História Legacy - Capítulo 56


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Categorias Arrow, Legends of Tomorrow, Supergirl, The Flash
Personagens Alex Danvers, Kara Zor-El (Supergirl), Lena Luthor, Maggie Sawyer, Personagens Originais
Tags Supercorp
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Palavras 3.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aviso aos navegantes, há hot no capítulo 🤵🏻😉

Capítulo 56 - Eros e Hestia


Do alto da torre Nyssa via o por do sol de mais um dia, a cidade estava imersa em um silencio sepulcral, não havia sons de carros, pessoas se movendo, conversando, crianças brincando. Aquela era a calmaria da guerra que expurgava a vida e impunha uma paz morta.

Aquela seria a realidade se H'EL fosse bem sucedido em sua empreitada, o frio e silencioso vazio da destruição. Nyssa ponderava o motivo de ter aceitado fazer parte daquilo, quando Alura apareceu em seu templo e lhe disse o que estava por vir ela temeu pelas vidas que amava e pelas que não conhecia, temeu a perda da esperança e das possibilidades.

Algo que seu pai sempre tentou erradicar dela foi seu idealismo, Nyssa sempre pensou que a Liga deveria trabalhar pela construção de um mundo melhor, fazer a escolhas que as pessoas comuns não poderiam fazer, lutar as batalhas que eles não tinham forças ou estomago para travar. A liga deveria ser a missão abnegada de uma alma cansada das injustiças e por anos seu proposito havia sido pervertido pela dureza de seu pai e os que vieram antes dele.

E ai estava o motivo pela qual ela era grata a Oliver, ele lhe permitiu acertar o curso da cruzada da Liga e por isso o amava, Nyssa recebeu dele a oportunidade de finalmente fazer o certo pela humanidade, que mesmo as vezes perdida ainda merecia a chance de fazer o melhor pelos seus.

- Sua serenidade em meio ao caos é o que me encanta. – Sentiu um leve arrepio ao ouvir a voz de Diana, era suave e aos seus ouvidos parecia  canto das musas.

- É contemplação. – Nyssa se permitiu um sorriso. – A percepção da realidade que vivemos e a gratidão pela oportunidade de poder lutar para muda-la.

- Nyssa Al Ghul eu jamais conhecerei alguém como você. – Diana seguiu para ficar ao lado dela. – E talvez não queira, iria perder toda a magica da vida.

- Você me lisonjeia com as palavras. – Respondeu sem jeito. – Ou seria um galanteio? – Virou o rosto para olhar para Diana e foi presenteada com um belo sorriso.

- Minha amada, a você nem todas as palavras de todos os idiomas conhecidos fazem justiça. – Diana a olhava com devoção. – Galantear você minha Nyssa é muito pouco.

- Diana, você me eleva a um patamar a qual não pertenço. – Disse serena. – Sou apenas humana, com um sopro fugaz de vida como qualquer outro.

- Não se menospreze. – Diana parecia ofendida. – Aos meus olhos você é a mais incrível das criaturas e por isso a amei desde a primeira vez que a vi.

- A fervorosa força do primeiro amor. – Nyssa sorriu. – Você foi meu primeiro amor Diana, mesmo quando eu não sabia o que era esse sentimento.

- E mesmo me amando deu seu coração a outros. – Havia uma leve magoa no tom de Diana. – Sua Sara e seu marido não souberam como lhe tratar meu amor, eles a deixaram sozinha quando a solidão jamais deveria ser seu destino.

- Eu aprecio a solidão. – Nyssa suspirou. – Oliver e Sara tinham caminhos diferentes do meu para trilhar, nos alinhamos por um tempo, aprendemos com essa caminhada compartilhada e depois seguimos separados, embora seja dolorosa a dor da separação, foi a melhor coisa que poderia ter acontecido.

- Por que diz isso? – Diana questionou confusa.

- Andei um longo caminho, aprendi importantes lições, lutei bravas batalhas e finalmente posso voltar para os braços do verdadeiro amor. – Sorriu para Diana. – Minha doce amazona voltou para mim e finalmente posso descansa em seu amor.

Diana era grata por Eros quando esse a flechou com o amor por Nyssa, jamais viveria algo assim com ninguém além dela, a pureza desse sentimento e sua força que a impulsionava a viver. Puxar Nyssa para seus braços foi como voltar para casa, beijar seus lábios foi como sentir o calor da eterna brasa de Hestia que acalentava o lar, jamais esqueceria o sabor doce de sua boca e fragilidade de seu corpo mortal contra seu firme corpo esculpido para guerra.

[...]

