História Lendo O Futuro- Harry Potter e a Pedra Filosofal - Capítulo 15


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Categorias Harry Potter
Personagens Harry Potter, Hermione Granger, Personagens Originais, Ronald Weasley
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Palavras 7.300
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HELLO! Pessoas do meu core, eu quero agradecer vocês por tudo. Ontem quando eu estava lendo os comentários de vocês eu me emocionei, gostei bastante também de um comentário que foi da @Ella-Potter, gostei muito da opinião dela sobre a história. Eu sou uma pessoa que gosta muito de saber as opiniões de vocês sejam elas negativas ou positivas, eu gosto de receber sugestões de como melhorar a história ou simplesmente ver o que estão achando, porque eu acho que é isso que nós devemos fazer.

Um comentário que me deixou sem palavras foi o da @NaraBlackPotter eu amo essa menina, ela conseguiu capturar tantas coisas da história que simplesmente me deixaram abismada, AMEI SEU COMENTÁRIO MINHA FLOR! Eu vou até tirar uma cópia e mandar imprimir. Quero agradecer á todos vocês por me motivarem a continuar a história. VOCÊS SÃO DEMAIS. E um simples "continua" para mim é uma coisa muito gratificante.

Sem mais delongas. Os deixo com mais um capítulo.
Os vejo lá embaixo.

Capítulo 15 - Nicolau Flamel.


Fanfic / Fanfiction Lendo O Futuro- Harry Potter e a Pedra Filosofal - Capítulo 15 - Nicolau Flamel.

LENDO O FUTURO

FANFIC: Harry Potter

DATA DE CRIAÇÃO: 25\11\2017

CLASSICAÇÃO: 14 ANOS

CAPÍTULO: Nicolau Flamel

- Nicolau Flamel. – Alice leu.

- Parece que é nesse capítulo que vocês descobrem quem é ele. – Charlus falou.

- E olha que a resposta estava bem embaixo dos nossos narizes, e a gente nem tinha percebido. – Falou Harry.

- Graças a Neville, se ele não tivesse lhe dado á figura, iriamos passar mais um tempo procurando por Flamel. – Rony falou rindo.

- Mas não se esqueçam que eu lhes deis varias dicas de onde poderiam encontrar o nome de Flamel. – Sol falou olhando para os amigos.

- Dicas bem implícitas, por assim dizer. – Hermione falou olhando para amiga.

- Não podia entregar tudo tão facilmente. – Sol falou dando de ombros.

- Ás vezes dá vontade de te bater quando sabe das coisas mais faz questão de nos fazer procurar até acharmos. – Hermione falou dando um tapinha na amiga.

- Sei que vocês me amam. – Sol falou convencida. 

No momento seguinte todos fecharam seus olhos, a mesma luz azul apareceu em todo o Salão Principal, quando a luz finalmente se extinguiu todos abriram os olhos, em frente á mesa dos professores se encontrava um grupo de jovens, eles sorriam, o que parecia ser o mais velho deu um passo á frente e se apresentou.

- Olá, eu sou Teddy Remo Tonks Lupin, tenho 21 anos e sou filho único de Remo Lupin e Ninfandora Tonks. – Se apresentou o mais velho e de cabelos azuis.  

Remus sentiu seu mundo todo parar, ele nem se quer piscava e olhava para o rapaz que acabara de se apresentar fixamente, ele era seu filho, seu filho! Isso era uma coisa totalmente estranha de se dizer, no futuro ele teria um filho, uma das coisas que ele mais tinha medo, sem nem perceber ele olhou para Ninfandora que estava olhando para o rapaz surpresa , como assim ele se casaria com ela? Ele era muito mais velho que ela. Era muita coisa para assimilar.

- Você casou com minha filha? – Ted perguntou olhando seriamente para Remus que engoliu em seco antes de responder.

- Tecnicamente eu ainda não casei com sua filha, Sr. Tonks, mas acho que no futuro sim. – Remus respondeu com um pouco de medo do que o Sr. Tonks poderia fazer com ele.

Para surpresa de todos o Sr. Tonks sorriu e logo foi dar um abraço em seu neto, Andrômeda logo fez o mesmo que o marido e abraçou o neto bem forte, a pequena Ninfandora também abraçou o seu futuro filho, aquilo era super legal, Remus que ainda se encontrava atômico logo se levantou e foi abraçar o filho, Teddy abraçou o pai bem apertado esse era o primeiro abraço que ganhava de seu pai, ele estava repleto de alegria.

- Quem diria em Remus. Não sabia que você gostava das mais novas. – Sirius falou tirando uma da cara do amigo. – E ainda mais ela sendo minha prima, o que nos faz família. – Sirius falou animado.

- Para de ser palhaço Sirius. – Remus falou envergonhado.

Teddy foi se sentar ao lado de sua mãe e Remus voltou para o seu lugar. 

Logo uma menina loira muito bonita deu um passo á frente e se apresentou.

- Olá, eu sou Victória Weasley tenho 19 anos e sou filha de Gui Weasley e Fleur Weasley. – Se apresentou a loira sorrindo.

Gui se levantou do seu lugar e logo abraçou a sua filha, logo toda a família foi cumprimentar a mais nova membra da família.

Uma ruiva deu um passo e logo começou a falar.

- Eu sou Dominique Weasley, tenho 16 anos, também sou filha de Gui e Fleur Weasley. – Falou. E a mesma coisa aconteceu com ela. Assim que a mesma se sentou ao lado de sua família o garoto que estava ao seu lado começou a falar.

- Eu sou Tiago Sirius Black Potter, sou filho de Harry Potter e Sollaria Black Potter, tenho 16 anos. – Falou o garoto de olhos azuis-acinzentados, com um sorriso que lembrava muito Sollaria e Sirius.

Sollaria e Harry se olharam surpresos e felizes e logo se levantaram para abraçar juntos o filho, os dois deram um abraço bem apertado no filho.

Na mesa da Grifinória Sirius tinha fechado a cara, James e Lottie riam da cara do mesmo.

Outro garoto deu um passo á frente e se apresentou.

