História Legend of Zelda: O Despertar de Link - Capítulo 10


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Categorias The Legend Of Zelda
Personagens Link, Zelda
Tags A Lenda De Zelda, Ganon, Link, Link's Awakening, O Despertar De Link, The Legend Of Zelda, Zelda
Visualizações 20
Palavras 1.337
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha só quem voltei.

O engraçado é que esse capítulo eu havia escrito em 04/04, mas eu teria que fazer o recesso de qualquer maneira, então achei melhor deixar num interlúdio do que num cliff-hanhing com o nosso herói perdido numa batalha.
E eu não cheguei a parar de escrever totalmente, nos tempos livres eu rascunhava alguma coisa ou outra, e no momento eu já tenho garantido dois meses de atualização, graças às Deusas.

Se ainda estiver um entre nós, espero que não desistam de mim. haha
Sem mais demoras, boa leitura.

Capítulo 10 - Pó Mágico


Fanfic / Fanfiction Legend of Zelda: O Despertar de Link - Capítulo 10 - Pó Mágico

Voltando para a Floresta Misteriosa no meio da tarde, menos de 24 horas desde que sua vida estivera por um fio no mesmo lugar, encontrava-a muito mais calma. Os pássaros cantavam, a folhagem se movimentava com algum animalzinho à espreita, parecia apenas mais um dia normal ali, sem a coalizão de moblins rondando o perímetro em busca de invasores de seu auto proclamado terreno. O jovem loiro sentia que podia caminhar pela floresta tranquilamente em direção ao oeste, pois agora com o pó mágico atrelado na cintura, sentia-se capaz de resolver o mistério do bosque que não lhe permitiria avançar. Mas ainda que os moblins estivessem em desarranjo no momento, não quer dizer que deixavam de ser uma ameaça, Link também podia espreitar floresta a dentro a silhueta de um ou outro moblin deslizando através das árvores, logo poderia ser desafiado por um a qualquer instante, mas agora que não precisava se preocupar com um exército deles, o herói não se esconderia, e venceria em combate um a um qualquer monstro.

Não demorou muito que chegasse ileso ao local misterioso. No meio da estrada um enorme carvalho sólido divisava o caminho, como se tivesse rompido do chão, ou as pessoas que construíram a estrada, fossem incapazes por algum motivo de derruba-la, agora à luz do dia, o loiro podia observar como cogumelos vermelhos brotavam em vários tamanhos de seu tronco e entre a folhagem espessa, aqueles eram os famosos cogumelos koholint. Talvez aquele fosse o propósito da árvore. Link arrodeou ela três vezes minuciosamente, e então olhou em sua volta. Onde estava o gigante guaxinim vermelho macabro de ontem à noite? Parece que foi só pensar que ouviu:

– hihihi

– Ah, aí está você, guaxinim – O riso do animal fez Link instintivamente levar a mão ao cabo da espada atrás do ombro, mas logo seus dedos deslizaram para o seu cinto, e aproximou-se do bicho gordo, que também saiu da floresta.

– Hihihi, vejo que você sobreviveu. Que bagunça você fez ontem na floresta, herói hihihi. Senti o calor daqui você colocou mesmo fogo naqueles porcos em. Será se eles são gostosos assados? Hihihi – Rindo para dentro, os olhos pretos como botões estavam fixos em Link

– Mas eles quase levaram um pedaço de mim também. Você não é amigo deles é?

– Não, claro que não. Eu sou amigo da floresta apenas. Hihihi

– Ah é? Eu trouxe o que você me disse ontem. Como sabia que eu deveria ir até a bruxa?

– Hihihi, eu não sei. O que você pretende fazer com isso?

– Não sei... O que acha que devo fazer? – O loiro pegou o saquinho amarrado no cinto, abriu-o e tirou uma pitada na ponta dos dedos, o pó era cintilante, como o que viu no portão da Vila Mabe antes de sair.

– Hihihi. Eu não sei. Ei pessoal, o que vocês acham que ele deve fazer? – Disse o guaxinim, olhando para trás, e de lá vieram outros animais. Um esquilo, um castor, um coelho, um texugo. Todos enormes, com os olhos negros como o céu noturno e brilhantes como uma bolha de sabão.

– Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Hihihi. Hihihi. Hihihi – Diziam os animais um atrás do outro, com seus sorrisos enormes e olhos pretos fixos nos olhos de Link. Assustador. A cena era simplesmente assustadora, desconfortável.

