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História Let Me Know (Jungkook - Eunha) - Capítulo 1


Escrita por: e Toxic_Fanfics


Notas do Autor


Hey, tudo bem?

Bom, quero dizer para vocês que essa fanfic já foi postada antes, pela minha conta antiga que acabei perdendo por burrada minha, so que, como eu amo muito o enredo dela, resolvi postar ela novamente aqui, uma continuação. Só espero que não achem que estou fazendo plágio, afinal de conta, a fanfic é totalmente minha.

Espero que possam dar muito amor a ela nessa nova conta^^

Obs.: A fanfic é Eunkook. Nela, Jung Eunbi terá como nome, Jung Eunha, para não ficar confuso com o nome da SinB. Espero que entenda ^^

Boa leitura ~>

Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction Let Me Know (Jungkook - Eunha) - Capítulo 1 - Prólogo.

...Cinco anos atrás.

Jung Eunha's P.O.V.

Eu e Omma tiramos o dia de hoje para refazermos o estoque de comida lá de casa, já que, por incrível que pareça, Appa apareceu com dinheiro há alguns dia. Havia bastante tempo que isso acontecia, então, a primeira coisa que fizemos, quando o dinheiro apareceu, foi juntá-lo e ir até o mercado.

Então, logo que coloco meus pés sobre a calçada da rua, sinto a brisa fresca daquela bela e refrescante manhã de sexta, se chocar contra meus cabelos e os balançar de uma lado ao outro.

Omma ao meu lado, se diverte ao me ver tentar retirá-los do rosto.

— Eu falei que era pra você ter colocado uma presilha no cabelo, mas não me escuta. — Sorri, e ajeita seu cabelo já bem penteado.

— Omma! Não sou mais criança pra precisar usar essas coisas. — Faço uma careta e Omma sorri ainda mais de mim. — Já tenho 13 anos!

— Certo, senhora adulta. — Ela se vira para frente e aponta. — Estamos chegando, vamos!

Apressamos nossos passos e atravessamos uma linha de pedestres, passamos por um pequeno parque isolado e chegamos na soleira da porta do mercado. Quando Omma abriu a porta, um sininho que há no alto, tocou e anunciou nossa chegada no estabelecimento.

Não havia ninguém dentro do pequeno comércio, a não ser eu, Omma e a atendente logo atrás do balcão, que masca um chiclete grudento como se sua vida dependesse daquilo.

— Vamos pegar apenas o que está anotado aqui... — Omma retira um pequeno papelzinho de dentro do bolso da calça jeans e o desenrola. — Não quero gastar esse dinheiro todo... É bom deixar pra se caso for preciso.

Sigo Omma logo em seu encalço. Reparo em seus movimentos e o modo gracioso como anda e retira os objetos de cima das prateleiras, colocando-os dentro do carrinho. Quem vê meus pais juntos, diz de cara, que Appa não é caminhão para toda a areia de Omma.

É, é verdade, Jung Haseul não é mulher para qualquer homem. Appa foi muito sortudo quando teve Omma em seus braços. Pena que ele não sabe valorizar a sorte que tem ao tê-la em sua vida.

— Eunha, filha... — Omma para de andar e se vira para mim. — Vai lá na última prateleira, e vê se você acha outra marca de arroz? Essa aqui não é da boa. — Pede gentilmente e eu aquiesço.

Viro-me de costas para ela e começo a atravessar todo o mercado, só para poder chegar nas pontas e me dirigir até a última fileira de prateleiras. Ao entrar pelo vão do corredor extenso, varro meu olhar por todos os produtos.

Ao longe, lá na porta de entrada do mercado, escuto o tilitar do sininho, avisando que nossos clientes adentraram o ambiente. Continuo meu caminho, coloco uma mexa de calo atrás da orelha e avisto a pilha de quilos de arroz logo ao final da trajetória. Sorrio levemente e apresso os passos.

