História Let me in - Capítulo 1


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Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Kourtney Kardashian, Ryan Butler, Sara Sampaio, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Ryan Butler, Selena Gomez
Tags Chaz Somers, Jelena, Justin Bieber, Ryan Butler, Sara Sampaio, Selena Gomez
Visualizações 91
Palavras 3.324
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Manhattan


Fanfic / Fanfiction Let me in - Capítulo 1 - Manhattan

 Selena Gomez’s POV  Manhattan, New York.

 

01:15pm.

 

Rio balançando meu corpo de um lado para o outro na espécie de sanduíche humano onde estou no meio, um pouco mais espremida assim como o restante das pessoas no mesmo lugar. Porém, a falta de espaço não impede dos jovens ricos de gastarem energia — e dinheiro — por aqui, na verdade, isso aparenta ser ainda mais divertido quando está lotado. Tento de todas as formas manter a bebida em meu copo intacta, mas ela se mexe tanto com o balançar um pouco agressivo que tenho que me apressar para beber antes que seu líquido vá de encontro ao chão. Quatro mãos estão pressionadas em minha cintura e me pergunto como há espaço suficiente para os dois pares de mãos grandes e firmes, todavia, o aperto em minha bunda me dá a resposta de que eles estão revezando. Cada um pega um pouco, e eu acho demais! Sinto uma boca ser posta sob a minha e logo dou espaço para que a língua adentra a mesma. Depois sinto o calor me invadir pelo beijo quente que estamos dando e, para minha total satisfação, sinto outros lábios em meu pescoço, deixando beijos molhados e excitantes por toda a extensão da minha pele.

 

Eu poderia explodir agorinha mesmo! Contudo, ainda tem muito da noite para curtir e eu não estou muito a fim de deixá-los ganhar desta vez.

 

Justin me beija de forma intensa e deliciosa. Nossas cabeças e línguas dançam no tom do nosso beijo. Não é a primeira vez que isso acontece, muito menos será a última, porém é sempre uma aventura estimulante beijá-lo. Não é à toa que Justin é um dos garotos mais cobiçados de toda Nova York, e é uma sensação maravilhosa poder ter ele assim agora, inteirinho para mim. Isso acontece diversas vezes, somos nós três sempre no começo e no final da noite — no meio dela nós nos empenhamos em beijar outras bocas. E sim, nós três. Rio ao quebrar do beijo e dou uma volta, parando de frente para o outro loiro que morde seus lábios quando sorrio maliciosamente para ele. Ao contrário de Justin, Ryan tem um beijo mais calmo e desacelerado que do outro lado, mas é tão bom quanto. Me faz viajar de tal maneira que eu sinto-me caindo em uma porção de algodão doce. Contudo, seu rostinho bonito e seu beijo carinhoso não podem disfarçar a alma cafajeste que habita em seu corpo, de maneira alguma isso seria possível.

 

Justin e Ryan sãodois capetinhas que vivem aprontando por todo o estado e eu, como uma fiel e companheira amiga, estou sempre metida em seus rolos.

 

E não reclamo, parte da minha vida só é animada por conta dos dois. Os amo pra caralho.

 

Decido parar com a nossa brincadeira quando sinto o membro de Justin roçar em minha bunda ainda enquanto beijo seu melhor amigo.

 

— Nananinanão, bebês. — gargalho, afastando-me aos poucos para poder encarar os dois. — Nada de sexo por hoje. Pelo menos não comigo.

 

— Qual é, Selena. Estou duro feito pedra e já vai dar duas da manhã, é melhor irmos para casa e lá nós fazemos nossa própria festa. — sua mão pega  em minha cintura, mas faço questão de bater na mesma e me afastar mais um pouco.

 

— Eu concordo. — Ryan diz, quase quebrando sua cabeça quando uma loira em um belo vestido dourado passou por nós. Até entendo, eu pegaria também.

 

— Aí, Justin! Eu transei com você semana passada. — revirei meus olhos e parei, vendo um garoto da pele escura encarando-me enquanto leva sua bebida até seus lábios carnudos. — Não vou repetir a sobremesa novamente. Vejo vocês no fim da noite.

