História Lendários livro 1: a centelha - Capítulo 1


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Notas do Autor


Espero que vocês gostem desse capitulo, eu fiquei com medo que eu coloquei coisa de mais ou enrolei de mais, ou se faltou informação, só que essa é minha primeira historia original, sabe, sem ser uma famfic, ou continuação de alguma serie, então queria muito mesmo, seria muito bom, se você desse sua opinião, eu vou continuar lançando mais capítulos, porem, eu queria muito que você comentasse, boa leitura.

Capítulo 1 - Cap 1.


Cap. 1

 

            Tinha finalmente acontecido, estourou a terceira guerra mundial entre a América e Europa, contra Ásia, África e Oceania, os ocidentais estavam perdendo. Os orientais já avia alçado, metade do território Europeu, e em menos de seis meses de guerra. Em clima de derrota para os ocidentais, um Arqueólogo, conhecido como D. Paul, estava em busca de uma arma mitológica para vencer essa guerra, todos achavam que o doutor estava louco, porem uma voz falava para ele continuar e insistir naquele plano, uma voz que soava na mente dele, como doces acordes de violino, dando dicas, sugestões e motivações para ele continuar.

            E ele descobriu algo

            Por imagens de satélites, descobriu que no meio de uma floresta mexicana, existia um templo, parecia Meca, porem não era ruinas como os outros, ele estava inteiro, então o doutor explicou isso ao presidente do México. Ele riu dos motivos do Arqueólogo, porem, ele autorizou que ele e uma pequena equipe fossem ao local, o doutor, enfurecido pela gozação que recebia, agradeceu e foi em busca daquele templo.

            No total foram 3 pessoas, o doutor, o piloto, e um soldado que estava ferido no braço direito, como era destro, não podia lutar, então moveram ele. O D. Paul estava mais furioso, aquele artefato iria vencer a guerra, e mudar o mundo de uma forma inimaginável, e mandaram de apoio um soldado que nem poderia segurar uma arma. Caminhado pela floresta o soldado perceber que tem algo de errado com Paul e pergunta

            --- Tudo bem Doutor...

            --- Paul, Antônio Maria Paul.

            --- O Senhor esta bem D. Paul?

            --- Tudo, apenas meio frustrado, nada contra o Senhor...

            --- Victor, soldado Victor.

            --- Tá soldado Victor, nada contra o senhor, mais poderia mandar uma equipe melhor, não sabemos o que tem no templo, pode ser que isso mude o rumo da guerra e nos de uma paz genuína, e eterna, e mandaram um soldado que não pode usar uma arma.

            Victor fica um pouco ofendido pelo o comentário, porem logo ignorar o comentário, sabendo que o objetivo dele não era humilha-lo, ele para em seus sentimentos quando o doutor pergunta.

            --- Sem querer ser intrometido, como o senhor se feriu desse jeito? O soldado olha para o braço enfaixado e começa a falar:

--- Estava na fronteira entre Portugal e Espanha quando uma frota Oriental invadiu, fomos atacados com uma chuva de misseis, e eu queria estar exagerando, de 20 mil soldados apenas 15 escaparam e só 3 com ferimentos leves, o resto esta gravemente ferido. O doutor, pasmo comenta:

--- Mais já chegaram a Portugal? Melancólico, o soldado responde:

--- Sim, e eles já devem ter ocupado, e também, na mesma época, já estavam dominado metade do território Inglês, agora a Inglaterra já deve ter caído, penso que eles vão fazer um ataque na costa que nem na operação Over Word, porem, vão atacar com tudo, misseis, tanques, navios, tropas e tudo que tiverem, e depois desse golpe na costa Americana, vão dominar tudo, não dou 2 anos para eles nos destruírem.

O doutor iria comentar, porem perceberam que chegaram ao templo, viram um grande portão, coberto de musgo e vinhas, tinha algumas inscrições que não sabiam traduzir, enquanto analisava o portão de pedra, a voz que falava de vez em quando com Paul, começou a balbuciar palavras para ele:

--- temporio, alexon, nexons, obscuros.  

--- Temporio, alexon, nexons, obscuro. O soldado olha para ele com estranheza, “Será que ele enlouqueceu de vez?” pensou ele. O grande portão começou a descer lentamente, ate verem uma escadaria abaixo. O doutor descendo a escada olha para traz e ver o soldado perplexo com o que tinha ocorrido:

--- Venha Victor. Ele percebe algo diferente no seu tom de voz, de um doutor triste e frustrado, a uma pessoa calma e confiante, sem pensar no assunto, segue Paul até o fundo do templo. Victor descia fazendo muitas perguntas ao Arqueólogo, porem ele o ignorava e continuava descendo, já o soldado analisava as paredes do templo, via desenhos de flocos de neve, setas, chamas, engrenagens, e vários outros desenhos aparentemente aleatórios.

Depois de descer uns 6 metros, chegarão a uma sala com um altar no meio, aparentemente feito de pedra. Ao contrario do soldado, que ia hesitante, o doutor avançava calmamente em direção ao altar, o qual estava uma pedra, de cor negra, mais não um preto comum, um tipo de preto mais escuro. Quando Paul estava preste a pegar a pedra negra, o soldado interveio:

--- Doutor...

--- Por favor, me chame de Paul.

--- Entendido Paul, você acha mesmo seguro pegar essa pedra, não acha melhor chamar uma equipe maior, e como você conseguiu abrir o portão?

--- Victor, Victor... Você tem que ser um pouco mais fé, confie em mim – se volta à direção do altar – tudo será melhor. Imediatamente pega a pedra antes que o soldado pudesse fazer qualquer coisa. Uma nevoa cobriu o corpo de Paul, de um braço ao outro ate se desfizer, transformando a pele dele em uma pele de cor purpura um manto negro, e os olhos, negros e com pupilas brancas, o soldado fica paralisado.

--- Victor, não fique com medo, eu vou melhorar as coisas, você vai ver mais eu vou precisar de soldados – aponta o dedo para o soldado – Victor, você vai ser melhorado. Logo, ele atira com os dedos, um projetil, o qual atinge Victor transformando a pele dele em purpura, e cura o braço dele:

--- O que você fez com migo

--- Eu melhorei você, agora você é mais poderoso do que mil soldados, eu e você sozinhos poderíamos dominar toda a Europa em seis meses.

--- Isso é incrível eu sinto o poder. Paul materializa uma armadura medieval para o soldado, e equipa-o com um escudo e uma espada, uma 6-200, equipada nas costas:

--- O que é isso. Pergunta Victor

--- Uma arma que eu inventei, - depois de uma pequena pausa ele ordena- agora vamos embora, tenho alguns assuntos na Europa.


Notas Finais


Espero que tenha gostado, por favor deixem algum comentário para saber se estou fazendo certo, mais relaxem que eu vou continuar lançando mais capítulos


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