História Let Me Know - Capítulo 6


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Categorias Naruto
Personagens Chiyo, Deidara, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Karin, Konan, Mikoto Uchiha, Naruto Uzumaki, Obito Uchiha (Tobi), Pein, Rin Nohara, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikaku Nara, Temari
Tags Sasusaku
Visualizações 231
Palavras 2.999
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


EEETAHHH me perdoem pela demora, estive sem tempo e com problemas pessoais. Espero que me perdoem e leiam feliz esse capitulo novinho que trouxe para vocês. <3
>>> Alguns erros podem passar, como (nomes de outros personagens em original) e essas coisas.
>>> Irei atualizar toda semana. sempre na terça.
>>> Capitulo divertido. Apesar da fic ser bem violenta. hiihihh
>>> Plagio é crime.
>>> Comentários são bem vindos.

Uma Ótima Leitura a todos. Beijos meus da Mina do Namjoon. <3

Capítulo 6 - Chapter Six: Cuidando do Uchiha.


Fanfic / Fanfiction Let Me Know - Capítulo 6 - Chapter Six: Cuidando do Uchiha.

RAPMON_CLARKE

CHAPTER SIX| Cuidando do Uchiha.

KONOHA| Sakura Haruno.

 

O pânico se instalava em cada parte do meu corpo desde que liguei desesperada para Hinata, há quase dez minutos. Estou quase surtando e isso não faz bem nem a mim nem ao meu bebe e nem a Sasuke.

 

Céus.

 

Os batimentos fracos do moreno estão presentes me alegrando mesmo que por breves segundos. Minhas mãos e meu vestido estão sujos de sangue e sujeira devido ao que tive que fazer para esconder Sasuke em um lugar menos visto. O suor escorre de minha testa e o medo de quem fez isso com Sasuke voltasse para conferir o trabalho. Seria um prato feito para ele, já que ia encontra-lo comigo.

 

Estaríamos mortos.

 

Os faróis cegantes do carro de Hinata me alegram quando ela ilumina a parte escura onde me escondo. Ela desce do carro rapidamente fazendo a cabeleira azulada balançar conforme ela corre até nós. Neji esta ao seu lado tão cabelos ao vento quanto ela. Assim que eles estão parados em minha frente ofegantes, eles se entreolham após me olhar com o moreno em meu colo totalmente irreconhecível.

 

— Não falem nada agora. Ajudem-me a leva-lo para um hospital, ele esta muito ferido. — Hinata nega juntamente ao irmão.

 

— Não podemos leva-lo ao hospital! Quem fez isso com ele, com toda certeza espera que ele esteja morto. — Neji diz serio. — Se levarmos ele para um hospital tanto ele quanto nós ganharemos passagem direta para o céu. — Ele diz a verdade. Mesmo assim, ele não pode ficar apenas esperando a morte vir busca-lo.

 

— E o que faremos? Se deixarmos ele aqui, ele morre. Se levarmos ele para o hospital, todos nós morremos. — As palavras saem trôpegas da minha boca.

 

— Eu conheço alguém que pode nós ajudar. Mais temos que tirar ele e coloca-lo em um lugar totalmente desconhecido. — Hinata diz lambendo os lábios livres de batom.

 

— Minha casa. — Sugiro. — Garanto que ninguém vai procura-lo lá. — Sou sincera. Quem em sã consciência vai se envolver comigo? Nem Sasuke pôde apesar de tudo.

 

— Okay. Vamos logo. — Neji ajuda a erguer Sasuke juntamente a Hinata. Ambos o carregam de maneira dolorosa até pra mim, não pela forma que o seguram, mas pela a forma que ele se encontra.

 

Abro a porta do carro e entro, Hinata ajuda a colocar a cabeça dele em meu colo e o corpo de uma maneira bem desconfortável. O carro é pequeno e Sasuke é enorme. Mas não importa o que importa é salvar o moreno em meu colo.

 

[...]

 

Depois de coloca-lo em minha cama, Neji desce para esperar a "ajuda" e Hinata me ajuda a despir Sasuke. Apesar dos machucados, ele continua atraente. Os músculos espalhados pelo seu corpo fazem tanto eu, quanto minha amiga suspirar. O ABS definido, o V que se esconde dentro da calça para nossa decepção, também se esconde na cueca após retirarmos a mesma.

