1. Spirit Fanfics >
  2. Lemon Haze - Camren >
  3. Capítulo O1: Sebastian!?

História Lemon Haze - Camren - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


E aí, pessoas? Eu realmente gostei de escreve-la, por isso já temos uma continuação.

Comentem o que vocês acharam no final. Love u.

Capítulo 2 - Capítulo O1: Sebastian!?


Fanfic / Fanfiction Lemon Haze - Camren - Capítulo 2 - Capítulo O1: Sebastian!?

Fui apresentada ao mundo cannabico muito cedo. Nasci em meio a uma grande nuvem de fumaça, meu pai sempre fora um grande fã de ervas, principalmente aquelas que podem ser fumadas, se é que me entendem. Aos 14 anos, deixei de ser fumante passiva para me tornar uma fumante ativa, sempre que não havia ninguém em casa eu roubava um dos cigarros de maconha de meu pai para saciar primeiramente minha curiosidade, depois minha ansiedade. Mesmo sem entender de muita coisa naquela época, meu dia só começava depois do primeiro trago. Eu sabia que era ilegal, sabia o quanto as pessoas criticavam a cannabis no Kansas, que é um dos poucos estados dos EUA onde não é aceito o uso medicinal ou recreativo da maconha, mas a ideia do perigoso me fascinava. Aos 16 anos, meu pai me chamou para conversar sobre a caixinha que ficava dentro da gaveta de seu criado-mudo, me perguntou se eu havia mexido nela, e eu já imaginava que ele sabia do sumiço de seus cigarros. Fui encurralada e não tive nenhuma opção válida, a não ser contar a verdade. Sei que muitos imaginam que meu pai me deu uma lição de moral ou me colocou de castigo, até eu imaginava que isso aconteceria na época, mas para a minha surpresa, não ocorreu. Ao invés disso, passamos a fumar juntos, ele me ensinou tudo sobre maconha, descobri as maravilhas do cultivo indoor, conheci a sativa, a indica e a híbrida. Nick foi um bom pai em muitos sentidos, sempre me aceitou da minha maneira, sempre me deu livre arbítrio, privacidade e amor, perdê-lo talvez tenha sido a pior dor que já senti. Ainda me pergunto porquê ele se foi tão cedo. 


Nicolas Jauregui foi homem suficiente para criar sozinho uma criança e dá-la a educação necessária, serei eternamente grata por todo o esforço e cuidado, mesmo que tenhamos passado por muitas dificuldades. Diferente do cotidiano, minha mãe quem abandonou a família muito cedo, não faço a mínima ideia de como ela seja, a cor dos seus olhos, seus cabelos, seu temperamento, nada. Fui deixada na maternidade, enquanto meu pai dormia ao lado do meu berço. Não imagino quais motivos fúteis ela teve para nos deixar de uma forma tão grotesca e repentina, mas estaria mentindo se não dissesse que tenho curiosidade em conhecê-la ou ver uma foto da mesma. Apesar do meu interesse, havia uma espécie de bloqueio em meu pai que não o permitia falar sobre esse assunto ou qualquer outro que envolvesse a mulher que ele amava e eu não era idiota a ponto de abrir feridas apenas para saciar algumas dúvidas bobas. Sobrevivi até aqui sem ela, por que conhecê-la mudaria alguma coisa? 


Depois do falecimento de meu pai, fiquei com seus bens, que não eram muitos. A casa da família, o Nissan Versa 1999, e o mais importante, todo o seu cultivo indoor que ficava no sótão. Quando me encontrei sozinha aos 19 anos e precisando de uma renda para me alimentar, não vi opções mais cabíveis do que começar a vender cannabis, mesmo sabendo que era contra a lei, eu sabia que era a melhor forma de conseguir dinheiro sem muito esforço e fazendo algo que eu realmente gostava. Nunca tive tempos ruins desde o investimento nessa área, fui crescendo em uma proporção que não pude controlar. Comecei vendendo apenas para os mais próximos, alegava conhecer alguém que vendia e me oferecia para fazer o corre¹. Contudo, as pessoas começaram a me procurar e fui encurralada pela quantidade de pedidos, logo me tornei referência na região. A fama foi tamanha que cheguei a ser ameaçada por um gangue local, tive que escolher entre me juntar a eles, pagar por proteção, fornecer gratuitamente do meu estoque de forma mensal ou ser morta. Entre todas as opções, escolhi o fornecimento, me recusei a pagar por proteção ou me juntar a eles. Agora que saí da cidade, é uma certeza que eles irão me procurar para acerto de contas, já que não debitei o carregamento do mês para eles e não se sai assim tão fácil de um negócio com uma gangue. 


