História Let Me Love You - Capítulo 18


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Taehyung (V), Personagens Originais
Tags Drama, Jeon Jungkook, Jung Hoseok, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Min Yoongi, Park Jimin, Romance
Visualizações 13
Palavras 2.598
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem desse novo capítulo

Capítulo 18 - Apenas Uma Canção


Fanfic / Fanfiction Let Me Love You - Capítulo 18 - Apenas Uma Canção

--------------------- Yara On ----------------------

 

Estava anoitecendo, o tempo estava cada vez mais frio, conseguia sentir meu corpo pedindo por socorro. Ainda bem que estava chegando na minha casa, mas mesmo que esteja tão perto algo dentro de mim ainda não esta preparado para viver onde tudo terminou.

- Você pode me deixar aqui – Pego minha bolsa que estava no banco de passageiros, e volto minha atenção para Taehyung.

- Não. Eu irei deixar você na sua casa, esse foi trato.

- Tudo bem mandão, apenas faça o que quer – Como sempre ele se fazia de teimoso.

- Olha só! Estamos dentro da super mansão dos Bae, na verdade acho que irei cobrar gorjetas por ter gastado meu tempo trazendo você aqui.

- É mesmo?! – Bato no ombro dele – Não vai conseguir nada.

- É aí que você se engana mocinha – Tae estaciona, já se virando para me provocar o que foi em vão, pois fugi imediatamente do carro, deixando-o para trás.

- Yaaa! – Os gritos do mesmo ecoavam pela imensa mansão.

Enquanto fugia fiquei distraída o que ocasionou em um tropeço, havia uma pedra que atrapalhava minha chegada a minha humilde casa.E infelizmente resolvi cumprimenta-la 

- A Senhorita esta bem? – Lee a governanta responsável por mim se aproxima com grande preocupação.

- Sim - Limpo a terra que havia na minha roupa – Não me feri, foi apenas um susto então finja que nada disso aconteceu.

- Senhorita?

- Sim?! – Encaro-a.

- É bom saber que voltou para casa – Fazia anos que não visitava nenhum dos empregados dos meus pais, acredito que não tiveram muito trabalho para fazer – Preparemos seus aposentos, por favor, deixe-me guia-la até o mesmo.

- Claro. Você esteve bem? – Dou um sorriso.

- Não se preocupe comigo senhorita, nesse momento eu que devo perguntar se esteve bem!

- Eu já disse a você que odeio quando me trata como se eu fosse a rainha do mundo, você é uma pessoa como eu, não use formalidades comigo.

- Desculpe – Acabei de dizer a mesma para não usar formalidades e ela simplesmente se curva com um pedido de desculpas.

- LEE?! – Exorto-a.

- Aigoo... – A mesma coloca sua mão no coração – Não irei mais usar formalidades com você, eu prometo.

Minha casa estava em perfeito estado, nem mesmo parecia que havia passado anos distante de tudo e todos. Isso me transmitia paz, realmente não há lugar melhor que a nossa própria casa, nada supera isso.

- Bem vinda Senhorita! – Nam se aproxima, ele era o motorista que servia a minha mãe e os meus luxos quando criança.

- N-Não... – A garota começa a pular para roubar a atenção dele, continuava tentando fazer gestos com as mãos de negação, acredito que pensando que eu não estava vendo nada.

- Esta tudo bem Lee? – Nam se aproxima mais um pouco.

- AISHHHH.... O PRÓXIMO OU A PROXIMA QUE ME CHAMAR DE SENHORITA SEM MINHA PERMISSÃO VAI PARAR NA RUA!

- ENTENDEMOS SENHORITA – Eu estava ficando pirada com isso, como podiam ser tão lentos para entender? Eu realmente queria bater em cada um com um livro para ver se entendiam melhor.

- Apenas me leve ao meu quarto antes que eu mate você e cada um aqui.

- Claro. Acompanhe-me.

- Quantos empregados foram contratados?

- Ao todo 12, mas os 18 que já haviam, são 30 pessoas trabalhando nesse exato momento. Como a mansão é muito grande recorremos ao contrato de novos secretários e empregadas.As tarefas foram divididas e novos ambientes foram abertos.