 

As pernas firmes e com pelos escuros totalmente apertáveis. Ele é lindo, e se fosse a outro momento, provavelmente eu estaria muito, muito bem.

 

— A ajuda chegou. — Neji entra no quarto com um senhor de aproximadamente cinquenta anos. Os cabelos brancos e a barba dizem muita coisa.

 

— Céus, o que aconteceu? — Os olhos de todos se fixam em mim e respiro fundo me lembrando de que eu não tinha falado nada a respeito.

 

— Eu o encontrei na rua. Ele provavelmente deve ter se envolvido em uma briga, eu realmente não sei. — Sou sincera. — Só cuidem dele. — Peço. O homem se aproxima de Sasuke e começa a examina-lo. Cruzo meus braços e observo-o atentamente, caso ele tente alguma gracinha eu o enforco.

 

O que eu estou pensando? Se eu enforcar esse homem eu vou presa. Se eu for presa Sasuke ficara a mercê de quem quer que seja o mandante de sua morte, e imaginar Sasuke morto é como se me matassem também. É uma conclusão e um sentimento absurdo, mais desde o dia em que coloquei meus olhos no moreno algo dentro de mim mudou e sei que apesar de tudo, eu estou completamente apaixonada por Sasuke, e isso é um problema.

 

 Um grande problema.

 

— Temos que leva-lo a um hospital o mais rápido possível. — Olho para o homem espantada.

 

— Não podemos. — Hinata e Neji falam em uníssono.

 

— Acha que não queríamos? Mas não podemos correr o risco de sermos mortos ou matar esse homem de uma vez. — Hinata completa.

 

— Ou o levamos para o hospital ou ele vai realmente morrer. — Diz serio. — Esse homem quebrou algumas costelas, o braço esquerdo, a perna deslocou e tem um buraco de bala logo acima de sua cintura. — Isso explica a quantidade absurda de sangue em meu vestido. — Com o corpo dessa forma ele não durara muito. — Mordo os lábios nervosamente.

 

— Merda. — Resmungo. — Tudo bem. Mas teremos que armar um plano. — Olho para Hinata e Neji. — Eu vou com esse homem para o hospital, Hinata você entra comigo enquanto Neji cuida da porta. Se alguém suspeito aparecer, nos avise. — Eles parecem mais chocados que eu.

 

— E se isso tudo não der certo? Vamos morrer. — Hinata olha para mim suplicante. — Não podemos. — Me aproximo dela.

 

— Hinata, estamos correndo risco de qualquer maneira. — Seus olhos perolados me encaram. — Acha mesmo que vamos ficar escondidos para sempre? Cedo ou tarde vão encontrar Sasuke e a gente, e eu quero que Sasuke esteja bem até lá. — Olho para o moreno na minha cama e depois para Hinata. — Eu não vou o deixar morrer Hinata, ou você vai comigo ou eu vou sozinha. — Vejo Hinata morder os lábios e suspirar.

 

 — Droga Sakura. — Ela me faz sorrir.

 

Olho para o medico.

 

— Você cuida dele no hospital e não diga nada do que aconteceu aqui. Se não além da sua vida, você vai colocar mais vidas em perigo. — Ele balança a cabeça positivamente. — Quanto menos pessoas souberem melhor. Agora vamos. — Assentem. Depois de colocarmos Sasuke no carro do doutor Sam, fomos para o hospital.

 

Sasuke ainda permanecia imóvel o que me incomodava muito. Quem fez isso com ele o queria morto, pois a situação critica em que ele se encontra não pode ter sido uma mera “briga”. Sasuke esta envolvido com algo muito ruim e eu vou descobrir, ou eu mudo meu nome.  

 

Assim que chegamos ao hospital, Sam saiu do carro primeiro e logo reapareceu com duas enfermeiras e uma maca. Com os devidos cuidados, tiraram Sasuke do carro e o colocaram sobre a maca o cobrindo com um lençol. Hinata e Neji saíram do carro e eu os segui.

 

— Eu vou dar uma checada, encontro vocês lá dentro. — Neji sorri e assinto entrando para o hospital. Sam esta há alguns metros a frente ele olha para traz e nos lança um olhar estranho, mais o ignoro seguindo-o até a ala de cirurgias.