Link olhou para os animais um a um, apesar da circunstância parecer perigosa, não sentia nada de mal vindo deles. Link olhou para os dedos, olhou, para os animais, e olhava de novo para os dedos segurando o pó mágico. E todas as vezes que olhava um dos animais falantes, eles davam aquele risinho invasivo. Então decidiu. Jogou o pó mágico sobre o guaxinim vermelho, que não fez nada, e assim fez com os demais em menos de um minuto, o pozinho cintilante voava e atracava na pelagem do rosto dos animais, e todos continuavam olhando Link com seus olhos fixos e sorriso, com o risinho misterioso. O loiro recuou um passo diante daquela cena comicamente macabra. E aí aconteceu. O guaxinim vermelho começou a puxar fôlego para espirrar, e depois o coelho, o castor, o esquilo e o texugo. Em segundos todos os animais estavam no que parecia uma espécie de competição de quem abria mais a bocarra e segurava o espirro. Link pegou a espada e o escudo, os animais ficariam zangados e partiriam para a agressão? Então era melhor ficar preparado, o jovem escondeu o rosto atrás do escudo e os observava por cima da boça metálica. E todos juntos numa reação em cadeia simultânea com poucos segundos de atrasos soltaram os espirros mais violentos que Link já vira em sua vida. Espirros barulhentos e molhados, e quando o fizeram, pareciam inchar e... e... explodir!

Link levantou o escudo para proteger os olhos, mas quando observou, não eram tripas e sangue, mas apenas a pelagem colorida dos animais voava, como se fossem bolhas de sabão recheadas de pelo, e no lugar dela o que sobrava era... homens! E quando olhou melhor, viram que eram os próprios homens da vila Mabe, e ali no meio, no lugar do guaxinim, Tarin em pessoa!

– Senhor Tarin! – Link guardou espada e escudo nas costas e correu para cumprimenta-lo.

– Oh, céus! Onde estou? Ah! Mas se não é o jovem Link em pessoa! Hahaha! Venha cá garoto! – E o velho como se fosse o próprio tio Hyrulian de Link, gargalhava alto, e puxou Link pelo braço esguio e o puxou contra o peito que parecia uma parede de largo e duro, e abraço-o com os dois braços fortes como tronco de árvore – É tão bom te ver, meu jovem. O que faz aqui?

– O que eu faço aqui? O que você faz aqui?! Você era um guaxinim vermelho gigante!

– E-eu? Oh, mas isso parece um sonho distante... Eu só me lembro de... de... oh céus... eu me lembro... eu e os rapazes viemos atrás das mulheres e crianças da vila. Mas os monstros eram muitos! Subestimamos eles, e eles nos expulsaram, nossa fúria não foi suficiente meu jovem, e então corremos para o interior da floresta. Eu estava com tanta fome, precisava manter as energias para enfrentar os monstros para voltar para a vila, então encontramos esses cogumelos. Não conseguíamos perceber se eram venenosos, então comemos, pois eles tinham um cheiro tão bom... comemos, e então cai num sono e... agora estamos aqui... – Enquanto o velho Tarin falava, seu tom de voz parecia preocupado e distante, como se mergulhasse em suas memórias distantes e nebulosas, contando pausadamente como se palavras fugissem de sua cabeça para encontra-las. Enquanto falava, afagava seu enorme bigode.

– Ah! E as mulheres?! – Gritou um dos homens da vila, alto e esguio com o rosto enrugado e a barba por fazer

– Oh sim! E os monstros?! Link, você conseguiu alguma coisa? – Gritou de volta Tarin

Link contou a sua aventura do dia anterior até a chegada ali.

– Entendo – Disse Tarin afagando seu farto bigode – ao menos você está bem, a bruxa Syrup então nos salvou também com esse pó mágico. Não saberia dizer quanto tempo ficaríamos encantados na floresta, talvez para sempre... jovem Link, então você vai atacar os Moblins no Pântano Goponga?! – Tarin cerrou os punhos.

– S-sim. Preciso resgatar as pessoas da vila ainda, prometi à Marin, não posso perdê-los!

– Bah! Marin tem o coração mole, jovem. Mas não podemos deixar você ir sozinho, não é mesmo pessoal?

Todos confirmaram entusiasticamente com punhos cerrados e olhos cheios de determinação

– P-pessoal, não posso deixar vocês se arriscarem, é muito perigoso!

– E para você também, jovem. Você pode ser o herói, mas nós também temos a nossa dignidade como homens da vila Mabe – Disse um outro homem, mais corpulento e baixo.

– Veja Link, você não pode fazer nada para nos mandar de volta. Prometemos não ser um empecilho pra você – disse Tarin olhando Link nos olhos com uma mão enorme em seu ombro.

– Certo. Vamos atacar juntos, pessoal.

– Sim, eu tenho um plano. Vamos fazer uma distração enquanto você entra, jovem. Bagunce com aqueles porcos! – Disse Tarin.



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