- Eu sou Cedrico Severo Black Potter, tenho 15 anos e sou o filho do meio de Harry Potter e Sollaria Black Potter. – O garoto que parecia a copia de Harry e James se apresentou sorrindo.

Se possível Sirius fechou ainda mais a cara, ainda mais quando viu sua princesa abraçando o garoto, os amigos se divertiam com a cena de Sirius.

Uma menina muito bonita deu um passo a frente e começou a falar.

 - E eu sou Lílian Charlotte Black Potter, tenho 13 anos e vocês já sabem quem são meus pais. – Falou a menina com uma voz doce, ela era quase igual a Sol, tirando algumas coisas, como o cabelo que era um castanho quase loiro e os olhos, que eram verdes.

Assim que Sirius e James viram a neta se levantaram rapidamente e logo estavam ajoelhados ao lado dela.

- Olá vovô Pontas e Almofadinhas. – Ela falou sorrindo e abraçando os dois ao mesmo tempo. Era impossível não se apaixonar por uma coisa fofa como ela, assim que acabaram o abraço os dois ficaram mimando a neta. Lily  e Lottie que olhavam a cena, acharam muito lindo.

- Eles serão dois avôs babões. – Sollaria falou rindo.

Harry a olhava com todo amor que ele sentia por ela, ele nunca tinha pensando que formaria uma família tão linda como aquela que ele via agora ali ao seu lado agora, ele só sabia que tinha que derrotar Voldemort, mas ele nunca tinha pensando em seu futuro, mas agora ali vendo os três filho e a mulher que ama ele tinha inda mais certeza que seu futuro seria  repleto de alegrias e tudo isso graças á Sollaria.

- Obrigado. – Harry falou olhando para Sol.

- Por quê? – Sol, questionou confusa.

- Por você me dar uma família. A família que eu pensei que nunca teria, obrigado por sempre estar lá quando eu mais precisei, obrigado por sempre acreditar em mim até mesmo quando eu não acreditava, obrigado por todas as vezes que correu perigo junto comigo, obrigado por todas as risadas que já tivemos juntos, obrigado pelo seu amor, obrigado por todas as brigas, obrigado por tudo.- Harry terminou de falar e viu que a namorada estava emocionada.

- Não! Você não tem que me agradecer eu é que tenho. Eu me lembro de tudo o que passamos, o começo da nossa amizade, as aventuras, os momentos fofos e terríveis, o começo do nosso namoro, as brigas que tivemos ao decorrer do tempo, todos os perigos que corremos , eu é tenho que te agradecer por você me fazer sorrir quando eu não conseguia, por sempre estar lá, por ser sempre essa pessoa pela qual eu me apaixonei. – Sol terminou de falar emocionada e olhando para Harry com todo o seu amor.

Harry  puxou a namorada rapidamente para um beijo.

Todas as pessoas no Salão olhavam para o casal surpresos tinham ouvido toda a conversa do casal, podiam ver o amor que os dois sentiam um pelo outro, várias meninas estavam emocionadas era lindo ver um amor tão belo assim. Eles tinham provado que nada e nem ninguém poderiam separar eles dois. Até mesmo Sirius que até agora estava com ciúmes da filha viu que o amor deles dois era muito forte e que ambos se amavam verdadeiramente e sua filha com certeza estaria em boas mãos.  

Gina olhava a cena sua frente devastada, ela sabia que Harry nunca amaria ela, ele nem ao menos a olhava, mas ela ainda tinha esperanças de eles ficarem juntos, mas agora vendo ele com a família que ele formaria no futuro fez com que ela visse que todas as ideias e planos que ela tinha para separar ele Sollaria seria em vão, ela simplesmente tinha que aceitar que Harry nunca seria dela, agora a única coisa que ele teria que fazer era seguir em frente.

Quando se separam ambos ofegantes e com sorrisos enormes no rosto foram abraçar a filha que logo virou um abraço familiar, um abraço cheio de amor, alegrias, aquela família estava muito feliz e nada mudaria isso.  Todos foram se sentar na mesa da Grifinória.

Os que inda faltavam se apresentar deram um passo á frente.

- Eu sou Rose Weasley, tenho 15 anos e sou filha de Rony Weasley e Hermione Granger. – Se apresentou uma garota quase idêntica a Hermione, só que seus olhos eram azuis.

Rony e Hermione se levantaram e abraçaram a filha bem forte.

- Já eu sou Hugo Weasley e tenho 13 anos e sou irmão da Rose. – A copia de Rony falou e foi logo abraçado pelos pais.

Agora o ultimo que faltava se apresentar deu um passo á frente e se apresentou.

- Eu sou Scorpius Malfoy e tenho 15 anos, sou filho de Draco Malfoy e Astória Malfoy. – O garoto loiro se apresentou sorrindo para todos.

Draco olhava para o filho chocado, mas logo se recuperou e foi abraçar o mesmo, assim como Narcisa que abraçou o neto feliz. A família Malfoy se sentou novamente na mesa da Sonserina.

Depois de todos apresentados Alice pegou o livro e começou a ler.  

Durante o resto das férias de Natal a capa da invisibilidade permaneceu guardada no fundo do baú. Hermione, que voltou um dia antes do período letivo começar, viu as coisas de outro modo. Estava dilacerada entre o horror de pensar em Harry fora da cama, perambulando pela escola (“E se Filch tivesse te apanhado!”) e o desapontamento que ele não tivesse ao menos descoberto quem era Nicolau Flamel.

- Vocês eram bem persistentes não? – Sirius falou rindo.

- Você não imagina o quanto. – Rony falou sorrindo.

- E pensar que a resposta estava bem debaixo dos nossos narizes. – Hermione falou.

- E foi graças a Neville que achamos mais rápido, porque se não ainda demoraríamos um pouco mais. – Harry falou olhando para Neville.

- Mas eu estava dando dicas para vocês. – Sol falando olhando para os amigos.

- Dicas bem implícitas né. – Hermione falou olhando para amiga.

- Eram dicas do mesmo jeito. – Sol falou dando de ombros.