 

Dou as costas e vou caminhando até o garoto, tentando não ser esmagada pelos corpos suados dançando loucamente ao som de uma das músicas do Calvin Harris. Uma das melhores coisas da MisteryHo é seus ótimos dj’s, e também seus bartenders gatos e eficientes que fazem drinks um melhor que o outro. Para mim não é surpresa alguma a boate ser a mais cara de toda Manhattan, entretanto, o dinheiro que você gastava por aqui compensa de todas as formas, cada segundo dentro do estabelecimento é um segundo de puro luxo e amor a vida agitada. Eu não trocaria minhas noites agitadas por nada nesse mundo. Tenho muito dinheiro então não faz mal algum gastar ele com uma coisa que me faz bem.

 

Kourtney, minha mãe, casou-se com meu pai muito jovem quando ele já era muito velho. Ela diz que foi por amor, mas todo mundo sabe que não é bem assim que tudo ocorreu. Ela sempre foi uma mulher muito bonita, com muita ambição, sede por poder e luxúria, é claro que não perdeu a oportunidade de vencer na vida. Papai acabou adoecendo há uns cinco anos e não suportou muito o peso da doença, era desgastante demais para uma pessoa com a idade que ele tinha, ter que enfrentar vários problemas. Não havia passado uma semana da sua morte e mamãe já estava com as malas prontas para curtir uma semana nas praias do Caribe com as amigas.

 

Bebidas, festas, viagens, roupas de grife, jóias e carros de luxo. Minha vida é desse jeito. Todo o dinheiro que um dia foi do meu pai agora está comigo, e uma pequena porcentagem com Kourtney. Sei que ela já não precisa desse dinheiro pois, com esses anos no meio de tanta gente importante, ela soube se firmar em muitas coisas que lhe dão uma boa grana. Mamãe pode ser interesseira, porém, não é burra. Ela conseguiu fama e hoje é uma das mulheres mais importante dos Estados Unidos. Consequentemente, sua fama veio para mim e eu nem de longe reclamo disso. Amo ser considerada a maior It Girl de NYC, e o melhor? Eu mal me esforço para tal coisa, o bom gosto é algo natural, vem de sangue.

 

— Oi, gata. — o moreno que eu paquera há alguns minutos sussurra ao pé do meu ouvido enquanto eu mexo meus quadris para todos os lados, de costa para ele. — Você vem sempre aqui?

 

— Você sabe que sim, Jaden. — rio fraco. — Estou começando a me cansar dessas suas cantadas baratas e repetitivas.

 

— E sempre funciona com você, gata. Então estou no caminho certo, não estou?

 

Desço até o chão e quando levanto-me novamente, pego em sua mão e giro-me, parando a poucos centímetros da sua boca.

 

— Funciona porque eu deixo funcionar. Você tem pegada e é gatinho, mas por esse momento de puro egocentrismo eu vou escolher a opção de não te dar bola. — deposito um selinho em seus lábios e volto a caminhar dançando até achar o meu grupo de amigos que estão em uma das partes vips da boate. Cada um deles segura um tipo de bebida diferente em mãos.

 

Quando me aproximo mais pude ver Vanessa no colo de Chaz, que bebia uma garrafa de uísque na boca da garrafa mesmo sem ligar para os copos postos na mesinha bem em frente ao seu corpo. A morena ri e ao mesmo instante beija a boca da loira e peituda Ashley, minha outra amiga. Sara e Christian estão a poucos passos de presenciar um ato sexual na frente de todo mundo, então quando me aproximo o suficiente, bato meu ombro em ambos. Os dois se assustam, mas ao notarem que é apenas eu me sentando no lugar vago ao lado deles, relaxam.

 

— Você quase arrancou meus lábios, Sara. — Chris resmunga, levando seus dedos até o lábio inferior onde sai um pouco de sangue.

 

— Culpa a Selena! Ela que chegou de repente e acabou com o nosso clima. — os olhos claros da morena fitam-me com uma raiva passageira.

 

— Se querem transar vão para um hotel, ninguém é obrigado a ver esse tipo de coisa. — brinco, enchendo meu copo com a bebida incolor que está na mesinha de vidro. — O que está acontecendo ali? — aponto com a cabeça para as duas meninas ainda se beijando e rindo e o moreno, que encarava tudo menos as duas amigas trocando salivas.

