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História Lembre-se - Capítulo 3


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Notas do Autor


Em tempos de coronavírus, o melhor a se fazer é permanecer em casa e ler uma fanfic.

OLÁ! Sei que sumi, mas foi porque estive ocupada com algumas coisas. Tenho outra história para atualizar e confesso que estou tendo dificuldade para escrever. Ainda assim, foi feito de coração e espero que gostem.

Capítulo 3 - Olhos... Uma janela para o passado?


Fanfic / Fanfiction Lembre-se - Capítulo 3 - Olhos... Uma janela para o passado?

Ela caminhava com tranquilidade pelo jardim do castelo, a barra longa do vestido arrastava o chão varrendo as pequenas pedras, seus miúdos pés a levavam para ele, que de costas observava o nada. Pelo pouco tempo em que permaneceu no castelo de vossa majestade, percebeu que ser silencioso era uma característica marcante da personalidade dele. Com cautela sentou ao lado dele e notou que o mesmo segurava uma flor do campo, ele a olhou e ambos sorriram como se fossem cúmplice de uma travessura. Ao tornar fitar o nada, ela permaneceu lhe observando e notara que algo o incomodava, queria lhe perguntar, mas tinha medo de se intrometer em algo que não era de sua alçada. O véu pendurado em seu capelo balançava com remanso a mando de uma brisa suave, suas costas doíam de manter a postura ereta de forma exagerada como sua mãe exigia, então relaxou suspirando. Novamente ele a olhou e ela retribuíra com um pequeno sorriso envergonhado, pois o movimento dela fez com que seus cotovelos se encontrassem. O silêncio tomou conta do ambiente de forma agradável e permaneceram ali com seus braços se tocando.

Algo lhe aflige? – a voz rouca e grave penetrou em seus ouvidos de forma a lhe causar arrepios. Novamente ela suspirou.

Vosso irmão não me deseja meu príncipe, e não sei se isso me deixa agradecida ou ofendida. – algo íntimo assim não deveria ser exposto a um homem, somente se ele fosse um padre, assim ele poderia confundir a confissão dela como algo depravado, como se ela ansiasse por um despudor. Ele sorriu enquanto examinava os olhos baixos e envergonhados da mesma.

E por que isso lhe ofenderia, Sakura? – ela olhou seus olhos negros que aguardavam uma resposta.

Não tenha-me por ingênua, meu príncipe! Conheço a vida libertina que vosso irmão leva, ele comete indecência com qualquer moça do reino e tenho eu tudo que elas têm, ainda assim sinto que falta em mim algo. – atento ele virou-se para encará-la melhor, os lábios rosados estavam trêmulos e a face numa vermelhidão completa. –Beleza, atrativos! Sou como uma aberração! Tive de implorar para vossa mãe, a rainha, para que me deixasse casar com vosso irmão! Pois nenhum outro homem me quis. – a voz falhou e uma lágrima vazou das esmeraldas verdes. A mão fria tocou o fino queixo e em seguida enxugou-lhe da face o pranto, seus dedos permaneceram ali afagando a maçã vermelha de seu rosto. Ela o olhou de forma diferente, talvez com encanto.

Tomo-lhe por tola sim, Sakura. – as sobrancelhas rosadas franziram mostrando descontentamento e confusão. –Pois estais dizendo sandices. És a criatura mais bela que já vi. – como poderia ser descrito o que sentiu no seu aflito coração? Os batimentos tremularam, causando-lhe arrepios na barriga. Ele a penetrou com o olhar e pode-se dizer que o mesmo também ficou confuso sobre o que se passara ali, disfarçou sorrindo pequeno, não esboçou a emoção que sentira fez como se fosse um simples ato casual de um bom amigo, no entanto ainda queria dizer-lhe mais.

Diga-me, estais abalada assim por que o ama? – a pergunta lhe assustou de modo que ela colocou em pé, em seguida ele levantou com calma. Achava graciosa a forma que Sakura demonstrava o que sentia.