Eu não sei se me tornar um grande nome do tráfico nacional era realmente o que eu planejava, acho que só deixei o destino me levar para qualquer direção, mesmo acreditando piamente no controle que tenho sobre minha vida. Ryan me instruiu a ir para Miami, ele me repassou o endereço de alguém que poderia procura, uma amiga que me ajudaria com qualquer coisa que eu precisasse. Existe a possibilidade de levarem meu caso muito a sério e divulgar em outros Estados para que fiquem atentos sobre mim, por isso era necessário manter um disfarce ou pelo menos não chamar muita atenção. Era só questão de tempo até que eles bloqueassem as linhas de transporte para mim. Quando fui notificada de que a polícia tinha provas contra mim e até uma testemunha anônima, cheguei a conclusão de que deveria estar pronta, caso o pior acontecesse. 


Minha chegada a Miami foi tranquila, tive que pegar um atalho um tanto complicado pra não ter que passar pela fiscalização local. Tateei os bolsos da mochila, enquanto manobrava o carro, ultrapassando os veículos abaixo de 40km/h. Quando encontrei o papel amassado, dei uma olhada no que tinha escrito. "Rua St. Louise, 198, Apto 12 – East Point. 

Senha: Corvo". Esse era o local onde eu encontraria a tal amiga de Ryan. Não faço a mínima ideia de como ela seja, mas sei que se disser a palavra Corvo assim que bater na porta do 198 ela vai saber quem eu sou... Eu espero. Estava exausta, meus olhos persistiam na tentativa de se fecharem, mas eu me mantinha firme para evitar destroços. Dormir no volante é morte certa e qualquer pausa para descansar ficou fora de cogitação desde que saí do Kansas. Não faltava muito para chegar ao meu destino, segundo o GPS, apenas trinta minutos de viagem. 


{...}


Encarei a porta por alguns segundos, o apartamento ficava localizada em uma república universitária, a higiene do   lugar era duvidosa e o cheiro não era dos melhores. Confirmei o endereço umas cinco vezes só pra ter certeza de que eu estava no lugar certo. Tudo bem, agora não era hora de nervosismo ou incerteza. Guardei o papel com as coordenadas no bolso e bati na porta, aguardando por uma resposta. Esperei longos minutos até que a porta fosse aberta. 


— Qual foi? – Disse, apoiando-se na porta.


Então essa era a tal amiga? É uma bela amiga, Ryan, você nunca me desaponta, irmão. A pele negra brilhava sob as frechas de luz solar causadas pelos buracos no teto daquele lugar, seu corpo era visivelmente malhado, os seios volumosos no vestido decotado, suas auréolas pareciam me dizer "Oi", ela não usava sutiã. 


— Tá me estranhando, maluca? O que quer aqui? Bateu no lugar errado, branquela?  


Fui despertada do transe com sua fala agressiva e nem um pouco receptiva. Rapidamente ergui o olhar, fitando sua expressão irritadiça. 


— Corvo. – Disse, logo pigarreando para disfarçar meu desconforto por ser pega em um ato descarado. 


— Ah, saquei... Você é o problema que o Ryan me arrumou. Lauren, né? – Apenas assenti, vendo suas expressões se tornarem mais suaves, quase um meio sorriso. — Entra, garota! 


