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História Let Me Know (Jungkook - Eunha) - Capítulo 3


Escrita por: e Toxic_Fanfics


Notas do Autor


Hey, pessoas da minha vida!
Como estão? Espero que todos estejam bem^^

Bom, quero agradecer por cada favorito e comentários do capítulo anterior HAHAHAHAH. Sério gente, isso me alegra tanto, vocês são pessoas iluminadas AMO VOCÊS^^

Quero avisar aqui também, para as pessoas que não estejam sabendo, que essa fanfic já foi postada antes na minha conta anterior, mas eu a perdi, porém como tinha os rascunho salvo tô postando ela aqui novamente ^^

Então é só isso, espero que possam gostar do capítulo de hoje^^

Boa leitura ~>

Capítulo 3 - Seul.


Fanfic / Fanfiction Let Me Know (Jungkook - Eunha) - Capítulo 3 - Seul.

Jung Eunha's P.O.V.

A ansiedade jorra em minha veias. Acirro os olhos e fito o ecrã do telefone, vendo o nome de meu irmão brilhar ao som de BigBang. Escuto Himcham andar ao meu lado, parando às minhas costas, colocando logo em seguida sua mão sobre meu ombro.

Atendo a ligação com as mãos trêmulas.

— A-alô... — Pigarreio, fechando os olhos com certa força.

— Eunha? — Escuto sua voz sair do telefone, fazendo meu coração asselerar em uma reação reflexo. — Tudo bem? — É uma pergunta, mas não sei se serei capaz de responde-lo. Fiquei tempo demais sem escutar sua voz, e agora, com ela diante de mim, não encontro a coerência certa para lhe dizer se estou bem ou não.

Limpo a garganta enquanto olho para cima, para Himcham, que arqueia as sobrancelhas, esperando uma resposta minha.

— Daehyun... — Franzo o cenho, minha garganta arranha. Respiro fundo e tomo a coragem que preciso para estabelecer um diálogo normal entre irmãos. — Eu estou bem, e você?

— Estou bem também... — Escuto seu resfolegar apressado, e o imagino andando em passos rápidos, em algum lugar de sua casa. — Er... Eunha, Youngjae me falou o que aconteceu...

— Ele o quê? — Sucumbo, levando um susto com sua confissão sem rodeios. Me ajeito onde estou, sinto meu coração mais asselerado do que antes.

— Eunha, Youngjae me contou o que aconteceu com você, e que está sem teto...

Suas palavras demoram criar efeito em mim, mas quando o faz, traz demasiada adrenalina para meu corpo. Pisco um, duas, três vezes, incrédula com suas palavras.

— Ele não tinha esse direito! — Olho para Himcham, que tampa a boca, demonstrando estar tão surpreso quanto eu.

— Eu pedi pra ele me contar tudo o que acontecer com você, Eunha...

— E desde quando você se importa comigo?! — Quase grito e me levanto de onde estou, ficando em pé, com o corpo levemente tensionado para frente. — Na primeira oportunidade de poder ficar longe, você se mandou! — Acuso, sentindo um tênue nó se formar em minha garganta.

— Não foi bem isso que aconteceu não, Eunha! — Escuto seu suspiro do outro lado da linha. Daehyun completa logo em seguida: — Eu fui embora porque estávamos precisando de dinheiro, tive que arrumar um emprego pra poder te dar uma vida boa.

— Mas você nem pra me ligar de vez em quando, hein? — Balanço a cabeça negativamente. — Que belo irmão você é...

— Eunha... — Me chama, e escuto o barulho de um baque, do outro lado da linha. Suspiro. — Aish... Eu sei que fui um irmão ausente esse tempo todo, e sei que nossa mãe não iria gostar de saber disso, mas me deixa recompensar a falta que te fiz? — Sua voz sai em uma tonalidade mais calma e amorosa, sei que ele tenta ser cauteloso comigo. Quase sorrio com isso.

— E o que você pensa em fazer, voltar pra Jeonju? — Arqueio as sobrancelhas e assisto Himcham sentar onde eu estava sentada antes, com os olhos atentos em cada movimento e fala que faço e solto.