Desculpe, majestade. Não ofenda-se e nem conte a ninguém, pois não irei mentir para vós. – ela preocupava-se demasiado com o que ele poderia fazer a sua reputação, entretanto o mesmo não se importava com decoros exagerados, apreciava muito mais a sinceridade. –Eu não amo vosso irmão. – esperava essa resposta sair dos lábios dela, isso não fora o suficiente ele ainda queria saber de uma coisa mais. –Apenas sinto-me insegura, pois um homem que deseja à todas não deseja a mim.

Então não desejas meu irmão? – ela o olhou intensamente e isso o fez ficar nervoso com a espera da resposta, ansiava que ela abrisse seus pequenos lábios e o dissesse.

Não, não desejo vosso irmão, majestade. – estranhamente isso o aliviou.

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Ao abrir os olhos mirou com estranheza o ambiente no qual se encontrava, grandes janelas externizavam os prédios e mostrava-lhe que o sol havia nascido. Seu corpo estava deitado em algo macio e confortável, estava enrolada em lençóis perfumados que contrapunham com o cheiro desagradável do seu corpo, e importou-se mais com o fato de sujar as limpas cobertas, do que acordar em um lugar completamente estranho. Sakura, fora assim que aquele homem a chamou talvez o rosto dele e o nome eram as únicas coisas familiares desde que acordou, e mesmo com medo teve imensa vontade de encontrá-lo. Assim abriu as portas da casa, e esperando encontrar uma saída, encontrou roupas perfeitamente colocadas em seu lugar, buscou por outra porta e o ambiente era diferente, mas ali era o banheiro. E quando finalmente encontrou a porta certa, seguiu o som das vozes.

–Como isso é possível? – uma voz feminina repleta de preocupação ecoou.

–Não sei! Não sei nem se é realmente ela, faz tantos anos que não lembro bem como era o rosto dela.

–Tudo é possível! Olha pra você! Jovem para sempre. Sasuske eu… – Sasuske era outro nome que poderia ser familiar, sim já ouvira isso em outra época. Uma época bem distante da qual se encontrava no momento, e escutar tal nome já fizera com que seu coração acelerasse. Ela saiu de onde se escondia e revelou-se para ambos, que a olharam surpresos. A mulher ruiva estava ansiosa e o homem espantado. Ele tentou andar em sua direção, mas ela afastou-se.

–Como estou aqui? – perguntou um pouco relutante, Sasuske sentia também familiaridade com a voz dela, porém ainda era difícil dizer se era dessa forma que lhe recordava do timbre da garota.

–Você desmaiou e eu te trouxe para a minha casa.

–Não é disso que me refiro! – exaltou-se um pouco, as pequenas mãos sujas começaram a tremer. –Se realmente me conheces, sabes que eu não era para estar aqui, assim como você. – então era ela, era sua Sakura há muito tempo adormecida na morte, e por mais que tivesse experiência com o sobrenatural, ainda achava inimaginável ser sua Sakura. Ela estava tão ferida, lábios rachados e machucados, hematomas espalhados pela pele alva, os longos e rosados cabelos emaranhados. Queria cuidar dela e doía imaginar o que ela passou vivendo nas ruas.

–Bem… Quanto a mim eu tenho uma explicação, mesmo que seja algo bem improvável.

–Improvável? – ela riu irônica. –Acho que consigo acreditar.

–Por que você não se arruma primeiro? – a mulher ruiva sugeriu pouco segura de si. –Posso te ajudar a conhecer a casa.

–Pelo modo que ofereceu sua ajuda, acredito que saiba o que está acontecendo aqui. – Karin assentiu. –Agradeço, mas não sei se posso me dar o luxo de confiar em alguém. – Sasuske sentiu o medo presente na rosada, o peito dele doeu ao vê-la em como a mesma se tornou desconfiada e talvez fria.

–Quero que fique confortável, Sakura. – ela olhou para ele novamente, não recordava plenamente desse nome, contudo quando Sasuske o pronunciava ela sentia como se pudesse pertencer à ela, como se ele a conhecesse de tantas maneiras.

