História Let me know - Capítulo 39


Escrita por:

Postado
Categorias Chace Crawford, Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber, Kendall Jenner, Selena Gomez
Tags Jelena
Visualizações 186
Palavras 2.605
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


I'm back babies
Essa fic tá ficando mt tensa, acreditem ou n, eu passei a madrugada inteira escrevendo e percebi q nem tinha jantado.
ESPERO QUE ESTEJAM GOSTANDO DA FIC, APESAR DE SABER Q QUEREM LOGO A MORTE DE UM PERSONAGEM KKKK amo os comentários vcs são demais ♡♡

Capítulo 39 - Hopeless


Fanfic / Fanfiction Let me know - Capítulo 39 - Hopeless

 

Eu fiquei sentada no chão por horas eu acho, chorando, murmurando palavras feias, como se Nate as pudesse ouvir. Eu desarrumei todo o meu cabelo, desfiz a trança de tão frenética que eu estava. Eu não conseguia parar de chorar. Sempre que eu pensava que não haveria mais, as lágrimas voltavam. Ou por raiva, ou por saudade de Justin, ou por pena de mim mesma, ou pelo simples fato do meu braço esquerdo estar começando a ficar roxo e a pele latejava constantemente.  

Eu finalmente me levantei do chão. Ele estaria de volta logo. Eu vou evitar ele o máximo que eu puder. Eu vou me trancar no quarto e parar de comer... Mas a quem isso ia ajudar? Eu não podia sair, eu não podia tentar ligar pra alguém. Se eu tentasse algo, não era a mim que ele faria mal. Eu não vou permitir que ele faça algo com quem eu amo. E eu não posso simplesmente parar de comer. Tenho que pensar também no meu bebê. Eu não podia correr o risco de perdê-lo.  

Pensar em tudo isso só fazia a minha raiva aumentar. Eu me odiava também. Eu não devia estar aqui, eu não devia ter confiado nele. Agora era tarde pra isso. Eu estava aqui por que eu vim com minhas próprias pernas, eu confiei minha vida e a segurança do meu bebê a ele. Era tudo culpa minha eu sabia, mas isso também não ajudaria em nada.  

A Sra. Wilson. Sim, eu poderia contar tudo pra ela, e ela me ajudaria, não é? Claro que sim. Eu sei que ela gosta de mim, e ela me trata como se fosse minha mãe. Mas... Ela trabalha pro Nate, e pra família dele a anos, talvez ela preferisse obedecer a ele do que me ajudar. Ou talvez, ele ameasse ela também. Ela era só a empregada, e Nate deixou claro que usaria seu poder pra me afastar das pessoas que eu amava. Eu não queria que ele machucasse ela, ou ameaçasse ela de qualquer forma.  

Eu estava sem uma saída. Foi difícil, mas eu percebi que eu teria que aceitar isso. Por quanto tempo? O que ele faria comigo enquanto me tivesse comendo em sua mão?  

Eu já pensei em outras formas; contar pra Bill, o meu patrão, mas apesar dele ser paciente comigo, ele era um homem velo e eu não tinha certeza se ele iria dar muita confiança para o que iria parecer uma briga de casal.  

Pensei também na minha médica, mas o que ela poderia fazer por mim, qualquer coisa que ela sugerisse, poderia resultar em qualquer coisa desastrosa, por que eu sabia, com todas as fibras do meu corpo, que Nate tinha poder suficiente nessa cidade pra dizimar qualquer pessoa que ameaçasse seus interesses.  

Eu suspirei, me sentindo derrotada.  

[...] 

Eu acordo assustada. A maçaneta da porta foi testada mais uma vez, então quem quer que fosse desistiu. Eu me levantei, sonolenta, percebendo que eu dormir o resto da tarde toda. Já eram quase oito horas, e eu estava com fome. Eu me sento e bocejo auto, ouço passos do lado de fora, e eu olho para a porta, me lembrando de que estava trancada. Se for Nate, eu não vou abrir de jeito nenhum. Eu encaro a porta com raiva, como se eu pudesse queimá-lo através da madeira.  

Minha coragem se desfaz em frangalhos quando Nate girou a maçaneta e dessa vez conseguiu abri-la. Eu encarei sem entender, mas aI eu vi que ele segurava uma chave. Uma chave extra. Como eu não pensei nisso? Droga!    