Quase perdera as esperanças de encontrar Flamel em um livro da biblioteca, embora Harry tivesse certeza de que lera o nome em algum lugar. Quando o novo período letivo começou, eles voltaram a folhear os livros durante os dez minutos de intervalo entre as aulas. Harry e Sol tinham ainda menos tempo do que os outros dois, porque o treino de quadribol recomeçara.

- Estou louco para ouvir outro jogo seu meu filho. – James falou animado.

Olívio estava puxando pelo time como nunca fizera antes. Até mesmo as chuvas intermináveis que substituíram as nevadas não conseguiam esmorecer a sua animação.

- Achamos alguém pior do que James. – Sirius falou surpreso.

- Eu não sou tão ruim assim Sirius, só pego no pé de vocês porque quero que a Grifinória se saia bem todas ás vezes. -  James se justificou.

- Olívio ás vezes pegava muito pesado. – Jorge falou se lembrando de todos os treinos em seu quinto ano.

- Eu entendia ele, ele só queria ganhar a taça, já fazia um bom tempo que não ganhávamos. – Harry falou.

Os Weasley reclamavam que Olívio estava se tornando fanático, mas Harry o apoiava. Se ganhassem a próxima partida, contra Lufa-Lufa, passariam à frente da Sonserina no campeonato das casas pela primeira vez em sete anos.

Então, durante um treino particularmente chuvoso e enlameado, Olívio deu uma notícia ruim ao time. Acabara de se enfurecer com os Weasley, que davam mergulhos violentos um sobre o outro e fingiam cair das vassouras.

– Vocês querem parar de se comportar feito bobos! – berrou. – Isso é o tipo de atitude que vai fazer a gente perder o jogo! Snape vai apitar dessa vez e vai procurar qualquer desculpa para tirar pontos da Grifinória!

- Isso só pode ser brincadeira, desde  quando Seboso entende de quadribol? – Sirius falou exasperado.

- Ele com certeza não será nada justo. – Lottie falou olhando para Snape.

- O que você está tramando? – James perguntou olhando desconfiando para Snape.

- Isso ainda não aconteceu Potter então eu ainda não sei o que irei fazer. – Snape respondeu frio.

- É bom que não encoste um dedo no meu filho, ou se não você se verá comigo. – James falou ameaçador. 

Jorge Weasley realmente caiu da vassoura ao ouvir isso.

– Snape vai apitar o jogo? – perguntou embolando as palavras com a boca cheia de lama. – Quando foi na vida que ele apitou um jogo de quadribol? Ele não vai ser imparcial se tivermos chance de passar à frente de Sonserina.

O resto do time pousou ao lado de Jorge para reclamar também.

– A culpa não é minha – disse Olívio. – Nós é que vamos ter de nos cuidar e jogar uma partida limpa, para não dar a Snape desculpa para implicar conosco.

- Isso vai ser quase impossível, temos Harry no time e isso já basta para Snape pegar no nosso pé. Todos sabemos que ele não é o maior fã de Harry. – Sol falou obvio.

- É só deixarmos Harry longe dele. – Olívio falou.

- Isso é verdade, Sol esta certa. – James falou.

Estava tudo muito bem, pensou Harry, mas ele tinha outra razão para não querer Snape por perto quando estivesse jogando quadribol...

Os outros jogadores se demoraram conversando no final do treino como sempre faziam, mas Harry e Sol rumaram direto para a sala comunal de Grifinória, onde encontraram Rony e Hermione jogando xadrez. Xadrez era a única coisa em que Hermione perdia, uma experiência que Rony, Harry e Sol achavam que lhe fazia muito bem.

- Isso fazia bem mesmo para ela, xadrez era a única coisa em que Hermione perdia. – Sol falou olhando para Hermione. 

– Não fale comigo agora – pediu Rony quando Harry se sentou ao seu lado. – Preciso me concentrar. – Aí viu a cara de Harry. – Que aconteceu com você? Está com uma cara horrível.

Falando baixinho para ninguém mais ouvir, Harry contou aos dois o desejo sinistro e súbito de Snape de ser juiz de quadribol.

– Não jogue – disse Hermione na mesma hora.

– Diga que está doente – aconselhou Rony.

– Finja que quebrou a perna – sugeriu Hermione.

– Quebre a perna de verdade – insistiu Rony.

- Vocês não eram os melhores em ajudar. – Dorea falou para os dois adolescentes.

- Não queríamos que acontecesse nada com Harry, então era melhor que estivesse fora do jogo. – Hermione se justificou.

- Mas quebra a perna era exagero, não acham? – Charlus perguntou com as sobrancelhas arqueadas.

- Admito que exageremos nesse ponto. – Rony falou.

- Não faça nada disso Harry, você vai jogar, Snape não será doido de fazer nada no meio do jogo. – Sollaria falou olhando para Harry firmemente.

– Não posso – respondeu Harry. – Não temos apanhador reserva. Se eu fujo, Grifinória não vai poder jogar.

Naquele momento, Neville entrou aos tombos na sala comunal. Como conseguira passar pelo buraco do retrato ninguém sabia, porque tinha as pernas grudadas pelo que eles imediatamente reconheceram ser o Feitiço da Perna Presa. Devia ter precisado andar aos pulos como um coelho até a torre de Grifinória.

- Oh meu filho. – Alice falou e puxou o filho para seus braços.

- Quem lhe fez isso, filho? – Frank perguntou.

- O livro já dirá. – Neville respondeu.

Todo o mundo caiu na gargalhada menos Sollaria e Hermione, que ficou em pé de um salto e fez o contrafeitiço. As pernas de Neville se separaram e ele se endireitou, tremendo.

– Que aconteceu? – perguntou Hermione, levando-o para se sentar com Harry e Rony.

– Malfoy – disse Neville com a voz trêmula. – Encontrei-o na saída da biblioteca. Ele disse que estava procurando alguém em quem praticar o feitiço.

– Vá procurar a Profa. Minerva! – insistiu Hermione. – Dê parte dele!