–Passei um ano sem ter miníma ideia de como me chamo. – externou mais para si através de um sussurro. Karin observou o quão mexido com a situação ele estava, e odiou-se por sentir ciúmes em um momento tão difícil para ele.

–Deixe-nos te ajudar, é apenas um banho e uma troca de roupas. Aposto que você está louca para se sentir limpa… Sem querer ofender. – a simpatia desajeitada da ruiva causou um breve sorriso nos lábios dela e por um momento cogitou ser cuidada. Ela concordou e seguiu Karin pelo banheiro.

A ruiva ligou o registro da banheira, fazendo a água quente jorrar com força ela também preencheu o líquido com a espuma e logo o cheiro de limpeza tomou conta do ambiente. Pediu para Sakura retirar suas roupas e depositá-las no cesto e acanhada a mesma fez o que fora pedido. Karin não quis perguntar nada, mas espantou-se com os nódulos roxos nas costas, estava tão magra que parecia que suas costelas perfurariam sua pele pálida, podia ver com detalhe os ossos de sua coluna. Sakura estremeceu ao sentir o contato da água quente contra seu pé esquerdo, entrou lentamente na banheira enquanto cobria os pequenos seios, e ao estar totalmente submersa relaxou. Era tão bom estar ali. Karin molhou com cuidado os longos cabelos rosados e suavemente lavou o couro cabeludo dela.

–Vou deixar você se lavar, ficar mais a vontade. – a rosada sorriu e agradeceu o gesto carinhoso que a mulher tivera com ela.

Ao terminar de se lavar encobriu sua nudez com o roupão deixando ali, havia um cheiro masculino presente na peça e instintivamente ela o aspirou jurou ter um lapso antigo de memória, onde acordava ao lado de Sasuske, ele sorria acariciando as costas nuas dela fora tão real que sentiu o calor imaginário deixar rastros em sua pele. A pontada latente em seu ventre lhe deixou constrangida, como pudera sentir-se assim em uma situação tão assombrosa! O que fazia deitada com ele? Como iria encará-lo depois de lembrar de algo assim? Karin retornou após notar sua demora, elas foram até o quarto onde Sakura acordou mais cedo, lá a ruiva espalhou produtos em seus cabelos e os escovou. A sensação lembrou-lhe do sonho em que era mais nova e sentiu um afeto maternal sair da desconhecida.

–Posso cortar um pouco das pontas do seu cabelo? É que estão bem danificadas. – ela pensou a respeito olhando sua própria figura no espelho.

–Na verdade… Pode fazer algo novo? Algo que se assemelhe a essa era? – animada com a ideia, Karin pensou em um penteado que poderia combinar com o pequeno rosto de Sakura.

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Pouco sóbrio ele adentrou ao seu lugar sagrado, era o cômodo mais respeitável por ele ali o mesmo não fodia, não matava. Apenas dirigia seus tristes pensamentos a ela, tentava saborear cada resquício de lembrança e ainda se espantava pelo tempo não tê-la retirado de si completamente. Pendurado em sua parede jazia um enorme retrato, uma jovem soltando suas longas e rosadas tranças, trajando uma fina camisola transparente com uma das alças caídas, revelando seu ombro e colo alvo, a luz do dia iluminava o sorriso tímido e destacava as esmeraldas verdes e vivas, que ainda parecia encará-lo. Era quase uma imoralidade, um passado luxurioso. Itachi jogou seu corpo na poltrona antiga e continuou a olhar sua figura com culpa e arrependimento. Ainda embriagado e amargurado, deixou seu recinto sagrado e rumou para um local onde pudesse profanar a vontade e não muito longe de sua residência estava a praia, onde jovens também nadas sóbrios se reuniam em um luau. A fogueira alta e o cheiro de cerveja barata o convidavam para aproximar-se ainda mais, o frio era intenso naquela época, mas isso não o impediu de sair apenas com sua camisa social preta na qual estava arremangada até os cotovelos. Notou então que chamara a atenção de alguém, a loira o devorava com seus olhos castanhos, ela era ainda mais ousada, pois vestia um curto vestido de verão.

