicativo está tendo problemas, não consigo editar a história sem que pare de funcionar no meio do processo.

Mas enfim, está tarde, mas pelo menos consegui trazer o capítulo para vocês, espero que gostem.

Sobre o tempo da história, lembrem que Hinata passou um mês com Gaara, mais duas semanas em Konoha, e mais três dias de viajem. Então são quase 7 semanas juntos, então a gravidez dela está no tempo certo, tive que tomar muito cuidado para não ficar sem sentido.

É isso povo, tenham uma boa noite ❤


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