História Let me go see the light - Capítulo 3


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Categorias Bendy and the Ink Machine
Personagens Alice Angel, Bendy, Boris the wolf, Henry, Joey Drew, Personagens Originais, Sammy Lawrence
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Palavras 2.673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Ato 3 - filme de tinta


-Joey você sabe que isso está dando errado


-você que está falando bobagens, acredite isso vai dar certo


-deu tão certo que os canos que rodam a tinta não aguentam a pressão e acabam estourando


-depois eu peço para alguém vir arrumar isso


-mas como estão as músicas novas a próxima animação vai vir em breve não é


-claro Sammy já providenciou tudo… se eu não me engano Norman Polk já está próximo de finalizar a animação só precisamos dos áudios… bem chega de papo vamos comemorar essa nova era


-tente não exagerar muito… eu vou depois do vou terminar alguns desenhos da Alice e do Boris e logo te encontro… Ah Joey quero meu pagamento adiantado caso você arrume confusão no bar


-fique tranquilo cara não vou fazer nada de errado





-... Henry onde estamos


-na minha casa… você bebeu demais vomitou até dizer chega e também agrediu cinco pessoas


-O QUE


-a parte das pessoas foi mentira… mas sim você bebeu até dizer chega… e acabou extrapolando, achei um milagre não ter batido em ninguém


-...


-anda você precisa ir descansar pode ir pro quarto de hóspedes vou preparar um chá agora você


-não fica aqui comigo


-não Joey… você acabou bebendo demais


Fui em direção a cozinha e coloquei água na chaleira e esperei o vapor começar a subir, em meio a esse tempo olhei nos armários para ver se encontrava alguma embalagem de chá, e achei porém estava no fundo do armário me agachei e fui pegar a embalagem escrito “chá de ervas” ótimo para relaxar. Pensei


-Henry… Henry onde você tá


-calma… estou quase terminando o seu chá… - coloquei o chá em duas canecas e voltei para sala e Joey estava sem sua camisa e quase subindo pelas paredes - Joey o que diabos você está fazendo


-shhh… ele veio visitar a gente - colocou o indicador na minha boca


-quem… do que você está falando


-não se faça de sonso… Bendy veio nos visitar hoje ele está aqui…


-ok… vamos parar com o café e beba logo esse chá - entreguei o chá para Joey e em um instante ele virou o copo em sua boca e logo jogando todo líquido para fora de sua boca sendo que metade do líquido ele cuspiu na minha cara já que estava quente - … eu não vou falar nada sobre isso


-foi mal… está escutando… é ele Henry está tentando nos falar algo


-por Deus Joey você bebeu demais não acha… vem vou ter que te levar para o quarto, pelo menos já está sem camisa anda suba para o banheiro irei pegar uma toalha e uma calça para você se vestir


Joey estava subindo as escadas ou melhor tentando já que ele estava quase caindo no primeiro degrau e eu tive que levar ele até o topo, é bom eu receber algo em troca depois disso realmente nunca tinha visto Joey tão solto dessa forma ele deve ter exagerado demais, o trouxe até o banheiro e o deixei lá e fui procurar alguma roupas para ele usar, Joey era mais alto que eu então a maioria das minhas roupas irão ficar muito curtas para ele, peguei algumas roupas que para mim ficavam bastante grandes e uma toalha e fui para o banheiro batendo na porta


-Joey… ei Joey… - coloquei meu ouvido na porta para ver se escuto alguma coisa mas não tinha barulho nenhum - Joey você está bem… - nada… não perdi tempo e entrei no banheiro procurando por Joey e o mesmo não estava no banheiro olhei dentro da bandeira mas nada dele, deixei as roupas e a toalha em cima da pia e fiquei encarando a janela - não… impossível ele ter feito isso é muito pequena… ele pode até ter bebido mas fugir ele não é tão louco assim… ou é… droga Joey


Sai do banheiro e fui descer as essas para ver se o encontrava vai ver ele estava na casa ainda, ele não podia ter saído assim do nada comecei a pensar onde ele poderia estar e escutei barulhos de alguém andando olhei para trás e Joey se jogou em cima de mim me fazendo cair no chão


-Joey mas que porra… seu pervertido… vai colocar uma roupa - ele estava totalmente despido e com roupas sujas em seu cabelo - seu idiota onde você se meteu eu fiquei preocupado


-que fofo ficou preocupado comigo foi…


-não é isso besta… se você morrer quem vai me pagar… - mesmo que Joey sendo meu amigo ele às vezes era um babaca como chefe e sempre demorava para me pagar


-oras então aqui está seu pagamento - Joey selou nossos lábios, senti uma forte queimadura em minhas bochechas ele pediu passagem e eu recusei ele estava bêbado deveria pensar que sou uma daquelas putas que ele vive comendo - vamos eu sei que você quer, vai deixa eu te foder - meu rosto esquentou mais ainda o que diabos Joey estava falando


-não saia de cima de mim… você está bêbado nem deve saber onde está


-Henry acha mesmo que estou bêbado, sou forte com bebida eu apenas estou pagando o que te devo…


