História Let Me Know - Capítulo 2


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Armin Arlert, Eren Jaeger, Erwin Smith, Hange Zoë, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman
Tags Abo, Ereri, M-preg, Omegaverse
Visualizações 54
Palavras 3.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Como estou vivendo um momento bem corrido na minha vida, os capítulos demoram a sair e peço perdão por isso. Perdão também por não responder aos comentários, mas tenho uma prenda comigo de respondê-los no momento em que postar um novo capítulo, capítulo esse que não saiu muito do lugar ainda, mas acho que é o necessário por agora para eu desenvolver os personagens da forma que imagino.

Muuuuito obrigada pelos comentários e favoritos! ♥

Capítulo 2 - Planos infalíveis às vezes vão por água a baixo - Pt. 2


— Agradeço a hospitalidade, Senhora Kuchel. – o sorriso no rosto do moreno não passava de cordialidade, no entanto, junto a beleza dos olhos verdes parecia ser genuíno e isso deixava a ômega desconcertada.

Já havia anoitecido, não houve real celebração pelo casamento, mas um jantar generoso foi servido e, no entanto, o clima durante o mesmo foi de um silencio sepulcral, como se alguém importante e querido houvesse morrido. Foi surpreendente que nenhum alfa tenha se agarrado ao pescoço uns dos outros.

Ainda que os ânimos não fossem dos melhores, o alfa recém casado exalava feromonas tranquilas, principalmente aos ômegas, quanto que aos alfas presentes, ele os desafiava quando percebia qualquer olhar indevido para Levi, que ao seu lado se manteve calado e com a cabeça baixa.

Mikasa, apesar de ser irmã do pequeno ômega, sequer esteve presente durante o jantar, pois no mesmo instante em que terminaram os votos dos noivos não ficou para ver o beijo, não costumava agir por impulso, nunca falou ou fez qualquer coisa sem pensar antes se era mesmo necessário, procurando ser um exemplo de alfa.

Por mais inferiores e esquisitas possíveis que fossem as chances de uma mulher poder nascer alfa, assim que ela era e talvez também fossem por isso que sua única paixão não a queria, preferiu seu irmão, o que era lógico de toda forma.

Maldito o dia em que nascera assim. Maldito o dia em que Grisha Jaeger levara seu único filho até aquela mansão anos atrás.

Desde então a garota estava trancada em seu quarto.

Agora, num humor péssimo o patriarca Ackerman conversava com Grisha e Carla Jaeger, a conversa fluindo puramente forçada; eles não se suportavam. Todos de ambas famílias estavam no hall de entrada, Eren, por mera educação, agradecia e se despedia de Kuchel que mesmo percebendo ser uma víbora com o filho lhe parecia mais aturável que seu marido, aquele alfa baixinho e avarento...

— V-vocês poderiam passar a noite, agora que faz parte da família também. – neste momento a ômega recebeu um olhar maligno de seu marido, mas estava mais concentrada no jovem alfa a sua frente. Quanto a Levi, estava surpreso demais com o gaguejar da mãe, sempre a teve como uma figura implacável afinal.

— Realmente, eu aprecio o pedido, mas... – puxou Levi que estava logo atrás de si pela cintura e sorriu feliz para ele, demonstrando o mesmo sentimento pelas feromonas fez o ômega ficar sem graça. — Espero que entenda, agora quero aproveitar bem a noite de núpcias e não acho que seria apropriado o fazer sob seu teto, seria inadequado.

A mulher de cabelos negros ao voltar seu olhar para o filho tomou em seu rosto novamente uma expressão dura, sentia tanto desgosto de ver um alfa tão bom se juntando com algo como seu filho. Talvez o alfa de olhos verdes fosse mais excêntrico e doido do que ouviu nas conversas do marido.

— Entendo, aproveitem bem a viagem. Se me dão licença, preciso ver como Mikasa está.