- Malfoy acha que pode pisar em todo mundo, mas ele vai ver o que farei com ele depois, não se preocupe Neville. – Sollaria  falou sorrindo para o menino.

- Odeio pessoas que acham que podem pisar nas outras só porque tem mais poder, ou acha que o sangue é mais puro. Somos todos iguais por dentro, não é feio você ser mestiço, não é feio você não ter sangue-puro, não é feio você não ser tão inteligente. Feio mesmo é o seu preconceito idiota. Já lidamos com isso já tem bastante tempo, acho que já está na hora de pararmos de julgar todos sem conhecer, e passarmos a tentar aceitar todos com suas diferenças, pois são essas mesmas diferenças que nos fazem ser únicos. Cada um de uma maneira diferente. – Tiago Sirius falou olhando para todas as pessoas no Salão Principal.

Sol e Harry olhavam orgulhosos para o filho, ele se parecia tanto com eles, Sol estava irradiando felicidade.

- Pela primeira vez eu tenho que concordar com o que Tiago falou, nós sempre julgamos aquilo que nós não conhecemos ou algo que nós não aceitamos, mas quem somos nós para julgar e condenar alguém? Somo humanos como todos os outros, nós erramos, nós temos defeitos, e nós nunca seremos as pessoas perfeitas que nós demostramos. Nós temos rixas com pessoas que são de casas diferentes, nós não aceitamos que uma pessoa não é da mesma espécie que a gente, a guerra que se aproxima foi causada por esse mesmo assunto, preconceito com quem não tem o sangue-puro. Vamos parar um pouco para pensar, e veremos que nossa consciência não tem cor, não tem sangue, só precisamos ter uma consciência mais humana. – Dominique falou séria.

- Sempre existe tempo de mudar nossas ideais, de achar a luz que está faltando em nossas vidas, nunca é tarde para você se arrepender de todos os erros cometidos, se você quiser mudar basta você acreditar nessa mudança. Encha seu coração de amor novamente, e no final você verá que estar sozinho nunca é a melhor opção, e você verá que o amor vence sim todo mal. – Cedrico Severo falou olhando para a mesa da Sonserina, especificamente para sua família materna.

- Neville sacudiu a cabeça.

– Não quero mais confusão – murmurou.

– Você tem de enfrentá-lo, Neville! – disse Rony. – Ele está acostumado a pisar nas pessoas, mas não há razão para você se deitar aos pés dele para facilitar.

– Não precisa me dizer que não sou bastante corajoso para pertencer à Grifinória. Draco já fez isso – disse Neville, engasgado.

- Se o Chapéu lhe colocou na Grifinória é porque você pertence á Grifinória. E nunca duvide disso. – Alice falou firme para o filho.

- Eu era muito inseguro nos meus primeiros anos, e achava que não pertencia realmente á Grifinória, mas depois de um tempo eu percebi que eu realmente era um grifinório. – Neville falou para mãe.

Harry apalpou o bolso de suas vestes e tirou um sapo de chocolate, o último da caixa que Hermione lhe dera no Natal. Deu-o a Neville, que estava com cara de quem ia chorar.

– Você vale doze Dracos – disse Harry. – O Chapéu da Seleção escolheu você para Grifinória, não foi? E onde está Draco? Naquela Sonserina nojenta.

Metade da mesa da Sonserina lançou olhares hostis para Harry.

- Esse garoto nunca chegaria nem aos pés do meu filho. – Lucius.

- Você se acha melhor que todos não é mesmo?  Sabe no futuro você foi uma pessoas muito detestável, mas no final eu fiquei com tanta pena de você, pois você pagou por todas as suas maldades, e seu fim foi algo terrível. Se eu fosse você eu pegava essa segunda chance que estão te dando e tentaria fazer diferente. Porque uma coisa eu digo seu futuro não será nada legal. – Sol falou olhando para Lucius.

A boca de Neville se contraiu num sorrisinho enquanto desembrulhava o sapo.

– Obrigado, Harry... Acho que vou para a cama... Você quer o cartão, você coleciona, não é?

Quando Neville se afastou, Harry olhou para o cartão de Bruxo Famoso.

– Dumbledore outra vez. Ele foi o primeiro que...

E soltou uma exclamação. Olhou para o verso do cartão. Em seguida olhou para Rony , Hermione e Sollaria que tinha um sorrisinho no rosto.

- A resposta estava na figurinha, eu não acredito nisso. – James falou.

– Encontrei! – murmurou. – Encontrei Flamel! Eu disse a vocês que tinha lido o nome dele em algum lugar. Li-o no trem a caminho daqui. Escutem só isso: O Prof. Dumbledore é particularmente famoso por ter derrotado Grindelwald, o bruxo das Trevas, em 1945, e ter descoberto os doze usos do sangue de dragão, e por desenvolver um trabalho de alquimia em parceria com Nicolau Flamel.

Hermione ficou em pé de um salto. Não parecia tão animada desde que eles tinham recebido as notas do primeiro dever de casa.

– Não saiam daqui! – disse e saiu escada acima em direção aos dormitórios das meninas. Harry e Rony mal tiveram tempo de trocar um olhar intrigado e ela já estava correndo de volta, com um enorme livro velho nos braços. – Nunca pensei em olhar aqui – falou excitada. – Sol me emprestou ele algumas semanas atrás.

- Viu eu lhe dei a dica, você que não quis ler o livro. – Sol falou sorrindo convencida para á amiga.

- Não enche Sol. – Hermione falou fazendo bico.

-  A mamãe sempre foi assim, todas as vezes que perdíamos alguma coisa e ela achava, ela guardava e ficava nos falando para procurarmos direito que estaria no lugar, mas ela nunca falava onde ela tinha colocado. – Lílian falou.

- O que eu posso fazer se vocês que são ruins em decifrar dicas e pistas. – Sol falou erguendo as  mãos em sinal de rendição.

– Distrair? – admirou-se Rony, mas Hermione mandou-o ficar quieto, enquanto procurava alguma coisa e começou a folhear as páginas do livro, ansiosa, resmungando para si mesma.

Finalmente encontrou o que procurava.