-não… se for me pagar que seja em dinheiro… saia de cima de mim Joey - o empurrei e ele saiu de cima de mim e eu cobri meus olhos com as mãos - v-va para o banheiro… tem algumas roupas lá… anda


-... Não ache que vou esquecer disso tão cedo


-pervertido…







Abri meus olhos aos poucos acabei de ter um flashback, aquele dia onde Joey começou a mexer com minha cabeça, se eu me afastasse talvez iria esquecer esse sentimento bobo, claro nunca esqueci direito sem contar que estava com problemas pessoais e precisava mesmo ir para outro lugar só não sabia que iria levar trinta anos


Olhei ao redor eu não estava mais nos escombros do elevador eu estava em uma espécie de banheiro estranhei e olhei para meu corpo eu estava cheio de cortes, alguns estavam cicatrizando outros estavam abertos e sangravam minhas pernas estavam totalmente machucadas, e não consegui me levantar descobri isso da pior maneira tentando me levantar e caindo logo no seguida no chão


-droga… onde eu estou… preciso sair daqui…


Falei para mim mesmo e comecei a me arrastar para fora do banheiro, porém senti meu estômago começar a revirar, eu ia vomitar me arrastei rapidamente até uma privada e despejei todo líquido indesejável sue estava dentro de meu corpo, junto de restos de alimentos foi algumas gotas de sangue, uma imagem que me deu mais vontade de vomitar engoli seco e voltei a me arrastar, estava quase na porta do banheiro quando ela foi aberta brutalmente prendendo minha mão com a parede, o osso de meu braço provavelmente se deslocou devido ao movimento, me segurei para não gritar e chamar atenção, o que resultou em morder meus lábios ferozmente até sangrarem


Quem quer que tenha aberto a porta estava ainda lá pelo menos ainda não me viu, mas estava olhando para o chão, olhei para trás e vi que tinha um rastro do meu sangue desde onde eu acordei até onde estou nesse exato momento, a porta se abriu mais e eu pude ver se era novamente aquela criatura de tinta


Não tinha como eu fugir meu braço estava fudido eu estava sangrando e se por algum milagre conseguisse fugir ele iria me achar devido ao sangue, me afastei e fiquei debaixo da pia levando meu braço quebrado para perto de meu peito, não sei como estou aguentando toda essa dor, ela é agonizante demais a criatura de tinta tinha um sorriso em seu rosto ele começou a passar suas mãos no chão e a pegar meu sangue e lavando seus dedos até sua boca


Ótimo vou ser usado como aperitivo para essa coisa, eu queria saber se o que fiz antes podia ser feito de novo, dessa vez iria fazer as coisas diferentes mas como a vida não é feita de flores não cheguei em nada


A criatura me puxou de onde eu estava e me arremessou até a parede, me fazendo bater as costas na parede, pude ouvir alguém grunhidos vindos de si parecia como risadas, uma mancha de tinta apareceu embaixo de mim e comecei a sentir uma forte ardência na minha barriga me virei e vi que a tinta estava formando pequenas lâminas extremamente afiadas, pelo jeito nem morrer rápido irei vou ser obrigado a passar por uma sessão de tortura


Esforcei meu corpo ao limite e por um milagre consegui ficar de pé, a criatura estava na minha frente a qualquer momento poeira pular em cima de mim e me matar, olhei para os lados procurando uma rota de fuga, a única que tinha estava bloqueada pela criatura, encostei minhas costas na parede e senti uma corrente de ar através dela - uma parede falsa - pensei


Esforcei minhas pernas para irem para trás e a parede girou me jogando para a sala secreta que estava escondida e logo se fechou, uma lembrança me veio na cabeça onde Joey achou bacana fazer salas de serviço secretas, poucos funcionários sabiam disso tenho sorte de ser um desses, minhas pernas ainda doíam e estava difícil de me mover mas mesmo assim ignorei essa dor e continuei mesmo me arrastando eu ia conseguir chegar em algum lugar


Meu braço doía minhas pernas imploravam para eu parar de andar, eu estava ignorando tudo eu tinha que continuar e achar um lugar seguro, se por um milagre eu conseguisse achar a enfermaria poderia tentar dar um jeito de me curar, mas eu estava provavelmente muito longe dela


Continuei andando até o chão ceder e eu acabar caindo em meio ao mar de tinta, sua coloração preta estava mudando para umas listras em vermelho, se não morresse pelos monstros daqui iria morrer por hemorragia, olhei ao redor a sala em que eu estava era cheia de curvas e bifurcações


Tentei andar mas minhas pernas travaram de vez, eu não estava sentindo elas a tinta também não ajudava em nada era fria e o local estava esfriando parecia que eu estava em um refrigerador, olhei novamente para os lados vendo uma luz de aproximar por poucos minutos minha achei que tinha mais algum sobrevivente e veio ver o que tinha caído mas eu estava totalmente enganado era o projetista, ele estava vindo na minha direção e a luz de sua câmera iluminou meu corpo