Me aproximo do amontoado de pacotes e vejo a variação de três marcas diferentes de arroz. Franzo o cenho e coço a nuca. Vou levar um pacote de cada marca pra minha Omma, aí ela fala qual é o melhor! Dou mais um sorrisinho contente, e recolho três quilos, deixando-os entre meus dois braços.

E com um pouco de dificuldade, ando por entre o corredor novamente. Quando vou me aproximando do qual eu e Omma estávamos, escuto uma voz grossa sair logo da direção.

— Ajoelhem e fiquem bem quietinhas, assim podemos sair sem vocês se machucar. — A voz grossa soa em um sussurro, e eu sinto meu coração estremecer em meu beito. — Suck, amarre as duas!

O que tá acontecendo?

Dou mais alguns passo apressados e chego entre dois corredores, vendo um homem de corpo másculo amarrar os punhos de minha mãe, enquanto a mesma mantem o rosto baixo, já a atendente se derrama em lágrimas. Dou mais um passo desesperado e Omma me vê, nega com a cabeça com movimentos bruscos, e percebo que ela me manda ir parando.

Um sentimento estranho infla em meu peito. Tenho voltade de correr até ela e soltar seus braços das cordas, mas Omma me adverte, quando ameaço me aproximar. Não faço idéia do que está acontecendo, e por impulso, corro para detrás das prateleiras.

A ponta do meu nariz pulsa e meus olhos lagrimejam. Passos as mãos pelos olhos, enxugo-os e fungo. Tenho que arrumar um jeito de sair daqui e pedir ajuda, não posso deixar nada acontecer com Omma. Respiro funto e penso em algo, mas nada me vem à cabeça.

— Deus, me ajuda... — Solto com a voz embargada, e minhas palavras não demoraram três segundos para sair, que logo escuto o barulho glorioso de sirenes soar.

— Ferrou, Ka! A polícia chegou!

— Suck! Corre! Pega as coisas e bora vazar. — Escuto a voz do homem gritar e me encolho mais onde estou, com a respiração descompassada e a cabeça apoiada na parede. Abraço os três quilos de arroz como se fossem meu escudo.

O barulho de coisas e objetos se chocando contra o chão preenche meus ouvidos e eu choro onde estou. Penso em como Omma deve estar agora. O passos dos dois homens se aproxima de onde estou e eu engulo a seco, prendendo a respiração. Trago meus joelhos para mais perto e abraço minhas pernas, juntos aos quilos de arroz.

— Alguém nos denunciou! Você disse que tinha estudado o trajeto das pessoas desse bairro, seu idiota! Caralho! — O tal cara, vulgo Ka, grita com seu companheiro e eu me encolho ainda mais, tremendo da cabeça aos pés. — A policia cercou todo o mercado, quero só ver você arrumar um jeito de nós dois sairmos daqui sem levar um tiro! — Ele volta a gritar e eu reprimo a voltade subta de gritar desesperada, com o susto que ele me deu.

— Calma, chefe! Pega uma daquelas mulheres e a faça refém. — O outro cara diz, a voz quase transparecendo o desespero que eu mesma sinto. — Pode ser que eles façam um acordo com nós... Não sei!

— Aish... Vai lá e pega a velha. — Seus passos somem de minha audição e eu espio por uma pequena fresta.

Vejo de onde estou a porta do mercado sendo aperta abruptamente, e dele entra uma fileira de policiais armados. Meu coração ameaça sair pela boca e eu me levanto de onde estou.

— Chefe, olha ali! — Um deles me avista e grita; e eu corro com passadas rápidas até onde os policiais estão, mas no meio do caminho, escuto o barulho de um disparo soar; acabo levando uma queda e meu corpo parando no chão.

Franzo o cenho e entre abro os lábios. Sinto uma dor aguda em minha coxa esquerda, puxo-a para perto de mim e vejo sangue escorrer pelo chão. Minha visão fica turva e a consciência anuvia. Olho para cima, e avisto alguns policiais se posicionarem pelo estabelecimento, alguns tenta se comunicar comigo, mas não escuto nada. A última coisa que consigo compreender é o barulho de mais disparos e a voz desesperada de Omma, me chamando à plenos pulmões.