– Eu sabia! Eu sabia!

– Já podemos falar? – perguntou Rony de mau humor. Hermione não lhe deu resposta.

– Nicolau Flamel – sussurrou ela teatralmente – é, ao que se sabe, a única pessoa que produziu a Pedra Filosofal.

A frase não teve bem o efeito que ela esperava.

– A o quê? – exclamaram Harry e Rony.

- Sério? – Perguntou Sol, incrédula. 

– Ah, francamente, vocês dois não leem? Olhem, leiam isso aqui.

- Nos desculpe se não somos como vocês duas que leem três livros por semanas. – Harry falou com ironia.

- Vocês realmente leem três livros por semana? – Remus perguntou curioso.

-Ás vezes sim, mas não são todas as semanas. – Hermione e Sol responderam juntas.

- E Hermione ainda nos força a estudar junto com elas. – Harry falou fazendo careta.

- Elas estão certinhas, vocês tem que estudar, não podem ficar só pensando em qaudribol. – Lily falou olhando para o filho severa.

- Tenho certeza que ele estuda Lírio, mas ás vezes eles precisam relaxar. – James falou para a ruiva.

Ela empurrou o livro para os dois, que leram:

O antigo estudo da alquimia preocupava-se com a produção da Pedra Filosofal, uma substância lendária com poderes fantásticos. A pedra pode transformar qualquer metal em ouro puro. Produz também o Elixir da Vida, que torna quem o bebe imortal. Falou-se muito da Pedra Filosofal durante séculos, mas a única Pedra que existe presentemente pertence ao Sr. Nicolau Flamel, o famoso alquimista e amante da ópera. O Sr. Flamel, que comemorou o seu sexcentésimo sexagésimo quinto aniversário no ano passado, leva uma vida tranquila em Devon, com sua mulher, Perenelle (seiscentos e cinquenta e oito anos).

– Viram? – disse Hermione, quando Harry e Rony terminaram. – O cachorro deve estar guardando a Pedra Filosofal de Flamel! Aposto que ele pediu a Dumbledore que a guardasse em segurança, porque são amigos e ele sabia que alguém andava atrás dela, esse é o motivo por que Dumbledore quis transferir a pedra de Gringotes.

- Quem será que está atrás da pedra? – Lottie perguntou.

- Eu sinceramente não sei, mas com certeza essa pessoa está em Hogwarts, e tenho certeza que ela não quer Harry no caminho dela. – James falou preocupado com seu filho.

- Nada pode acontecer com meu filho, Hogwarts deveria ser um lugar seguro James, e olha onde Harry está se metendo. – Lily falou nervosa.

- Se acalma Lily, tenho certeza que Harry ficará bem. – Lottie falou para á amiga.

- Eu já sabia quem era Flamel, mas nunca imaginaria que a pedra estaria em Hogwarts, agora esta tudo explicando, ele a retirou e colocou em Hogwarts o segundo lugar mais seguro do mundo bruxo, quem quer que seja que queira a pedra , tenham certeza quer não quer ela só para enfeite. – Sol falou séria olhando para os amigos.

– Uma pedra que produz ouro e não deixa a gente morrer! – exclamou Harry. – Não admira que Snape ande atrás dela! Qualquer um andaria.

– E não admira que não conseguíssemos encontrar Flamel em Estudos dos avanços recentes em magia – disse Rony. – Ele não é bem recente, se já fez seiscentos e sessenta e cinco anos, não é mesmo?

- Eu ainda acho que não é Snape que está por trás disso, alguém deve estar, mas não tenho mais suspeitos. – Lottie falou para os amigos.

- Mesmo eu não sendo o maior fã de Snape, não acho que ele seja quem está atrás da pedra. -  James falou e logo depois fez uma careta.

- É eu sei que é estranho falar isso, até mesmo ouvir. Mas acho que Snape não tem nada haver com a pedra. – Sirius falou olhando para a mesa da Sonserina.

Na manhã seguinte, na sala de Defesa Contra as Artes das Trevas, enquanto copiavam asdiferentes maneiras de tratar mordidas de lobisomem, Harry e Rony continuavam a discutir o que fariam com uma Pedra Filosofal se tivessem uma. Somente quando Rony disse quecompraria o próprio time de quadribol foi que Harry se lembrou de Snape e da partida que se aproximava.

– Eu vou jogar – disse a Rony e Hermione. – Se não fizer isso, o pessoal de Sonserina vai pensar que tenho medo de encarar Snape. Vou mostrar a eles... vamos tirar aquele sorriso da cara deles se vencermos.

- Não acontecerá nada Harry. – Sol assegurou para o amigo.

- Eu espero realmente que não aconteça nada com você. – Lily falou olhando para o filho.

- Fica calma mãe. – Harry abraçou a mãe.

– Desde que a gente não acabe tirando você da quadra – disse Hermione.

- Credo Mione. – Sol falou olhando para á amiga.

À medida que a partida se aproximava, porém, Harry foi ficando cada vez mais nervoso, mesmo que negasse isso para Rony e Hermione. O resto do time também não estava tão calmo assim. A ideia de passar à frente de Sonserina no campeonato das casas era maravilhosa, ninguém fazia isso havia quase sete anos, mas será que conseguiriam, com um juiz tão parcial?

- Até mesmo eu estava nervosa, queria ganhar da Sonserina, mais ainda tínhamos o juiz que não ajudaria. – Sol falou.

Harry não sabia se estava ou não imaginando, mas parecia estar sempre encontrando Snape por todo lugar em que ia. Às vezes, ele até se perguntava se Snape não o estaria seguindo, tentando apanhá-lo sozinho. As aulas de Poções estavam se transformando numa espécie de tortura semanal. De tão ruim que Snape era com Harry! Seria possível que Snape tivesse descoberto que os meninos haviam lido sobre a Pedra Filosofal? Harry não imaginava como; no entanto, por vezes tinha a horrível sensação de que Snape podia ler pensamentos.

Harry e Sol se olharam era exatamente isso que o professor fazia e eles nem ao menos sabiam disso nessa época.