— Não... — Sua voz fica mais baixa agora. Eu franzo o cenho, ficando confusa. — Quero que você venha pra Seul, morar aqui, comigo. — Diz por fim, me fazendo petrificar onde estou.

Meus olhos esbugalham, minha mãos soam. Minha visão perde o foco. Daehyun sempre soube que eu sempre fui apaixonado por Seul, que meu sonho sempre foi morar lá, e agora ele me falando isso, asserta em um ponto fraco meu.

— Seul? — Olho para Himcham, que sorri fracamente para mim, balançando positivamente a cabeça. Um frio diferente asserta meu estômago. Imagino eu e Daehyun morando juntos, só nós dois em Seul, o lugar que sempre tivemos o sonho de morar. Sorrio com os pensamentos.

— É, Seul! — Seu riso atravessa a linha telefônica, assim que persebe meu transparente contentamento com a idéia. — Quero me redimir com você, Eunha. Quero poder ser o irmão que nunca fui com você... — Ouví-lo falar tais palavras, me arranca um sorriso triste e involuntário dos lábios. É que sempre foi meu sonho escutar Daehyun falando essas coisas para mim, dizendo que quer ser meu irmão, novamente, depois de tanto tempo. — Me deixa provar ser uma pessoa boa pra você, pequena?

Afasto levemente o celular da orelha, quando a garganta ameaça se fechar totalmente. Meu rosto esquenta e a adrenalina jorra demasiado sangue em meu corpo. Desvio meu olhar para Himcham, que se aproxima de mim e me entrega um grande abraço calorento.

Eu devo asseitar? Ele é meu irmão, poxa!

— Daehyun... — Chamo-o, deixando minha bochecha esquerda encostar no peito de Himcham, que me aperta contra seu corpo. Escuto sei "Sim?" E falo: — ...Quando você vem me buscar?

E então a ligação fica muda. Franzo o cenho entre as sobrancelhas e afasto o celular da orelha, olhado o visor do aparelho, que ainda relata estar em uma ligação. A linha não cortou, o que se perdeu foi a voz de Daehyun.

— É sério?! Você vem? — E ele ri do outro lado da ligação, também me fazendo rir, com uma camada de lágrimas acobertando meus olhos.

— Eu quero conhecer Seul... — Dou de ombros, e sinto o peito de Himcham vibrar, devido a risada que ele solta.

— Omo! Não acredito! — Ele solta um resfolegar risonho, parece transbordar euforia. — Vou ver se te busco ainda amanhã, está bem?

Olho para cima, para Himcham, que me encara e assente, também sorrindo, enquanto passa a mão por minha bochecha; que antes abrigava uma lágrima teimosa.

— Tá bem. — Digo, escutando minha voz sair levemente rouca.

— Certo... — E ele sorri mais, me fazendo sorrir mais abertamente, com uma sensação boa no peito. — Eu te amo, minha pequena. — Sua fala me pega de surpresa, me fazendo arregalar os olhos.

Uma euforia me toma, e eu afundo mais o rosto no peito de Himcham, que me aperta ainda mais em seus braços. É a coisa mais genuína que Daehyun já me falou em toda a minha vida.

— Também te amo...

A ligação se encerra, meu queixo treme, e eu acabo chorando. O alívio e a ansiedade brinca com meus sentimentos e com minhas emoções. Enlaço a cintura de Himcham e me afundo nele, que me acolhe de prontidão.

Meu irmão ainda se importa comigo! Estou tão feliz!

— Querida? — Himcham me chama, me fazendo afastar o rosto de seu peito, vendo sua camisa antes bem alinhada, agora amarrotada e com uma mancha húmida, que minhas lágrimas deixaram.

— Ahm? — Olho-o, entendo consertar o estrago na sua blusa, enquanto esfrego a palma da mão sobre o tecido delicado.

— Aish... — Himcham segura meu pulso e me força a parar de "tentar" arrumar sua camisa. — Então quer dizer que agora você vai pra Seul, hein? — Arqueia as sobrancelhas e eu me afasto, enquanto passo as mãos pelos olhos molhados, os enxugando.

— Parece que Daehyun se lembrou da minha existência... — Dou de ombros e fungo, sentindo minha cabeça latejar aos poucos. — Quer que eu vá morar com ele, em Seul.