 

— Vocês devem se vestir, caso o contrario não poderão entrar. — A enfermeira diz. Sam ignora essa ordem estupida dela e nos manda entrar, mesmo assim, obrigo Hinata a vestir a roupa azul com direito a luvas, toucas e mascaras.

 

— Isso é horrível. — Hinata se olha pelo espelho e eu sorrio.

 

— Melhor que nada. — Digo a ela.

 

Saímos do banheiro e entramos na sala de cirurgia. Sam estava terminando de despir Sasuke enquanto as enfermeiras cuidavam de limpar os ferimentos para terem total acesso aos danos causados.

 

Suspiro e toco o pequeno – nem tanto – volume em minha barriga e fecho os olhos exausta de tudo. Sinceramente? Esse foi o dia mais exaustivo que já passei na vida. E olha que é tudo por conta de Sasuke e não por mim, pois mesmo ele me dando um bolo ha alguns dias, eu me importo com ele.

 

Importo-me mais do que deveria importar.

 

Quatro longas horas depois, Sam disse que estava tudo bem. Sasuke havia quebrado três costelas, o braço, a perna estava de volta no lugar. O rosto se encontrava enfaixado devido aos cortes e inchaço.

 

Sam exigiu alguns exames e também raios-X de toda a cabeça, caso tenham ferido alguma parte, ele trataria imediatamente.

 

Fora isso, Sasuke agora só estava dormindo.

 

— Ele vai precisar ficar no hospital até que todos os exames que pedi sejam feitos. — Sam diz e bufo.

 

— Qual é a parte do "não podemos ficar aqui" você não entendeu? — Hinata é grosseira e apesar disso, ela diz a verdade.

 

— Creio eu que você quer que ele fique bem, e tenho certeza também, que ninguém vai procurar esse homem aqui. — Ele olha diretamente para mim. — A decisão é sua. — Olho para Sasuke.

 

Foram longas quatro horas de cirurgia para salva-lo, se ele precisa de alguém, esse alguém sou eu. E pode demorar o quanto for Sasuke vai descansar.

 

— Ok. — Hinata me encara perplexa. — Hinata já se passaram quatro horas, ninguém veio atrás dele. Inclusive, existe mais de quinze hospitais em Konoha, acredito que não vão encontrar Sasuke aqui. — Toco suas mãos. — Confia em mim, caso contrário, a gente leva Sasuke pra minha casa e cuidamos dele lá. — Hinata fica em silêncio por breves minutos.

 

— Quantas horas até podermos leva-lo pra casa? — Questiona a azulada encarando o médico.

 

— As dezesseis de amanhã ele poderá ir. — Sam diz.

 

— Ok. As dezesseis de amanhã eu juntamente ao meu irmão vamos tirar Sasuke daqui, nenhum minuto a mais e nenhum a menos. — A determinação na voz da minha amiga me faz sorrir. — Mais agora eu preciso de outro favor. — Franzo a sobrancelha. Sam respira tanto aliviado por Hinata ter dado uma trégua até amanhã, quanto por ter acabado com Sasuke.

 

— Qual? — Pergunto por Sam.

 

— Sei que você pode descobrir o sexo do bebê da Sakura. — Arregalo os olhos. — O hospital possui métodos rápidos e sei que você pode. Esse é o que preciso, quero que faça um exame na minha amiga para descobrir o sexo do meu sobrinho. — Quero matar Hinata mais quero abraça-la. Apesar de tudo, estou curiosa com o sexo do meu filho.

 

— Um exame desse tem custo alto Hinata, você só pode ter apanhado com Sasuke. — Minha razão resolve falar mais alto.

 

— Não importa. — Hinata diz alegre. — Tenho um bom dinheiro guardado, acredito que posso fazer mais seis exames desse em você. — Ri. — Então, você pode? — Ela olha para Sam.

 

— Tudo bem. — Ele sorri. — Vou ajeitar o quarto onde Sasuke ficará e também sobre a documentação dele. Preciso trocar o nome e as fichas dele para não coloca-lo como paciente recente. — Sam diz rapidamente me deixando confusa.

 

— O que? — Questiono.

