História Lenda - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seraph of the End (Owari no Seraph)
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Palavras 3.705
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, gente!
Demorei não é mesmo?
Desculpa, estava pensando Ness fanfic e como estou demorando para desenrolá-la. Acho que estou cansada.
Enfim...dividi o capitulo em dias partes.
Espero que gostem.

Capítulo 22 - Machucados e cicatrizes - parte I


Ao amanhecer, Guren acordava com seu ômega nos braços, seus ombros ardiam por Shinya ter arranhando-o enquanto faziam amor, e acabou se lembrando da primeira vez juntos.

O primeiro cio era algo difícil para os ômegas, febre e dor estavam juntas nesse momento, o hormônio era forte e eles se tornavam mais vulneráveis por motivos externos, para Shinya não foi diferente.

O alfa conhecera seu ômega havia alguns anos, nunca possui consciência de que aquele filhote estava apaixonado por ele, apenas achava que falava o seu nome a todo momento para ter alguma atenção. Até o dia da confissão.

- Eu gosto muito de você, Guren - disse com vergonha, mas sem desviar os olhos - você gosta de mim?

- Gosto - sorriu e viu um sorriso se iluminar no outro, mas logo se apagar quando Guren esfregou e bagunçou os cabelos curtos do ômega -, é um filhotinho dócil, um pouco cabeça-de-vento, porém dócil.

- Mas eu não sou filhotinho, completei minha idade de casamento - ficou corado -, de ser marcado.

- Você já pretende casar?

- Já - voltou a ficar encabulado.

- É um alfa?

- Sim - disse mais corado.

- Vamos falar com seus pais e com o seu alfa para podermos marcar uma data…

- Jura!? - ficou muito feliz - Quando vamos casar?

- Você quer dizer quando o rei poderá fazer a cerimônia de vocês dois?

- Eu tenho que arrumar o meu enxoval, Guren, não sabia que você ia me pedir em casamento assim - ficou extremamente tímido depois - meu cio está para vir, a mamãe disse que ele é tardio porque fui doente quando era filhote, mas que vou poder ter nossos bebês.

- Espere, Shinya - ficou alerta e entendendo tarde demais - o seu alfa… sou eu?

- Para, Guren - sorriu - fazer esse tipo de brincadeira quando estamos falando do nosso casamento… - o sorriso desapareceu no instante seguinte - você não quer ser meu alfa?

- Você é um filhote. Apressado. Não posso e não quero casar com um. Você deve ter se confundindo nos sentimentos.

- Mas eu… eu odeio você! - saiu correndo e chorando.

- Shinya… - chamou, porém não foi atrás.

Triste pela rejeição, o ômega ficou olhando para o lago e abraçando seus joelhos. No começo, Shinya apenas admirava Guren, achava-o bonito e inteligente, e sentia vontade de falar com o outro, sentir mais de perto aquele perfume, e quando pensou que poderia perdê-lo para outro ômega, o ciúmes o atingiu, porém naquela hora estava se sentindo patético, afoito demais.

Dias se passaram e o ômega continuava melancólico, seus pais estavam preocupados, mas não queriam pressionar o filho com perguntas que poderia machucar, a mãe e o pai sabiam do sentimento que seu filhote tinha pelo alfa conselheiro-auxiliar do rei e que poderia sofrer de decepção caso o outro não correspondesse ao sentimento.

- Não quero falar dele - disse deitado de costas para a porta - eu odeio o Guren - e acabou chorando - mamãe, por que ele não gosta de mim?

- Não chore, meu gatinho - alisou o cabelo do filho - ele é responsável e você é muito novo.

- Mas vou somar o verão mês que vem, vou ser adulto de verdade, por que o rei deixa quem é novo casar, se eu não posso?

- Porque ele entende que alguns apaixonados desejam se unir logo, somos monogâmicos, e quando encontramos nosso par cedo, queremos casar e ele não quer que fujam para outro reino, ser ômega é difícil e nosso rei sabe.

- Por que o Guren não me ama? - estava desconsolado - quero morrer, mamãe.

- Não fale isso - abraçou o filhote amado - assim você vai magoar a mamãe e o papai - ficou consolando até ele cair no sono.

- Ele dormiu? - o pai perguntou.

- Sim.

- Temos que fazer algo.

- Nosso bebê sofre de amor, não temos nenhum remédio para isso.