Dizendo isso a mesma deu as costas aos dois e subiu as escadas. Também percebendo que seu filho e seu novo genro saiam da casa, Carla discretamente cutucou Grisha, com apenas um olhar entendeu o “recado” e ele enfim encerrou aquela conversa superficial e juntos se dirigiram ao carro preto que estava logo atrás de outro, no entanto, este era branco e era nele que estavam os noivos.

Dentro do veículo ambos os homens permaneciam quietos, o ômega extremamente nervoso por estar sozinho tão perto de um alfa. Os olhos cinzas vidrados na janela não tinham como perceber a diversão evidente do moreno.

— Desconfortável?

O rapaz de cabelos negros se assustou um pouco com a pergunta repentina, mas apenas olhou para o mais velho sem nada dizer.

— Oh, nada a dizer? — como a única resposta que obteve foi a mesma que a anterior: silencio; o alfa moreno ainda não estava disposto a desistir, mas ficou quieto por um instante, observando.

O ômega continuava tão belo como antes, muito mais que quando o conheceu ainda criança na verdade. O rapaz de cabelos negros não demonstrava se lembrar dele, não o culpava, ele mesmo apenas tinha onze anos na época e o ômega apenas cinco, desde então treze anos haviam passado; treze anos desde a promessa que quase não cumpriu.

Flashback

Diferente de qualquer véspera de Natal que tenha passado antes, sempre em casa com toda família reunida, foi arrastado dessa vez a mais um convívio importante de nobres e outros do bolso cheio de dinheiro na mansão da família Ackerman.

Odiava com todas as forças esses eventos, todas aquelas pessoas que pensavam ser donas do mundo num grande pedestal e melhores que qualquer um. Sua família também fazia parte daquele mundo, ou seja, tinha dinheiro e poder. Não podia falar muito, mas ele ao menos não se sentia melhor e superior, não cresceu sendo ensinado assim e por isso ficava incomodado com o comportamento das pessoas do sul.

Os olhos verdes, no entanto, estavam presos já por vários minutos nas pinturas que enfeitavam o teto daquele salão, não entendia nada do que porcaria acontecia na cena: no centro de tudo havia uma mulher e um demônio, pareciam fazer uma espécie de pacto, mas até aí tudo bem, só que em volta deles é que nada mais fazia sentido; pessoas sendo devoradas por gigantes numa parte, n’outra havia muralhas, do outro lado da pintura crianças estavam diante de um corpo e comiam sua carne, um caos como um todo, no entanto, naquela bagunça gostava mais de observar o que pareciam ser guerreiros, um em especial e nem sabia quanto tempo tinha perdido apenas admirando ele.

 — Cá está o par de olhos mais bonitos de toda festa.

O menino finalmente baixou a cabeça para ver quem era, mal reconheceu os fios dourados e puxou o outro para um abraço muito apertado, até demais para os gostos do pequeno ômega loiro.

— Achei que não fosse vir! — exclamava cada vez mais feliz, realmente não esperava seu amigo ali. — Não estava em Shiganshina? Conta tudo, Armin!

— Calma, antes me deixa respirar, Eren... — ria um pouco da afobação do alfa, mas não achava aquilo ruim, pelo contrário: o divertia muito. — Estão todos olhando sabia? Vai, se afasta um pouco, juro que não saio correndo.

— Não me importo com os outros e também não quero soltar, tive saudades, além de que o seu cheiro parece melhor ainda que quando foi viajar. — sentiu o outro encostar o nariz em seu pescoço e ainda que soubesse que o amigo não fazia ou dizia aquelas coisas por maldade, Armin não podia evitar ficar envergonhado e um pouco bravo, Eren podia ser dois anos mais novo, porém não era justificativa pra ser tão impulsivo com os instintos de alfa.

— Eren. — chamou com tom severo e isso foi o bastante para que fosse solto. — Não me olha com essa cara feia, estamos no meio de uma festa e cercados de várias pessoas, tem que se controlar melhor.