Lena as vezes tinha a sensação de que viveu centenas de anos em apenas alguns meses, percebeu o quanto sua vida mudou em tão pouco tempo, ponderou sobre o que ganhou e o que perdeu.

Ganhou um amor avassalador que a envolvia colando os pedaços que haviam se quebrado dentro dela com a vida dura que lhe foi imposta pela família, Kara era um raio de luz constante em seu caminho que parecia escuro, jamais achou que seria capaz de amar alguém como a amava e ver aquele brilho devoto nos olhos dela era a certeza de que era reciproco.

Kara deu a ela também uma filha, Alura era ou viria a ser sua maior conquista, alguém para amar e para ensinar. Lembrar da filha lhe trouxe aquele aperto no coração que nublava seus olhos, ela havia tomado uma serie de decisões ruins desde que partiu naquela explosão.

Decisões as quais Lena não sabia a metade, mas que modificaram a filha, apagou o brilho de seus olhos e pesou a vida sobre seus ombros. O mais doloroso era se sentir impotente, sem poder pegar sua dor, por que ela conhecia bem sua filha sabia que ela estava sofrendo, e toma-la para si. A Luthor estava acostumada com a dor, com o desespero e jamais quis que sua criança passasse por isso, mas a vida não se importava com o que ela sentia ou queria.

- Lee...- A voz de Kara a chamou para a realidade. – Amor o que se passa? – Havia um tom de preocupação em suas palavras, Lena sempre se surpreendia com a capacidade de Kara de saber quando ela estava preocupada ou triste.

- Alura. – Suspirou e um brilho de entendimento passou pelos seus olhos. – Essa tem sido minha maior fonte de preocupação nos últimos dias.

- Para mim também. – Mais uma vez estavam no quarto, Kara sentada na poltrona e Lena em seu colo. – As vezes sinto que envelheci anos nesses últimos dias.

- Tenho essa mesma impressão. – Lena concordou. – Eu estou tentando Kara, tentando entender essa nova Alura, fazendo o possível para aceitar que as escolhas que ela faz, mesmo que eu não concorde, são escolha dela.

- Lee, talvez a missão mais difícil de uma mãe seja aceitar que sua filha, que foi criada para a bondade, amor e abnegação seguiu um caminho tortuoso que a primeiro momento parece ter afastado ela de seus ensinamentos. – Kara suspirou. – No entanto eu vejo nossa Aly lutar a todo momento com a escuridão.

- Você vê? – Lena estava muito focada em lidar com as mudanças para perceber essas nuances na postura dela.

- Sim, nossa filha esta em uma jornada Lee. – Kara disse. – Assim como Oliver, você conhece a historia dele? – Questionou.

- Por alto, sei que ele ficou preso em uma ilha por cinco anos, que se tornou um justiceiro. – Disse sincera.

- Oliver não fala sobre esse período, porém Barry me contou, constantemente durante esses cinco anos ele foi moldado para a violência e a frieza da morte. – Explicou. – Ele aprendeu muito bem por que quando retornou ele se embrenhou em uma cruzada contra os responsáveis pela miséria de sua cidade.

- Um vigilante. – Lena acrescentou.

- Sim, um justiceiro que era o juiz e executor dos que causavam mau, ele estava certo de que esse era o caminho a seguir. – Suspirou. – Que a morte e a violência eram a resposta para os problemas da sua cidade, se a policia e a justiça não faziam ele iria fazer, Oliver pegou esse fardo para ele e o carregou como achou certo.

- E Alura esta fazendo o mesmo. – Lena se deu conta.

- Sim, pensa só, você esta longe de casa, longe de qualquer pessoa que amou e lhe dava abrigo quando tudo estava difícil. – Disse suavemente. – Constantemente ela teve que tomar decisões impossíveis e decidir quem deveria morrer e quem deveria viver. – Kara deu um sorriso triste. – Nos tomamos uma decisão assim quando a bomba de dispersão de chumbo foi construída, você assumiu o risco de criar algo que destruiria parte de uma raça e eu decidi que eles deveriam morrer quando apertei o botão.

- Isso vai me assombrar para sempre. – E iria mesmo, Lena guardava aquele episódio com os Dexamites como um constante lembrete de que a destruição de um povo nunca era a melhor solução, mesmo que fosse a única.

- A mim também, agora imagine nossa filha que provavelmente teve que tomar uma decisão assim diversas vezes. – Kara encarava aqueles olhos verdes e intensos. – Dia após dia escolhendo e lutando, sem ter trégua ou até mesmo um momento de paz. – Aquilo doía na loira e Lena percebeu pois apertou a mão delas entre as suas. – Nos a criamos para a bondade, mas ele foi maldada pela perversidade e fez o melhor que pode.