Entrei no apartamento que consistia em apenas dois cômodos, não muito grande, uma cozinha que também servia como lavanderia em um cômodo e no outro uma sala que também era quarto, com uma porta de plástico dobrável que acredito que seja do banheiro. Não era um lugar ruim para se morar sozinho, era até confortável para no máximo duas pessoas. 


— Espero que saiba que não quero incomodar. Só preciso de um banho e seguirei estrada. – Disse, já imaginando que minha presença não era muito desejada naquele lugar. 


— Você é muito educada para uma traficante procurada pela polícia. – Ela disse com um sorriso de canto. — Não se preocupa, você pode ficar o quanto quiser ou pelo menos até que encontrem um lugar melhor pra você. 


Me surpreende que meu melhor amigo tenha dado essa informação sobre mim para alguém de fora, talvez ele confie mais nela do que pensei. 


— O que o Ryan te contou sobre mim? – Questionei. 


— Contou tudo que eu consegui arrancar. Eu não vou abrigar qualquer pessoa na minha casa, meu amor. – Disse dando de ombros, o que me fez repetir seu gesto.


Ela estava certa em questionar, mas de qualquer forma, é muito arriscado sair contando para as pessoas, é arriscado pra mim e para terceiros. Devo realmente confiar nela? 


— Se sente segura tendo uma "criminosa" na sua casa? – Questionei fazendo aspas, enquanto a observava cruzar a sala e mexer em uma gaveta. — E a propósito... Qual nível de proximidade você tem com Ryan a ponto de ele confiar tanto em você? – Eu precisava sanar minhas dúvidas para manter minha tranquilidade. 


— Digamos que sou a única família que ele tem... Somos primos, ele me ajuda, eu o ajudo, e a gente mantém contato. – Simplificou para mim. — Eu particularmente achei que você fosse bem mais intimidadora. E além do mais, não considero perigoso alguém que só vende maconha. – Ela caminhou até mim, carregando algo em mãos ao falar. — Toma. – Ela me entregou um envelope e uma mochila. — Ryan me pediu pra providenciar isso pra você. — Ah, só pra você saber... Sou Normani. 


É a primeira pessoa que não se sente intimidada com a minha presença, geralmente conectam a minha posição no tráfico com uma postura totalmente rígida, o contrário da forma como me vejo. Deixei a mochila sobre o sofá e rasguei o envelope, vendo que ele já havia preparado de antemão documentos para mim. 


— Já digo que não faço ideia do que tenha aí dentro, eu só fui buscar. 


Franzi o cenho ao ler os dados contidos. Sebastian Herrera Gonzalez, natural do Bronx, Passaporte com carimbo Mexicano, Espanhol e Brasileiro. Por que diabos Ryan providenciou documentos masculinos pra mim? Ele estava querendo me pregar uma peça ou coisa do tipo? Poderia ter mudado a cor do meu cabelo, o estilo de corte, lentes de contato, qualquer coisa! Respirei fundo, mantendo minha cabeça no lugar. Não era hora de reclamar ou de fazer qualquer objeção. 


— Não parece coisa boa... – Ela se aproximou, tomando os documentos de minhas mãos. 


É prepotente a forma como ela age como se tivesse o direito de se meter em qualquer assunto. 


— As vezes eu não sei o que o Ryan tem na cabeça. – Disse, sentando no sofá. 


— Não é tão difícil. – Ela tentou me tranquilizar. A negra sentou-se no sofá só meu lado e tateou a mochila, retirando de lá vários acessórios. — Vejamos só... Temos uma peruca, roupas, cuecas, ataduras. – Ela sinalizava para mim cada peça ao falar. 


— Acho que isso não vai dar certo. 


— Deixa de bobeira. Você só precisa de um banho de loja. Eu te ajudo. – Tocou no meu ombro e eu recuei um pouco, afinal não era muito fã de contato. — Tudo bem, sem contato. Fica tranquila, toma um banho, quando sair dou um jeito nesse teu disfarce.