— Omo! Isso é muito bom! Seul é muito bonito... Me lembro quando fui lá em 2015. — Infla o peito e ajeita o cabelo para trás, me fazendo sorrir com suas palavras bem humoradas. — Mas como você vai fazer com à escola? Vai continuar estudando?

E então levo um susto, lembrando-me da escola que não vou há mais ou menos, duas semanas. Tampo a boca com as mãos, sentindo minha alegria esvair aos poucos.

— Vejo que não pensaram nisso. — Balança a cabeça negativamente, cruzando os braços. — Não vou deixar você perder esse ano, querida. — Franze o cenho e eu concordo. Não quero perder nenhum ano de estudo, quero poder sair da escola o mais cedo possível. — E sei que Youngjae també...

— Ah! Eu tenho que falar com ele. — Me lembro de Daehyun falando que foi o Youngjae que contou para ele a minha situação. Aquele fofoqueiro. — Daehyun falou que foi Youngjae quem contou pra ele sobre eu estar fora de casa. — Meu rosto esquenta, e vejo Youngjae Oppa atravessar o batente da cozinha, com uma bandeja vazia em mãos.

— Hyung, prepara dois Kimchi, rápido. — Youngjae informa para o mais velho, que estreita os olhos, mas concorda e vai para detrás do balcão. Young deposita a bandeja sobre a mesa e se senta na cadeira, dobrando as mangas de sua camisa até os cotovelos.

Aish! Ele é tão bonito!

Pigarreio e me aproximo dele, deixando meu quadril encostado na mesa, enquanto fico de frente para ele, com uma mão sobre a superfície mais alta. Youngjae me olha de soslaio e sorri de canto, depravado. Arqueio as sobrancelhas para ele, já avisando que preciso das justificativas de sua parte.

— Antes que venha tacar pedras pro meu lado, já vou falando que não me arrependo de ter contado a sua situação para Daehyun... — Se vira para mim e me olha de baixo, pois paro à sua frente, em pé. — Aish! Eu não gostava de te ver dormindo naquele parque abandonado, e mal assombrando. — Franze o nariz e eu quase derreto. Quase. O modo como ele diz essas palavras, me faz ver o quão Youngjae Oppa se importa comigo, o modo como me cuida como um irmão mais velho. O tanto que gosta de mim.

— Mas você não podia ter falado isso sem o meu consentimento. — Tento ser durona, mesmo que essa não seja uma das minha personalidades mais ativas. — E eu nem arrumei minha transferência da escola... — Deixo os ombros caírem, e Youngjae sorri mais abertamente.

— Eu já arrumei toda a sua transferência. Aliás, você não comparecia às aulas há duas semanas, sua professora me falou, mocinha... — Informa com casualidade e eu abro a boca, supresa com suas palavras. Ele já havia pensado em tudo. — Eu sou demais, pode falar, gosto de ser bajulado. — Abre os braços, sorrindo.

Olho para trás, para Himcham, que me fita com as sobrancelhas arqueadas, e um sorriso brincando em seus lábios. Algo me diz que até ele já sabia de algo. Respiro fundo e estreia os olhar.

— Você também já sabia que eu ia pra Seul, né, Himcham? — Cruzo os braços, fazendo-o sorrir, enquanto ergue as mãos na altura dos ombros, em sinal de rendição. — Aigoo! Vocês são dois fofoqueiros! — Digo, soando bem humorada, não quero desrespeitar ambos os mais velhos.

— De nada, querida. — Ele aponta a faca em minha direção, ainda sorrindo. — Você vai dormir hoje aqui, no quartinho dos fundos. Não podemos correr o risco de deixar você a solta e acabar sumindo por aí.

— Eu não faria isso. — Ponho a mão no peito e dramatizo.

— Eu sei que não. — Escuto Youngjae às minhas costas e me viro para olhá-lo. Ele se levanta de onde está e vai até Himcham, que ainda prepara o Kimchi. — Eunha, termina de comer seu tteokbokki e vem me ajudar servir os clientes, por favor? — Me fita e eu assinto, voltando a me sentar onde eu estava antes. — Depois vou te levar no quartinho pra ver se ele ainda está dando de ser usado. — Enforma e se vira, saindo pelo batente da porta, deixando eu e Himcham para trás.

