História Lei do Amor (Imagine Park Jimin) - Capítulo 57


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Chen, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys, Bts, Chimchim, Hetero, Jimin, Park Jimin, Plágio É Crime, Policial, Você
Visualizações 257
Palavras 1.286
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estamos chegando ao fim! Sim, em breve nossa queria Lei do Amor chegará ao seu devido fim. Dou apenas um capítulo para isso, no próximo capítulo será o nascimento da Lia juntamente com a formatura do Jimin e se der ainda coloco o aniversário de quinze da Carol, mas tudo isso na ordem certa.

Boa leitura 📖! 👮🚔❤️

Capítulo 57 - Bônus VI


Fanfic / Fanfiction Lei do Amor (Imagine Park Jimin) - Capítulo 57 - Bônus VI

[19:00] Quinta-feira – Intervalo.

Estava na hora do intervalo e por eu ter dito que comi um pedaço de pizza da última vez a (S/n), ela me forçou a trazer um lanche pronto de casa.

Não reclamei afinal ela fez tudo com o maior carinho, sem contar a parte que eu amo os lanches da minha jagiya, e assim poupo grande parte do meu tempo evitando as filas da lanchonete tendo mais tempo para estudar e me preparar para as provas que se aproximam; apesar do turno da noite ter menos aluno o refeitório costuma a ficar cheio.

– Iea grande Jimin! – Jhonny disse se sentando ao meu lado. – Sabendo das novidades?

– Novidades? – Franzi o cenho enquanto dava uma mordida no meu sanduíche natural.

– É? Não ficou sabendo? O campus todo ‘tá sabendo. E achei que sabia já que o assunto é você.

– Eu?! – O olhei espantado.

– Sim.

– E o que estão falando de mim dessa vez?

– Mano não percebeu? Todas as meninas que praticamente suspiravam de amor por você se afastaram.

– Eu percebi isso sim, o que estão falando? Que eu tenho aids? – Rir debochando. 

– Antes fosse isso, estão espalhando rumos de que você é gay, irmão. – Rir.

– Que? Sério? – Continuei rindo. – Quem foi que espalhou esse rumor? 

– Quem você acha? Mi-Cha. Ela disse para todos da classe e esses rumores que estavam só na sala se espalharam por todo o campus, ‘tá todo mundo sabendo, literalmente.

– Pois que fique assim, não me importo, bom que elas ficam longe.

– Mas em compensação os garotos vão dar em cima de você sem falar que vão te zoar.

– Bom... Eu não ligo, não passa de uma mentira de uma garotinha mal amada e mimada que acha que pode ter tudo e todos quando quer e bem entende.

Isso foi um alívio para mim, quando voltei para a sala ouvir algumas alunas cochichando coisa do tipo “que desperdício”, “nesses momentos eu gostaria de ser um garoto”, esses tipos de comentário me faziam rir.

O professor entrou na sala e tudo ocorreu devidamente como sempre, ao término das aulas fui para casa e encontrei a jagiya e a Carol dormindo sobre um colchão na sala.

Desliguei a televisão e levei as vasilhas com coisas que ela haviam comido para a cozinha, depois voltei tirei meus sapatos e me deitei ao lado delas.

(...)

– Então ela disse isso para todo mundo? – Assenti e ela riu.

– Nossa que ridícula, era mais fácil a omma ter dado um tiro nela.

– Fiquei com medo de que ela usasse uma das pistolas semi automáticas que tem aqui em casa.

– Estão me chamando de descontrolada? – Rimos. – Eu não faria isso, ‘tá talvez eu faria sim, mas não é tão ruim levar um tiro, aí... – Murmurou passando a mão na barriga.

– Tudo bem omma?

– Sim, é só uma pequena contração, nada de mais. 

– Essas contrações tem ficado mais frequentes não acha?

– Sim, deve ser porque faltam poucos meses. 

– É... Deve ser.

Pont Of View (S/n). 

33 semanas (8 meses).

Faltava apenas mais um mês para o nascimento da Lia, eu estava uma pilha de nervos, apesar de não ser mãe de primeira viagem eu vou está sentido as dores do parto pela primeira vez.

Bom digo que não sou mãe de primeira viagem só na prática que se refere a cuidar de um bebê, mas na prática que se refere carregar, gerar e dar a luz a uma criança eu sou sim uma mãe de primeira viagem.

Arrumando a sala pela bagunça deixada por mim notei que o livro do Jimin ficou sobre a mesa, para falar a verdade era o álbum de um trabalho recente que ele fez com o Jhonny.

– Aish... Esse trabalho é para hoje. Carol? Filha vem cá.