- Entendi o que quer dizer. – Lena suspirou.

- Ela não esta perdida, quando ela chegou do encontro com H'EL, ao nos contar que o Arqueiro estava morto eu vi a frustração dela. – Kara agora exibia um brilho esperançoso nos olhos. – Ela queria tê-lo salvado, um inimigo, um dos piores, ela sentiu a morte dele e se entristeceu por não ter impedido.

- Ainda existe bondade nela e precisamos lembra-la disso. – Lena sentiu um pequeno alivio.

- Sim amor, não recriminando ela pelas atitudes, mas oferecendo apoio e novos pontos de vista para seus planos, ela precisa dar um novo passo e esse passo é aprender a dividir o fardo das decisões. – O grande coração de Kara jamais deixaria de surpreender Lena, sua empatia e o amor que ela transbordava era fora de qualquer coisa que já havia visto ou sentido.

- Kara Danvers você além de excepcionalmente linda tem uma coração de ouro. – Lena disse apaixonada. – E eu me pergunto o que fiz para merecer você.

- Você existe. – Kara disse de forma amorosa. – Sua mera existência e o que me basta para amar você.

- Você sabe como agradar uma mulher. – Lena disse emocionada.

- A única que eu quero agradar é você. – Com isso Kara a beijou.

Beijar Kara era como experimentar o melhor dos chocolates, era doce, suave e intenso, Lena sempre queria mais, tudo que conseguia não parecia o suficiente para saciar seu vicio na loira.

Sentiu quando Kara a pegou nos braços para leva-la à cama, mas não separou o beijo. A loira a colocou com delicadeza sobre o colchão e cobriu seu corpo com o dela, apoiava o peso sobre os braços enquanto Lena descia as mãos pelas costas dela.

O toque de Lena era delicado e fazia subir arrepios pela espinha de Kara e a incentivava a continuar até que estivesse satisfeita. Desceu os beijos pelo pescoço da morena enquanto essa subia as mãos até seus cabelos, a respiração já estava ofegante com a mera possibilidade do que iria acontecer.

Com paciência Kara desabotoou a camisa que Lena vestia, era um ritual que ela executava com prazer, ao terminar admirou o dorso alvo de dela e seus seios cobertos com um delicado sutiã de renda vermelha, essa definitivamente era a cor dela.

- Rao, você me enlouquece. – Kara suspirou com desejo e Lena apenas sorriu com falsa inocência.

O fecho era na frente e Kara o abriu como se estivesse abrindo um presente no dia de natal, deu um novo suspiro ao ver os seios de Lena livre, precisava senti-los e então desceu a boca até o direito, tocou primeiro com a língua e depois o chupou. Um pequeno gemido saiu dos lábios de Lena e seus dados se embrenharam em seus cabelos.

A boca de Kara era quente e tinham uma destreza que fazia Lena revirar os olhos apenas um leve toque. Deixou o direito e foi para o esquerdo para dar a mesma atenção, a morena agora dava suspiros entrecortados, sabia que poderia chegar ao ápice apenas com isso tamanho era o desejo que tinha por Kara.

Logo ela desceu beijando o abdômen liso de Lena, até parar na barra da calça que ela vestia, com calma ela a desabotoou, deu um beijo no ventre da morena, se colocou de joelhos e retirou a peça, jogou no chão. Voltou beijando as pernas de Lena ate chegar ao seu objetivo, a calcinha combinava com o sutiã, as rendas eram delicadas e Kara quase sentiu pena de rasga-la, mas sua vontade de ter sua namorada era maior.

Quando não havia mais pano separando Lena de Kara ela finalmente pode sentir o gosto de sua morena, os lábios da loira era eficazes e sua língua agil, sabia onde ir para que a Luthor ofegasse e se abrisse mais para ela.

Lena queria mais e empurrava a cabeça de Kara para ter mais contato, os gemidos eram um incentivo maior, ouviu o coração da morena disparar e sabia que ela estava quase la, começou então a chupar seu centro, quando a Luthor atingiu seu limite foi com o nome de Kara nos lábios como sempre fazia.

A noite seria pequena para elas, quando mais tinham uma da outra mais queriam e nunca parecia o bastante, até a ausência de espaço entre elas era espaço demais.

[...]

Alura estava tendo outro sonho intenso e Nora sabia disso, os braços dela a sua volta ficaram tensos e a apertaram um pouco. Ela sabia que sua esposa estava com dificuldade de a adaptar a volta para casa e havia dado todo o espaço que ela precisava, mas percebeu que ela estava definhando aos pouco se perdendo na dor de achar que não merecia o amor de Nora.

