História Let Me Love You - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chaz Somers, Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Canadá, Chaz Somers, Friendzone, Hailey Baldwin, Justin Bieber, Stratford, Toronto
Visualizações 79
Palavras 6.202
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Justerina


Katerina POV

Um tempo depois de estarmos abraçados, Justin me soltou e ficou me olhando por um tempo até resolver falar algo. 

-Eu acabei de me dar conta do quanto senti sua falta. - ele disse.

-Quer dizer que você não andou pensando muito em mim? - eu falei brincando.

-Acho que não. Ontem eu pensei em você apenas vinte e três horas, cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos.

-Você ficou um segundo sem pensar em mim? - ele assentiu com a cabeça - e eu achei que você gostasse de mim. - ele riu e me deu um selinho.

[...]

-Eu quero que você conheça tudo. As ruas, as lojas, o bairro, a faculdade, minha sala... - ele me interrompeu.

-E quando eu conheço o seu quarto? - ele disse e eu o olhei espantada. - Nossa Katerina - ele disse e riu - Você tinha que ver a sua cara nesse momento. 

-Achei que estivesse falando sério. 

-Até agora eu não neguei.

-Justin, eu acho que...

-Ei. - ele se aproximou de mim e segurou meu rosto com as duas mãos - eu estava brincando, relaxe. - ele beijou a minha testa - eu falei do seu quarto porque sei que você vai me emprestar sua cama esses dias e vai dormir no sofá como uma boa amiga. - eu o olhei incrédula.

-Pois você está muito enganado em achar que troco o MEU conforto pelo seu. - ele riu e eu acabei rindo junto. 

-Vamos, eu te levo até o quarto de hóspedes. 

-É um bom começo. 

[...]

Estávamos assistindo um filme, ou melhor, eu estou assistindo um filme, Justin está na cozinha fazendo algo para ele comer. Eu disse que pediria uma pizza, mas não, o senhor cozinheiro disse que ele mesmo faria algo. Acho que meia hora depois, ele resolveu voltar pro sofá.

-O que é isso? - eu perguntei.

-Comida. - ele disse e sentou ao meu lado - Quer? 

-Não, obrigada. - 

Eu comecei a reparar com atenção no prato dele e vi que era um sanduíche cheio de recheio que provavelmente foram coisas que ele achou na minha geladeira. Justin começou a comer enquanto prestava bastante atenção no filme e eu comecei a prestar atenção nele. Nas tatuagens, no corpo sem camisa, no movimento que o maxilar dele faz enquanto come, nos braços, nas pernas e quando dei por mim, ele estava me olhando com o cenho franzido, provavelmente sem entender o motivo de eu estar o olhando fixamente.

-Tem alguma coisa suja em mim? - ele perguntou.

-Não, eu só... tava olhando mesmo. - eu disse.

-Ah, tudo bem então. - ele voltou a comer e a olhar para a TV. 

-Justin? - ele me olhou. - Eu preciso dizer uma coisa e quero que você escute com muita atenção. - ele pôs o prato em cima da mesa de centro e sentou melhor no sofá para ficar de frente pra mim. 

-Sou todo ouvidos.

-Seria muito errado se eu dissesse que quero que você conheça o meu quarto? - ele me olhou surpreso - Sim, seria. Desculpe. Vamos voltar ao filme? 

Num milésimo de segundo, os lábios de Justin estavam grudados nos meus e nós estávamos nos beijando como se o mundo fosse acabar naquele segundo. 

Logo depois, ele estava em cima de mim no sofá e eu não me policiava para passar as mãos nas costas desnudas dele. Ele desceu os beijos para o meu pescoço e eu subi as minhas mãos pro cabelo dele. Eu não sei se vou conseguir chegar aos finalmentes depois do trauma que Charles criou em mim, mas ao menos esse momento eu não quero que pare.

Justin voltou a beijar a minha boca e foi quando ele começou a por a mão por dentro da minha blusa, eu surtei e dei um tapa na mão dele involuntariamente.

-Desculpa - ele disse parando o beijo mas ainda em cima de mim. - acho melhor a gente parar. 

-NÃO! - eu gritei não muito alto e abracei a cintura dele com as minhas pernas - Eu só... Tô com medo. Sabe que ainda não superei a minha primeira vez com Charles. 