- Ele não gosta de você por minha causa, eu sinto muito meu filho. – James falou.

- Não é sua culpa pai. – Harry falou.

- Snape que tinha que ter esquecido  isso, Harry não tinha culpa nada. – Sol falou.

Harry sabia que, quando lhe desejassem boa sorte à porta do vestiário na tarde seguinte, Rony e Hermione estariam se perguntando se o veriam vivo outra vez. Isto não era o que se poderia chamar de consolo. Harry mal ouviu uma palavra da conversa de Olívio para animar os jogadores enquanto vestia o uniforme de quadribol e apanhava sua Nimbus 2000. Sol estava ao seu lado e Harry podia ver que ela estava nervosa também.

Entrementes, Rony e Hermione tinham encontrado um lugar nas arquibancadas junto a Neville, que não conseguia entender por que eles estavam tão sérios e tampouco por que haviam trazido as varinhas para o jogo. Mal sabia Harry que Rony e Hermione tinham andado praticando secretamente o Feitiço da Perna Presa. Tinham tido essa ideia ao verem Draco usá-lo contra Neville e estavam preparados para usá-lo contra Snape se ele desse o menor sinal de querer machucar Harry.

- Vocês não batiam bem da cabeça. – Sirius falou rindo.

- Queríamos Harry bem. Não importava se tivéssemos que azarar um professor. – Rony falou.

- Isso sim é uma verdadeira demonstração de amizade. – Lily falou sorrindo.

- Os amigos são sua segunda família. E a pela nossa família nós fazemos o possível. – Sol falou sorrindo para os amigos.

– Agora não esqueça, é Locomotor Mortis – cochichou Hermione enquanto Rony escondia a varinha na manga.

– Eu sei – Rony respondeu com maus modos. – Não chateia.

Mas, no vestiário, Olívio puxara Harry para um lado.

– Não quero pressioná-lo, Potter, mas se há um dia em que precisamos agarrar o pomo logo de saída é hoje. Termine o jogo antes que Snape possa favorecer Lufa-Lufa demais.

- Nem foi preciso, pedir demais para Harry. – Sol falou.

– A escola inteira está lá fora! – disse Fred Wesley, espiando para fora da porta. – Até mesmo, putz, Dumbledore veio assistir!

O coração de Harry deu um salto.

– Dumbledore? – disse, correndo até a porta para se certificar. Fred tinha razão. Não havia como confundir aquela barba prateada.

Sol que estava ao lado de Harry revirou olhos.

Harry poderia ter dado uma grande gargalhada de alívio. Estava seguro. Simplesmente não havia jeito de Snape ousar machucá-lo se Dumbledore estivesse assistindo.

Harry revirou os olhos com seu eu mais novo. Naquela época ele ainda acreditava no diretor mais depois que o tempo foi passando ele viu quem realmente era Alvo Dumbledore, não odiava o diretor, mas também não o considerava seu amigo. Não depois de tudo o que descobriu dele.

Talvez fosse por isso que Snape estava com a cara tão zangada na hora em que os times entraram em campo, uma coisa em que Rony também reparou.

– Nunca vi Snape com uma cara tão feia – disse a Hermione. – Olhe, começou. Ai!

Alguém cutucara Rony na cabeça. Era Draco.

– Ah, desculpe, Weasley, não vi você aí.

Draco deu um largo sorriso para Crabbe e Goyle.

– Quanto tempo será que Potter vai se aguentar na vassoura desta vez? Alguém quer apostar? E você, Weasley?

- Até o final da leitura de todos esses livros, não prometo não azarar esse menino. Que coisa insuportável. – Sirius falou baixinho para Lottie.

- Se controle Sirius, não quero que arrume problemas. – Lottie falou para o namorado. 

- Não vou fazer nada, não precisa ficar preocupada. – Assegurou Sirius.

Rony não respondeu; Snape acabara de aplicar uma penalidade na Grifinória porque Jorge Weasley mandara um balaço nele. Hermione, que mantinha todos os dedos cruzados no colo, apertava os olhos fixos em Harry, que circulava sobre os jogadores como um falcão, à procura do pomo.

– Sabe como eu acho que eles escolhem jogadores para o time da Grifinória? – disse Draco bem alto alguns minutos depois, quando Snape aplicou nova penalidade em Grifinória sem a menor razão. – Escolhem as pessoas que dão pena. Vê só, o Potter, que não tem pais, depois os Weasley, que não têm dinheiro. Você também devia estar no time, Longbottom, você não tem miolos.

- Isso é muita crueldade. – Lílian falou olhando feio para Draco.

- Me desculpe. – Draco pediu para á garota.

Neville ficou muito vermelho, mas se virou para encarar Draco.

– Eu valho doze Dracos, Malfoy – gaguejou ele.

Draco, Crabbe e Goyle rolaram de rir, mas Rony, que continuava sem coragem de despregar os olhos do jogo, disse:

– Isso mesmo, responda a ele, Neville.

– Longbottom, se miolos fossem ouro, você seria mais pobre do que Weasley, e isso já é muita coisa.

Os nervos de Rony já estavam esticados ao máximo de tanta preocupação com o Harry.

– Estou lhe avisando, Draco... mais uma palavra...

– Rony! – disse Hermione de repente. – Harry!

– Quê? Onde?

Harry inesperadamente dera um mergulho espetacular, que provocou exclamações e vivas da torcida. Hermione se levantou, os dedos cruzados na boca, enquanto Harry voava para o chão como uma bala.

– Você está com sorte, Weasley, Potter com certeza localizou dinheiro no chão! – disse Draco.

- É impressionante como ainda existem pessoas tão inconvenientes a esse nível. – Lene falou olhando para Draco.

- É engraçando você falar isso, olhe bem ás pessoas com quem você anda, não pode falar muito McKinnon, os seus amigos também são bem inconvenientes. – Snape falou desdenhoso.

- E você Ranhoso, que anda com futuros comensais da morte e comensais da morte, minha prima é um bom exemplo disso, não me surpreendo se daqui algum tempo, você não estiver igual ela, uma doida varrida. – Sirius falou olhando para prima que olhava para ele com ódio.