Apenas assenti, seguindo o que havia me dito. Levei minha mochila comigo e fui em direção ao banheiro, ouvindo-a mencionar que haviam toalhas limpas lá dentro. Tomei um banho rápido, vesti as mesmas roupas que usava, a água gelada me fez despertar e quando voltei a sala, Normani já havia preparado tudo o que eu usaria em cima da cama. O cheiro de bacon e ovos invadiu minhas narinas, fazendo minha barriga roncar como nunca. 


— Tô fazendo café. – Ela avisou, esticando seu pescoço para olhar para mim. — Você não é muito de falar, não é? 


— Acho que é a pouca intimidade. – Dei de ombros. 


— Entendi. Vem comer então! 


Caminhei em direção a cozinha e sentei, observando-a preparar a mesa para um café. Tudo parecia muito gostoso, apesar de simples. Ovos, Bacon, Suco de Maracujá, Pães de Forma. Não perdi tempo, antes mesmo que ela sentasse, eu já estava montando um belo sanduíche. 


— Obrigada pela comida. – Falei, logo dando uma mordida no sanduíche. 


— Não é de graça. Tô cobrando 10 dólares pelo lanche e mais 50 por diária. – Normani falou em um tom sério e eu automaticamente parei de comer. — Tô brincando contigo. – Sua risada ecoou pelo lugar. — Mas se puder fazer umas comprinhas no supermercado, eu não reclamaria. 


Eu tinha pouco mais de dez mil dólares na minha mochila, o restante deixei queimar com a casa. Dinheiro pode ser reposto novamente. Ainda não sabia exatamente como ficaria, mas eu pretendia reconstruir meu império, mas diferente da última vez, não quero que tome proporções gigantes. 


— Tudo bem. – Foi tudo o que disse. 


{...}


Depois de me alimentar, eu já me sentia bem melhor. Consegui dormir por cerca de duas ou três horas no sofá, mas logo fui acordado por Normani, alegando que já tinha tudo pronto para a minha transformação. Bem que eu poderia ter tido um pouco mais de descanso. 


— Vamos começar logo, você precisará passar por isso uma hora ou outra. – Ela me estendeu um par de ataduras.


— Se você me der um computador com internet eu compro um disfarce melhor, que não chegue a esse ponto um tanto ridículo. – Respondi, um tanto desacreditada daquele do conteúdo daqueles documentos. 


Como que eu me transformaria em um homem? A minha voz é feminina, eles irão perceber. Normani colocou as mãos na cintura e me direcionou um olhar severo. 


— Não se nega ajuda, principalmente na situação que você está. Vai dar certo. – Voltou a me estender as ataduras. — Coloque bem apertado, tudo bem? – Ela virou-se e caminhou até a cama, retirando algo da mochila, logo me entregando. Era uma espécie de presilha de ferro e uma fita micropore. — Prende com isso pra não se soltar, mas nas costas pra disfarçar, tá? 


Eu não tinha muito o que negar, sua postura e suas expressões tinham um ar materno superior, como se dissesse que eu tinha a obrigação de atender ao seu pedido. Esse sentimento estranho me faz acreditar na possibilidade de eu ser extremamente carente de figuras superiores e familiares, mas deixa pra lá.  Apenas joguei finalmente a mochila no sofá e caminhei até o banheiro. Chegando lá, deixei os itens que Normani me dera na pia para retirar o moletom e em seguida a regata que eu vestia por baixo, depois o sutiã. Peguei uma das ataduras e a posicionei sobre meus seios, fixando ao meu corpo para que o volume diminuísse, quando a mesma chegara ao fim, cortei um pedaço da fita micropore e usei para prender a parte superior da atadura para que a mesma sustentasse a pressão posta, em seguida fiz o mesmo processo colando na parte inferior e depois ao meio. Até aqui estamos indo bem. Repeti o processo com a segunda atadura, contudo quando cheguei na finalização da mesma não estava conseguindo fazer aplicação das presilhas de ferro, não me via com nenhuma outra opção a não ser pedir para Normani me ajudar. 