Não demorou para que ambos buscassem juntos um lugar mais íntimo e isso se deu embaixo de um píer. Itachi a ergueu dando-lhe a oportunidade da mesma enroscar suas longas pernas na cintura dele, assim ele bateu com brutalidade as costas dela no tronco úmido, ela arfou prazerosa. O perfume dela estava misturado com cerveja e a brisa salgada do mar, com seus dentes desceu as finas alças do vestido revelando os mamilos entumecidos e rosados. Os seios grandes balançavam conforme ele acomodava seu pau dentro dela, a loira gemia manhosamente pendurada no pescoço dele. Retirou-se da intimidade dela para com firmeza mergulhar mais fundo, o ápice alcançava ambos e assim deletaram-se de um longo e intenso orgasmo, ela continuou tremendo sentindo os espasmos prazerosos que seu corpo produzira. E apesar de satisfeito, Itachi ainda não havia terminado faltou deliciar-se com outra parte da garota. Enquanto ela ofegava recuperado-se, ele a encurralou contra o mesmo tronco no qual foderam, ali ele revelou íris tão vermelhas quanto o sangue dela, ninguém escutara os gritos da mesma. Logo os peixes dariam conta do que restou da loira.

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Agora seus cabelos róseos tombavam acima do ombro em um formato redondo que circulava o pescoço, uma franja caía sobre até testa ainda mostrando as sobrancelhas finas. Sakura – já aceitava-se com esse, já se identificava com ele –, vestiu o moletom cinza deixado por Karin, bem como calças do mesmo tecido e ambos ficaram grandes em seu corpo magro. Mesmo pertencendo por um ano naquela nova época, ainda sentia falta dos longos e belos vestidos, contudo achava as roupas deste século mais confortáveis. Calçou as pantufas e dirigiu-se para o corredor da casa, as paredes brancas não expunham retrato algum era tudo muito limpo e monocromático, já no mesmo local de antes escutou vozes novamente e novamente pôs-se a bisbilhotar.

–Sasuske eu não sou idiota, eu sei o que esse encontro de vocês irá causar sobre nós. – a voz de Karin ressoou com mágoa. –E tudo bem. Eu não posso ser egoísta contigo e me desculpa se fiquei insegura em um momento delicado, mas não posso controlar o que sinto. – o moreno aproximou-se dela e segurou-lhe a face sardenta, ele afagou a bochecha molhada por lágrimas e para Sakura fora como um déjà vu um tão real ao ponto de sentir na própria face o calor do afago.

–Ei… – sussurrou e em seguida beijou a testa junto com fios ruivos. –Por que você está se precipitando? – sorriu tentando amenizar a agonia da mulher.

–Não é precipitação… Sasuske eu te amo. E agora seja sincero, você pode dizer que me ama com ela estando no seu quarto? – o Uchiha abriu a boca para falar, no entanto nenhum som saiu dela, ele olhou confuso para Karin e a olhou também com piedade. Realmente deveria ser sincero, assim não machucaria ainda mais a ruiva, não é que ele não a amasse – o amor é mais complicado do que se imagina –, é que ter Sakura alguém que ele amou por 500 anos mudava alguma coisa, mudava muita coisa. Karin não era irracional, uma pessoa madura que tem históricos em relacionamentos complicados. Ela entendia o que se passava dentro de Sasuske e por isso não poderia marcar sua presença como uma ameaça para as chaces, que o destino lhes dera. Isso não significa que iria desistir, apenas daria um tempo a si mesma.

–Está tudo bem. – desta vez ela quem sorrira para amenizar a culpa dele. Karin separou-se do afeto de Sasuke, pegou sua bolsa e olhou para ele. –Me liga se precisar de ajuda, não vou ser uma cretina prometo. – então ela partiu.