***

Varro todas as paredes do minúsculo quartinho, vendo que elas estão cheias de telhas de aranhas. O piso está um pouco sujo, mas nada do que uma vassoura para limpá-lo em um piscar de olhos. Coço levemente o nariz, sentindo-o irritado pelo bolor que aglomera o ambiente. Franzo a testa e olho o canto do cômodo, notando uma pequena cama de ferro encostada na parede, com um colchão mofado sobre ela.

— Aish... — Youngjae tampa a boca e o nariz com a gola da camisa, e aponta para o interior do cômodo. — Esse quarto tá horrível!

Me escoro no batente da porta e cruzo os braços, com um bico nos lábios. Pisco algumas vezes, e sinto os olhos arderem, até lagrimejar. Espirro.

— É... — Sorrio fracamente, cobrindo a boca com a mão. — Mas vou dar uma limpada, vai ficar brilhando, você vai ver. — Tento me animar, mas o cômodo quase me dá ânsia com seu estado de desleixo.

— Vamos dar uma olhada melhor. Vem... — Me chama para dentro, passando ao meu lado pelo batente da porta e adentrando o cômodo, quase vazio e abandonado.

Dou dois passos para dentro, e o aroma bafio entra com agressividade por minhas narinas, me causando outros dois espirros. Passo a mão pelos olhos e nariz, no intuito de enxugá-los, mas quase não faz diferença.

Olho para Youngjae que me fita de volta, balançando negativamente a cabeça, com as mãos repousando em sua cintura. Ele parece mais alto e grande agora, nessa postura perscrutadora.

— Não vou deixar você dormir aqui... Sem chance. — Franze o lábio superior, apontando para o cômodo. — Só de pisar aqui você já tá espirrando, imagina se for limpar. Vai acabar tendo um ataque cardiorrespiratório. — Sua postura séria não condiz com o humor que suas palavras carregam, então acabo sorrindo. — Vamos... — Ele nega com a cabeça e se vira para ir embora, mas eu seguro em seu braço, forçando sua parada. — O que foi?

Hesito por um segundo, sentindo minhas bochechas esquentar. Limpo a garganta, mas resolvo falar assim mesmo.

— Onde eu vou dormir, então? — Pisco algumas vezes, quando o vejo fazer um pequeno bico nos lábios, ao arquear as sobrancelhas.

— Na minha casa... — Diz, me fazendo arregalar levemente os olhos. Solto seu braço e ele me dá às costas, passando pelo batente da porta, comigo em seu encalço.

Eu vou dormir na casa do Oppa!

Após nos despedir de Himcham, pegamos o carro de Youngjae e fomos para à sua casa. O percurso foi calmo. Eu me encontrava com a cabeça nas nuvens, pensando em como minha vida fracassada toma proporções diferentes em períodos curtos de tempo.

Uma hora, sou apenas uma criança que tem como problema apenas seu pai alcoólatra e carrancudo. Quando se passa mais um tempo, sou uma pré-adolescente que tem a mãe falecida, um pai ainda mais ignorante e um irmão que vai embora, e me larga para trás, nas mãos do destino. E agora, sou uma jovem garota, que foi ofertada para se casar com um velho rabugento. E como eu não aceitei — óbvio — meu pai me espulsa de casa, alegando que minha existência não passa de um grande estorvo em sua vida.

Tudo o que eu mais quis em toda à minha vida foi ter uma vida simples, de uma pessoa normal, mas parece que tudo direcionado a mim é uma grande merda. Tudo dá errado para o meu lado, nada dá certo, e quando dá, tem algo para me impedir de seguir em frente. Mas agora, olhando para o céu escuro e nublado das ruas movimentadas de Jeonju, penso que agora eu conseguirei ter uma vida digna, em Seul com meu irmão. Apenas nós dois, sem mais problemas dramáticos para nós atrapalhar.