- Talvez devêssemos casá-lo com o vizinho…

- Ora, meu marido, não diga essas coisas - falou brava - ele está vulnerável, deixe-o e logo ficará tudo bem.

Porém a situação de Shinya não melhorou, ele mal comia e ficava apenas chorando. O pai já estava entrando em desespero e resolveu que deveria casar o filhote.

- Vou fazer uma grande festa - disse tentando animar - e você vai ser feliz…  

- Não quero casar!

- Você tem muitos pretendentes, poderá escolher qualquer um.

- Eu não quero qualquer um - limpou a lágrima que descia e murmurou tristemente - quero o Guren.

- Ele não quer! - disse alto e severo - você vai se casar, não pode ficar assim toda a vida - completou com uma certa vergonha por falar daquilo - o seu hormônio anda forte, e os outros alfas olham para nossa casa.

- Você só preocupa com os outros - disse revoltado.

- Não fale assim com o seu pai - a mãe disse - só estamos preocupados e talvez seja melhor para você.

- Amanhã vou trazer um pretendente de que tenho muito gosto, trabalhador e bom. Poderão ter vários filhotes, meus netos - falou satisfeito.

- Não quero, não quero - disse em desespero.

- Amanhã verá que ele é um bom alfa para você, e chega de falar disso.

Shinya então fugiu de casa, ele sabia que logo poderia ser encontrado e tomou precauções sobre seu hormônio que estava muito forte naqueles dias, colocou diversas ervas e andou dentro da água, encontraria um esconderijo até que Guren fizesse a visita do mês em sua vila e confessaria seu amor novamente.

 

Por outro lado, o alfa estava pensando em Shinya desde aquela tarde, fazia duas semanas que a confissão acontecera e o atormentava, fazer o outro chorar incomodava seu coração abalado. Até que o pai do ômega foi procurá-lo.

- Ajude-nos, conselheiro-auxiliar, meu filhote fugiu! - disse em desespero.

- Fugiu? - pôs a ficar apreensivo - Em qual direção?

- Não sabemos, estamos procurando-o, mas ele camuflou o seu cheiro, minha fêmea e eu estamos muito preocupados.

- Qual o motivo dele ter fugido?

- Amor.

- Amor? - algo aqueceu Guren de forma violenta - ele fugiu com outro alfa?

- Não, ele fugiu por causa de um alfa, e esse alfa é você, conselheiro.

- Assumirei minha responsabilidade - disse sério, seja qual fosse o sentimento que sentia por Shinya tinha que esclarecer.

- Faço gosto, mas vamos, estamos muito preocupados e minha fêmea ficará doente se algo acontecer com ele.

 

Guren era treinado e soube imediatamente onde o ômega poderia estar, mas deixou claro que ele resolveria a questão e que os pais do desaparecido não deveriam se afligirem.

Passou uma manhã, uma tarde, o crepúsculo, quando estava chegando perto de uma caverna próximo ao lago, encontrou Shinya olhando para a paisagem, triste e solitário.

- Vai embora, não quero mais te ver.

- Vamos para sua casa, lá tudo se resolverá.

- Não quero, vai embora - virou a cara - eu pensei em tudo, você gosta de fazer os ômegas sofrerem.

- Não diga tal coisa, olhe para mim - falou paciente.

- Você é um sedutor. Gosta de conquistas.

- Como disse? - a paciência evaporava no instante seguinte.

- E gosta de fazer coisas, coisas de alfas com ômegas.

- O que está a dizer? - já estava ficando irritado.

- De deixar os ômegas molhados…

- Você é um ômega-cabeça-de-vento! Eu deveria ter trazido o seu pai para lidar contigo - se pôs em pé e pegou no braço do outro para levantá-lo - e se eu fosse tudo isso, não seria da sua conta.

- É a verdade? - perguntou chorando - por que você faz isso comigo? Odeio você, mas te amo, Guren - chorava e soluçava - meu pai quer que eu case, mas vou morrer se isso acontecer. Por que você não me ama?

- Eu também irei morrer se isso acontecer - abraçou o outro e sentiu amor, pela primeira vez - morrerei se outro alfa te ter. Eu não sei o que você fez comigo, mas digo que também amo e assumirei minhas responsabilidades.

- Guren… - olhou feliz e desmaiou no instante seguinte.

- Shinya? Febre? - percebeu o corpo do outro muito quente - é o cio? Agora?

O alfa colocou o ômega em uma cama de improviso para cuidar de Shinya e percebeu que ele sofria muito.