- Lula? – Nora chamou suavemente, demorou um pouco mas percebeu que ela acordou.

- Sim? – Perguntou sonolenta e se aconchegou colocando a direita entre as pernas de Nora e colando seu corpo ainda mais ao dela.

- Você quer falar sobre o sonho? – Perguntou baixinho e acariciou os braço de Alura que a envolvia.

- Eu não me lembro. – Desconversou.

- Não minta para mim. – Pediu tranquila. – Eu quero estar presente para você amor, mas só posso fazer isso se me deixar entrar.

- Eu não quero envolver você nisso Nona. – Disse baixinho. – Eu quero proteger você da dor que vai seguir com o que eu revelar.

- Eu não vou deixar de amar você querida, não importa o que me diga, o que tenha feito, eu conheço seu coração. – Sentiu Alura ficar tensa e continuou a acariciar sua mão.

- Eu sempre achei que não te merecia. – Alura começou. – Primeiro por que eu sabia que teríamos pouco tempo e que arrastaria mais alguém o mar de dor que seria a minha partida. – Suspirou. – Depois que eu acordei da explosão e vi onde estava me vi caindo em um abismo por que você não estava.

- Sinto muito amor. – Nora disse tristemente.

- Então eu tive que lutar, dia após dia eu ficava distante da Alura que você conheceu e mesmo sabendo disso eu continuava, por que era a única coisa que eu poderia fazer. – A voz dela estava embargada. – Eu fiz o meu pior quando deveria ter sido melhor, mas não havia como, eram tempos difíceis e a morte minha fiel companheira, me fechei a qualquer um que se aproximasse, já havia perdido demais.

- Lula, se não quiser continuar...- Nora disse.

- Não, eu vou continuar. – Disse decidida. – Eu acabei me fechando a mim mesma e negando a dolorosa verdade de quem eu havia me tornado. – Ela estava chorando e Nora sabia. – Então eu comecei a me lembrar dos sonhos que estava tendo, no começo eu apenas acordava assustada e ligava isso ao estresse de comandar tropas para a morte.

- Amor...- Nora então se virou e ficou de frente para Alura e pode ver, mesmo com a luz fraca que vinha da janela os olhos verdes vermelhos, o primeiro sinal de fraqueza que ela demonstrava desde que chegou, acariciou seu rosto.

- Acontece que não eram pesadelos, eram sonhos felizes. – Disse e Nora estava confusa. – Eu sonhava com nossa família, dois filhos. – Deu um sorriso triste. – Aquilo me destruiu por que era algo que eu não teria, você estava longe, anos de distância e eu havia perdido minha alma.

- Lula. – Nora beijou sua testa e viu as lágrimas caírem dos olhos de Alura.

- Eu os via com tanta clareza, o sorriso da nossa garotinha tão parecido com o seu. – Suspirou. – O olhar intenso do nosso caçula, como o de Lena, ambos lindos e a melhor parte de mim assim como você, eu me fechei ainda mais e eliminei qualquer resquício de inocência que tinha, eu queria que esses sonhos acabassem.

- Imagino que tenha sido doloroso ter que encarar uma possibilidade que estava fora da realidade para você. – Nora acariciava o rosto de Alura.

- Sim, e então eu descobri um jeito de voltar e só ficou pior, por que você estava ao meu alcance, mas eu não era mais o seu raio de sol. – Sentiu a dor da esposa como se fosse a dela. – Percebi que não poderia trazer duas crianças tão puras para a minha escuridão e isso me destruiu de novo. – Ela chorava abertamente agora. – Tudo que eu queria era uma vida simples com você, todo o clichê de familia perfeita, mas eu não posso fazer isso quando me lembro do que eu fiz, das pessoas que matei.

Nora a abraçou forte, Alura agora soluçava com o rosto escondido na curva do pescoço da esposa, não fazia isso a anos, chorar como uma criança.

- Tem que aprender a se perdoar amor. – Nora falou suavemente enquanto a embalava. – Eu vejo que esta tentando fazer a coisa certa, vejo sua luta diária para tomar a melhor decisão, precisa confiar que sua familia te aceitar como você é, por que eu aceito. – Beijou a sua cabeça. – Eu aceito você Alura com todas as suas falhas, com o seu passado, eu quero construir um futuro com você, lutar ao seu lado, eu te amo Lula e nada me faria sentir menos que isso de você.

Isso serviu para que Alura chorasse ainda mais e apertasse o abraço, não seria fácil e muitos vícios teriam que ser eliminados, mas se Nora estava disposta a tê-la de volta sabendo o que tinha feito, talvez tivesse uma chance de ter um futuro melhor, depois de finalmente vencer aquela guerra maldita.
 



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