-Vamos fazer uma coisa. Sei que é difícil, mas, tente esquecer o que aconteceu e faça dessa a sua primeira vez. Confie em mim, eu vou cuidar de você, Katerina. - eu o olhei por uns segundos, enquanto pensava se deveria seguir ou não. 

-Você promete ir com calma? 

-Vamos no seu tempo. Não vou forçar nada que você não queira.

-Tudo bem. Eu confio me você. Sempre confiei - ele sorriu e logo estávamos nos beijando novamente. 

Justin demorou um tempo antes de pôr a mão por dentro da minha blusa e finalmente tirá-la de mim. Eu estava sem sutiã, então ele teve rápido acesso aos meus seios. Ele desceu os beijos para o meu pescoço e começou segurando o esquerdo com uma mão antes de pôr a boca. 

Está sendo muito diferente de antes, parece que o tempo parou para nós dois, as borboletas na barriga estão mais fortes do que nunca e tudo o que eu quero é que ele me faça dele e que ele seja meu para sempre. 

Ele me pegou no colo e foi me levando até o meu quarto sem parar de me beijar. Estava mais preocupado com meu bem estar do que nele tendo uma ereção, porque eu estava sentindo algo ali me cutucando. 

Ele me deitou na cama lentamente e voltou com os beijos na boca. Ele é inebriante e eu confesso que já me viciei nele. Justin desceu os beijos da boca pro pescoço, depois pros seios, barriga e chegou ao meu short. - ele me olhou por um mísero segundo, mas como viu que eu não falei, nem fiz sinal ou coisas do tipo, ele simplesmente continuou. 

Ele segurou a barra do meus short e a cada descida que ele dava, eu era bombardeada por beijinhos. Estava sendo amada como nunca fui antes. Segundos depois, eu estava apenas com a minha calcinha, mas tenho a leve impressão de que ela não ficará em mim por muito tempo. 

Justin voltou a me beijar e eu gemi baixo quando ele passou a mão por cima do pano que cobria a minha... como posso dizer?... a minha... perseguida. Depois, ele a colocou um pouco para o lado e me penetrou com um dedo, eu me contorci embaixo dele e Justin apenas seguia me dando prazer, sem se importar com o prazer dele, tudo o que ele queria era me amar como eu merecia.

-É só falar se quiser que eu pare. - ele disse entre o beijo e eu neguei com a cabeça. 

Ele parou de me beijar e tirou a minha calcinha sem nenhuma dificuldade. E agora, eu estava ali, totalmente despida para o meu melhor amigo. O quão errado é isso? Eu não sei, só sei que não quero que ele pare. Justin abriu minhas pernas e subiu lambendo da minha coxa até a...

-OH! - eu gemi quando ele chegou na minha intimidade. 

Ele pôs os braços por baixo das minhas coxas e segurou a minha cintura com as mãos, provavelmente para que eu não fugisse dele. Senti lambidas, mordiscadas, beijos, tudo o que merecia e enquanto isso, eu apenas gemia. Totalmente à mercê dele. 

Justin me penetrou com um dedo, ficou de joelhos na cama, enfiou a mão dentro da bermuda e quando dei por mim, estava cara a cara com o Little, só que não tão Little, Bieber. Justin segurou o pobre coitado, que estava sofrendo dentro da calça dele, com a mão livre e começou os movimentos de frente para trás, sem parar o que estava fazendo comigo.

Mas, pera aí. Eu deveria ter um pouco do controle da situação, certo? CERTO! 

Sentei na cama, arrancando um olhar curioso de Bieber, infelizmente o dedinho que estava me dando prazer saiu de dentro de mim, mas o foco agora é em Justin. Tirei a mão dele de onde estava e comecei eu mesma a fazer aquilo. Um pouco errada, acho que sim, porque ele pôs a mão dele por cima da minha, provavelmente para me ensinar, até que depois, ele sentou na cama se apoiando nos joelhos e eu segui ali fazendo do jeito que ele havia me ensinado. Ele fechou os olhos e apenas ficou gemendo baixo para o que eu estava fazendo, então eu resolvi surpreender um pouco mais. Fiquei de quatro, respirei fundo antes de fazer o que eu estava pensando em fazer e depois, enchi a minha boca com aquilo que Justin chama de... pau. Meu pai me mataria se sonhasse que eu sei dessas coisas. 