Ele sorriu, provavelmente vendo minha expressão de surpresa.  

-Então você está tentando ser uma menina má? -Pergunta. -Eu não quero que nossa relação seja na base da ameaça meu amor. -Ele diz docemente e vem até mim. Eu fico rígida enquanto ele senta ao meu lado, coloca a mão na minha coxa, com intimidade demais e se inclina pra falar. -Se você for se comportar assim, eu vou castigar você. -Sua voz é tão doce, e eu tremo com a forma que ele a usa.  

-O que você quer de mim? -Sussurro, encarando o chão a minha frente, incapaz de me afastar dele ou de olhar em seus olhos.  

-Tudo! Eu quero você por completo. -Se qualquer pessoa o ouvisse, pensaria que ele estava completamente apaixonado, e provavelmente pensaria que essa é uma relação bonita e saudável.  

-Eu não posso te dar nada. -Eu me viro pra ele finalmente. -Por favor. Nate, eu sei que você é melhor do que isso. Eu não posso ser o que você quer que eu seja. Eu amo outro, eu vou ter um filho com outro e não há nada que você possa fazer. Não manche nossa amizade. Nós tínhamos algo bom. Por favor. -Eu imploro. É minha única alternativa.   

-Eu quero mais. -Ele murmura baixinho, com raiva. -Você vai fazer tudo o que eu quiser que você faça. Esse filho será meu. Esqueça ele, você nunca mais irá vê-lo. -A ameaça de assassinato está implícita em seu tom.  

Eu abaixo a cabeça e choro. Não era possível. Ele não podia ser tão louco, tão cruel  e insensível.  

-Eu vou esquentar nosso jantar, e você irá descer em 10 minutos. -Ordena, sua voz doce está de volta.  

Nate acaricia meu cabelo, e me puxa levemente em sua direção. Beija demoradamente o lado da minha cabeça e cheira meu cabelo antes de se levantar e sair, deixando a porta aberta.  

Minhas lágrimas rolam até meu queixo e caem em minha barriga e meu colo. Eu acaricio a protuberância e fica maior a cada dia.  

-O que eu faço meu amor? -Eu sussurro para minha barriga.  

Eu suspiro de surpresa quando sinto-o se mover. Eu sorrio apesar das lágrimas. É a primeira vez que ele mexe, e parece tão forte, tão saudável. Eu fecho os olhos, silenciosamente rezando pela vida do meu bebê. Eu preciso de um jeito de falar com Justin, ele precisa saber, e caso ele não queira nada comigo, eu darei um jeito de sair daqui, de fugir... Apesar de temer que Nate cumpra suas ameaças.  

Minha cabeça dói só de tentar pensar em mais alguma solução. Eu me levanto, decidida a descer e ter paciência. Talvez eu pense em algo mais tarde. Talvez amanhã quando a Sra. Wilson chegar... Sim, ainda há uma chance.  

[...] 

Tivemos mais uma refeição em silêncio. Eu perdi completamente o apetite quando o vi arrumando nossos pratos, mas comi mesmo assim. Ele tirou nossos pratos e quando me levantei para subir o mais rápido que podia para o quarto, ele me chamou e me beijou mais uma vez. Mais um daqueles beijos estranhos, a qual ele queria, mas eu não retribuía. Ele acariciou meu cabelo e disse que eu podia subir. Como uma submissa eu sai. Eu nem me dei o trabalho de trancar o quarto. Fui escovar os dentes, depois o meu cabelo e depois me deitei.  

No dia seguinte, eu sai do quarto desejando que a Sra. Wilson estivesse preparando meu café e que Nate não estivesse por perto. Felizmente, ele não estava, eu olhei em volta freneticamente para ter certeza.  

-Sra. Wilson. -Eu chamei, choramingando. Ela se virou pra mim, seus olhos alarmados.  

-O que houve criança? -Ela abriu os braços surpresa quando eu me joguei em cima dela.  

-Você precisa me ajudar, Nate... -Eu ouvi uma porta bater, então me virei alarmada.  

Nate estava de volta, ele estava usando uma calça de moletom e uma camisa branca, tênis de corrida e seu cabelo estava úmido. Ele estava correndo obviamente, mas agora ele me encarava, os dentes cerrados. Eu estremeci, sem perceber dei um passo pra trás, e acho que a Sra, Wilson percebeu, pois ela se virou pra mim e perguntou se eu me sentia bem.  