– Oi omma? – Disse descendo as escadas.

– Meu amor seu appa esqueceu o trabalho em casa, vamos comigo entregar para ele? 

– Pode ser... Mas omma não pode dirigir a moto, é perigoso.

– Eu sei, por isso vamos de táxi, está cedo podemos passar na casa da sua avó depois.

– Ok, vou só por uma roupa mais adequada e pegar um casaco. – Subiu novamente e foi para seu quarto, caminhei até o banheiro do andar debaixo e arrumei meus cabelos.

Quando a pequena desceu chamou um táxi por aplicativo e fomos até a universidade que ficava a alguns minutos de nossa casa, chegando lá desci e paguei o motorista, alguns olhares curiosos chegaram até mim por conta da barriga.

Adentramos no local e fomos até o prédio principal a fins de procurar saber algo do Jimin. 

– Oi, com licença. – Digo a dois meninos que conversavam. – Estamos procurando por Park Jimin, sabe onde podemos encontra-lo?

– Ah o Park? Sei sim, ele está na biblioteca, eu levo vocês lá. – Sorriu gentilmente.

– Obrigada. – Começamos a seguir os garotos que iam um pouco a nossa frente até chegamos em um pequeno prédio bem no centro do campus se não estou errada. – Obrigada por nós trazerem aqui.

– De nada. – Sorriram e saíram, entramos no local que estava quentinho, andei em direção a bibliotecária que estava arrumando alguns papéis no balcão.

– Olá boa noite, como posso ajudar as senhoritas? – Falou baixo para não atrapalhar os demais alunos.

– Boa noite, estou procurando pelo meu marido, Park Jimin, ele esqueceu isso em casa e... – Imitei o tom de voz dela até ser interrompida.

– Espera? Park Jimin? Seu marido? – Uma garota, que surgiu do além, disse.

– Bom se você estiver falando do Park Jimin com um e setenta e cinco de altura e cabelos pretos, sim é o meu marido.

– Impossível, ele é gay.

– Não. – Rir. – Meio impossível ele ser gay e eu está grávida de oito meses.

– Sinto muito lhe informar, mas seu marido te trai.

– Não, sinto lhe informar, mas quem foi enganada foi você. Aposto que quem te disse foi uma garota chamada Mi-Cha, estou certa? – Ela assentiu e eu rir negando, sabia que ela não iria deixar barato. – Entendi, faz sentido, cobiça um o homem casados alheio, todavia, por não consegui o que quer fica com raiva e para se vingar dele sai falando para todo o campus que ele é gay. Posso afirmar com toda certeza, Park Jimin, definitivamente, não é gay. – Sorrir. – Como eu ia dizendo, sabe onde posso encontrar ele?

– Sei sim, Jimin fica nas cabines de estudo ali no canto. – Apontou. – Pode ir lá, ele está com o Jhonny somente.

– Obrigada. – Sorrir brevemente.

– De nada, parabéns pelo bebê. – Sorrir novamente e fui andando até aonde ela havia apontado, assim que cheguei bati na porta de correr e a empurrei para o lado.

– Jagiya? O que faz aqui? – Deu um pulo de seu acento vindo até mim. – Algo com o bebê?

– Não, vim entregar isso para o senhor esquecido. – Dei o álbum para ele.

– Putz, Jimin! Íamos ficar sem nota! – Reclamou Jhonny. – Obrigada (S/n), você é minha heroína.

– Ah... – Coçou a nuca. – Eu me esqueci completamente. – Verificou. – É são as nossas obras de arte. – Sorriu.

– Jimin ainda não me mostrou o que é. – Digo curiosa.

– Quando o professor me der uma nota boa por esse trabalho eu lhe mostrarei. Vou chamar um...

– Não precisa appa, eu pedi para o vovô vir nos buscar.

– Então, vou com vocês até a saída. – Entregou o álbum para o Jhonny.

– Até mais (S/n), Carol e Lia. – Falou acenando.

– Até mais. – Falamos em uníssono. Jimin nos guiou até a saída e ficou aguardando meu pai chegar.

– Nunca mais saía de casa me ouviu bem? Não devia ter feito tanto esforço, e se machucar a Lia? Não quero perder vocês duas jamais e... – Calei ele com um selinho. – Jagiya não me desconcentre! 

– Jimin nossa filha está ótima! O que quer fazer no seu aniversário? Já descidiu?

– Ainda não. – Meu pai buzinou ao chegar. – Vão lá, passo mais tarde na casa dos seus pais para lhe pegar.

– Tudo bem.


Notas Finais


Desculpa os erros!


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