Percebi que Justin estava gostando quando ele segurou os meus cabelos num rabo de cavalo e me incentivou a continuar naquilo. Um tempo depois, ele me fez me apoiar nos meus joelhos e voltou a me beijar. 

-Quer parar aqui? - ele perguntou entre o beijo.

-Por que? - eu perguntei.

-Não sei se consigo parar depois. 

-Não pare. - ele me olhou - Vamos até o fim. 

-Você tem certeza? - eu assenti com a cabeça. 

Ele me beijou com mais intensidade que antes e deitou por cima de mim. A bermuda dele foi retirada numa velocidade desconhecida por mim e quando vi, estamos totalmente nus, um para o outro. 

De repente, ele parou de me beijar, saiu de cima de mim, do quarto e eu fiquei ali, sem saber o que fazer ou o que estava acontecendo. Será que eu fiz algo errado? Ou ele se arrependeu? 

-JUSTIN? - eu gritei para que ele pudesse me ouvir.

-O QUE? - ele gritou de volta.

-O QUE ESTÁ FAZENDO? 

-ESPERA. 

Eu resolvi esperar. Até que ele voltou me mostrando as camisinhas que ele havia ido buscar. Ok, porque ele trouxe isso do Canadá? Será que planejava ficar com alguém por aqui? Ou melhor, será que ele planejava esse momento? 

Ele rasgou um pacotinho com a boca e jogou todos os outros em algum lugar que eu desconheço, logo depois ele voltou a me beijar.

-Quer fazer as honras? - ele perguntou depois de tirar a camisinha do pacote.

-Eu não sei fazer isso. 

-Eu te ensino. - ele deitou na cama e me puxou pra cima dele. - Senta. - Eu sentei em cima das pernas dele com uma perna de cada lado. - segura a ponta - eu segurei. - Agora coloca em cima.

-Colocar em cima? 

-É, a parte redonda. Você segura com uma mão e com a outra você coloca em cima. - eu fiz do jeito que eu entendi e ele acabou de ajudando um pouco. - Agora você desenrola. - eu fui fazendo devagar. - Rápido Katerina.

-Eu não quero machucar você. 

-Não machuca, faça rápido. - eu fui mais rápido e bati palminhas quando vi que havia conseguido. - Ok, vamos comemorar isso de uma maneira melhor do que batendo palmas. - ele me puxou novamente para cima dele e me beijou. - preparada? 

-Não muito. 

-Confia em mim? - eu assenti com a cabeça - Vai ser diferente, eu prometo. - ele ficou por cima de mim, me fez abraçar a cintura dele com minhas pernas, puxou meu quadril para cima e me penetrou lentamente.

-Ah! - eu gemi. 

-Eu paro se estiver doendo. - eu neguei com a cabeça - fale a verdade Nistok. 

-Está doendo. - ele parou, mas seguiu dentro de mim. 

-Quando se sentir mais confortável, me avise. - ele voltou a me beijar - Está melhor? - eu assenti com a cabeça - Eu irei começar devagar, me avise caso queira que eu aumente a velocidade ou se quer que eu pare. 

-Tudo bem. - ele entrou um pouco mais e eu cravei minhas unhas nas costas dele - Hum...

-O que? 

-Não pare. - ele beijou meu pescoço e começou com os movimentos leves. - Oh Justin! 

-Sim? 

-Hum...

-O que está sentindo? Quer que eu pare? - eu neguei com a cabeça e me agarrei mais a ele - Não irei fugir, Nina. - ele beijou o meu ombro. 

-Mais rápido. 

-Tem certeza? - eu assenti e ele aumentou a velocidade enquanto gemia baixo.

-Oh Jus-tin. 

-Eu estou amando você, Katerina. - ele me deu um selinho. 

-Não pare. 

-Eu não irei.

Ele aumentou mais a intensidade dos movimentos e cada vez que ele ia mais rápido, mais altos eram nossos gemidos. Inverti as posições e fiquei um pouco por cima. Ele segurou minha cintura e começou a me ajudar com os movimentos. Isso é tão bom, porque Charles teve que estragar tudo? Não Katerina, não pense no maior erro de sua vida, quem faz e sempre fez você feliz é Justin. 