-Sra. Wilson, posso falar com você no meu escritório? -Nate disse enquanto atravessava a sala. 

Ele não esperou confirmação, apenas entrou no corredor que levava ao seu quarto. Não! Ele vai demitir ela, ou ameaçá-la. Droga, eu não sabia o que fazer. Eu poderia falar pra ela agora, contar o máximo que eu conseguisse, mas eu vi que ela também ficou assustada.  

-Seu café já está pronto querida, eu volto já. -Ela esfregou meus braços brevemente e passou por mim, sumindo no corredor.  

Minhas pernas estavam fracas. Eu não podia simplesmente comer enquanto ela estava lá, com ele. O que ele ia fazer? Droga! Era culpa minha, eu devia tê-la deixado fora disso.  

Por que isso estava acontecendo comigo?  

Eu esperei, três, quatro, cinco minutos... Ela ainda estava lá. Parecia horas. Eu encarei o pote com frutas picadas a minha frente, parecia muito convidativo, mas meus nervos não me deixavam.  

Eu vi a Sra. Wilson sair e vir pelo corredor. Ela estava pálida, e parecia preocupada.  

-O que ele fez? Por favor, me diga. -Eu me levantei depressa e fui até ela.  

Ela segurou minhas mãos e balançou a cabeça, como se ainda não tivesse processado as coisas.  

-Eu não devo falar nada sobre isso Srta. Gomez. Por favor, coma seu café da manhã. Eu irei ao mercado, tem algo de que precise? -Ela ainda estava pálida e obviamente preocupada enquanto dizia.  

-Eu vou com você. -Eu digo, me afastando para ir em direção a porta.  

-Não. -Ela diz alarmada. -Por favor Selena, confie em mim. Fique aqui, e tome seu café. Vamos ter uma oportunidade de ficar sozinha outra hora.  

-Mas eu... -Eu senti as lágrimas se formando em meus olhos.  

Ela vem até mim e coloca as mãos em meu rosto, então olha para o corredor, para ter certeza de que ele não estava por perto.  

-Fique calma, e confie em mim. -Ela balançou a cabeça positivamente e eu copiei.  

Eu fiquei ali, parada enquanto ela pegava sua bolsa e saia. 

Andando pelo meu quarto o tempo todo, sempre procurando algo para me distrair. Eu liguei meu notebook, pensando em encontrar uma maneira de falar com Justin, ou Kendall ou mesmo meus pais pela internet, mas descobri que estava sem, graças ao "defeito" nos fios do telefone. Eu fiquei esperando que a Sra. Wilson entrasse no meu quarto qualquer momento, pronta para me ouvir e me contar o que Nate disse a ela. Mas ela não apareceu. 

Eu não desci para almoçar, estava enjoada demais para isso. E quando deu uma hora, eu sabia que ela já havia indo embora. Minha única chance já era. Bem, ainda tinha o trabalho amanhã.  

Errado! No dia seguinte, Nate disse que foi pessoalmente no meu trabalho e disse ao meu chefe que eu estava tendo problemas de saúde, e que eu não estava melhorando. Eu quis gritar e agredir ele, mas tudo que fiz foi derramar mais lágrimas.  Isso não era justo. O que eu fiz pra merecer... Ele repetia que me amava, que me queria e que iria cuidar de mim. Eu queria acreditar que ele me amava, mas isso era doença. Isso não era saudável e não era justo. Eu implorei pra ele mais uma vez, e foi a última, pois eu me encolhi quando ele levantou a mão pra mim. Eu me tranquei –inutilmente- em meu quarto depois de jantar e umedeci todo o meu travesseiro, apertei e gritei de ódio.  

Eu senti meu bebê se mexer de novo, e isso me acalmou o suficiente para eu dormir.  

20ª semana de gestação (5 meses)  

Essas duas semanas foram um inferno. Nate continuava agindo como se fôssemos um casal feliz. Sra. Wilson continuava com medo de ser pega conversando comigo, então fazia de tudo para evitar. Eu sabia que ela só estava assustada, não tanto quanto eu, mas não insisti mais. Eu não tinha mais o que fazer, mas algo me dizia para ser paciente. Eu não sabia o que mais eu poderia fazer, mas eu sabia, que de alguma forma, ele ia se tocar ou algo assim. Enquanto isso eu tentava não ficar sem esperança. 