- Ora seu traidor imundo, não fale de mim, não coloque meu nome nessa sua boca imunda. – Bellatrix falou com raiva.

- Ele só falou a verdade Bellinha. – James falou debochado.

Bellatrix pegou sua varinha rapidamente e James só viu o raio azulado vindo em sua direção, quando ele ia sendo atingido o escudo aparece em sua frente.

- Não te ensinaram que não devemos atacar um oponente se ele não estiver com sua varinha, você foi bem baixa agora Bellatrix, se quiser lutar porque não luta comigo. – Sollaria falou fria olhando para a tia.

- Não seja tola garotinha, não luto com crianças, ainda mais fedelhas traidora do próprio sangue. – Bella falou como uma lunática.

Sol soltou uma alta gargalhada e olhou para á mais velha com deboche.

- Está se achando demais titia, está com medo de perder para uma adolescente. – Sol perguntou fazendo uma voz de criança.

O resto do Salão Principal só observava o começo da briga que acontecia agora.

- Sua garota insolente, eu vou te ensinar a não mexer com pessoas mais velhas que você, Cruc... – Bella mal terminou de falar quando se sentiu sendo jogada para trás.

- ESTÁ FICANDO LOUCA BELLATRIX, COMO OUSA PENSAR QUE LANÇARIA UM CRUCIO EM MINHA NETA, VOCÊ SÓ PODE TER PERDIDO OS  RESTANTES DOS NEURÔNIOS QUE LHE SOBRARAM. – Walburga gritou com a sobrinha que a olhava atômica.

- EU VOU MATAR VOCÊ SUA VADIA, COMO VOCÊ PENSA QUE VAI FERIR MINHA FILHA ASSIM, EU AINDA ESTANDO PRESENTE NO MESMO LUGAR QUE VOCÊ, VOCÊ PODE FALAR QUALQUER COISA, MAIS MEXER COM MINHA FILHA VOCÊ ESTÁ PEDINDO  PARA APANHAR. – Lottie gritou indo para cima de Bellatrix que ainda se encontrava no chão, Sirius logo tirou a namorada de cima da prima, que agora tinha os cabelos bagunçando e a cara arranhada.

- Okay você já mostrou para ela que sabe bater, se acalma. – Sirius falou para á namorada.

- Você está bem minha querida? – Walburga perguntou para a neta que estava paralisada.

- Mãe, a senhora está bem? – Tiago Sirius perguntou preocupado.

- Sol, meu amor, olhe para mim, já passou, não foi nada, olha para mim. – Harry falou pegando o rosto da namorada em suas mãos. – Já passou. – Puxou a mesma para um abraço.

Logo Lottie e Sirius vieram ver como a filha estava, Sol quando se acalmou, procurou pela sua vó, foi até a mesma e a abraçou apertado, se não fosse por ela, ela agora estaria sentindo dores terríveis.

- Muito obrigado vovó, muito obrigado mesmo. – Agradeceu com a voz embargada.

- De nada minha querida, está bem mesmo? – Perguntou olhando para neta minuciosamente.

- Estou sim, não se preocupe. – Assegurou Sol.

Sirius observava toda a cena sem saber o que falar, ele já tinha percebido que sua mãe adorava Sol, mas ele não sabia que era á esse ponto, de defendê-la, toda a preocupação que ela tinha agora ali, ele nunca tinha visto sua mãe assim, não se lembrava de nenhuma vez em que ela o tratou assim.

- Ela está mudando Sirius, talvez agora você possa ver um lado dela que você nunca viu. – Lottie falou pegando a mão do namorado.

- Eu espero sinceramente que ela esteja mudando de verdade. – Sirius olhou para a namorada.

Depois de todos se acalmarem e voltarem para seus lugares Alice retornou a leitura.

Rony reagiu. Antes que Draco soubesse o que estava acontecendo, Rony partiu para cima dele e o derrubou no chão. Neville hesitou, depois pulou o encosto da cadeira para ajudar.

- Rony Weasley, nunca use a violência para nada. – Molly ralhou brava com o filho.

– Vamos, Harry! – Hermione gritou, pulando em cima da cadeira para observar Harry se precipitar na direção de Snape, ela nem sequer reparou que Draco e Rony estavam embolados embaixo de sua cadeira, nem nos pés arrastados e gritos que saíam do redemoinho de socos que era Neville, Crabbe e Goyle.

No alto, Snape virou na vassoura bem em tempo de ver uma coisa vermelha passar veloz por ele, deixando de atingi-lo por centímetros – e no segundo seguinte, Harry saía do mergulho, o braço erguido em triunfo, o pomo seguro na mão.

As arquibancadas explodiram; tinha que ser um recorde, ninguém era capaz de se lembrar do pomo ter sido agarrado tão depressa.

James estava com os olhos brilhando, Harry a cada página lida só lhe dava ainda mais orgulho, nem ele mesmo já tinha agarrado um pomo tão rápido assim.

- Estou muito orgulhoso. – James falou para Harry.

- Parece que o Mini Pontas é melhor que você James. – Sirius falou tirando uma com o amigo.

- E ele tem que ser mesmo. – James respondeu sorrindo.

– Rony! Rony! Cadê você? A partida terminou! Harry ganhou! Nós ganhamos! Grifinória está na frente! – gritava Hermione, dançando da cadeira para o chão e dali para a cadeira e se abraçando com Parvati na fileira da frente.

Harry saltou da vassoura antes de chegar ao solo. Não conseguia acreditar. Agarrara – o jogo terminou, nem chegara a durar cinco minutos. Quando Grifinória invadiu o campo, ele viu Snape pousar ali perto, a cara branca e os lábios contraídos – depois Harry sentiu uma  pessoa lhe abraçando, logo uma cabeleira negra pode ser vista e ele sabia que era Sol.

- Muito bem, Harry. Excelente.- Falou alegre.

Snape cuspiu com amargura no chão.

