História Let Me Be Your SuperHero - Capítulo 6


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers), Viúva-Negra (Black Widow)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Loki, Maria Hill, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pepper Potts, Personagens Originais, Steve Rogers, Thor
Tags Capitão América, Natasha, Os Vingadores, Romance, Romaroger, Stasha, Steve, Viuva Negra
Visualizações 74
Palavras 1.114
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite meus leitores maravilhosos. Como vocês estão hoje? Espero que estejam muito bem.
Primeiramente eu quero agradecer a todos que estão lendo está história minha e da minha amiga que me ajuda a escrever. Aos novos leitores, peço que sejam bem vindos e obrigada por degustarem desta história. Sou eternamente agradecida á todos vocês.

Espero que gostem deste capitulo, vai ter uma narração de uma pessoa que talvez vocês gostem. E fiquem calmos, que vai rolar Steve e Natasha sim!

Capítulo 6 - Capítulo 5 - Helping a friend


Capítulo 5 – Helping a friend

[Bárbara Morse]

Ouço meu telefone tocar, e reviro-me na cama, xingando o maldito toque que me acordou no meio da noite, a procura do aparelho que eu havia deixado em cima do criado mudo, e que por algum motivo não estava mais lá.

Movo meu corpo um pouco para o lado, só que isso não foi lá uma boa idéia. Minha queda contra o chão foi um pouco dolorida, principalmente porque cai de busto.

Bufo irritada, ainda ouvindo o som do meu celular tocando.

Nota mental: Trocar imediatamente esse toque irritante por algum que preste.

Levanto do chão e ligo o abajur em cima do criado mudo, que ilumina o quarto conseqüentemente me possibilitando ver onde eu havia deixado o celular... Na cama, ao lado do meu travesseiro.

Pego o aparelho e olho na tela, e um enorme sorriso se forma em meus lábios ao ver de quem era a chamada, não me permitindo ficar irritada com a pessoa por ter me acordado às duas da manhã.

– Alô? – atendo sentando na cama, ainda sorrindo.

– Oi amor. – solto um suspiro apaixonado ao ouvir a voz de Clint do outro lado da linha – Desculpe te acordar a essa hora, mas eu estava com saudades.

Sorrio bobamente.

– Também estou com saudades. – respondo – Como estão às coisas por aí?

Ouço um suspiro, que identifiquei como frustração.

– Na mesma. – ele responde – Eu perdi a localização do alvo, e agora terei de encontrá-lo o quanto antes, sem falar que o Fury quer me matar por esse pequeno erro.

Meu sorriso se desmancha, pois se as coisas não estavam andando por lá, obviamente Clint iria ter que ficar mais tempo distante.

– Quanto tempo? – indago, com a voz fraca.

– Eu não sei ao certo. Agora que eu perdi o alvo, talvez demore um tempo para eu reencontrá-lo. – ele diz fazendo meu coração apertar ainda mais – Eu sinto. Queria estar aí com você.

Esboço um sorriso mínimo.

– Também queria que estivesse. – confesso.

– Como está a Nat? – ele pergunta.

Sei o quanto meu namorado se preocupa com ela, e confesso que eu também me preocupo, afinal se não fosse por Natasha, Clint e eu jamais estaríamos juntos agora.

– Está bem eu acho. – respondo um pouco incerta – Eu tenho tentado distraí-la com algumas coisas, e parece que estou conseguindo.

Clint suspira aliviado.

– Isso é bom. – ele diz parecendo mais tranqüilo – Ela teve mais algum pesadelo nesses últimos dias?

Balanço a cabeça de forma negativa, e sorrio de mim mesma por fazer isso, afinal ele nem estava vendo.

– Bem, desde que você saiu, ela está mais tranqüila e...

– NÃO! – Um grito estridente interrompe minha fala e me faz arregalar os olhos ao reconhecer de quem era.

– Bobbi, o que foi isso? – Clint indaga de imediato, a preocupação despertando no mesmo.

– É a Natasha Clint, eu tenho que ir. – sem esperar mais nada, desligo o celular e levanto da cama num salto.

Corro quarto a fora de maneira apressada, me dirigindo ao quarto de Natasha, que por sorte era ao lado do que eu estava.