 

— Vou preencher a ficha dele com outro nome e também como se ele tivesse entrado aqui outro dia. — Suspira. — Se o procurarem aqui, vão procurar por pacientes que deram entrada recentemente. — Tendo conhecimento de sua inteligência, eu me calo. — Vou leva-las ao quarto particular e logo terminando a ficha dele, iremos fazer o seu exame. — Ele desvia o olhar do meu, e logo as enfermeiras que eu não havia percebido sair, voltam com outra maca.

 

Observo o ritual delas, coloca Sasuke na maca, cobrem ele, saem do quarto, sobem o elevador. Passam por um longo corredor até o quarto 425, tiram Sasuke da maca, colocam ele na cama. Cobrem boa parte de seu corpo. Ajeitam os travesseiros e ligam alguns aparelhos nele, colocam sua perna enfaixada sobre um travesseiro maior e sua mão quebrada fica sobre sua barriga de maneira confortável já que sua barriga segue enfaixada pelas costelas recém-saídas de uma cirurgia.

 

Por fim, elas anotam alguma coisa e saem do quarto, entrando Sam em seguida.

 

— Está pronta? — Seus olhos escuros me encaram. Aceno que sim.  — Ótimo. Venha comigo. — Levanto-me da cadeira e olho para Hinata.

 

— Você vem? — Questiono. Ela nega.

 

— Vou esperar você aqui. Vai que alguém resolve achar Sasuke eu terei que mata-lo antes disso. — Ela pisca e eu rolo os olhos, Hinata não sabe nem mesmo lutar, quem dirá matar alguém.

 

— Quer chutar? Última chance. — Ela sorri.

 

— É um menino. — Ela diz tão convincente, quanto mais cedo.

 

— Tudo bem. — Saímos do quarto e Sam fecha a porta e logo estamos andando pelos corredores do quinto andar.

 

— Hinata tem um gênio forte. — Ele comenta. Olho para ele que me parece cansado. Com profundas olheiras e jeito que não dorme o suficiente há dias.

 

— Sim, ela é. — Sorrio. — Apesar desse gênio forte, Hinata é uma menina gentil e batalhadora. — Ele apenas balança a cabeça concordando.

 

— Sakura acredito que não sabe sobre o exame que farei agora, não é? — Nego. Realmente eu não tenho noção alguma sobre biologia ou tudo que tenha medicina. Sou muito fraca pra sangue, não sei como não enfartei com o sangue no meu vestido.

 

— Não, nenhum pouco. — Ele ri. As portas do elevador se abrem e saímos do mesmo. Andamos alguns segundos e Sam abre a porta de outro consultório. Provavelmente responsável pelo exame que irei fazer.

 

— Farei um exame chamado "Sexagem fetal", é por meio do seu sangue que vou recolher, assim poderemos saber o sexo do seu bebê antes mesmo do ultrassom. — Apesar de não entender nada sobre esse método, o importante agora é saber se espero um príncipe ou uma princesa. — Preciso que se sente aqui e coloque seu braço esquerdo aqui. — Ele aponta para a cadeira e faço o que ele pede. Sam coloca suas luvas brancas assim que lava as mãos e usa o álcool em gel. — Não vai doer e vai ser rápido. — Diz. Apenas sorrio e o vejo pegar uma seringa para recolher meu sangue.

 

Cinco minutos depois, estou com um pequeno adesivo cobrindo o lugar onde foi colhido o sangue. Sam me pediu para aguarda-lo enquanto isso passei a folhear algumas revistas sobre gestantes que ele tinha ali.

 

[...]

 

Bocejo.

 

São exatamente quatro da manhã e não preguei os olhos por nenhum momento. Acredito que nem Hinata e nem Neji. Estamos preocupados com Sasuke, apesar de não demonstrarem os irmãos estão da mesma forma que eu. Mesmo com sono, ainda tenho força o suficiente para ficar acordada tempo o suficiente para Sasuke sair daqui não posso deixa-lo sozinho, não quando querem mata-lo e ele não pode se defender.

 

A porta do consultório é aberta e Sam entra com alguns papéis em mãos. Ele também está cansado e isso graças aos acontecimentos recentes.

 

— Não se preocupe. Estou mais que acostumado com o sono. — Coro envergonhada por ter dado muito na cara que eu o avaliava.

 

— Desculpe. — Ele ri baixo.

