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História Lendas de tempos obscuros - Capítulo 1


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Notas do Autor


Vão ser várias histórias que de alguma forma se interligam

Capítulo 1 - Legado de um protagonista


Depois de várias tentativas falhas e informações falsas, finalmente achei alho que possa me levar até lá, nessa caverna onde aquele cara de olhos vermelhos disse que tinha uma caixa das lendas.

A caverna era muito escondida sem a informação que me deram eu com certeza não ia achar, está mais limpa do que eu imaginava, somente com esqueletos que nem parecem totalmente humanos.

Após algum tempo acho uma sala, ela possui um baú no meio, até agora não teve armadilhas, verificando tudo em volta não tem nada suspeito, somente o baú brilhante, havia teias de aranhas como uma barreira em volta.

Ao abrir o baú tinha um cajado, um livro em perfeito estado e um pergaminho, estava escrito na língua ancestral, que depois de anos estudando eu aprendi a traduzir.

.-. .-. .-. .-.

Prazer, venho por meio desse pergaminho contar minha história, espero que ninguém tenha acesso a isso, mais o destino funciona de maneiras estanhas.

Meu nome Miles Encantatem, e eu sou um mago, alguns anos atrás me trouxeram para a capital do reino, ainda criança, acabei sendo vendido para o rei da cidade por causa do meu potencial mágico.

Eles me usavam de bateria mágica no final do dia estava praticamente morto. Com meus 14 anos já não aguentava mais em uma manhã já cansado disso me revoltei, acabei sendo condenado a morte por bruxaria, ironicamente.

No dia de minha execução na fogueira fui salvo por um procurado, que de alguma forma e sem motivo nenhum me tirou dali.

A pessoa assasinou os guardas que o impediam, me tirando dali, pela primeira vez me senti acolhido desque cheguei na capital.

Fomos teleportados para um acampamento, ele pega uma maçã me olha e fala:

- Eai,qual seu nome e qual motivo virou inimigo do governo? - comendo a fruta como se fosse a melhor coisa do mundo.

- tem nenhuma comida pra mim também. - não consigo pensar em nada, não como a dias.

- A é sou meio desligado. - joga outra maçã na minha direção.

- Eu *nhac, tentei matar o rei e não gosto do nome pois foi eles que deram. - nunca comi uma maçã tão boa.

- Não fala de boca cheia, e que merda em já que e assim vou te chamar de Miles era o melhor amigo que eu pude ter.

- Só me cansei de ser usado, e você por que virou um procurado.

- A partir do momento que você ensina a usar magia não somente para magos reais, acho que e isso que acontece. 

Mesmo contando isso ainda mantém um sorriso no rosto, eu com certeza quero ser esse cara.

- Eu vou dar uma saidinha se precisar pegue, você deve ser capaz de usar as primeiras. - ele me entrega um livro que parece ser de magico.

- Eu não sei usar magia. - na verdade so quero o mais longe possível.

- Ah claro faz sentido, mais eu sei de uma que você vai gostar se chama me mama. - ele parecia segurar a risada.

- Perai que? - eu entendi mais acho que ouvi errado.

- Foi mal, e uma magia que manifesta seu poder interior, foi um amigo meu que me mostrou e o nome e por que ele manifestava os desejos sexuais do alvo, porém o meu e um raio, só pense em todos os seus sentimentos e diga. - ele ainda queria rir pelo nome.

- Entendi então vai lá.

- A e me chamo Aleister. 

Após algumas horas, já havia anoitecido quando eu escuto um trovão perto, eu já preocupado pego uma faquinha que tinha proxima e fui na direção, vejo Aleister com a roupa toda rasgada e sagrando, 10 soldados tostados, ele me vê.

- E acho que deu merda, pelo menos pude salvar uma última pessoa. - cambaleando ele tenta se aproximar de mim.

Ele parecia querer me dar um abraço, mais antes que eu pudesse abrir os braços mais soldados vieram e o acertaram com flechas, com 1 ele continuou, 2 nem fizeram efeito, 3 nem sentia nada, 4, 5, 6, na 7 ele olha pra mim e fala.

- Se o destino nos uniu e nos separou no mesmo dia, eu te odeio destino. - Enquanto ria, um símbolo aparece atrás dele e ele some deixando somente seu livro para trás.

Num acesso de raiva e fúria, eu só quero que todos que fazem mal a mim desapareçam, com o recitar das palavras me mama, chamas negras começam a se espalhar, incinerado tudo no caminho.

A floreta inteira foi queimada em minutos, e logo após me acalmar, a única coisa que restou foi o livro.

Aquele livro, esse que eu guardei junto ao meu cajado e essa carta e como eu sou esquecido para voltar a cidade (ilegível) e só ir ao limite mágico e conversar com uma das lendas dimensionais.

"-"-"-"

Tá isso com certeza era o que eu preciso, agora e só decifrar esse enigma

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Continua...

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Notas Finais


Cauê: qual o nome da magia que criou mesmo?
Miles: me mama
Cauê: não vou nem questionar

Um dia eu continuo eu espero, por que essa história foi só pra descarregar essas idéias
Até a próxima


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