História Lei de Murphy - Capítulo 10


Escrita por: e Mia_Harris

Postado
Categorias Deadpool, Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers), Quarteto Fantástico
Personagens Anthony "Tony" Stark, Johnny Storm (Tocha Humana), Peter Parker (Homem-Aranha), Steve Rogers, Wade Willson (Deadpool)
Tags A Quarta Parede Caiu, Comedia, Deadpool É Louco, Irondad, Peter É Mais Louco Ainda, Spideypool, Spideyson, Spideytorch, Stony, Superfamily, Tentativa De Comedia, Triângulo Amoroso
Visualizações 373
Palavras 1.726
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OI SEUS LINDOS ❤
Estou passando correndo
Pq meu Deus
Eu tenho tanta coisa p escrever q to perdidinha
EJDHRFGRFGV ❤
E EU AINDA QUERO VER VOLTRON
PQ SAIU A SÉTIMA TEMPORADA
E EU SÓ VI 4 EPS
TO SURTANDOOOOOOOOOOOOO ❤❤❤

Boa leitura :3

Capítulo 10 - White não sabe de nada


— Eu sinto muito. — demorou mais cinco dias para Wade me dizer isso. Eu não estava esperando que ele mudasse de opinião, muito menos tão rápido. 

Eu estava acompanhado a entrega do novo tapete da casa pelo notebook, já que o lindo do meu namorado resolveu queimar o outro — eu sei que ele fez com boas intenções, mas eu também sou uma vadia sacana e vou provocá-lo por isso, porque amores, eu não presto nem um pouco, e ele sabe disso e me ama mesmo assim —, quando a voz de Wade ressoou, me tirando do transe.

Sentado ao seu lado no sofá, enquanto na televisão passava um filme de terror meio ruim, só arqueei uma sobrancelha, colocando um quadradinho de chocolate na boca, sem fazer questão de desviar meu olhar para sua reta.

— Não mudou de ideia muito rápido? — indaguei, colocando outro quadradinho na boca. Chocolate é um vício. É por isso que eu tento não comer muito, porque sei que quando começar, não vou parar tão cedo. 

— Não se questiona a mente de um louco. — me respondeu, soltando um suspiro.  

— Ah, eu sei. Eu só não entendi nada do que aconteceu, Wade. — virei meus olhos em sua direção, mostrando um pouco de mágoa e vendo seus olhos azuis brilharem em dor. 

— Estava te julgando pelas ações dos seus pais. — respondeu, erguendo o olhar para um dos retratos que havia na sala. Eu, Tony e Steve. Era um bom retrato de tamanho mediano que eu nunca entendi como Wade não reparou antes — mas como ele disse, não se questiona a mente de um louco. 

— Isso acontece o tempo todo. — meu chocolate está acabando e eu quero outro. Conversas desse tipo me deixam ansioso e o melhor remédio para mim, são doces. — Não, eu não vou me formar em engenharia. E eu prefiro a Oscorp as Indústrias Stark. Eu também não vou ser o novo Ironman. — essas eram sempre as respostas para a maioria das perguntas mais frequentes que me faziam, ou quando eu tinha que contrariar a falsa imagem que a mídia fez de mim. 

— Eu não te dei o benefício da dúvida. — disse. E era bom saber que ele estava entendendo um pouco do porque estava tão magoado. 

— As pessoas acham que me conhecem pelos meus pais. — suspirei. — Eu não vou ser a sombra deles, não tenho planos de ser um segundo Tony Stark ou um Steve Rogers. E meus pais sabem disso e me respeitam. — era muito bom ter apoio deles para isso. Papai nunca quis que eu fizesse o que não queria; ele me deu a liberdade de escolher meu próprio futuro. Menos com Spiderman. Aí ele surtou um pouco e Steve teve que convencê-lo que me ajudar era melhor do que me reprimir. 

Tenho certeza que os gemidos daquela noite foram por isso. E prefiro acreditar que eles estavam discutindo em uma língua diferente do que simplesmente do que... bem, vocês sabem. Aquelas coisas que seus pais não fizeram, porque a cegonha trouxe vocês, porque pais são assexuais. Obrigado! 