Sorrio levemente, apoiando os braços na janela do carro, escorando minha cabeça sobre as mãos, deixando o vento fresco chicotear meus cabelos, os jogando sobre meu rosto. Fecho os olhos e aproveito o momento de sossego. Suspiro e esfrego o rosto sobre minha pele, deixando meu braço bem apoiado na curva entre o pescoço e o queixo. Sinto o sorrir de Youngjae às minhas costas e o fito de soslaio, vendo-o passar uma marcha, tomando mais velocidade. Tomamos uma avenidas com menos fluxo de carros.

— Eu sabia que iria gostar de ir pra Seul. — Youngjae me olha por um tempo, sorri de lado e volta sua atenção para a estrada novamente. — Esse sempre foi seu sonho.

— Sempre tive esse sonho, mas não queria ir e deixar você... Vocês. — Me corrijo prontamente, quando, por impulso, acabo me referindo a apenas Youngjae. E ele sorri de mim, porque é explícita a paixoniti platônica que sinto por ele, infelizmente. Coro e afundo um pouco mais o rosto entre os braços, quase me encolhendo no assento. — Aish... Queria poder ir, e levar vocês dois juntos, comigo.

— Sabe... — Youngjae se vira levemente para mim, pendendo parcialmente seu corpo em minha direção. Meu coração ameaça asselerar, e eu o ameaço aniquilar, se o fizer. — No final do mês, eu e Himcham Hyung vamos na capital, buscar alguns produtos que virão da China. Talvez nós nos vemos por lá. — Pisca um olho e eu me seguro para não suspirar. Apenas aquiesço, me ajeitando melhor no assento, ficando sentada novamente.

— Isso será ótimo, Oppa. — Sorri enviesado, deixando minhas mãos cairem sobre as coxas. Olho por um segundo para ele e quando o vejo devolver o olhar, volto rapidamente minha atenção para a cidade à nossa volta. — Podemos sair pra conhecer Seul... — Sugiro, em um impulso rápido para mudar a minha situação vergonhosa.

Ser tímida é um pesadelo!

— Verdade... — Youngjae balança positivamente a cabeça, agora com a atenção focada na estrada.

E então o silêncio constrangedor reina à nosso redor. Pelo menos eu estava em sua companhia. Pler.

Quando chegamos em sua casa, Youngjae pediu pizza para nós dois comermos. Ele me mandou tomar banho, no único banheiro da casa, depois da janta. E obviamente, eu fiquei muito envergonhada com isso, ainda mais quando persebi um pacote de preservativo usado, dentro da lixeira.

Aish! 

Eu não estava bisbilhotando as intimidades dele, é que quando eu fui jogar um pouco dos meus cabelos que ficaram na escova, dentro do lixo, acabei olhando na região e vendo o que não queria, infelizmente. Só que, por incrível que pareça, aquilo não me afetou como eu pensei que um dia poderia me afetar.

Youngjae é mais velho, bonito e atraente. Claro que ele iria arrumar uma ficante ou uma namorada. Ele não me notaria nem se eu fosse da mesma idade que ele. Youngjae me considera como uma irmã caçula.

Entre alguns suspiros frustrados — por ver algo indesejável — ando até a sala, vendo Youngjae ajeitar o sofá, com dois travesseiros e uma edredom — que aparenta ser bem fofinho — sobre ele.

— Não precisava ajeitar, podia deixar pra mim. — Franzo o cenho entre as sobrancelhas e aponto para o sofá. — Eu consigo me virar sozinha.

— Eu sei que sim, pequena. — Youngjae termina de bater o travesseiro e se vira para mim, com um sorriso fraco nos lábios. — Mas já tá tudo pronto. Eu vou dormir aqui no sofá... — Ele ajeita o edredom para o lado e se senta no sofá, arrumando as mangas de sua camisa logo em seguida.

— E eu vou dormir aonde? — Meu coração ameaça sair da caixa torácica, quando uma possibilidade atravessa meus pensamentos.

— No meu quarto, uai...

***


Notas Finais


E então? O que acharam?

Deixem um comentário se você gostou, por favor, comentários sempre são bem vindos, me alegram muito HAHAHAHA Se caso tem uma idéia, ou uma opinião, sugestão, comentário construtivos são bem aceitos^^

E por hoje foi isso, espero de coração que tenham gostado^^

~Milbjs


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