Harry deixou o vestiário sozinho algum tempo depois, para levar sua Nimbus 2000 de volta à garagem. Não se lembrava de ter se sentido mais feliz. Realmente fizera agora uma coisa de que poderia se orgulhar – ninguém poderia mais dizer que ele era apenas um nome famoso.

- Você não é só um nome famoso Harry, é muito mais que isso. – Sol falou para o namorado.

- Você é um garoto incrível Harry. – Hermione falou.

- E um amigo melhor ainda. – Rony terminou.

O ar da noite nunca lhe parecera mais gostoso. Caminhou pela grama úmida, revivendo mentalmente a última hora, que era um borrão de felicidade: Grifinória correndo para erguê-lo nos ombros; Rony e Hermione a distância, pulando de alegria, Rony dando vivas com o nariz escorrendo sangue.

Harry chegara à garagem. Recostou-se na porta de madeira e contemplou Hogwarts, com suas janelas avermelhadas pelo sol poente. Grifinória na liderança. Ele conseguira, mostrara a Snape...

E por falar em Snape...

- O que ele irá aprontar agora. – Lottie falou.

Uma figura encapuzada descia rapidamente os degraus de entrada do castelo. Sem dúvida não queria ser vista, andava o mais depressa que podia em direção à Floresta Proibida. A vitória de Harry se apagou de sua mente enquanto o observava. Reconheceu o andar predador da figura. Snape, escapulindo até a floresta enquanto todos jantavam – que estava acontecendo?

- Snape não faz nem esforço para ser uma coisa da qual os alunos devem ter medo. – Sirius falou fazendo careta.

- Cale a boca Black. – Snape mandou.

Harry tornou a montar a Nimbus 2000 e levantou voo. Planando silenciosamente sobre o castelo, viu Snape entrar na floresta correndo. Seguiu-o.

As árvores eram tão juntas que ele não conseguia ver aonde fora Snape. Voou em círculos cada vez mais baixos, roçando a copa das árvores até que ouviu vozes. Planou em direção a elas e pousou, sem ruído, em uma alta bétula.

Subiu com cuidado em um dos ramos, segurando-se firme na vassoura, tentando espiar por entre as folhas.

Embaixo, na clareira sombria, estava Snape, mas não estava sozinho. Quirrell estava com ele. Harry não conseguiu distinguir a expressão no seu rosto, mas a gagueira estava pior que nunca. Harry apurou o ouvido para entender o que conversavam.

- Snape estou começando a duvidar para que lado você  está jogando, esses seus encontros secretos aí, estão deixando a desejar. – James falou segurando a risada.

Snape simplesmente ignorou a brincadeira.

– ... não sei por que você quis se encontrar logo aqui, Severo...

– Ah, quis manter o encontro sigiloso – disse Snape, a voz gélida. – Afinal os alunos não devem saber sobre a Pedra Filosofal.

Harry se curvou para a frente. Quirrell balbuciou alguma coisa. Snape interrompeu-o.

– Você já descobriu como passar por aquela fera do Hagrid?

– M-m-mas, Severo, eu...

– Você não quer que eu seja seu inimigo, Quirrell – ameaçou Snape, dando um passo em direção a ele.

– N-n-não sei o que você...

– Você sabe perfeitamente o que quero dizer.

Uma coruja piou alto e Harry quase caiu da árvore. Firmou-se em tempo de ouvir Snape dizer:

- Então Snape já sabe que é a pedra, e esse pateta do Quirrel também. – Remus falou pensativo.

- Ainda não acho que seja Snape, mesmo que as circunstâncias não ajudem ele. – Lottie falou. 

- Ainda desconfio desse Quirrel, sujeitinho idiota. – Remus falou desdenhoso.

– ... as suas mágicas de araque. Estou esperando.

– M-mas eu n-n-não...

– Muito bem – interrompeu-o Snape. – Vamos ter outra conversinha em breve, quando você tiver tido tempo de pensar nas coisas e decidir com quem está a sua lealdade.

 E jogando a capa por cima da cabeça saiu da clareira. Estava quase escuro agora, mas Harry pôde discernir Quirrell, parado muito quieto como se estivesse petrificado.

- Então um dos dois não está sendo leal a Dumbledore, agora basta saber quem? – Lily falou.

– Harry, onde é que você esteve? – perguntou Hermione com a voz esganiçada.

– Vencemos! Você venceu! Nós vencemos! – gritou Rony, dando palmadas nas costas de Harry. – E deixei o olho de Draco roxo e Neville tentou enfrentar Crabbe e Goyle sozinho! Ainda está desacordado, mas Madame Pomfrey diz que ele vai ficar bom. Isso é que é mostrar a Sonserina! Todos estão esperando você na sala comunal, estamos dando uma festa, Fred e Jorge roubaram uns bolos e outras coisinhas nas cozinhas.

-Rony quando começa a falar parece uma matraca desgovernada. – Jorge falou rindo do irmão.

- O que aconteceu Harry? – Perguntou Sol.

– Então tínhamos razão, é a Pedra Filosofal e Snape está tentando obrigar Quirrell a ajuda-lo a roubar. Ele perguntou se o outro sabia como passar por Fofo, e falou alguma coisa sobre as magiquinhas de Quirrell. Imagino que haja outras coisas protegendo a pedra além de Fofo, uma porção de feitiços, provavelmente, e Quirrell deve ter feito algum contrafeitiço de que Snape precisa para entrar...

– Você quer dizer que a Pedra só está segura enquanto Quirrell resistir a Snape? – perguntou Hermione, alarmada.

– Terça-feira ela terá desaparecido – disse Rony.

- Quirrel é um idiota. – Sol falou.

-Acabou. – Alice falou.

- Quem lerá agora? – Minerva.

- Eu – Frank. Alice lhe deu o livro.

“- As coisas nem sempre são o que aparentam ser. O diferente é só questão de opinião.” – A.


Notas Finais


Eae o que acharam? Quem sabe não sai mais um capítulo hoje!
Comentem o que acharam.
Deixem seus números nos comentários, para quem quiser participar dos grupo.
Os vejo em breve.
Beijos.


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