— Tá bom, mãe. — ironizou.

— Eren!

— Desculpa, okay? Eu só fiquei feliz porque você foi pra Shiganshina e não voltou por um bom tempo! E eu nem te vi chegar aqui...

— Eu sei, meu avô não estava muito bem de saúde e tivemos que ficar mais um pouco até ele se recuperar para voltarmos. Sobre me ver ou não chegar na festa: o que mais esperava? Tão concentrado na pintura de Ymir que nem deve ter visto o vexame dos Ackerman.

— Ymir?

— Sim, A Lenda de Ymir, não conhece?

— Se conhecesse eu iria entender essa coisa maluca.

— Bom, segundo eu já li e resumindo um pouco: Ymir era uma monarca da família Fritz, da antiga nação de Eldia, que hoje em dia é nosso país e-

— Como assim?

— Espera, deixa eu continuar, depois explico melhor. — olhou para a pintura e continuou narrando. — Segundo as lendas ela foi o primeiro Titã, uma das versões da lenda, a mais famosa, diz que conseguiu o poder ao fazer um pacto com um demônio e assim foi progenitora de todos os titãs.

— E os titãs acabaram com o mundo? Por isso na pintura tem gigantes comendo pessoas?

— Sim, mas vê ali naquele canto as muralhas? — prosseguiu após ter a confirmação do moreno. — Com os titãs matando todos, as pessoas na época construíram muralhas bem grandes para se proteger e além disso eles tinham guerreiros especiais para lutar contra eles, são aqueles lá. — apontou para onde estavam representadas as figuras.

— Entendi, mas e as crianças?

— Bom, a lenda tem várias versões, é meio incerto... Uns dizem que são os filhos de Ymir.

— E eles tão comendo a carne dela? Que nojo!

— Pois é...

— Eca, Armin!

— Foi você que quis saber.

— Que lenda mais esquisita, e você tinha dito que a antiga nação Eldia hoje em dia é nosso país, como assim?

— Hm, vou te dar um exemplo e você vai entender. — fez um pequeno ar de mistério junto com um sorrisinho sapeca. — Rei Arthur. Pois as lendas dele que tem até magia pelo meio, ninguém prova se ele existiu ou não, se é tudo verdade ou não.

— Ah... Entendi.

Tanto os olhos verdes de Eren quanto os azuis de Armin perdiam-se novamente na pintura, o jovem alfa descobrira algo novo que o fascinava.

Desligar-se da festa que ainda acontecia para ficar encarando o teto não era de total perda de tempo, ainda mais para crianças que se entediavam mais facilmente com aqueles eventos mais formais, mesmo os adultos que estavam pelas mesas dispostas nos espaço quase dormiam sobre elas. A música lenta ecoando no grande salão permitia aos casais dançarem, além de conversas entre famílias, do outro lado do salão o moreno via seus pais conversando com os Smith.

De repente o mesmo se lembrou de algo que seu amigo havia mencionado antes.

— Ei, que vexame dos Ackerman que você tava falando?

— Eu não estava perto para ver. Mas o vovô me contou que foi cumprimentar os Ackerman, na verdade, ele foi dar os parabéns para um ômega, uma criança que está fazendo aniversário hoje. Mas o garoto parece ser bem tímido e não respondeu ao vovô, o pai dele ficou furioso e quis bater nele, só que a avó dele se meteu no meio e então levou um golpe no rosto. — repentinamente sentiu as feromonas hostis que o moreno de olhos verdes exalava. Não tinha muito controle sobre aquilo, pois diferente dos outros alfas de sua idade, a intensidade com que Eren passou a lidar com as próprias feromonas não era comum.

— Esse menino é ômega. Sua avó também, certo?

— Sim. — respondeu engolindo seco, se sentia desconfortável agora na presença de Eren. Seus instintos diziam para se submeter e não provocar aquele jovem alfa.

