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História Lei do amor - Capítulo 16


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Capítulo 16 - Vida nova


Acordei e Peter já não estava no quarto,catei minhas roupas e coloquei. Fui até a cozinha e o vi sem camisa apenas com um short samba canção fazendo panquecas. 

- Pensei que não estivesse mais aqui...— falei com a mão no braço esquerdo. 

- Eu desmarquei minhas reuniões da manhã.— ele falou e me deu um selinho.— E eu nunca te deixaria sozinha,ainda mais que eu tenho um pedido pra fazer pra você.

- Que pedido? 

- Katherine Cover... — ele pegou o buquê e se ajoelhou.— Vamos ao nosso primeiro encontro juntos? — ri. 

- você é tão bobo.— revirei os olhos com um sorriso largo no rosto.

- Se puder responder rápido por que minhas pernas estão doendo de tanto comer você de madrugada.— ele disse e eu dei um tapa no braço dele.

- Aí... Não sei não... Acho que vou te deixar aí de castigo.— fiz uma cara de pensativa.

- Sem essa,Cover.— ele falou e logo bufou. Eu ri.

- Eu aceito.— o empurrei o fazendo cair no chão. E ele me pegou no colo.

- Você tá muito abusadinha,Cover.— ele sugou meus lábios me dando um beijo.

Tomei o café da manhã com ele e fui direto pra casa. Tinha algo que eu queria fazer e era pedir minha carta de afastamento. Eu queria um tempo pra pensar sobre minha vida. Queria fazer algo novo na minha vida. 

- O que tá fazendo? — Safira apareceu.

- Pedindo minha carta de alforria.— falei sem tirar a cara do computador.

Ela não perguntou mais nada apenas voltou pra cozinha. Após enviar o email pro escritório me jogo no sofá e fico lá vendo uma programação qualquer na tv.

- Você pediu afastamento do trabalho? — meu pai chegou batendo a porta.

- Sim.— respondi.

- O que tá acontecendo com você,Katherine? A já sei só por que seu namoradinho bandido saiu da cadeia? Você não tá vendo que ele tá usando? — ele foi ríspido.

- Namoradinho bandido? — Safi perguntou. 

- Não está sabendo? Sua filha virou marmitinha de marginal. — ele falou e continuamos nos encarando. 

- VOCÊ ESTÁ SENDO UM BABACA! E QUE JÁ ERA DE SE ESPERAR! — gritei com raiva.— Você simplesmente acha que tem que ter razão em tudo,mas não tem. Você sabe que o Peter não é marginal,ele fez por legitima defesa. E ele já cumpriu a pena dele,tanto que está solto. 

- Eu não quero você com esse garoto! — ele falou sério. 

- Eu vou ficar com quem eu quiser! — falei séria.

- ENQUANTO VOCÊ ESTIVER NA MINHA CASA VOCÊ TEM QUE ME RESPEITAR,EU QUE MANDO AQUI! — ele gritou e eu corri pro meu quarto.

Já chega de ficar aturando as graças do meu pai! Ele estava entediante e sempre fazendo uma gracinha se eu quisesse que minha vida mudasse eu tinha que fazer com que valesse a pena. Peguei uma caixa que eu juntava uns dinheiro,uma mochila e joguei algumas peças de roupas e meus cartões. 

- Katherine... eu me precipitei,e...— ele tentou se justificar.

- NESSA CASA EU NÃO FICO MAIS UM SEGUNDO! VOCÊ FOI GROSSO E IGNORANTE! VOCÊ QUER MANDAR ENQUANTO EU ESTIVER NA SUA CASA NÃO É? POIS BEM. EU CAIO FORA! — coloquei a mochila nas costas e sai trombando ele. 

- Kat...— Safira segurou meu braço.

- Prometo que te ligo.— falei e me soltei das mãos delas. Meu pai me olhou sério e eu revidei o olhar e sai batendo a porta com força.

Peguei meu carro e cantei pneu. Eu não tinha ideia pra onde eu iria então apenas estacionei e sentei em uma pracinha que havia ali perto. Fiquei olhando as crianças correndo e brincando. 

" - olha papai. — falei eu juvenil, apenas com cinco anos. Peguei o aviãozinho e atirei em cima dele fazendo acertar seu olho.

- Aí! — ele reclamou. E eu corri pra ajudá-lo. 

- Papai,desculpa...por favor,não morre.— falei e ele riu.

- Tudo bem,querida. Eu não vou morrer. — ele acariciou meu rosto.— eu nunca te deixarei,eu te amo. " 

Limpo as lágrimas que escorreram pelo meu rosto. 

- Você tá bem? — perguntou um menininho,ele tinha os cabelos loirinhos e aparentava ter seis anos. 

- Sim. — sorrio. 

- Alguém sequestrou você? — ele olhou aos redores.

- Não,por que? 

- você está chorando.— ele disse. E eu ri.

- Não. Eu tô bem! — acariciei seu rostinho.

- Brian,para de encomodar a moça! — disse uma mulher loira. E segurou o braço da criança.— desculpe, ele é assim mesmo incoveniente.

- Tudo bem.— sorri.— ele é muito agradável.— apertei a bochecha dele.

- Mais uma vez,me desculpe.— ela falou.

- Tchau titia.— ele acenou enquanto a mulher o puxava.



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