Encontro a mesma sentada na cama, com as roupas empapadas pelo suor, os cabelos um pouco úmidos, a respiração descompassada, e o olhar vazio que fita a parede de forma penetrante, e isso me deixou muito preocupada.

– Natasha? – a chamo, mas ela parece não me ouvir.

Ando devagar em sua direção, parando a alguns centímetros dela, enfim chamando sua atenção. Natasha vira seu rosto e me fita com uma expressão vazia, seu olhos fundos indicavam que ela estava assustada, embora sua expressão estivesse neutra.

– Natasha, o que houve? – pergunto apreensiva – Outro pesadelo?

Ela assente, desviando o olhar novamente para a parede.

– Eu não agüento mais isso Bobbi. – ela admite, parecendo decepcionada consigo mesma – Há tempos eu não sei o que significa ter uma boa noite de sono.

Sinto um aperto no coração ao ver Natasha daquela maneira, parecendo, pela primeira vez, vulnerável, com medo de alguma coisa. Por mais que ela seja a fria e impiedosa Viúva Negra, Natasha conquistou a minha amizade, acabou se tornando uma pessoa importante na minha vida, se tornou minha melhor amiga.

E eu preciso ajudá-la.

– Não se preocupe com isso Natasha, eu vou ajudar você. – afirmo, fazendo um mínimo sorriso surgir nos lábios dela.

Por mais que ele fosse sarcástico, eu sabia que ela estava grata por eu querer ajudá-la. E eu já tinha uma idéia de como faria isso.

[...]

Com passos firmes, adentro o elevador da Torre Stark, subindo com e mesmo logo em seguida rumo ao andar do Homem de Ferro.

Assim que o elevador para onde eu queria, as portas se abrem, revelando uma sala ampla e luxuosa, a parede de vidro mostrando a vista de Nova York deixava o cômodo mais agradável.

– Bom dia, Srta. Morse. – a voz robótica de Jarvis adentra meus ouvidos assim que coloco os pés no piso – Seja bem vinda.

– Obrigado Jarvis. – agradeço adentrando a sala – Onde está o Tony?

– Eu estou bem aqui. – a voz de Stark preenche o ambiente.

O mesmo estava no pequeno barzinho ao canto da sala, com um copo de whisky em sua mão e um sorriso egocêntrico em seu rosto.

– Olá Tony. – cumprimento andando na direção do bilionário.

Ele acena com a cabeça, pegando a garrafa de whisky e despejando seu conteúdo em outro copo.

– Quer beber? – indaga, oferecendo-me o copo de whisky.

Nego o fitando seriamente.

– Eu disse a você que tinha um assunto sério a tratar.

– É só um copo de whisky. – ele diz com um meio sorriso irônico – Mas já que você não quer, sobra mais pra mim. – e então ele vira o copo em sua boca, derramando a bebida em sua garganta.

Reviro os olhos.

– Já vi que sua sanidade logo vai ficar escassa. – comento.

Tony sorri, um sorriso sarcástico.

– A que devo a sua visita Harpia? – ele indaga saindo do balcão e se dirigindo até o sofá da sala – Espero que não tenha vindo atrás do Legolas, porque eu não o vejo há dias.

Dou de ombros.

– Clint está em missão na Ásia. – conto sentando-me ao seu lado no sofá – Estou aqui por outro motivo.

Ele arqueia as sobrancelhas.

– Que seria?

Respiro fundo, tentando me convencer de aquilo era o certo a fazer, e que seria a forma mais ideal de ajudar minha amiga, embora ela não vá pensar da mesma forma que eu e talvez queira me matar quando descobrir, mas é um risco que eu tenho que correr.

– Preciso da sua ajuda. – respondo com um olhar de suplica – Na verdade, de um favor.

Tony me olha curioso, seu cenho enrugado enquanto ele estava, pela primeira vez, realmente prestando a atenção no que eu estava falando.

– Que tipo de favor?


Notas Finais


O que acharam? Natasha e seus pesadelos, isso talvez se repita bastante. Gostaram da Barbara? Espero que sim

Obrigada a todos meus amores, um beijo meu e da minha parceira Holly ♥


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