Ele ficou novamente por cima de mim e começou a me beijar para tentar abafar um pouco os nossos gemidos. Como será a nossa relação depois disso? Não quero que ele pareça um estranho para mim, mas Justin tampouco quer ter algo comigo. Por que tem que ser tão complicado? 

-Justin? 

-Hum? 

-Acho que... Oh! 

-O que? 

-Acho que irei...

-Irá o que? Me falei. Não tenha vergonha, Nina. 

-Estou chegando ao meu ápice. - ele me olhou - Por que parou de me beijar? 

-Porque eu quero ver o seu rosto. - eu senti minhas bochechas queimarem - Você é linda, Katerina. 

-AH, JUSTIN! - Eu urrei quando atingi o meu limite e ele só aumentou a velocidade, como se fosse possível. 

-Isso amor, se entregue pra mim. - ele disse no meu ouvido, me anestesiando mais ainda. - Eu estou perto. 

-Oh! - eu me agarrei nele sentindo minhas pernas ficarem bambas. 

-Você precisa se ver nesse momento. Esta mais linda que o natural. - ele me deu um selinho - Aguente mais um pouco. 

-Hum...

Ele sentou na cama e me puxou para sentar em cima dele. Justin segurou meus quadris e me ajudou nos movimentos, logo depois ele gemeu alto atingindo o limite dele. Nós nos abraçamos, mas eu só parei o que estava fazendo quando ele saiu de dentro de mim, mas me fez permanecer do jeito que eu estava. 

-Você é incrível, Katerina. - ele disse e beijou meu ombro. 

-Jura? - eu o olhei. 

-Sim! - ele pôs o meu cabelo para trás da orelha. - Você não imagina o quanto eu estou feliz nesse momento. - nós estávamos falando relativamente baixo, provavelmente pela falta de ar. 

-Eu também estou muito feliz. Você me chamou de amor - eu disse e sorri.

-Você gostou disso? - ele perguntou e eu assenti com a cabeça. - Foi automático. 

-Me senti única. 

-Você é única. - ele beijou a ponta do meu nariz. - Eu preciso me desfazer da camisinha.

-Tudo bem. - eu voltei a deitar na cama e ele foi em direção ao banheiro. 

[...]

Saí do banheiro secando o meu cabelo com a toalha, enquanto Justin já estava lá, com o cabelo meio molhado por ter saído do banho alguns minutos atrás e mexendo no celular. 

-Precisamos conversar. - eu disse depois que larguei a toalha na cadeira e peguei minha escova de cabelo. 

-Você acha? - ele perguntou e eu assenti com a cabeça. - Então vamos conversar. - ele pôs o celular de lado e sentou na cama. 

-Você tem noção do que acabou de acontecer, certo? - Eu sentei de frente para ele e comecei a pentear meu cabelo. 

-Sim. Nós transamos. E o que tem demais? Eu gosto de você, você gosta de mim, estamos livres e desimpedidos. Não encontro erro. 

-O que acontece com a gente agora? 

-Em que sentido? 

-O que somos? 

-Somos amigos ué. Nada mudou.

-Alguma coisa mudou. Justin, nós acabamos de nos ver nus. - ele riu fraco.

-Sim Nina, eu sei. Mas nós não podemos namorar.

-Me dê um bom motivo. 

-Eu ainda sinto que você gosta do Charles. Não quero estar com alguém que pensa em outro cara quando está comprometida comigo. 

-Eu não penso em Charles. 

-Nós estávamos à beira de transar e você citou o nome dele. Isso é pensar. 

-Eu só estava dizendo que estava insegura. 

-Podia dizer sem falar o nome. 

-Achei que você não iria entender.

-Com quantos caras você dormiu? 

-Um. Que foi Charles. 

-Então eu iria entender sim. 

-O que tem de errado comigo? - eu larguei a escova num canto.

-Nada. Você apenas precisa se libertar para um novo relacionamento. Até lá, eu estarei aqui, apenas me contentando com o pouco que você me oferece. 

-Te oferecer a minha vag...

-Katerina! - eu parei de falar na hora - Claro que isso não foi pouco, mas eu quis me referir aos seus beijos, não leve tanto ao pé da letra. 

