História Legado - As Terras do Pânico - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias As Crônicas dos Kane, As Provações de Apolo (The Trials of Apollo), Magnus Chase e os Deuses de Asgard, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Alex Fierro, Amós Kane, Annabeth Chase, Annabeth Chase, Apollo, Ares, Artemis, Atena, Blitzen, Calipso, Calypso, Carter Kane, Chris Rodriguez, Cimopoleia, Clarisse La Rue, Connor Stoll, Dakota, Demeter, Dionísio, Eros (Cupid), Frank Zhang, Frank Zhang, Gleeson Hedge, Grover Underwood, Hades, Hazel Levesque, Hazel Levesque, Hearthstone, Hefesto, Hera (Juno), Hermes, Júniper, Leo Valdez, Magnus Chase, Mestiço Gunderson, Nêmesis, Nico di Angelo, Niké (Nice), Octavian, Octavian, Percy Jackson, Perséfone, Personagens Originais, Piper Mclean, Piper McLean, Poseidon, Quíron, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Sadie Kane, Samirah "Sam" al-Abbas, T.J., Thalia Grace, Travis Stoll, Treinador Gleeson Hedge, Tyson, Walt, Will Solace, Zeus, Zia Rashid
Visualizações 20
Palavras 1.229
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Pansexualidade, Spoilers, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yoo! Minha primeira fic, eu tava com isso na cabeça a algum tempo, não sei se alguem já fez ou sei lá, mas espero que gostem ♡
Desculpem qualquer erro.

Capítulo 1 - Capítulo I


Fanfic / Fanfiction Legado - As Terras do Pânico - Capítulo 1 - Capítulo I

Dormir. Uma palavra que naquele momento parecia quase tão impossivel quanto dinossauros dominando a terra, ou viagem no tempo. Mas Juliana sentia que era mais capaz de voltar no tempo agora, do que era de dormir, o frio abraçava seu corpo, o barulho do motor quebrado penetrava até as profundezas de seu ouvido sem se importar se destruiria seus tímpanos. Uma ovelha, duas ovelhas, não adiantava.

- Descanse - Jhon continuou a dizer, era fácil para ele falar, ele havia dormido antes de entrarem no caminhão, que mais parecia uma turbina de avião quebrada.

- Estou tentando - ela rebateu, se encolheu na manta vermelha que ele lhe dera, estava suja e rasgada, mas era tudo que ela tinha para se aquecer.

As condições da viagem não eram o único fator que não a deixava dormir, estavam em um caminhão cargueiro pequeno, cheio de palha espalhada pela a madeira, na qual ela estava inutilmente alojada com sua manta, uma janelinha com película era a única comunicação que tinham com o motorista e tanto a madeira quando o motor pareciam ter no minímo uns 10 anos, a madeira estava escurecida e velha, o motor fazia um barulho alto, que ele claramente não deveria estar fazendo, e, além disso, ela começara a ter sonhos especialmente estranhos, sentia a sensação de importância ao acordar mas nunca se lembrava do que sonhara, tinha uma leve intuição de que não eram coisas boas. Se lembrava de pequenas partes, pequenas mesmo, se lembrava de que em um dos sonhos ela caia na lama, se lembrava de ver muitas luzes, e tinha uma memória nítida de estar dentro de um avião. Mas tirando isso, ela não possuia nada.

- Você bem que podia ser filho de Hypno - Juliana abriu os olhos desistindo de adormecer - ajudaria bastante - ela se sentou para o olhar deixando a manta cair até suas pernas.

O garoto, que antes olhava para as estrelas, a encarou com cuidado. Jhon era um garoto de 14 anos pálido demais para o que fazia, os olhos estranhamente vermelhos, um cabelo preto longo preso em um rabo de cavalo na nuca, algumas marcas e espinhas espalhadas pelo rosto, ficando destacadas de forma bizarra no rosto branco, o nariz era maior do que deveria e tinha olheiras profundas embaixo dos olhos, ele era alto e magro, mas não parecia muito forte. Ele estreitou os olhos para ela e comprimiu os lábios, não houve resposta.

- Certo, vamos revisar então, pra ver se eu me entedio e durmo - a menina disse.

Juliana, uma menina de 11 anos com cabelo demais para alguem da idade dela, era grande para uma criança de 11 anos mas não dava a mínima pra isso, usava um óculos quadrado de grau preto com listras amarelas, o cabelo castanho gigante preso inutilmente em um rabo de cavalo apenas para tira-lo do rosto, morena mas parecia quase branca de tanto ficar sem olhar pro sol, estava acima do peso mas escondia com a altura.