— Os Vingadores uma vez me procuraram, sabe? — disse após alguns segundos de silêncio. Eu neguei com a cabeça, porque eu nunca sabia muita coisa sobre os Vingadores, já não queria ser um. Na verdade, eu sabia dessa história, mas tão superficialmente, que nem valia a pena confirmar. — Eles queriam falar que eu tinha poderes que poderiam ser bons para ajudar o mundo, além de sair matando e fazendo justiça com as próprias mãos. Falaram de responsabilidade. 

Discursos de responsabilidade é a cara de pops. Até imagino papai revirando os olhos para os discursos de horas do Captain America sobre como os seres humanos podem evoluir e serem pessoas melhores. Mas eu vou admitir uma coisa pra vocês também: sou igualzinho ao pops nesse sentido. 

— Aposto que Steve fez um discurso enorme. — sorri, lembrando-se dele e sentindo a saudade aumentar em meu peito. 

— Eu não sei, na verdade. Eu dormi em algum ponto. — eu não consegui me impedir de gargalhar, a maioria das pessoas fazia isso na verdade, tenho quase certeza que até FRIDAY se desliga nesses momentos. Papai descobriu uma técnica suprema de calá-lo beijando-o. Era uma das poucas vezes que eu não reclamava de ver aquilo. — E quando me perguntaram se eu queria me juntar a eles, neguei. Eles não pareciam muito satisfeitos. — desviou o olhar. 

— Um mercenário imortal que saí matando pessoas na cidade que você deveria proteger? Eu nem imagino porque eles tavam assim. — zombei, fazendo questão de derramar sarcasmo em cada uma das minhas palavras. Me senti um pouco cruel depois.

— Deadpool não é bem-vindo em muitos lugares. — normalmente, eu imagino que ele falaria em tom de brincadeira, mas agora, as palavras eram amargas e repletas de uma dor velada. 

— Wade, eu não quis dizer assim... — tentei me justificar, sendo interrompido por um riso seco. 

— Tá tudo bem, baby boy. — não tenho ideia se ele havia percebido o uso do apelido. Mas eu percebi, e quase sorri. Johnny diz que eu perdoo as pessoas muito fácil. Dadivas de uma ingenuidade preservada nesse sentido, que às vezes não me fazia muito bem. — As coisas costumam ficar agressivas quando eu estou por perto. 

— Eu não tenho dúvidas. — eu tinha noção de como tudo com Deadpool podia se tornar cheios de explosões e tiros. — Mas por que está dizendo isso? 

— Os Vingadores não foram exatamente convidativos depois que eu os recusei. Eles me perseguiram e tudo virou um campo de batalha. — franzi o cenho, aquilo não era muito do feitio dos meus pais e tios. 

— Perseguiram?

— Depois que eu tentei fugir, porque eu não sabia o que eles iriam fazer comigo, eles vieram atrás de mim e eventualmente tudo se tornou uma confusão. — provavelmente tudo deve ter se tornado uma série de maus entendidos, onde o Wade se tornara hostil e atacara pra tentar fugir e papai perdia a paciência e atacava de volta. 

Aparentemente, todo mundo meu redor é um bando de esquentadinhos. 

— Eles só queriam te ajudar, tentar fazer você virar um herói. — defendi-os. Eram minha família, e eu sei que eles não agiram de forma ruim. Bem, na maior parte do tempo, ao menos. 

— E como você sabe? — indagou meio áspero. 

— Talvez por que eu more com eles desde sempre? — arqueei uma sobrancelha. Vi o brilho hostil de seus olhos morrer aos poucos. 

— White diz que eu não deveria confiar em vocês. Que os Vingadores me prenderiam e me usariam como objeto de tortura e que você está ajudando eles. — disse em um pequeno fio de voz e eu não pude deixar de ficar meio mal com isso. 

— White é uma das vozes da sua cabeça, certo? — perguntei, só para ter absoluta certeza, apesar de todas as minhas suspeitas. 

— Sim. — franziu o cenho. — Como você sabe?