-Meus beijos são poucos para você? 

-Não, claro que não. Mas eu quero você inteira. Corpo, alma e coração. Se eu não tenho o seu coração, é como se não tivesse nada. 

-Mas eu amo você.

-Não da maneira que eu te amo. - ele passou o polegar na minha bochecha - Ficaremos juntos na hora certa. Até lá, seguimos assim. Nessa amizade colorida. 

-E se aparecer alguém? 

-Não vai. Eu só tenho olhos pra você. - eu sentei entre as pernas dele e encostei no corpo dele - Eu vou esperar o tempo que for necessário, mas nunca vou desistir de você. - ele beijou o topo da minha cabeça - Eu prometo. 

[...]

Justin POV

-VOCÊS TRANSARAM? - gritou Ryan no telefone.

-Acho que o resto do mundo não te ouviu, dude. Grita um pouco mais alto. - eu disse e ele riu.

-Cara, eu estou muito orgulhoso de você. - dessa vez, eu ri. - E como foi? Não quero detalhes, apenas uma palavra que defina o momento. 

-Incrível. Foi incrível. Não, ela é incrível. Eu tô apaixonado.

-Eu estou muito feliz por você, amigo. E aí? Como foi o pedido? 

-Pedido? Que pedido? 

-O pedido de namoro. - eu ri - Vocês não estão namorando?

-Claro que não, Ryan. Ela ainda está mexida pelo Chaz, eu não quero estar com alguém que pensa em outro cara. 

-VOCÊ FICOU MALUCO? - ele gritou - VOCÊ ESTÁ SE OUVINDO QUANDO FALA? - Eu revirei os olhos mesmo sabendo que ele não me veria fazendo aquilo - Retiro o que disse sobre estar orgulhoso de você. 

-Ryan, eu tenho princípios. 

-FODA-SE A MERDA DOS PRINCÍPIOS. É a garota que você é apaixonado. Você mesmo disse estar apaixonado, eu ouvi Justin, não estou ficando maluco. 

-Eu amo Katerina, mas eu quero ela inteira para mim.

-Você está louco.

-Eu sei o que estou fazendo, ok? Liguei apenas para dizer as novidade e para saber se está tudo bem. Nos falamos depois. - encerrei a chamada antes mesmo dele se despedir e pus o celular no bolso. 

Preciso encontrar algum lugar onde eu possa alugar um carro. Não sou muito fã de metrôs e ônibus, principalmente no inverno. Resolvi aproveitar que Katerina está em aula e fui atrás de uma loja onde eu pudesse fazer o que quero, mas eu não conheço nada por aqui. Apenas sai do campus e fui andando atrás de um mapa ou de internet, até que esbarrei numa garota. 

-Desculpa. - eu disse - Eu estava distraído.

-Tudo bem. - disse a garota - Você parece perdido. Precisa de ajuda? 

-Eu preciso alugar um carro. Sabe onde posso fazer isso? 

-Sei sim. Aqui perto tem uma loja de aluguéis. Quer que eu te leve até lá? 

-Ham... tá, pode ser. - começamos a andar pela rua. 

-A propósito, me chamo Lívia. 

-Prazer em conhecê-la. Me chamo Justin. 

-Seu sotaque é diferente. Não é americano? 

-Não, na verdade, eu sou canadense. 

-Bem que eu achei seu sotaque parecido com o de uma colega. - ela disse e depois ficamos num silêncio - O que faz aqui? Estuda? 

-Não. Eu vim visitar uma amiga. 

-Amiga? Ou seria, namorada? 

-Só amiga mesmo. 

-Então você está solteiro? - eu assenti com a cabeça.

-Aqui é bem frio, né? - eu falei apenas para mudar o assunto.

-Creio que no Canadá deve ser mais - eu ri fraco. - Acertei? - assenti com a cabeça - Eu sabia.

Andamos mais um pouco e finalmente chegamos à loja de aluguéis de carro. Escolhi o carro que queria, coloquei o prazo que ficaria com ele, paguei metade e só pagaria a outra metade quando o devolvesse. Livia e eu saímos de lá e pedi que ela me ajudasse a achar uma floricultura. Assim que a encontramos, pedi o melhor bouquet de flores bico de papagaio, comprei e voltei pro carro.