 

— Vanessa pediu para o Chaz ficar de olho nela essa noite. — Sara ajeitou-se no colo do namorado e colocou suas pernas em meu colo. — Você sabe que de todos nós, ele é o que menos bebe.

 

Suspiro, concordando. Todo mundo enche a cara quando saímos juntos, mas Chaz sempre é o que mais se controla porque sabe que no fim da noite será ele o responsável de nos pôr nos carros em segurança para chegarmos em casa pelo menos vivos.

 

— Coitado do meu amigo. — Chris leva sua atenção para o garoto que possuía uma expressão leve no rosto, mas só quem conhece mesmo ele sabe que mil e uma coisa está passando em sua mente nesse exato momento. — Todo mundo tem a oportunidade de beijar a Vanessa menos ele.

 

— Você que o diga, Christian.

 

— Relaxa, baby. Agora eu sou eu.

 

— Vocês sabem como a Vanessa é, e sabem que ela também gosta dele, porém, tem medo de tentar algo e acabar prejudicando não só a amizade deles como a de todos nós. — faço careta, e não é pela bebida, e sim por ver Justin e Ryan se aproximando de onde estamos,  com uma garota em seus braços.

 

Não é por ciúmes, e sim por notar que eu irei terminar a noite sozinha e ainda terei que escutar piadinhas dos dois imbecis que deixei meterem a língua em minha boca — aliás, línguas deliciosas. Mordo meus lábios pensando em um jeito de virar o jogo, porém, a preguiça que sinto no momento é maior que minha vontade de sair por cima deles essa noite. Vou deixar eles se divertirem um pouco.

 

— Ela tortura ele! — Sara afirma.

 

— De quem estão falando? — Justin se espreme ao meu lado(com a menina sorridente em seu colo), e Ryan vai para o único lugar que sobrou, ao lado de Chaz e das meninas(que pararam de se beijar e agora conversam alegremente).

 

— Sobre Vanessa e sua ótima qualidade em foder a vida do Charles. — os olhos de Christian passam por mim e por Justin, focando nos seios da menina que está com meu melhor amigo. — Aí, Sara!

 

— O que está olhando? Meu rosto está bem aqui em frente a sua cara!

 

— Não estou olhando nada, mulher. Fique calma e pare de me beliscar porque meu corpo já tem inúmeros roxos causados por você.

 

— O que faz aqui sozinha, bae? Achei que estaria escolhendo mais uma de suas vítimas. — Justin faz o favor de tirar minha atenção do casal que entram em uma discussão banal.

 

— Vítimas? — meu sorriso diabólico é direcionado a ele. — Muito bem, hoje resolvi que tentarei ser uma nova Selena. Quem sabe uma nova virgem Maria.

 

A garota sentada no colo do meu melhor amigo, e peguete de vez em quando, solta uma risada tentando disfarçar ao pôr sua mão na boca. — Depois de passar na mão de muitos, acho meio difícil.

 

Reviro os olhos, entediada e prestes a chutá-la para fora da área vip. No entanto, noto que daria muito trabalho e meu nível de preguiça está altíssimo essa noite.

 

— Quem é você? — olho para ela com puro nojo e deboche. Odeio quando pessoas de fora acham que podem falar comigo de uma forma que apenas meus amigos são permitidos, apenas por estar acompanhada de um deles.

 

— Kate Granger. — ao notar minha expressão confusa ela continua. — Nós estudamos juntas na Constace há anos. Você até me pediu para segurar seu almoço uma vez.

 

Gargalho alto demais, e pela venda que meus olhos fazem quando rio, vejo Justin tentando segurar o riso ao meu lado, mordendo os lábios com força. Ele sabe que se ela sequer notasse que achou graça de tudo isso, ele ficaria sem sua transa de hoje. Ou não...vai saber.

 

— Exatamente! Não fale comigo como se você fosse uma das minhas melhores amigas ou como se você soubesse da minha vida.

 

— Todo mundo sabe da sua vida. A queridinha de New York, que está sempre metida em alguma coisa. Você sabe que seu rosto está nas revistas como uma rebelde descontrolada? — retruca.