O mais alto — apesar de mais novo — olhou por todo salão buscando o homem a quem tinha sido apresentado antes por seu pai, bastava achar os cabelos mais negros repletos gel e também o alfa mais baixo da ocasião.

Avistando seu alvo próximo a mesa de bebidas não perdeu tempo em começar a se mover até ele, se não fosse repentinamente impedido por duas mãos segurando seu braço direito.

— Eren, para! Não vai fazer besteira... 

— Larga, Armin. — um aviso bastou, se preocuparia depois com a expressão magoada que o loirinho fez, tinha algo mais importante no momento.

Estava farto de ver coisas como aquelas acontecendo naquele lugar, honestamente falando não é como se sua terra natal não existisse qualquer preconceito com ômegas, no entanto, felizmente esse era um quadro da minoria e a cada dia alfas buscavam tentar melhorar a forma de agir e pensar acerca dos ômegas. Mas ali até alguns ômegas com quem teve contato pareciam achar normal aquele tipo de comportamento.

Chegava a ser irônico como na capital — Paris — era tudo tão diferente do interior, ômegas protestavam e lutavam por seus direitos de igualdade, muitos tomavam a frente sem medo, eram independentes, buscavam essa independência sempre.

Eren tinha plena consciência que ainda era novo, novo demais para conseguir, de fato, mudar algo, mas principalmente para realizar o maior desejo no momento, o de causar danos ao S. Ackerman num confronto — desde que seu pai havia os apresentado, por mera educação, não teve qualquer boa impressão do sujeito. Os instintos mais agressivos estavam o cegando para a racionalidade, mas sentia isso profundamente, sentia como se dissessem: Acaba com o alfa que se atreveu a bater numa ômega, a própria mãe, queria inclusive bater numa criança inocente.

Os olhos verdes estavam focados no homem baixo a metros de distância, ele ria despreocupadamente ao lado de alguns betas, o garoto apesar de focado ainda não podia negar a característica mais forte da natureza humana: a curiosidade, pois ao passar perto de algumas mesas acabou ouvindo um barulhos meio estranhos e mesmo a música não se sobrepôs àquilo, então ficou curioso.

Andou entre as mesas — que em sua maioria estavam vazias, viu uma fresta na toalha de uma das mesas que estava um pouco levantada e chegando mais perto notou um garotinho com uma camisa e calça social simples contendo inutilmente o choro.

— Ei. — chamou ao mesmo tempo que tocou de leve nas costas do outro, o que gerou uma reação surpresa do menininho que bateu a cabeça na mesa ao tentar virar-se. — Calma, você está bem? — perguntou genuinamente preocupado.

— Quem é você? — indagou extremamente desconfiado, os olhos cinzas olhavam para o alfa como um gato arisco.

— Quando você pergunta sobre alguém deve apresentar-se primeiro, sabia?! — respondeu num tom mal humorado.

— Levi. — o pequeno respondeu, entretanto não atreveu sequer a estender a mão para um cumprimento descente, ele também não havia notado, mas as lágrimas já não caiam mais, estava distraído com aquele garoto estranho.

— Eren. — disse com um sorriso simples no rosto.

O menino de cabelos negros ia dizer mais alguma coisa em seguida, mas paralisou por instantes antes de pronunciar algo.

— Rápido, entra! Ele tá vindo! — segurou com as mãos o braço do maior, quanto a Eren, vendo o pânico no rosto infantil fez exatamente o que lhe foi pedido, entrou com alguma dificuldade debaixo da mesa esperando saber do que o pequeno ômega tanto temia.

Respirações controladas ao máximo, feromonas na mesma e atentos a qualquer coisa. Pela fresta da toalha de mesa os olhos verdes acompanharam o momento em que um alfa passou em frente a ela, apenas soube reconhecer quem era não por sapato ou roupa, mas pela voz, além de sentir feromonas que exalavam algum medo do menino ao seu lado e isso apenas o fez ligar os pontos.