- Vocês estão abrigando a Coréia inteira na minha casa?

- Na verdade não, íamos contratar mais 10 empregados mas en... – Antes que ela finalizasse toquei-lhe o ombro pegando minhas coisas de sua mão.

- Lee quero que me assegure de que não irão mais fazer contratos sem minha permissão, certo?

- Pensamos que gostaria de varias pessoas trabalhando.

- Não. Eu odeio muito barulho e muitas pessoas sendo formais comigo, então me mantenha informada sobre qualquer coisa.

- Precisa de mais alguma coisa Bae? – Mas uma vez ela me chama formalmente.

- Quero que a biblioteca e a sala de dança estejam organizadas para uso pessoal, também preciso urgente de algo para comer, como souberam estou vindo do hospital e a fome esta me consumindo, nada de coisas picantes, se não for incômodo gostaria de mingau de arroz com alguns molhos e frango para acompanhar – Dou um sorriso fraco – Apenas isso.

- Iremos preparar sua comida favorita então – Quando ia fechando a porta, um pé a interrompe.

- Porque saiu correndo? – Como ele ousa subir até o quarto de uma mulher e sem permissão? – Você acha que pode se ferir e ficar por isso mesmo?

- Do que esta falando Taehyung?

- Você tropeçou, e simplesmente continuou andando como se nada tivesse acontecido.

- Eu estou bem, não ver que não há nada de errado comigo?

Taehyung abre a porta com raiva me fazendo caminhar de costas o que me deixa desconfortável já que sei que posso simplesmente cair em algo novamente. Seu olhar estava completamente diferente do normal, ou poderia apenas ser minha imaginação o que me levava a ter certas paranoias.

- T-Tae... – Como imaginava cai na cama. Ele por sua vez abriu a gaveta que fica bem ao lado da minha escrivaninha e tirou uma pequena tesoura que havia guardada, sem demora veio em minha direção logo rasgando minha calça no joelho, e lá estava um pequeno ferimento.

- Não se machucou? Esta tudo bem? Você mente tão mal, nunca conseguiu mentir, desista disso, pode até enganar seus empregados mais a mim não.

- Aigoo... Foi só um arranhão, porque esse drama todo?

- Porque quando se machuca por mais pequeno que seja o ferimento, eu me preocupo, ou não tenho o direito de me preocupar? – Seus olhos que outrora se encontravam em meu joelho agora se encontravam completamente fitados aos meus, era um lindo olhar de quem conseguia me deixar sem conseguir falar, ou reagir as suas ações.

- Lógico que pode se preocupar – Resmungo.

- Pronto, agora pode andar livremente e não se esqueça de lavar bem o ferimento.

- Tudo bem Dr. Kim Taehyung. Mas alguma coisa?

- B-Bom eu queria perguntar se você gos.... – Lee adentra o quarto.

- A sua comida já esta pronta Srª Bae.

- Eu vou matar você, já disse nada de Senhorita - Pego meu sapato que estava bem perto do Taehyung e lanço contra Lee que saio correndo como ato de se defender - Tae o que ia dizer?

- Nada – Ele se levanta – Já estou indo, o Hoseok deve esta preocupado.

- Espera. Eu irei te acompanhar até a porta.

Sigo Kim Taehyung que por minutos permaneceu calado, o que para Lee foi engraçado, pois na sua cabeça oca imaginava que ele iria pedir algo muito importante e ela o interrompeu de propósito.De certa forma parecia que era algo de grande valor, pois raramente o vejo assim, isso me causa certo desconforto.

- Aqui já esta bom, espero que se alimente bem, até mais. Não esqueça da reunião – O garoto se retira sem dizer mais nada.

- Bae?

- Que foi Lee? – Viro-me.

- Espero que me perdoe mais adicionei um prato a mais a mesa, seu namorado veio visita-la, ele ficou a aguardando todo esse tempo.

- Meu namorado? Que namorado?

- Esse! – Ela aponta para minhas costas.

Estava com muito medo de virar e ser alguém que odeio. Mas por curiosidade me virei devagar.

- Você esta bem? – Jin sorrir.

- S-Sim eu estou – Ele me abraça apertado.

