História Lembre-se de mim - Capítulo 1


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Midoriya Izuku (Deku), Shouto Todoroki
Visualizações 34
Palavras 1.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiê!

Estava com vontade de produzir essa história a muito tempo, porém me faltava disposição skskskk

Mas hoje lhes trouxe minhas mais nova criação ❤️

Espero que gostem e beijão 😘

Capítulo 1 - Coma


“Doutor, seus batimentos estão reduzindo drasticamente!”

 

“TODOROKI! Meu amor por favor fique comigo!!”

“Tire esse garoto imediatamente da sala de cirurgia!!!”

“Doutor o garoto está perdendo muito sangue!”

“Pegue o meio litro de sangue das doações, não podemos deixar ele morrer de hemorragia!”

Que barulheira toda é essa afinal? Porque não me deixam dormir...

mesmo se eu quisesse acordar não consigo abrir meus olhos, porque não consigo ver o que acontece? Será que vou morrer? Mas eu não quero morrer, pelo menos não agora, sinto que tenho um motivo para continuar vivo, mas por algum fator desconhecido por mim, eu não sei porque quero permanecer vivo, será medo da morte? Não, tem algo a ver com o amor, mas que amor? Não consigo lembrar...

~~~

Sinto que já se passou muito tempo, porém não faço ideia de quanto, era como se eu estivesse em um lugar totalmente escuro, sem conseguir abrir meus olhos, um lugar solitário, escuro e sem vida, porém havia apenas uma coisa que me fazia sentir um pouco vivo, uma voz, escutava aquela voz meiga que conversava comigo sempre, como não sabia quando era dia ou quando era noite, indaguei que esse alguém conversava comigo todos os dias. Entendia poucas coisas do que essa pessoa falava, algo como:

“Você vai ficar bem” ou “Volta para mim”

Essas frases mexiam muito comigo, mexiam como um chocalho na mão de uma criança, e mesmo que eu tentava a todo custo abrir meus olhos para enfim ver o dono da doce voz, eu não conseguia, algo me impedia, era como se alguém malvado tivesse colado minhas pálpebras com supercola.

Não conseguia muito bem identificar se a voz era feminina ou masculina, Porém a mesma era como um calmante para elefante para mim, me sentia em paz quando a ouvia, mesmo não entendendo boa parte do que esse alguém falava, cada palavra não entendida me tocava, como se fosse uma poesia escrita pelo o melhor dos poeta que poderiam existir na face da terra.

Estava mais uma vez naquela escuridão sem fim, implorava por luz, uma faísca de isqueiro seria como ganhar na loteria para mim. Cada vez menos escuto aquela voz meiga como o toque de uma mãe a cabeça de seu filho, implorava para mim mesmo para que escutasse melhor aquelas palavras, porém elas pareciam cada vez mais distante para mim...

Será que isso significa que irei morrer? Ou significa que irei ver luz?

Preciso abrir meus olhos, preciso acordar, não posso morrer, EU não quero morrer, sinto que ainda tenho coisas importante para tratar...

Sem esperanças tentei abrir meus olhos, porém dessa vez não havia sido como antes, consegui ver uma faísca de luz atravessar meu peito, e meu coração explodir de felicidade e esperanças. Será que finalmente conseguirei acordar?

Mas se eu acordar lembrarei daquela voz? Não quero esquece-lá, quero levar

comigo! Eu quero tê-la próxima de mim, quero escutá-la a todo instante, como se fosse numa orquestra, longa, mas bem apreciada.

Ao começar a abrir meus olhos totalmente, senti uma parte de meu coração ser arrancada, aquela voz estava sendo apagada... está sumindo, não, NÃO, eu não quero isso... Não me tire esse conforto...

Ao abrir meus olhos de supetão, senti uma forte luz queimar meu olhos, automaticamente fechei os mesmos de novo com pressão, abri levemente os olhos usando meus cílios como proteção da maior parte da luz, porém mesmo assim meus olhos ainda ardiam, fechei eles confuso, ao abri-los de novo, me surpreendi com grandes olhos verdes me fitando, não entendia muito bem o que estava acontecendo, afinal onde estou?

De repente sinto uma gota cair sobre minha bochecha e escorrer sobre a mesma, logo percebi que aqueles grandes olhos estavam lacrimejando, mas porque lágrimas? O que aconteceu? Porque esse alguém chora?

A pessoa me abraçou, levantando levemente meu tronco, ainda estava estático, me sentia perdido sem saber o que fazer, ou o que falar.

—Gra-graças a Deus, sempre soube que voltaria para mim! – O garoto soluçava várias vezes ao meio de suas palavras, conseguia perceber que até mesmo ele se afogava em suas lágrimas.

Ele parou de me abraçar e me fitou, finalmente tinha tido a chance de analisar o rosto do rapaz, ele parecia ter por volta 18 ou 19 anos, é baixo, seu cabelos um tanto bagunçado, porém estava mal cuidado, sua aparência também parecia estar descuidada, aparentava que o esverdeado não dormia a dias pois havia bolsas de cansaço debaixo dos olhos, me perguntava o porquê do garoto estar daquele jeito...

— Todoroki? – Ele perguntou sem desviar seus olhos do meu, ainda permanecia quieto, perdido como se tudo aquilo fosse muito novo para mim.

— Q-quem... – Senti minha garganta seca, coloquei a mão na garganta para concluir minha frase. – É você? – O garoto permaneceu inexpressivo, ele me fitava com uma forte intensidade, o esverdeado assim que voltou a si se levantou da cama, ele me encarava alarmado, o rapaz respirava fortemente enquanto lágrimas escorriam sobre suas bochechas rosadas.

— O-o que disse? – Ele parecia falar desacreditado, fitei o garoto depois desviei o olhar analisando aquele lugar onde me encontrava, quase tudo ali era branco, me sentia em um hospício, me sentei na cama apoiando minha costas contra a parede gelada do recinto, olhei para baixo analisando minhas vestes, logo estranhei quando me vi usando um vestido branco, então não havia mais dúvidas eu estava acamado no hospital antes de acordar. Voltei meu olhar a o esverdeado que por algum motivo não parava de chorar.

— Quem é você, e quem sou eu? – Encarei o rapaz de forma séria, ele deu um passo para trás como se estivesse assustado, antes de correr em direção da porta e sair daquele quarto batendo a porta fortemente.

Fiquei totalmente perdido, porque o jovem não me respondeu? Me sinto tão perdido e atordoado, como se o mundo tivesse virado de ponta a cabeça, tentava lembrar de algo, porém só consegui ver uma forte luz de farol, e depois um estrondo muito alto, porém sempre depois de ter essa lembrança

minha cabeça doía como se martelos batessem contra a mesma pregando seus pregos.

Olhei para o meu braço e então percebi que estava cheio de aparelhos, olhei para o chão branco daquele quarto, logo senti um calafrio percorrer meu corpo como um tsunami descontrolado, aquele chão aparentava estar tão frio, engoli em seco lembrando de minha sede.

Continuava atordoado analisando cada canto do quarto com os olhos, quando alguém entra.


Notas Finais


Iae?
Oq acharam?


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