- G-Guren - gemeu o nome -, m-me ajuda.

- É o cio, Shinya, não tenho o que fazer - olhou preocupado.

- Dói muito…

Como solução, o alfa fez o ômega sentar colocando as costas em seu peito e tirando a calça dele revelando aquele local íntimo, estava dolorosamente molhado.

- Guren - colocou o rabo entre as pernas -, dói.

- Eu sei…  - disse ao pé do ouvido - vou te ajudar. Você confia em mim?

- Eu confio - disse ofegante.

- Não vou fazer nada que não queira - sussurrou - tudo bem?

- Hum - gemeu.

- Vou desabotoar sua capa e tirar a sua roupa, consegue me ajudar a tirar? - recebeu um aceno - ótimo, se ficar nu será melhor… - Shinya começou a despir sozinho e o outro percebeu os mamilos rijos e rosados, e o hormônio muito forte - não posso, não posso - quis ir para longe antes que seu instinto dominasse - vamos encontrar um jeito de…

- V-você não vai me ajudar? - chorou como um filhote - dói muito, me ajuda, me ajuda.

- Eu sinto muito, você ainda é tão frágil e não entende…

- Eu aprendo - disse confortável com a respiração do alfa em seu pescoço - gosto de ficar assim.

- Quero que relaxe - virou um pouco de lado e começou a massagear as costas - vai aliviar a tensão - mas Shinya voltou a sofrer - Ainda dói muito? - reparou a cauda entre as pernas.

- Dói… arde...

- Preciso tocar - sussurrou e com receio, desceu a mão, mas parou e disse - se não quiser, eu paro.

- Hmm - acenou.

- Gosta? - perguntou alisando demoradamente para cima e para baixo.

- Guren… ah…  ah…  ah… o que é isso que estou sentindo? - apertou o braço do outro.

- Quer parar? - perguntou preocupado - acho que não…

- Não, não dói… é gostoso… ah ah ah… mas eu não sei o que é… - olhou para cima, procurando o olhar do outro, estava com o corado e olhos marejados - eu nunca senti isso…

- É melhor eu deixar você descobrir sozinho - Guren sabia que talvez Não aguentaria continuar com aquilo e acabou dizendo sem perceber - está tão molhado, tem o um cheiro tão doce…   

- Não, não pare… não quero parar… não pare… - Shinya continuou sentindo a mão, depois o polegar começou a acariciar a protuberância da ponta e fazia gotejar - não, não pare com isso… é bom…  está vindo alguma coisa…

- Precisa soltar para aliviar…

- Guren… Guren… - buscou abrigo no ombro dele - o-o que tenho que fazer… é gostoso… só que falta...  falta...

- Você precisa soltar, precisa ejacular…

- N-nao consigo… não sei c-como… ah ah ah… Guren … - estava inchando mais uma vez - dói… está doendo de novo... me ajuda… me ajuda…

- Shinya… não me torture… - voltou a subir e descer a mão, mas parecia não adiantar.

- Falta alguma coisa… falta... me ajuda… ah ah ah…   

- Mais que isso eu não posso - disse com a voz rouca e engolindo saliva - não posso

Shinya pegou naquela mão que alisava sua excitação e fez descer, o alfa não conseguiu resistir e pressionou a entrada em movimentos circulares.

- Alivia logo… - pediu, se demorasse mais sabia que não resistiria.

- Ah ah ah… é gostoso… é gostoso… mas ainda falta… falta, ainda falta - disse sofrendo - me ajuda… - abriu um pouco as pernas e o indicador de Guren  entrou, suspirou com prazer - ah ah ah… assim...

- Não faça isso comigo - estava tentando não se excitar, mas sabia que era impossível, a calça apertava demais e o desejo apenas aumentava - tão molhado, tão quente, está tão dilatado - colocou dois dedos sem demora, o ômega gemeu, mas não era de dor - está tão pronto para me receber… e agora me aperta tanto...

- Aí!  ah ah… o que é isso?

- Aqui é o seu segredo, ele precisa de atenção.

- Mais… G-Guren… - movimentou o quadril como se desse cavalgadas no dedos - mais…

- Já vai passar - tinha que se manter forte, passou a mão na testa de Shinya para pará-lo, do contrário acabaria machucando, tirou os dedos daquela região - é melhor você fazer sozinho...  

- Guren… - choramingou  - o que tenho que fazer? Está ardendo de novo.

