História L'élu du diable - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Personagens Originais, Sehun
Tags Baekhyun, Exo, Horror, Sebaek, Sehun, Terror
Visualizações 22
Palavras 485
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Mistério, Misticismo, Orange, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Essa é a minha primeira fanfic aqui que contém uma história realmente em si e eu estou nervosa com isso hahaha.
Espero realmente que gostem, eu não dei aquela revisada maravilhosa, então perdoem qualquer erro ortográfico.

Boa leitura!

Capítulo 1 - 001;


????.10.30

 

  BaekHyun andava pelas ruas decoradas distraído, usava uma roupa totalmente branca, na qual soava irônico ao meio de tantos que vestiam suas respectivas fantasias monstruosas, na qual reinava a principal. A roupa vermelha, os chifres grandes e as lentes de contato extremamente escandalosas, poucos eram os que realmente estavam a caráter. Nos quais BaekHyun não enxergava por estar em estado crítico, em efeito de bebidas que nem ao menos saberia identificar a cor. "Pobre coitado, bebeu tanto", era o que pensaria de si mesmo naquele momento. 

 

 Entrara em um beco vazio, escuro e silencioso. Precisou ter a certeza de que estava realmente pisando naquele lugar, dando de ombros pelo efeito estúpido da bebida. Julgaria a si mesmo naquele momento por ter tomado uma iniciativa tão precipitada. Ter entrado em um beco não confiável em meio ao excesso de ruas conhecidas que lhe levariam pra casa. Mas seguiu o caminho, tremendo por frio e medo.

 Andava em passos lentos, quase cegos enquanto aos poucos via os olhares tortos sobre si, fantasias exuberantemente ridículas. Causava em si um enjôo, nunca gostara de festas assim por acreditar que demônios passeavam ali, ao meio dos inocentes. No qual ele nunca fora, por ser uma criança rebelde, no qual seus pais apelidavam de "O escolhido pelo diabo".Talvez ele fosse um mesmo. 

 

 Sua vista se tornara mais clara ao ver uma estatura alta, com vestimentas pretas e longas asas pretas. Sua curiosidade falava mais alto do que o corpo, era quase impossível se mexer enquanto o outro se aproximava de forma felina, como um caçador procurando sua nova presa. 

Olhos claros, fios pretos e uma boca extremamente atraente. BaekHyun se via perdido, bastara pouco para que desmaiasse ali. Coisa que fizera, mas com motivo. Esse no qual tinha nome e sobrenome, esse no qual era o seu escolhido. Seu novo dono.

 

               (...) 

 

Passaram-se horas, longas horas até o garoto acordar. Seu corpo delicado era coberto por uma grande manta vermelha, mas apenas aquilo lhe era confortável, suas mãos amarradas em cordas impossível de manusear e suas pernas em o que julgou ser uma espécie de chicote. Se amaldiçoara seis vezes por não lembrar nada da noite passada, sentia dor nas costas e na região interna de sua coxas. Maldito, nunca mais sairia de casa. 

 

Frustado, clamou a quem lhe escutasse para que soltasse-o com algumas poucas ameaças e com o barulho excessivamente irritante do chicote. Fizera entrar ao quarto o mesmo da noite anterior, com roupas escuras e asas fechadas, cumprimentou-lhe rude e sentou-se ao seu lado, deslizado assim os dedos esguios sobre o corpo coberto por um fino tecido transparente, no qual BaekHyun julgou ser uma bata. 

 

" Mas..Quem és tu, menino?" Pronunciou o mais vulnerável, tremia perante as mãos do outro sobre seu corpo, sentia-se possuído em suas carícias. Essas nas quais desciam sobre seu corpo, causando-lhe arrepios. 

 

" Meu nome não vai lhe importar agora, menino escolhido."

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Irá ter continuação ainda hoje! Então nem se preocupem.
Comentem se gostaram e no próximo capítulo colocarei os meios nos quais podem falar comigo.


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