-São pra sua amiga? - eu assenti com a cabeça.

-Quero retribuir de alguma forma a estadia. - mentira.

-Hum... entendi. Você parece ser um garoto de ouro, Justin. 

-Que nada. - parei em frente à faculdade - Está entregue exatamente onde eu a encontrei. 

-Obrigada. 

-Eu que agradeço pela ajuda. Tudo o que eu preciso agora é ir em casa e comprar um pacote de internet. 

-Não há de que. Boa sorte e bem vindo aos Estados Unidos. 

-Muito Obrigado. 

-Eu to sempre pela faculdade, então... a gente se esbarra qualquer dia desses.

-Tudo bem. Mais uma vez, obrigado. - destravei o carro e ela saiu. 

Livia com certeza estava esperando que eu pedisse o número dela e a chamasse para sair, mas a única pessoa que eu pretendo chamar para sair é Katerina. 

Eu sabia o caminho de volta até o prédio de Nina. Estacionei o carro na garagem, fui até o apartamento, comprei um pacote de internet e comecei a preparar todo o meu plano. 

Quero buscar Katerina na faculdade, levá-la pra almoçar em algum lugar que ela escolha, depois, voltaremos pro apartamento e ela terá uma surpresa. Mas eu preciso arrumar tudo isso. Olhei no relógio, ainda são dez da manhã, Nina sai da faculdade as duas da tarde, já avisei que ela na almoçasse por lá, porque eu quero almoçar com ela, então ficará com fome. Preciso sair agora. 

Sai do apartamento e procurei no maps um shopping mais próximo, assim que encontrei, entrei no carro e tratei de ir logo pra lá. 

Assim que cheguei, procurei uma joalheria, comprei uma pulseira com pingentes de coisas canadenses e um pingente especial que mandei fazer. Paguei tudo e fui atrás de uma loja onde eu pudesse fazer uma cesta. Assim que achei, mandei pôr tudo o que Katerina gosta. Não pus um urso, porque ela já tem o senhor Bizzle e nenhum outro bicho de pelúcia é melhor do que ele. Então eu apenas pus comida. Depois de tudo pronto, pedi que ela colocasse a caixinha da Pandora dentro e saí de lá com uma cesta gigante. 

Voltei para o apartamento e deixei a cesta em cima da cama de Katerina, tomei um banho, mudei a roupa, vi se estava tudo do jeito que eu queria, fui até a sala, peguei meus documentos, a chave do apartamento, a do carro e fui para a faculdade. 

Assim que cheguei, enviei uma mensagem para Katerina avisando que já estava lá apenas esperando-a. Uns minutos depois, ela me respondeu, avisando que sairia em dez minutos. Por sorte, o bouquet ainda estava inteiro, eu o peguei no banco traseiro e fiquei encostado no carro com os óculos de sol, apenas esperando. 

Katerina POV

Essa aula parece que não acaba nunca. Em outros momentos, eu estaria prestando super atenção, mas hoje é diferente. Justin está lá fora me esperando e eu quero vê-lo. Depois do que aconteceu ontem, eu me sinto mais conectada a ele, então, eu precisamos estar grudados vinte e quatro horas por dia, até chegar o momento de dar tchau. Coisa que eu não gostaria que acontecesse. Felizmente, o professor resolveu nos liberar e eu praticamente saí correndo da sala. Desci as escadas mais apressada que nunca e assim que saí do meu prédio, dei de cara com Justin encostado num carro, segurando um bouquet de flores bico de papagaio. Assim que ele me viu, aquele sorriso maravilhoso se abriu pra mim e eu não hesitei em ir até ele. 

-Oi. - eu disse assim que cheguei perto.

-Oi. - ele respondeu. - são pra você. - ele me entregou as flores. - Bico de papagaio seguem sendo suas favoritas, certo? - eu assenti com a cabeça. 

-São lindas, muito obrigada. - dei um selinho nele - mas o por que disso? 

-Não posso te fazer uma surpresa? 

-Claro que pode. Não está mais aqui quem falou. - ele riu fraco. - e esse carro? 

-Eu aluguei. Sabe que não sou fã de coletivos. 