- Ah,  eu faria tudo para você não ficar assim…

- Então faça, por favor… - pegou na mão e fez descer, mas o alfa tirou.

- Se eu fizer, você não vai me perdoar… - afastou de perto de si e se levantou - sinto muito…

Shinya se encolheu e começou a soluçar, o hormônio estava mais forte, com certeza a febre tinha voltado.

- Dói, por que você não pode me ajudar? - segurava o rabo entre as pernas - por que arde tanto?

- Você tem que fazer o que eu disse. Se você fizer, vai melhorar… - pegou no colo, ajeitou uma manta e colocou mais ao fundo da caverna - se tiver privacidade, vai aliviar sozinho, vou buscar água.

Na volta, guren viu que o ômega tremia no fundo da caverna.

- Frio - agarrou se ao alfa - estou com frio.

- Tudo bem, vou acender o fogo…

- Não - segurou contra o corpo - você é tão quente - começou a cheirar o pescoço fazendo o outro se arrepiar - tem um perfume gostoso, ai - largou o outro e se encolheu de novo.

- O que foi? - perguntou preocupado.

- Dói… - gemeu com a cauda entre as pernas - por quê ele está duro de novo?

- Você precisa… - teve a mão tomada.

- Ajuda - sussurrou - não me deixa, por favor.

Guren sabia que não poderia fugir.

- Aguente, - apertou os dedos do outro - eu não posso… você é inocente demais…

- Ajuda… ajuda… - agonizou - G-Guren … ajuda…

Sem qualquer  outra  viável, decidiu, pegou Shinya e o abraçou.

- Vou te ajudar, não sofra, por favor - tirou toda a roupa do menor e depois se levantou para se despir e ir de encontro com o ômega ficando por cima, suspenso pelos braços.

- Shinya - chamou com cuidado -, estou aqui.

- Guren? - pareceu despertar de sua agonia e abraçou o pescoço do outro - dói muito, me ajuda…

- Eu sei - disse muito baixo - vou fazer umas coisas que podem te deixar mais ansioso, mas vai se sentir bem depois. Confia em mim?

- H-hum - deitou e esperou.

O alfa deitou ao lado e passou a mão na parte interna da coxa do ômega com ele sempre olhando.

- Está úmido - penetrou o dedo.

Shinya fez um movimento para cavalgar.

- Com calma - beijou na testa -, com calma para não doer - com delicadeza, tocava e logo colocou o segundo dedo, porém viu uma aflição nos olhos verdes - paro quando quiser, tudo bem?

- Hum - assentiu com os olhos marejados, mas passado algum tempo disse - aí, está gostoso… mas falta…

- Eu sei - disse com carinho - só mais um pouco.

Abriu os dedos dentro e sentiu a contração, mas logo teve a sensação de ser puxado para dentro, com aquilo, tirou do interior

- Não… - quis pegar a mão que o tocava.

- Fique tranquilo, não vou parar, apenas relaxe… - Guren deu mais um beijo, desceu para o pescoço, o ombro e encontrou um botão rosa, gentilmente lambeu e começou a  sugar.

- Ah… - arqueou o corpo - eu gosto… -  apertou a manta e ficou gemendo - eu gosto...

- Que bom - sorriu e desceu mais um pouco, deu uma leve lambida e fez o outro estremecer.  

- G-Guren, por que você está… ah ah ah… lambendo o meu...

- Porque quero que se sinta bem - parou e se posicionou entre as pernas.

- Nya - soltou o primeiro miado ao sentir mais que lambidas e instintivamente começou a mexer o quadril, um canino raspou delicado e fez gemer mais - G-Guren… ah ah ah… - até que começou a tremer - ah ah ah… está vindo alguma coisa… ah ah ah… -    e

O alfa pode ver que logo ia conseguir aplacar o cio - vai sair! Guren! Nya… - Shinya dava leves tremidas.

- Respire com calma - acariciou a cara corada, seu dedo desceu pela veia que  pulsava, o alfa nunca pensou em ver uma cena tão perfeita e entregue - Isso foi o seu orgasmo - deitou ao lado - como se sente?

- Bem, cansado, não sei… o que é um orgasmo? - perguntou ainda ofegante

- É quando você sente muito prazer e o corpo morre uns poucos segundos - beijou a testa e passou a mão na bochecha - não é bom?

- Hum - assentiu e ficou muito corado - e-eu nunca senti isso antes, e-eu tenho que fazer isso por você também?