— Sua página Wikipédia. E você fica conversando com elas quando acha que eu não tô ouvindo. Eu tento não prestar muita atenção, mas às vezes só vai. — disse em um tom de desculpas, não queria invadir a privacidade de ninguém. 

— Você consegue me ouvir? — perguntou surpreso, com um misto de vergonha. Nunca imaginei Deadpool com vergonha; era meio bonitinho, na verdade. 

— Consigo. — ele desviou o olhar com minha afirmação. Suspirei. — Esse não é o ponto, Wade. White é hostil e não parecer querer que você interaja com as outras pessoas. É ela que te faz ficar agressivo com todos? — perguntei, em legitima curiosidade. 

— Ela é uma pessimista. Diz que todo mundo vai me machucar... — podia ver a dor brilhando em seus olhos azuis, me senti surpreendente mal em tão poucas palavras. 

— White não sabe de nada, Wade. — me abaixei, quase deitando no sofá e ficando na direção de seus olhos. — Essas vozes, elas são negativas. Você tem que decidir as coisas por si mesmo, não por elas. — digo, tentando passar confiança. Devo dizer que eu parecia um professor tentando falar com uma criança pequena, mas sinto que terei que ser assim com Wade às vezes. Em alguns momentos, ele é infantil, sem nem mesmo perceber ou querer. 

— Como você sabe? — não pude deixá-lo de comparar novamente a uma criancinha que perguntava aos seus pais se não havia monstros em seu armário. Eu já fui essa criança. 

— Por que quando os Vingadores perceberam que não podiam te ajudar, eles pediram ao Spiderman. — mais ou menos. 

Eu quem pedi a eles quando descobri que as coisas não haviam dado muito certo com Deadpool, eu não sabia de toda a história, mas assim como o resto do time, eu queria tentar ajudá-lo. Demorei muito tempo para convencer papai de me deixar chegar perto do mercenário. 

Valeu apena. Wade parecia mais estável com a presença de quem considerava amigo — no caso, euzinho, ou melhor, meu alter-ego. 

— Eles realmente queriam me ajudar? — era triste ver o quão confuso ele ficava com essa mera possibilidade de receber a gentileza de outro humano. 

— Sim. Eles queriam, Wade. — sorri complacente em sua direção. 

— Ninguém nunca é gentil. — respondeu, parecendo perdido. 

— As pessoas podem ser gentis, sim. O problema é que White te faz afastá-las antes de você poder conhecer isso. — e eu estava disposto a mudar essa realidade que White o fazia seguir. 

— White diz que eu deveria fugir agora de você. Yellow diz que eu deveria apertar sua bunda. — gargalhei alto, tinha a leve impressão de que gostaria de Yellow mais do que da White.

— White não sabe de nada. — voltei a repetir. — Ela tem medo de descobrir que ela só foge por puro medo, porque há sim gentileza na humanidade. — olhei profundamente em seus olhos azuis, tentando ao máximo transmitir bons pensamentos. Ficamos em silêncio por alguns segundos. — E você não tem uma mão para apertar minha bunda, Wade. — brinquei, sorrindo. 

— Pera, pera, pera. — dizia eufórico, abrindo um enorme sorriso em seu rosto. — Isso quer dizer que eu posso apertar sua bunda quando recuperar meu corpo?! — seus olhos azuis brilhavam mais do que de uma criança que acabou de ganhar o brinquedo tão esperado no natal. Ri um pouco. 

— Se você quiser que Johnny te mate... — pisquei, brincando. 

— Isso ainda não foi uma negativa! — deu gritinhos animados. — E eu também não posso morrer! O que quer dizer que eu super vou apertar sua bunda quando recuperar meu corpo! 

Eu não duvido que o louco realmente faria aquilo, mas sinceramente, tudo o que eu pude fazer foi rir. 

Wade era como uma injeção de bom humor — exceto quando não era. 


Notas Finais


Espero q tenham gostado!
Amo vcs todinhos ❤
E espero coments e favs hein u.u
Tem umas pessoinha sumidinhas e eu estou s sdds ;u;
Eu sou um serzinho carente ;3;
EDGYRGFRYGFR ❤

Kissus amores ❤
Já'né


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