— EUNHA! MINHA FILHA!

***

Sinto minha cabeça latejar, mas não é só ela, minha perta toda também dói. Aspiro uma grande lufada de ar por entre os dentes e tento me levantar. Estico os braços e tento me apoiar entre as palmas abertas. Entre abro os olhos e os aberto depois, para logo os abrir definitivamente, me deparando com uma confusão à minha volta.

Polícias correm de uma lodo para o outro, a sirene de uma ambulância soa em meio à bagunça. Vejo enfermeiros de primeiro socorros carregarem macas para dentro das ambulâncias; três corpos. Então lembro-me de Omma.

— Omma! — Grito e minha garganta arranha. — Omma, m-me ajuda, minha perna dói... — Choro e uma mulher de jaleco branco se aproxima de mim, aparentando estar um pouco assustada.

— Ei, se acalma... — Ela coloca uma mão em minhas costas e a outra em minha barriga, tentando me deitar novamente. — Logo logo sua mãe vai estar aqui, agora você precisa de cuidados, tá? — Sua voz é mansa e eu nego de prontidão.

— Onde tá minha Omma? Eu quero saber dela! — Me esforço pra me sentar, mas a cabeça lateja mais forte e eu tonteio. — Aish...

— Omo! Você é muito teimosa, mocinha. — Ela sorri e nega com a cabeça, me ajudando a deitar novamente. — Você está machucada, precisa de cuidados. Quando eu terminar, você poderá saber onde sua Omma está, ok? — Ela arqueia as sobrancelhas e eu estreito os olhos.

— Minha perna tá doendo. — Solto um grunhido e ofego, quando a sinto mexer em minha perna.

— Sabe, você foi muito corajosa, quando correu até os policiais. — Ela informa, retira uma tesoura de dentro de um caixote e começa a cortar minha calça.

Respiro fundo e sinto meu peito apertar, lembrando-me do acontecimento passado.

— Ani, não! Fui muito burra... — Repiro funto e aberto os olhos, deixando as lágrimas escorregar por minhas bochechas. — Aish... Não teria levado um tiro se não t-tivesse corrido. — Tusso e limpo a garganta. Minha perna ainda dói.

— Quando eu tinha a sua idade, também fui vítima de um assalto...  mas eu fiquei escondida por um tempo, não corri como você... — Ela sorri nasalada e eu franzo o cenho. — So que acabei vendo muita coisa, talvez se tive corrido, não teria acontecido nada do que aconteceu.

— O que aconteceu? — Olho-a e a vejo segurar uma injeção na mão. Entorto a boca e reprimo um xingamento, quando sinto a perna latejar.

— Vi os assaltantes matando meus pais... E eu só tinha 14 anos. — Seu olhos se tornam opacos, mas ela chacoalha a cabeça, e retira um frasco de dentro do caixote.

— Nosso! Eu sinto muito... — Pisco algumas vezes e acabo me desesperando ainda mais. Omma. — Eu tenho 13... — Solto.

— Olha aí! — Exclama e sorri. — Além de mais nova, é mais inteligente. Acredito que quando adulta, será uma grande profissional! — Sei que ela tenta me desviar do assunto principal, sou nova, mais não quer dizer que não seja esperta.

— Preciso saber da minha Omma. — Tento me sentar novamente, mas ela me impede de prontidão.

— Antes você precisa tirar essa bala da perna, mocinha. — Ela adciona o líquido do frasco, que acabou de tirar do caixote, na seringa e se aproxima de mim. — Preciso te dar essa injeção, pra deixar sua perna anestesiada e você não sentir dor. Juro que não vai doer.

***


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo ^^

Estou nervosa kkkkk

Até a próxima ^^

Let Me Know também está no Wattpad. Link:
https://my.w.tt/ZVGfnjv6N9

~Milbjs


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