 

— Eles apenas sabem das coisas que eu deixo que saibam. — dou um gole no uísque em meu copo de uma vez só. — Agora pare de falar, sua voz está quase rachando meu copo de cristal.



 

Três e quarenta e cinco. Essa é a hora que convencemos todos de que a noite já havia sido aproveitada o bastante e que tínhamos de ir embora. Essa é uma das únicas noites em que Chaz não precisa arrastar meu corpo cheio de bebida para dentro do carro, dessa vez eu estou ajudando ele. Estávamos os setes parados na porta dos fundos da boate para checar de que nada de valioso havia sido deixado para trás. Ah, e encostadas um pouco distante de nós, estão Kate, a garota da vez do Justin e uma ruiva que eu não fazia ideia do nome, mas que com certeza iria embora com Ryan. Garotos não podem passar uma festa sem levar alguém para cama ou é apenas os meus amigos que são viciados em sexo e se negam a não dormir com ninguém apenas por uma maldita noite?

 

Pensando desse jeito eu poderia dizer que estou com ciúmes, mas na verdade não, eu não sinto ciúmes. Na realidade, sinto sim. Morro de ciúmes das minhas bolsas de grife, meus vestidos caríssimos e dos meus sapatos valiosos. Eles são os meus bebês.

 

— Selena. — os grandes dedos de Justin estalam em frente ao meu rosto. Por alguns segundos pego-me pensando no quanto eles são deliciosos e eficazes. — Nos encontramos às dez na minha cobertura para abrirmos as cartas, tudo bem?

 

— Às dez? Claro que não. — nego com a cabeça diversas vezes. — Você sabe muito bem que eu não funciono antes de meio dia. O que está querendo? Acabar com a minha vida?

 

— Que drama. — Chaz sussurrou, contudo, foi alto o bastante para que eu pudesse olhar para ele com meus olhos pegando fogo.

 

— Tudo bem, drama queen. Nos vemos às uma e meia, por favor não se atrasem. Sabem que eu odeio atrasos e que estou muito ansioso para ver em quais faculdades eu fui aceito. — mesmo na escuridão da rua, eu consigo ver seus olhos brilhando de nervoso.

 

— Vai dar tudo certo, Jay. Agora podemos ir? Estou sentindo que o burrito que eu comi está tentando achar o caminho de volta. — a voz embargada de Ashley nos desperta e Chaz toma partido do seu trabalho em colocar ela e Vanessa em seu carro.

 

— Vemos vocês amanhã. — Chris sussurra para o resto de nós, enquanto leva, para o carro onde seu motorista espera, uma Sara metade acordada e metade dormindo em seu colo.

 

— Te vejo amanhã, docinho. — o loiro de olhos azuis deixa um rápido selinho em meus lábios e caminha até a ruiva, que tenta disfarçar o incômodo que sentiu ao ver sua paquerinha beijando rapidamente meus lábios.

 

— Ei, moonlight. — sorrio para Justin ao escutar meu apelido, que só ele usa — até porque segundo ele, é exclusivo —, suas mãos captam minhas bochechas e não demora para que eu sinta sua língua entrando na minha boca lentamente. Nosso beijo é lento, mas prazeroso e quente. Suas mãos descem para a minha cintura, onde ele me aperta na medida que nosso beijo tem duração. Porém, ao escutar uma tosse forçada, ele lembra da existência da garota que me olha como se pudesse me matar.

 

— Tome um banho quente, beba água e deixe um remédio ao lado da sua cama para você tomar assim que acordar. E por favor…

 

— Não se atrase. — completei. — Já sei! E por favorzinho, use camisinha quando for meter seu pau nela. Não quero pegar uma DST quando transar com você.

 

Rindo alegremente. Rumo para o carro preto onde Rodolf me espera prontamente para levar-me para o apartamento onde eu moro com minha mamãe. Assim que entro no carro sinto que ele começa a se movimentar dando lugar na janela para as luzes da cidade que nunca dorme. Respiro fundo de pura satisfação ao notar a vida que eu tenho e sou grata por tudo, apesar de ser uma vadia chata na maior parte do tempo, eu tenho noção que não posso reclamar disso e que sou abençoada por tudo, contudo, é claro que eu sempre encontro algo para reclamar. Qual é, eu tenho dezoito anos, está no meu direito achar coisas insuportáveis e quase sempre estar com raiva de alguma coisa. Sendo filha de uma das mulheres mais influentes dos Estados Unidos e tendo um pai francês que é advogado e amigo de praticamente todos os artistas de Hollywood, eu tenho inúmeras vantagens e aproveito todas com unhas e dentes.