- Não - sorriu - apenas se você quiser, acho que está com sono agora, o que você sentiu agora foi muito forte. Pode dormir. Vou cuidar de você.

- Obrigado, Guren - encolheu em posição fetal.

- Eu que agradeço - abraçou e fez um carinho na cabeça, queria poder continuar, mas achou que seria um abuso, o cobriu o outro e dormiram juntos.

 

Ainda naquela noite, Shinya começou a gemer sofrendo mais uma vez.

- G-Guren…

- O que foi? - passou a mão na testa e sentiu quente.

- Ele tá doendo de novo - chorou - me ajuda, por que não quer sarar?

- Não pode ser - sabia que o ômega não mentiria, mas conferiu e viu que ele estava excitado - como pode?

- Ajuda…

- Tsi. É o primeiro cio.

- Ajuda - se agarrou ao pescoço dele - faz parar… faz parar…

- Oh, você é tão frágil - abraçou de volta e sentiu o cheiro doce do ômega, e as vontades voltaram  - se fizermos amor, sem eu te marcar, você não vai me perdoar…

- Faça parar, Guren - apertou mais forte e choramingou. - ele arde e parece que vai explodir.

- Shinya - encarou o ômega e olhou para a cara de sofrimento.

- Faça parar…

- Eu vou - fez deitar e ajoelhou-se entre as pernas abertas do outro - você sabe o que vou fazer para acabar com a sua febre?

- Não… - encolheu-se com dor -  dói muito… faça parar…   

- Vai doer - abraçou e sussurrou - vou fazer amor com você - Colocou-se por cima, mas disse antes de fazer qualquer movimento - vou te machucar um pouco.

O alfa segurou uma perna e foi se colocando dentro, viu a dor estampada na cara de Shinya.

- Eu sei que dó - sofreu com o menor - mas vai passar - conseguiu colocar-se quase inteiramente -Quando estiver pronto, vou me mexer.

- Hum - acenou

- Vou continuar só se você quiser - ficou parado dentro e se dedicou a acariciar a parte íntima com a mão, com a boca, buscou o mamilo inchado mais cedo, fazendo o outro suspirar diversas vezes. Fez leves movimento de sair e de entrar, era difícil de controlar naquela carne macia e quente, mas não queria maltratar de forma alguma o corpo de Shinya, e encarava o rosto dele para ver qualquer sinal de dor.

- Guren - suspirou e colocou as duas pernas em volta do outro para puxá-lo mais para perto - Guren… ah ah ah… Guren - apertava as mantas no chão.

- Segure-se em mim  - fez sentar no colo e fez a penetração completa de uma só vez.

- Guren - expressou dor e apertou com força os ombros do outro, machucando-o sem perceber.

- Tudo bem? - recebeu um aceno positivo - se doer muito, eu paro, é só pedir - disse preocupado, mas Shinya o abraçou e ficaram por um tempo daquela forma - vou fazer massagem nas suas costas.

- Hum.

O alfa começou a massagear a lombar do outro, queria muito se mexer dentro, mas ainda não podia, o ômega estava tenso demais.

- Somos um agora, Shinya - sussurrou - sou o seu alfa e você é o meu ômega, ômega-cabeça-de-vento.

Aquilo relaxou o outro e Guren pode sentir a passagem estreita se abrir.

- Vou fazer no seu ritmo -  muito lentamente voltou com movimentos sensuais e acertou um lugar tímido.

- Nya - arqueou o corpo e cobriu a boca - o que foi isso?

- Pode miar para mim, Shinya… - pediu e voltou a se dedicar na excitação do que estava no colo - pode me arranhar, miar para mim…

- Nya… - apertou as costas e arranhou um pouco mais - Guren... Guren…  nya...

- Como é bom… seu corpo me chama para dentro… você é tão perfeito… tão lindo…

- Guren… - abraçou o pescoço e pediu muito baixo - me chama… ah… ah... de lindo de novo…

- Você é… lindo… perfeito…

- Nya… nya…, Guren! - amoleceu e caiu nos braços do amado.

O alfa se movimentou mais rápido e chegou ao limite também, retirou-se e deitou o ômega para lambê-lo naquela região íntima e limpá-lo, era assim que os alfas faziam na primeira vez de seus ômegas ou fêmeas, demonstrava carinho, amor e gratidão, e fez de seu Shinya o ser mais feliz, fazendo-o dormir em seguida.


Notas Finais


Eapero que tenham gostado


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