O alfa era o S. Ackerman.

O menino era Levi Ackerman.

Nada bom.

Devia ter notado isso mais cedo pelas feromonas e, ali, mais perto do menino, podia reparar melhor em um pormenor que seria a causa para que as feromonas, mesmo que ele as tentasse esconder, estivessem manchadas de alguma dor. No pescoço dele havia a marca horrível de uma mordida, era impossível que fosse uma marca de elo visto que ele era apenas uma criança, o que significava que aquilo tinha sido feito no intuito de ferir.

A garganta pareceu ter trancado no mesmo instante.

Sentiu dor por ele.

Sentiu ira.

Pena...

Levou a mão direita aos cabelos negros os acariciando, os olhos cinzas ainda encararam os seus verdes, mas logo baixou o olhar para as mãozinhas sobre os joelhos que não fez nada para parar o ato, aquele alfa não o incomodava e até mesmo esqueceu o medo que sentia antes. Já Eren queria mais que tudo partir ao meio a cara do pai desse mesmo menino, no entanto, com os instintos calmos podia pensar mais claramente e percebia agora que mesmo se tivesse êxito o inferno do pequeno ômega continuaria.

Só tinha um provável saída. Garantir o bem estar e boa educação no futuro do ômega naquela família seria o pequeno pertencer a um alfa, continuar na casa de seu pai, mas estando prometido e sendo preparado a um bom alfa, portanto, teriam que criar um bom ômega.

Pertencer: Casamento arranjado.

Apesar da pouca idade, Eren sentia de alguma forma que devia cuidar daquele ômega e sabia que se desejasse um casamento o ômega teria sua liberdade de escolha arruinada, só que... Bem, estaria arruinada de toda forma naquela família.

No momento, aquele era seu plano perfeito.

Mais tarde naquela mesma noite, de forma não exatamente oficial, um contrato entre as famílias havia sido feito. Ainda aconteceu uma pequena confusão, pois aparentemente queriam juntar o pequeno Ackerman e o unigênito Smith.

 

Fim do flashback

 

Enquanto na sua mente vagava pela noite em que conheceu o ômega junto de si naquele carro, as lembranças se misturavam aos pensamentos sobre a decisão que os havia levado até o presente momento. Talvez Eren estivesse errado, mas não teria como voltar atrás, se ao menos dali em diante conseguisse se aproximar do rapaz e lhe mostrar todas as coisas que aprendeu com toda a liberdade que foi proporcionada em sua vida.

A postura submissa, o receio nas feromonas e a tensão que o ômega estava não parecia ter mudado muito desde os anos passados.

Em busca de descobrir o que faria por agora, o moreno olhava em um lugar qualquer da paisagem janela a fora; Levi, ao seu lado, o observava de relance já por um bom tempo, imaginando o que faria aquele alfa permanecer tão calado. Não que ele próprio fosse alguém de conversar, no entanto, imaginava que o alfa seria muito diferente de si.

 O mais novo se sentia estranho, não um estranho bom e diferente, não como uma sensação nova, mas se sentia sufocado ali com o alfa.

Não sabiam nada um do outro.

Deus... As coisas estavam fora de seu controle, não pretendia casar, não pretendia muitas coisas na verdade, porém desde que se lembrava alguém sempre tomou as rédeas por ele. Estava na hora de fazer oposto, mas esperaria o momento certo, pois sabia que seria burrice tentar fugir ainda ou tentar qualquer outra coisa.

Não era uma situação confortável para nenhum dos dois, afinal era uma união forçada mesmo que pensada no bem de um, mas por agora, era o que tinham para se virar.


Notas Finais


Não há bem uma previsão para o próximo, mas desanima não kkkkk
Tu que leu até aqui é importante pra mim ♥


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