- Aconteceu alguma coisa? – Retribuo o abraço.

- Só estava preocupado, precisava ver como estava, perdoe-me por não avisar a você que viria.

- Tudo bem Jin – Sinto meu ombro ser molhado por suas lágrimas.

Fazia muito tempo que não via o Jin dessa forma a última vez que o olhei chorar assim foi quando nos separamos definitivamente.

- Quer me contar o que aconteceu? – Afasto-o enxugando suas lágrimas e acariciando seu rosto.

- Só preciso olhar para você, já é o suficiente, é a única coisa que ainda me faz bem.

- Esta me deixando assustada. Alguém te feriu? Conte-me quem foi eu vou bater nessa pessoa até ela pedir perdão.

- Foram varias coisas que me levaram a isso, afinal de contas quem veio deixar você?

- Kim Taehyung – Sim essas palavras vieram rapidamente como uma bala perdida.

- Aish... Vai comer com ele então.

- Ei! Pare bem aí mocinho – Subo nas costas de Jin – Acha que pode se livrar tão facilmente de mim?

- Então se segure – Ele entrelaça sua mão nas minhas pernas e começa a correr comigo ainda em sua costa.

- J-Jin! Pare! – Grito – Socorroooo!

- Agora vai ter que pedir perdão.

Havia me esquecido da paz que o Jin transmitia, ele foi a única pessoa que quis permanecer comigo depois de tudo que tive que enfrentar.

- Eu vou parar porque estou com fome – Desço devagar da costa de Jin e mordo o braço do mesmo.

- Essa é minha vingança, então procure tomar cuidado, na próxima mordo seu nariz.

- Desejo que nesse dia eu estava gripado só para você nunca mais querer me morder.

- Engraçadinho, agora vamos comer.

Queria dizer que Jin e eu nos alimentamos bem e em seguida ele foi para casa como de costume, mas nada disso aconteceu, ele simplesmente ficou sem hesitar em nenhum momento, eu cai no sono enquanto assistia a um filme com o senhor medroso. Nem sequer me lembro do que estava acontecendo naquele filme maluco. Tudo que me veio em mente foi à vontade de dormir.

 

(00:00 P.M)

--------------------- Ingrid On ----------------------

 

Eu havia dormido de uma forma tão maravilhosa que nem imaginava que ainda tinha a festa surpresa para unnie.

- Senhorita? – Ouço a voz de Ma Ri.

- Pode entrar Ma Ri!

- Vim avisar à senhorita de que seu irmão saiu e não voltou até agora.

- O Hyung ainda não voltou? – Tinha a leve impressão de que ele estava aprontando alguma, ou realmente algo estava o machucando muito – Ele não disse nada?

- Apenas deixou o recado de que não esperássemos pela sua volta, é justamente isso que esta nos deixando tão aflitos.

- Bom, eu não sei o que esta acontecendo, mas quando cheguei eu liguei para o Hyung e lembro que a chamada estava normal só que o infeliz não atendia – Resmungo – O que é mais importante do que a irmã dele?

- Ma Ri eu vou sair um pouco preciso de um tempo para pensar, e sobre o Hyung não se preocupe ele deve esta bem, ele pode esta por aí bebendo até não levantar mais – Pego meu casaco e cachecol – Então certifique-se de descansar – Dou um sorriso para ela.

Mesmo que Jin Hyung seja uma preocupação eu prefiro manter meu foco em sobreviver. Estava tarde, mas eu sempre saio nesse horário o que é um erro, nos estamos sempre sendo cautelosos, porém eu preciso desse tempo sozinha para refletir.

Presa em meus pensamentos sigo até a faculdade, precisava fazer o que me acalmaria nesse momento em que a confusão torna a me atormentar. Tocar. Essa era a única coisa que ainda me fazia sentido.

----------------------- Hoseok On -------------------------

 

Graças a Yara não teve a surpresa, então passei a noite toda ensaiando. Faltava poucos dias para as apresentações então fiquei encarregado de criar os passos tão desejados para minha parceira.

- Porque não podia ser eu e o Tae – Me jogo no chão – Aaaaaah.... – Levanto pegando minha bolsa e água, estava na hora de ir, antes que Kim Taehyung ligasse para policia.