Coloquei as presilhas de ferro no bolso e caminhei até a porta do banheiro, com a mão esquerda eu segurava a pressão da atadura e com a direita puxei o pino da porta. Fui em direção de Normani que estava sentada no sofá, mexendo em seu telefone. 


— Hm-hm. – Pondo a mão sobre a boca. A negra ergueu o olhar lentamente até chegar ao meu rosto, direcionando-me uma expressão de... Choque, talvez? 


— Bom... Essas tattoos são um tanto intimidadoras. – Devolvi seu possível elogio com um sorriso amarelo. — Cê tá precisando de um sol, garota! – Agora ela parecia ter voltado ao seu estado normal.


— Me ajuda com essas coisas aqui? – Retirei do bolso as presilhas, estendendo para ela. — É que eu não tô conseguindo alcançar para colocar. – De soslaio, virei a cabeça na direção das costas, sinalizando para ela. 


— Claro. – Ela pegou as presilhas e se pôs de pé, virei-me para ela, prontamente ela fez o que eu havia lhe pedido. — Pronto. – Avisou, e eu me posicionei à sua frente. 


— Obrigada. – Olhei para baixo e logo em seguida para ela. — Acha que vai funcionar? Está notando diferença? 


— Só da pra saber depois que você colocar uma roupa, pra gente ver como vai ficar. 


Normani se virou e caminhou até às camas, pegando algumas roupas que havia ali, para em seguida entregá-las a mim. 


— Experimenta. – Incentivou-me, empurrando as peças em minha direção. 


Eu as peguei, era uma camisa branca duas vezes maior que o meu tamanho, um casaco e uma calça jeans preta mais frouxa do que o habitual. Nada de tão diferente das roupas que eu costumo usar. Me troquei naquele cômodo mesmo, não tinha problemas com nudes, mas me virei para evitar constrangimentos. Quando estava pronta, voltei a me posicionar na direção de Normani, para que ela pudesse analisar o resultado. 


— A única coisa que está me impedindo de ter ver como um homem é o cabelo. – Expôs seu ponto de vista. — Vamos terminar todos os processos pra depois a gente analisar, beleza? 


Apenas assenti em resposta a sua pergunta e ela instruiu a sentar no sofá. Com uma touca e grampos, a negra prendeu todo o meu cabelo, em seguida ajustou a peruca e usou uma espécie de cola para fixar à minha cabeça de forma que não caia. Ela parecia que já tinha feito isso milhares de vezes. 


— A parte boa é que os teus traços não são tão delicados, então dá pra disfarçar um pouco. – Ela comentou, soltando um riso de canto. — Levanta pra eu ver como ficou por completo. 


Fiz o que ela pediu. 


— O que achou? – Questionei, um tanto curioso pelo resultado.


— Veja você mesmo. – Respondeu sorrindo. 


A negra me puxou pelo braço, levando-me até o espelho que ficava naquele mesmo cômodo. Fitei o meu reflexo, estava com uma aparência de garoto de 17 anos. O disfarce não estava ruim, contudo meu biotipo e nem minha voz ajudavam para que ficasse infalível. 


— Isso tá bom, mas eu ainda acho que não vai funcionar. – Constatei, arrumando a jaqueta sobre os meus ombros. Voltei-me para ela. 


— Claro que vai. Eu nem te conheço direito, mas já me sinto afetada pelo seu pessimismo. 


— Eu não sou pessimista, sou realista. 


Toc-toc. 


Batidas na porta instauraram o silêncio absoluto, olhamos em direção a porta como resposta e em seguida, trocamos olhares. A polícia havia me seguido até aqui? Eu duvido muito. 


— Quem você acha que pode ser? – Questionei em sussurros. 


— Não faço ideia, mas se for a polícia, eu vou te estrangular na cadeia. 



Notas Finais


Dicionário de Gírias

• Corre¹: Expressão usada para dizer que irá fazer a busca e entrega de drogas.
Ex: Vou fazer o corre da erva.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...