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História Leave Us Alone To Enjoy - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Eu realmente passei meses empacada nessa one KKKKKKKKKKKK

Que surto eu tive para escrever isso, as ideias não batiam e eu não gostava de absolutamente nada do que escrevia. Finalmente terminei a base, me dei por satisfeita e quis publicar para me livrar de uma vez por todas.

Queria registrar meu amor por Drastoria e dizer que pretendo fazer mais umas fanfic's sobre eles (principalmente +18) hehehe.

Boa leitura! Dêem uma chance para esse casal 😔

¡Desconsiderem qualquer erro!

Capítulo 1 - .winter


O inverno finalmente chegará e com ele o natal se aproximava. Um pouco antes da véspera, Draco e Astoria haviam viajado para Suiça, especificamente para a cidadezinha de Zermatt. O lugar era de tirar o fôlego pela paisagem, as grandes montanhas, a neve tão abundantemente e fria e os pequenos locais para visitar e fazer compras.

Alguns quilômetros após uma das vilas principais estava a grande casa que pertencia ao casal. No início do ano, Draco havia comprado para melhores instalações e consigo teria levado cinco elfos domésticos para arrumar o casarão. Feito de madeira escura, uma arquitetura antiga e rústica, porém bem cuidada, que era preservada durantes anos. Ao seu redor era cercado por um jardim com altos pinheiros e um caminho de pedras até a porta, nela havia desenhos feitos à mão para decorar, mas a parte interna era apenas madeira conservada no verniz que brilhava na luz escaldante do fogo. O interior era aconchegante, quente pela lareira com chamas cálidas e vivas que davam luz ao lugar, as janelas alcançavam do chão até a altura do teto e eram cobertas pelas grandes cortinas de tecido branco.

O grande relógio posto acima da lareira marcava dez horas. A noite já abrigava todo país, a lua subira até o céu sem nenhuma nuvem para cobrir seu brilho. Enquanto isso, na sala de jantar, estavam o Sr. e a Sra. Malfoy.

O jantar estava servido, os elfos foram retirados e a sala havia permanecido apenas para os dois, o fogo estava fraco mas acolhia o casal em um ambiente agradável, os dois no entanto não aproveitavam do jantar e pareciam não degustar-lo no momento, em vez disso, estavam terminando a segunda garrafa de vinho importado, antigo e caro que Draco pegara de sua adega na Mansão Malfoy.

Em dado momento, Draco levanta seu braço para servir a taça de Astoria, porém o faz com um movimento errado e derrama o pouco do seu vinho que estava na sua taça na blusa social. Ele vestia um terno completamente preto e o sobretudo encontrava-se na outra cadeira, Astoria acompanhou o marido e usava um vestido longo e preto também. Draco disse a si mesmo o quão jovem Astoria estava quando o vestiu. Havia um decote na região dos seios e uma apertura na perna entre a altura da coxa, marcando todas suas curvas.

Astoria riu do mau jeito de Draco. Levantou-se. Caminhou em direção à Draco e deixou que o guardanapo absorvesse o vinho, ela olhava para o marido com um sorriso gentil e muito lindo, tão automático quanto seu simples movimento sobre o abdômen de Draco. Ele a observou atentamente, esquecendo da mancha de vinho em sua blusa e atentando seu foco em Astoria. Em seu rosto, sua pele, a parte exposta do pescoço e até a região dos seios que não era coberta pelo vestido.

Ele percebeu que havia ficado tempo de mais a observando quando não sentiu o contato de Astoria em si e encontrou a esposa parada em sua frente com os olhos marcando desconfiança e divertimento ao mesmo tempo. Draco sentiu que queria voltar ao momento em que se conhecerem, onde se conhecerem de verdade e quando tirou a virgindade da mulher antes do casamento, quando sentiu o corpo frágil e inexperiente de Astoria embaixo do seu, quando ouviu seus primeiros gemidos de dor e logo depois prazer, quando a fez gozar pela primeira vez. Ele a queria novamente e sentiu a súbita vontade de terminar com o jantar e à levar para a cama mais próxima.

— Está com fome, querida? — Pronunciou, quase docemente, depois do silêncio.

Astoria negou silenciosamente, talvez receando o que Draco queria pelo seu puro olhar de desejo. Ele levantou da cadeira e aos poucos foi se aproximando da esposa, o fogo havia diminuído e o ar estava fresco, o corpo de Astoria arrepiou sobre o contato da mão quente de Draco. Este a puxou pelo braço até o sofá preto de couro antigo que ficava perto da lareira, deixou que ela sentasse em seu colo antes de beija-la. Astoria realmente esperava por isso então o retribuiu rapidamente, seu corpo grudou com o de Draco e o decote nos seios foi abrindo de pouco a pouco em todas as vezes que Draco a puxava por mais contatos e seu vestido sedia sobre seu toque.