 

— Não tem com o que se desculpar Sakura. — Ele coloca os papéis na mesa e os abre. — Vejamos. — Olho para os papéis e para ele apreensiva. Estou ansiosa e nervosa, é uma mistura disso me deixa com vontade de estapear alguém. Mesmo assim, estou esperando Sam ler vagarosamente os papéis em minha frente. — Sakura, você deseja uma menina ou um menino? — A pergunta de Sam me faz pensar. Uma menina ou um menino? Bem, no início eu queria dois. Um casal, mas sabendo que se trata de um ou uma, eu sinceramente não sei.

 

— Eu sinceramente não sei! — Respiro fundo. — Mais não importa, seja qual for o sexo eu serei mãe e pai para eles, vou amar como um filho deve ser amado. — Sorrio. Sam também.

 

— Bom, é um menino. — Sam diz por fim. Sinto uma alegria enorme me cobrir e de imediato toco minha barriga. É um menino.

 

— Oi filho, agora a mamãe sabe que você será um lindo menininho. Meu lindo é único Madara Haruno.

 

QUATRO HORAS MAIS TARDE

 

Hinata dorme de mau jeito na cadeira do quarto. Apesar de ser um quarto particular, possuí apenas uma enorme cama, um criado mudo e duas cadeiras macias, porém pequenas.

 

São oito da manhã, meu corpo pede cama mais por agora não será possível. Não quando Sasuke estiver nesse hospital.

 

— Licença. — Neji abre a porta do quarto e logo meu estômago ronca. O cheiro de café e pão recentemente assado toma conta de todo o quarto.

 

— Tô com fome. — Hinata abre os olhos mais rápido que Neji ao fechar a porta. As cabeleiras azuis e desgrenhadas da minha amiga me fazem rir baixo.

 

— Você só sabe comer Hinata, bem a sua cara tá com fome. — Neji debocha levando um dedo do meio da azulada.

 

— Vocês vão brigar e eu vou comer. — Pego o copo de café e a sacola de pão abrindo-a e tirando o pão ainda quente com um pouco de manteiga escorrendo de dentro dele. Meu estômago reclama novamente.

 

— Sakura vai ter um menininho. — Diz Hinata enquanto mastiga seu pão. Neji sorri abertamente mostrando o quão contente ele também ficou.

 

— Vou poder ensinar o moleque a tocar e ser músico como o tio aqui. — Hinata revira os olhos e eu apenas dou de ombro.

 

— Você pode ensina-lo a ser músico, mais a sua vida mundana fora dos palcos eu o proíbo de mostrar ao meu filho. — Neji me lança um olhar ofendido e chocado e Hinata ri.

 

— Isso se até lá, ele tiver vida nos palcos. — Neji bufa com a ironia da irmã, apenas rio dos dois. Espero que Madara seja gentil e forte quando estiver maior, e eu o ensinarei o que for preciso para ele ser.

 

— Vocês tem que sair agora. — Sam entra no quarto rapidamente nos assustando. Ele corre até a cama do moreno e desconecta alguns aparelhos preso a ele.

 

— O que aconteceu? — Questiono.

 

— Entraram no hospital. Estão verificando o primeiro andar no momento. São no máximo quinze homens e estão entrando nos quartos armados. — Engulo em seco.

 

— Merda. — Neji pragueja.

 

— O que faremos? Ele poderia sair daqui as dezesseis e são oito e meia. — Olho para Sam. Ele desconecta o último aparelho e me olha sério.

 

— Eu preciso dele aqui até as dezesseis para terminar os exames, mais posso fazer isso depois. Se o quer vivo tem que tira-lo daqui. — Sam diz.

 

— Sem maca? — Hinata parece preocupada agora.

 

— Se o levarem de maca, vão chamar muita atenção. — Diz por fim.

 

— Hinata pega de um lado e eu de outro. — Neji ordena. — Sakura consegue segurar as pernas dele? — Neji pergunta.

 

— Claro que sim. — Praguejo irritada. — Eu não estou invalida. — Resmungo. Ambos me ignoram. Sam vai até a porta a abre e fecha em seguida.

 

— Tarde de mais, eles já estão aqui. — Nos entreolhamos.

 

— Agora fodeu. — Falamos juntos.



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