Eu entrei em desespero tentei mexer minhas pernas mas o que consegui foi cair na tinta, mesmo assim fui me arrastando a luz estava ficando cada vez mais próxima eu estava em pânico, consegui ver uma escada e logo a frente um armário eu poderia usar isso para me esconder fui subir as escadas mas como meu corpo estava cheio de tinta acabei escorregando e caindo escada abaixo, dando de cara com o projetista


Seu corpo era coberto de tinta no lugar de sua cabeça estava um projetos ligados com uma forte luz fechei meus olhos e me senti saindo do chão ele tinha me pegado, ele me jogou novamente no chão e agarrou meu pé e começou a me puxar para baixo da escada, eu tentei gritar mas nada saia de minha boca





Ele me puxou por um longo caminho até cansar e me prender em um quarto, me jogando no chão e colocando em pano em minha boca e prendendo minhas mão com uma corda


Ele produzia alguns sons, que não sabia distinguir mas podia chutar que era sua respiração, ele se levantou e chutou minha barriga se não fosse o pano eu certamente teria cuspido sangue, engoli e me aproximei mais da parede tentando me proteger de qualquer agressão futura


-Henry… meu querido Henry você ainda está vivo - pude escutar a voz de Alice - o pelo que posso ver você está em um péssimo estado, coitado você ainda quer salvar o Boris que pena quem sabe em outro realidade, finalmente estou completa… bem não totalmente mas estou perto disso eu consigo sentir, bem espero que aproveite bem esse tempo com o projetista só tente não gritar ele pode ir com força demais - ela terminou rindo de uma maneira doentia


Espera “ele pode ir forte demais” não nem vem, ele não está pensando em fazer o que eu estou pensando, me encolhi mais ainda no canto da parede e pude ver o que o projetista estava de costas para mim olhei com mais atenção para si e notei vários cabos que estavam ligados em seu projetor, ele realmente era algo monstruoso eu tenho que sair daqui, ele largou alguma coisa em cima da mesa e saiu pela porta me deixando lá sozinho meu estômago começou a roncar e senti novamente ele embrulhar


Que hora para isso acontecer me esforcei para não vomitar, mas acabei não aguentando e despejei todo líquido indesejável e bem nessa hora o projetista voltou e me viu vomitando, olhei para ele e mesmo sem ter um rosto ele parecia que tinha ficado bravo com isso, suas mãos de fecharmos e vi um pé vindo na minha direção em acertando e me fazendo cair no chão, meu rosto estáva adendo meu braço estava doendo eu não estava sentindo minhas pernas só estava esperando a morte vir, mas ela não estava chegando… estava esperando eu ser torturado para finalmente chegar e eu morrer


Senti minha visão ficar escura porém isso durou pouco já que uma luz forte veio na direção dos meus olhos, os abri e o projetista estava me olhando, bem pelo menos eu acho seu projetor estava sobre meu rosto


Ele tirou seu projetor de cima de mim e saiu novamente da sala, comecei a bater na parede com meu braço bom pare ver encontrava outra passagem secreta porém a aparede estava intacta, essa era uma parede comum ótimo eu estou muito ferrado, não tem lugar nenhum para eu me esconder


Ele voltou com com um pano em sua mão e tinha alguma coisa a cobrindo ele veio na minha direção e tirou o pano de cima do objeto, e para minha surpresa era um prato de comida, eu recusei afinal isso é praticamente sequestro então ele deve ter colocado alguma coisa na comida, o vi dando os ombros e deixando o prato em cima da de um banco, ele veio na direção do meu rosto e tirou o pano da minha boca mas quando fui dar uma palavra recebi um tapa, está bem ele quer que eu fique quieto já entendi


Meu estômago começou a fazer barulhos e meus olhos foram até o prato de comida, olhei atentamente vendo que era pouca coisa, tinha uma maçã um pouco de arroz e claro sopa, bem já é um avançado meu estômagos já não aguenta comer sopa… mas não posso aceitar deve ter alguma coisa nisso


O projetista deve ter percebido que eu não ia comer então pegou o prato e se sentou na minha frente, pegou a colher e levou a minha boca me esperando abrir a mesma para despejar a comida lá, tentei argumentar mas vi sua mão vindo em minha direção me dando outro tapa, me fazendo abrir a boca e a comida desceu pela minha garganta indo parar em meu estômago que ficou agradecido pela comida, e que comida era um mísero arroz mas era maravilhoso menos a sopa eu já estava enjoado dela, ele continuou fazendo isso até o prato ficar limpo


Ele pegou o prato e saiu da sala me deixando novamente sozinho sem entender nada, ele está me ajudando… não vou cantar vitória antes do tempo provavelmente deve estar fazendo eu achar que ganhei alguma coisa para depois tirar de mim e rir da minha cara de idiota


Senti meus olhos começaram a pesar eu estava prestes a entrar no mundo dos sonhos, que péssima hora para dormir com alguém que pode te assediar a qualquer momento, mesmo estando desconfortável na parede o sono se fez presente em meu corpo obrigando meus olhos a se fecharem até eu adormecer por completo


Continua......



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