- Conte ovelhas - ele lhe disse, irritado

- eu tentei, não da certo, vamos, por favor - ela pediu juntando as mãos, ele bufou

- ta, por onde quer começar? - ele voltou a olhar as estrelas

- Zeus...

- Júpiter - ele corrigiu

- Não são o mesmo cara?

- Somos romanos, não gregos

- Júpiter... - ela se corrigiu e continuou - é o meu pai certo?

- Correto - ele olhou para ela de relance, como se tentasse entender onde aquela conversa chegaria

- E Nice é a sua mãe, a deusa da vitória 

- Isso

- Então você vence em tudo? É tipo um dom?

- Primeiro, eu não venço em absolutamente tudo, segundo, não é um dom é mais como... - ele gesticulou com a mão tentando encontrar a palavra - determinação.

- E meu pai faz os ventos? - ela ajeitos a manta nos ombros e se sentou de pernas cruzadas, ele a olhou com uma careta

- seu pai é o rei do Olimpo, o senhor dos ares, o que controla as tempestades, o cara que comanda os céus, o mano que invoca os raios e queima todo mundo que ele não gosta, mas o que você lembra dele é que ele faz os ventos? - Jhon a encarou descrente

-... sim? - a morena deu um sorriso culpado que fez o mais velho segurar a ponte do nariz

- eu mereço mesmo, "vá ao Brasil" me disseram, "vai ser fácil" me disseram - ele suspirou, a mais nova se sentiu um pouco triste por estar dando tanto trabalho a Jhon.

Algumas semanas atrás ela estaria em casa dormindo para acordar bem e ir a escola no dia seguinte, mas desde que Jhon apareçeu em sua casa, na sua festa de aniversário, ela quase não dormia e já não lembrava como era acordar bem. Ela odiava o garoto por te-la arrastado pra esse mundo bem no dia de seu aniversário, mas o agradecia já que se ele não tivesse aparecido ela poderia estar morta, tendo em vista que, na noite de seu aniversário uma "caipora", como Jhon as chama, apareceu em sua casa e por muito pouco não matou seus pais e toda sua vizinhança, ao que Jhon lhe havia dito, caiporas são espiritos selvagens da cultura brasileira, são conhecidos como pacificos mas isso depende muito, mesmo que não seja exatamente uma mitologia ou religião, por ser uma crença popular conta como ponto de existência, mas por sorte não houve nenhum contratempo maior. E nesse momento aqui estão eles, sentados em um caminhão sujo atravessando a fronteira para o Amazonas.

- Você veio dos Estados Unidos certo? - a morena perguntou

- Eu estou falando em Inglês com você, não estou? - ele disse irritado, ela encolheu os ombro

- É, você é mal educado demais pra ser canadense ou britânico - ela resmungou

- Como disse? - ele pôs a mão na pulseira, uma pulseira de prata cravejada em pedras negras, parecia normal mas Juliana sabia que no momento em que ele puxasse o fecho aquilo viraria uma espada enorme de prata fundido em ferro estígio

- Quando vou ganhar a minha? - ela apontou para a pulseira, mas se referindo a espada

- Quando crescer - ele zombou lhe dando um peteleco na testa 

- Ei! - ele deu um sorrisinho

- Quando chegarmos no acampamento te darão uma arma - ele se recostou na madeira da parte detrás do caminhão.

- Qual você acha que é a arma pra mim? - a morena fez o umas poses "heróicas" e o pálido a olhou com descrença

- Talvez um martelinho pra você por as formas no cubo, pirralha - ele deu um sorriso maldoso

- Eu sou só 3 anos mais nova que você! - ela questionou e ele riu

Eles continuaram essa conversa por mais algumas horas, sequer perceberão o sol começando a aparecer no horizonte, já eram 6 da manhã quando o caminhão parou.

- Chegamos! É aqui que vocês descem! - o motorista gritou em português.

Os dois desceram do carro e Jhon pagou ao motorista alguns dólares pela carona da fronteira até ali, a mais nova observou quando o caminhão sumiu no horizonte e então olhou para Jhon.

- E agora? - ela começou a drobar a manta que ainda estava em seus ombros e sentiu o calor do sol começando a surgir

- Agora... Bem vinda a Manaus. - ele apontou para a cidade em que haviam desembarcado, e a primeira coisa que Juliana pensou foi:

- Viajamos o Pará todo pra isso?


Notas Finais


E foi isso, desculpem qualquer erro, espero que tenham gostado, kissus ♡


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...