Durante um momento onde separaram suas bocas, o imenso azul prateado foi em encontro com o castanho claro de Astoria e nesse rápido, mas intenso olhar, ele abandonou a mão que estava no pescoço e aproveitou para deslizar-lá por baixo do vestido. A pele macia e quente logo se arrepiou novamente e seu corpo contraiu contra as mãos de Draco. Ele não voltou a beija-lá, mas ao invés disso a levantou, suas pernas entrelaçando a cintura de Draco e seus braços envolta do seu pescoço e dali seguiram ao único quarto que ficava no mesmo andar da sala de jantar. Estava frio e escuro, Draco conseguia ver unicamente a cama e ao se aproximar dela abriu uma fresta da cortina e a luz da lua iluminou a penumbra do quarto. A janela cobria quase toda uma parede, localiza bem atrás da cama e no instante que Draco deixou o corpo sobre ela, ele mesmo viu a noite serena ao lado de fora, o céu preto e a lua branca em contraste, a neve caindo suavemente e as árvores cobertas pela camada branca.

Astoria estava deitada sobre a macia cama de lençóis verdes esmeraldas. Seu vestido estava deplorável e Draco não tardou em dar um fim a ele. Astoria sentiu suas mãos a tocarem e foram até o decote e dali o vestido foi completamente rasgado. A única peça que ainda cobria seu corpo era sua lingerie preta.

A mão de Draco percorre por seu corpo quase nu, trazendo uma sensação de cócegas que a fez engasgar, arrepiando sua pele. Sua mão para exatamente onde queria, sobre sua região íntima, entre as dobras de suas coxas e abaixo do umbigo. Astoria o incentivou, levantou seu quadril e o pressionou contra sua mão enquanto sua respiração começava a ficar descompensada, ansiosa. Draco levou um tempo para dar uma boa olha por todo seu corpo, não teve pressa alguma em começar a massagear seu clitóris por cima do tecido mesmo sabendo a vontade de Astoria.

Ela havia ficado molhada sobre seus dedos, e Draco em fim levou suas mãos em direção ao seu quadril e deslizou a calcinha por suas pernas. Sentiu o calor de Astoria quando penetrou dois de seus dedos em seu interior, levou seu tempo para deixar a mesma mais exitada do que já estava. Seus olhos castanhos focalizam em Draco, Astoria suspende o peso do seu corpo com seus braços, levanta seu corpo em direção à Draco e voltam a se beijar. Desesperados um pelo outro.

O beijo é interrompido quando Draco leva o terceiro dedo até seu interior e Astoria deixa que um gemido suave escape de seus lábios. Voltou a deitar-se, o cabelo caindo sobre o colchão e seu corpo exposto. Seus seios são perfeitamente cheios e Draco não deixou de inclinar seu corpo para retirar a peça que os cobria e logo envolveu seus lábios entorno de um deles, provocando e atiçando com a língua. Astoria gemeu mais alto e o Draco ficou duro por dentro da calça — Embora ele já tenha ficado duro antes mesmo disso. Depois do uns instantes ele abandona o seio e vai para o outro, retira seus dedos de Astoria e os leva em direção ao seio desocupado. Ela levanta o quadril em contato com o membro duro de Draco e passa as pernas em sua cintura, enquanto ele ficava aninhado em seu meio. Draco treme pelo ar frio do quarto e porque não consegue mais se segurar.

Afastou-se de Astoria para tirar sua roupa, agora ambos finalmente nus. Draco sobe na cama novamente, posicionou-se sobre Astoria como antes e alinhou seu corpo com o dela. Seu membro duro entra em contato com sua intimidade molhada, e sem longas delongas, ele empurra para seu interior. Astoria contrai sua intimidade envolta de seu membro e ambos gemem pelo delicioso contato que os levavam ao delírio. Draco começa devagar e vai aumentando a velocidade conforme a sente mais molhada, seu membro deslizava para dentro facilmente enquanto sentia o calor de Astoria. Passou a movimentar-se indo mais fundo, atingindo seu ponto com rapidez, seus lábios divertiam-se sobre sobre o corpo da esposa, suas mãos iam do pescoço até a cintura e circulavam por toda a região. Astoria gemia mais alto, seus olhos nublados de prazer e suas mãos agarrando o cabelo de Draco, o puxando para um beijo, suas testas uma sobre a outra e o leve suor ligando seus corpos.

Astoria está tingida por um vermelho suave de calor, e o corpo marcado pelas mãos, beijos e chupões de Draco. Seus seios balançavam pela brutalidade das estocadas, fazendo seu corpo impulsionar, seus olhos muitas vezes fechavam-se mas logo voltavam ao encontro de Draco. Continuaram assim até darem por satisfeitos. Astoria foi estimulada em seu clitóris pelos dedos de Draco até gozar primeiro e logo foi acompanhada pelo líquido quente de Malfoy que a preencheu por completo. 



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