Kendall's point of view 

Finalmente tudo estava dando certo. Demorou um tempo, bastante tempo, até eu perceber onde eu estava me metendo. Eu estava cega, pensei que só Fredie poderia me ajudar a chegar onde eu queria, mas ele só me enganou, me humilhou e riu de mim. Felizmente, eu conheci por acaso uma mulher que aparentemente tinha muito mais contatos que Freddie. Elise era uma mulher alta, loira e muito bonita. Ela costumava ser modelo quando era jovem, e isso me incentivou muito mais. Ela percebeu o que estava acontecendo comigo bem cedo. Assinei um contrato e ela tem me ajudado a melhorar de verdade. Eu estava me alimentando de novo, eu não tomava mais nenhum remédio para dormir, ou para dor... Eu finamente posei para uma campanha online incrível. E eu sabia que em breve eu ia chegar onde queria. Graças a Elise.  

Eu estava tão feliz, tão animada com tudo. Eu queria contar pra Selena, minha única amiga, então me lembrei de como eu a tratei. Bem, eu precisava do meu espaço na época e acho que ela entendia. Mas eu sabia que algo estava acontecendo também, e ela precisava de mim. Eu tentei ligar, mas o número dele simplesmente dava caixa postal, o tempo todo. Eu liguei um dia, depois no outro e ainda na caixa postal. Eu fui em seu trabalho e ela não estava. Estive ocupada depois disso, fiquei mais de uma semana me preparando pra um projeto bem legal. Mas voltei lá de novo e a mulher que me atendeu disse que ela estava doente, e que não ia trabalhar a quase um mês. Disse que seu namorado havia ido lá e dito que ela estava impossibilitada. Meu couro cabeludo coçou. Selena estava doente? Quase um mês sem trabalhar por estar doente? Preocupada, eu saio da loja e ligo para Justin. O número de Selena simplesmente já era. Talvez ela tenha perdido o celular. 

Justin atende no terceiro toque.  

-Kendall? Caramba quanto tempo. -Ele diz. 

-É, eu sei. Eu sinto falta de vocês. Tenho tanta coisa pra contar, mas antes eu gostaria de falar com a Selena. Eu tentei ligar, mas não consegui. E a patroa dela disse que ela está muito doente, então... 

-Nós não estamos mais juntos. -Ele me corta.  

-O que? Como assim? Quer dizer... Eu sabia que vocês tinham terminado, mas pensei... Que tinham se resolvido, quer dizer, vocês costumavam se acertar.  

-Não, não dessa vez. -Ele disse, parecendo triste.  

-Ah, bem eu sinto muito. Eu só... Estou ficando realmente preocupada com ela. Você não sabe de nada sobre ela ou sabe?  

-Não, eu não a vejo a meses.  

-Tudo bem. Obrigada. Nós devemos sair qualquer dia, me liga.  

-Claro, vai ser bom.  

Okay, nada de Selena ainda. O que diabos estava acontecendo? Eu corro pela minha lista de contatos e encontro o telefone da mãe de Selena. Bem, eu não sabia se esse ainda era o número dela. Selena costumava ligar pelo meu celular quando nós saíamos e eu ficava bêbada demais pra voltarmos a pé pra casa. Eu tento.  

-Alô. -Amém.  

-Alô, aqui é a Kendall, amiga da Selena. 

-Ah graças a Deus. -Mandy diz, e isso me surpreende.  

-Está tudo bem?  

-Eu é que pergunto. Eu não falo com a minha filha a meses, e estou morrendo de preocupação. Eu liguei para a tia dela e nada e o celular dela... 

-Caixa postal. -Eu digo pra mim mesma.  

-É, pelo amor de deus diz que minha menina está bem. Eu estou tão arrependida de ter vindo embora com raiva dela. Ela deve estar tão assustada.  

-Assustada? Por que ela estaria?  

-Ué, pelo bebê.  

Eu fiquei muda. Meu cérebro trabalhando nessas três palavras.  

-Selena está grávida?


Notas Finais


Fim de semana ta ai mores, e eu queria indicar uma fic para vcs darem uma olhada :D
Com nada mais nada menos que Justin Fucking Bieber e Demi "Lovarou"
Espero q gostem!! ;)
Remember December: https://www.spiritfanfiction.com/historia/remember-december-11158244


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