Sasuske suspirou massageando suas têmporas, esperou o drama com Karin dissipar-se um pouco e então, de repetente viu-se ansioso por estar sozinho com Sakura depois de um longo tempo. Não saberia por onde começar, ou o que fazer. Mal sabia que a rosada o espiava andando de um lado para o outro, e isso também a torturava. O vislumbre que tivera ao enrolar-se no roupão, a conversa que escutou de Karin e Sasuske… Tudo indicava que no passado eles estiveram juntos de forma que vai além de apenas conhecidos, pensar que um dia foram amantes a deixava constrangida e inquieta – ainda mais por não recordar nada –, com suor nas mãos e pernas trépidas, sentia-se até mesmo sufocada e quente dentro daquele gigante moletom. E ironicamente enfrentá-lo era a única maneira de obter as respostas que tanto buscava, então respirou profundamente e receosa apareceu na sala. Sasuske ao vê-la cessou de imediato seus passos frenéticos, ele olhou cuidadosamente para cada traço do rosto dela. Os cabelos agora estavam curtos em um chanel, estava linda como se nunca tivesse partido, e acanhada ela colocou uma mexa rosada atrás de sua orelha e o olhou insegura.

–Se… Se sente melhor? – gaguejou ainda abobalhado por vê-la, prometeu a si mesmo que se tudo fosse apenas um sonho arrancaria do próprio peito o coração.

–S… Sim. – o silêncio não era confortável, ambos se encaravam e nada diziam isso fazia os dois agonizarem em profunda ansiedade e tensão. Sakura observou o enorme aparelho pendurado na parede, nele passava imagens de um filme qualquer. Haviam dois sofás no tom bege, uma lareira de vidro e estantes com formas modernas expondo diversos livros.

–Quer comer algo? – longos minutos de quietude interrompidos para uma pergunta que não interessava a garota mesmo estando faminta. Sakura negou e começou a se irritar.

–Por favor… Apenas fale comigo. – murmurou indignada, Sasuske corou.

–O que você quer saber primeiro?

–Como… Como eu morri? – esperava que a mesma perguntasse isso, ainda assim não era uma pauta que o agradasse, lembrar do dia em que Sakura morreu sempre o deixava sombrio, frio e melancólico, despertava sentimentos nada agradáveis e monstruosos.

–É um pouco mais complicado do que você imagina, eu não posso simplesmente…

–Complicado? – ela o interrompeu com sua voz manchada por amargura. –Eu acordei nua em uma vala qualquer, sem saber nada nem mesmo que eu era! Só sabia que pertencia a outro lugar e eu estava perdida. Como pode ser mais complicado que isso?! – exclamou levantando o tom irritado de sua voz. Sasuske baixou a cabeça para esconder as lágrimas presas em seus orbes.

–Não era uma vala qualquer, Sakura. – ela calou-se curiosa para saber mais. –Foi um lugar planejado, belo e que… tinha muito amor. – Sasuske a olhou, tentou aproximar-se mesmo com a mesma se afastando.

–Meu irmão a matou! – Sakura sentiu uma pontada intensa e dolorida atravessar seu peito, ela encolheu-se contra a parede sentindo dor e tentando não demonstrá-la.

–Por… Por quê? – o sussurro de seus lábios bateram na face dele.

–Ele a amava e você… Amava outro. – nesse momento a dor ficou ainda mais vigorosa não conseguindo conter o gemido aflito, ela levou a mão onde lhe doía e Sasuske observou horrorizado por perceber que Sakura tocava o local onde fora ferida mortalmente. Outra lembrança bateu em sua mente, passando bem em frente aos seus olhos verdes. Estava partindo para algum lugar quando, de repente e de forma abrupta alguém lhe puxou pelo pulso, era tão real ao ponte de sentir os dedos marcando sua pele. Foi ali… Naquele exato momento que seu peito fora furado, empalando seu coração. Sentiu o gosto metálico em sua garganta tal qual sentiu naquele dia. E então a última coisa que vira foram olhos negros adornados por finas linhas de expressões.

De uma coincidência debochada, antes de desmaiar também vira par de olhos ônix, porém estes pertenciam a Sasuske que a pegou em seus braços.


Notas Finais


Foi isso. Lavem bem as mãos com sabão e não esqueçam do alchool gel <3


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