 

Tirando esse momento meio conturbado para mim, minha vida segue normal como a de qualquer um adolescente. A diferença é que eu tenho milhões na conta e todas as garotas da Big Apple me seguem como a própria rainha do universo. É uma delícia. Metade me ama e metade me odeia — por conta do Justin, aliás —,  mas nenhuma delas podem negar que eu faço tudo o que eu faço muito bem. Sair sempre bem vestida nas ruas dá muito trabalho, cansativo e exigente, mas eu dou conta. Não há nada nesse mundo que eu não possa lidar. Aprendi isso com o tempo e fui me aperfeiçoando. Pessoas dariam tudo para estar dentro do meu “squad”, entretanto, elas sabem que precisa muito mais de um rostinho bonita e pais ricos para ter minha confiança.

 

Somos sete, sete pontas de uma só corda e sempre foi assim. Nos conhecemos ainda na pré escola e por termos vidas iguais e pais amigos, nossa amizade se fortaleceu sozinha, sem nada forçado ou alguma coisa do tipo. Confiamos uns nos outros de olhos fechados, mas não posso negar que tenho certo favoritismo por Sara, Vanessa, Ryan e Justin. Eu, Ryan e Justin somos grudados, essa é a melhor coisa que nos define. Eu sou parte deles e eles de mim. Temos relações sexuais quando estamos entediados e vivemos nos beijando por todos os cantos. Algumas pessoas até acham que vivemos uma relação à três, e é quase isso mesmo. Todavia, podemos ficar com outras pessoas  sem ressentimentos algum, mas resumidamente quando eles querem vem até a mim e quando eu quero vou até um deles, ou aos dois ao mesmo tempo.

 

Amo os dois, de uma forma pura, e não vivo sem eles e nunca viverei sem.

 

Estou um tanto preocupada com o que poderá acontecer amanhã quando abrirmos as cartas da faculdade. Vai que algum dos sete queira se separar? Não gosto ao menos de pensar nessa hipótese, mas preciso estar pronta para qualquer coisa. Como sempre, tenho que cogitar tal ideia para ter como contornar a situação.

 

Meu celular apita quando volto do banheiro com meu roupão de seda e por baixo dele nada mais que minha pele nua cheirando a chuva, por causa do hidratante.

 

“Já chegou, moonlight?” É Justin.

 

Reviro os olhos e deito-me na cama.

 

“Vá foder e me deixe em paz, garoto insuportável.”  Digito para ele e um minuto depois recebi sua resposta. Sua transa está tão chata assim? Sei que sou mais importante que isso, mas ele deveria aproveitar mais um pouco.

 

“Chupa meu pau, sua grossa.”  Gargalho alto com sua resposta, sem me importar com quem está dormindo. E meu celular apitou novamente. “Aliás, eu te amo”.


 

Não estou a fim de responder e sei que ele também não espera que eu responda. Sempre falamos isso quando brigamos ou quando apenas queremos falar. Então, sentindo meus olhos cansados, eu pego a minha máscara de dormir favorita de seda com as bordas de veludo e escrito em letras bonitas um “queen” e em pouco tempo adormeço.

 

 

 

 

 

“Oh baby, como vai? Você sabe que eu gosto de ir direto ao ponto. Algumas mulheres foram feitas, mas eu, euzinha gosto de pensar que fui criada para um propósito especial. E bem, o que é mais especial do que você?” - Ego.

 


Notas Finais


Cá estou eu com mais uma fanfic. Vou tentar explicar rapidamente a relação entre o Justin, Selena e Ryan. Eles são amigos há muito tempo e acharam divertido entrar numa amizade colorida com os três, então sim, eles se relacionam muitas vezes e eu irei mostrar isso com o decorrer da fanfic. A ideia é fazê-la em cima dessa relação deles, mas há outras coisas que também quero mostrar.

Espero que vocês gostem dessa nova história <3


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