Sempre que tinha tempo para pensar me vinha à mente minha mãe, mas dessa vez foi diferente. Foi como se meu corpo estivesse exposto ao frio, ela tomou conta de mim dos pés a cabeça, essa sensação era como voltar ao tempo. Conseguia sentir o calor do seu abraço, o que me deixava louco.

- Você bem que podia ser menos fria – Coloco as mãos no rosto e fico imaginando ela sendo carinhosa.

- Senhor esta na hora! – O vigia interrompe meu momento de fofura.

- Mianhae! – Curvo-me e deixo o local.

A chuva lá fora estava mais intensa do que os dias anteriores, parecia que ficaria assim até o amanhecer, mas um motivo para chegar cedo em casa antes que fosse tarde demais, porém um canção consegue invadir meu ser. Sim, era uma melodia perfeita que jamais havia escutado, não podia seguir sem saber quem tocava aquela linda canção.

- Não Hoseok! – Respiro fundo por uns segundos e corro até o local de onde aquela canção estava vindo.

Quanto mais perto chegava, mas perfeita a melodia ficava, meu coração sentia paz somente em escuta-la. De alguma forma essa canção me ganhou e por essa razão eu precisava descobrir quem a tocava, essa seria minha meta antes de ir aos dormitórios.

Continuei minha caminhada mortal, a cada passo que dava era como um escadaria, sempre apareciam descobertas novas, era como embarcar em uma aventura completamente nova. Quando enfim consegui encontrar tive certo receio de adentrar e espantar a pessoa que ali estava tocando.

Seja forte cara! Vamos!

Minha mão que outrora se encontrava em meu bolso, agora estava indo em direção da maçaneta que iria revelar a pessoa por trás disso, só precisava criar coragem e ser rápido.

A canção era tocada com todo a alma e espirito da pessoa, que para minha surpresa era a baixinha que mais me fazia mal. Aquela que tinha a mania de me arrancar sorrisos, me deixar confuso, com medo, inseguro e até mesmo preocupado, porque ela estava ali? Porque era ela? Contarei até 10 se ela vier até mim, eu nunca mais irei deixa-la, eu irei fazer de tudo para vê-la feliz.

1...2...3

- Hoseok? – Ela era como uma princesa, estava aprendendo agora como governar, as escolhas ainda estavam deixando-a com medo, a cada passo que ela dava uma nova porta era aberta, e novas descobertas e aventuras nasciam.

4...5...6

O que eu mais temia estava acontecendo, ela desceu as escadas que levavam até o auditório. 7. Não faça isso se não quiser se arrepender.

8....

Seu sorriso conseguia me deixar petrificado, ela estava vestindo um casaco que cobria os seus joelhos, seguido de um cachecol amarelo, ela realmente era como um sol, iluminava a vida de quem estava ao seu lado. Mesmo que isso custasse a sua felicidade.

9...

- Como me encontrou? – 9,5 – Esta tudo bem?

- 10 – Sem hesitar puxo Ingrid em um abraço, logo levando minhas mãos ao seu rosto – Eu não poderei voltar atrás, me perdoe – Ainda com meu coração acelerado beijo a testa daquela garota que roubava a minha vida.

- Essa música era para você – Seus olhos encontram o meu, dava para perceber que ela estava tímida após ter beijado sua testa – Não fique se gabando, é que você me sufoca às vezes – Mas uma vez aquele sorriso aparece.

Eu não se era uma letra boa ou ruim que ela havia tocado sobre mim, mas sei que eu teria tempo o suficiente para descobrir.

- Nunca me deixe ir, entendeu? – Ao dizer isso com uma voz já falha, Ingrid sorrir em meio as lágrimas.

- Senhor Hoseok, eu nunca abandono as pessoas que cuido.

- Pois é sua função me fazer nunca desistir.

- Vai ficar tudo bem – Suas mãos tocam meu cabelo, ela logo os acaricia em pequenos movimentos – Não se preocupe tanto assim.

Eu realmente a amo, e mesmo que seja impossível eu irei ama-la até o fim, pois ela e sempre será o meu primeiro amor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...