-Sei sim. Onde vamos agora? 

-Almoçar. Está com fome? - eu assenti com a cabeça. - Onde quer ir? 

-Vamos num japonês que tem aqui perto? - ele assentiu com a cabeça - Eba! 

-Justin? - chamou alguém atrás de mim. Olhei para trás e era Lívia. - Nina? 

-Se conhecem? - perguntou Justin. 

-Ela é a colega canadense que eu te falei. - falou Lívia.

-Como se conheceram? - eu perguntei.

-Eu esbarrei com Lívia na entrada da faculdade e ela me ajudou a alugar o carro e a comprar as flores. 

-Hum... - eu disse. 

-Então Katerina é a amiga que você veio visitar? - perguntou Lívia e Justin assentiu com a cabeça.

-Fico feliz que tenham se conhecido. - eu falei. 

-Bom, acho que estou atrapalhando algo, deixarei vocês em paz. Até mais. - disse Lívia.

-Até! - dissemos Justin e eu em uníssono.

[...]

Depois que terminamos o almoço, fomos direto para o apartamento. Justin percebeu que eu estava exausta e disse que iria me deixar descansar um pouco e hdepois iríamos sair para eu mostrá-lo a cidade. 

Ele me ajudou com a minha mochila e a deixou em cima do sofá quando chegamos no apartamento. Segui na direção do meu quarto e Bieber veio me seguindo. Assim que entrei, vi a enorme cesta em cima da minha cama. Olhei para Justin e ele apenas sorria para mim. Fui até a cesta sem nem acreditar no que estava vendo. Sentei na cama e abri o papel celofane, depois, fui tirando cada coisa de dentro até achar uma caixinha. Peguei com todo o cuidado do mundo e a abri. Justin me comprou uma pulseira da Pandora, com pingentes de coisas do Canadá, como a bandeira, a folha do maple, o escudo do Toronto maple leafs, poutine, alce, um taco de hóquei, um disco de hóquei, a CN tower e por fim, uma plaquinha com o nome Justerina gravado. 

-Gostou? - ele perguntou. 

-Eu amei. - fui até ele e o abracei - Justerina? Seria essa a combinação dos nossos nomes? - ele assentiu com a cabeça - amei tudo. - ele pegou a pulseira da minha mão e colocou em mim. 

-Promete que não vai tirar? 

-Prometo. - eu disse e ele me deu um selinho. - Vem comer comigo. 

[...]

MESES DEPOIS

-Atenção senhores passageiros, informo que já aterrissamos em Toronto, no Canadá. A temperatura é de -18 graus e está ensolarado. Agradeço por escolherem viajar com a Air Canada e desejo um bom natal e ano novo. - Acho que de todas as vezes que andei de avião, essa foi a melhor coisa que o piloto poderia ter dito. 

Peguei minha mala de mão, esperei que pudesse sair do avião e assim que tive a autorização, saí de lá sem nem olhar para trás. Finalmente estou de volta ao Canadá. Morar nos Estados Unidos sempre foi um sonho, mas nunca deixarei de amar o meu país. 

Desci a escada rolante e fui para a esteira de bagagens. Demorou uma vida para as minhas malas aparecerem, mas assim que o fizeram, eu tratei de colocá-las num carrinho e fui na direção da saída. A alfândega foi de boa e logo o melhor momento havia chegado, os portões de saída do desembarque. 

Eram umas dez da manhã da véspera de Natal, provavelmente apenas papai estaria ali para me buscar, já que todos os outros têm família para ver e estar junto. E com todos os outros eu me referi ao Justin. 

Mas eu estava mais do que equivocada. Assim que botei meus olhos nas pessoas que estavam no hall do aeroporto, encontrei três rostos conhecidos. Papai, Justin e Ry. Empurrei o carrinho com mais força de vontade que nunca e o larguei assim que estava relativamente perto dos três. Foi o melhor abraço grupal da minha vida, diga-se de passagem. 

-Meu bebê. - disse papai assim que Ryan foi atrás do meu carrinho e Justin se afastou para segurar a minha mala de mão. 

-Eu senti saudades. - eu disse e ele beijou a minha testa.

-Eu também, querida. 

-Katerina. - disse Ryan - não sabe o quando Justin sentiu sua falta. 

-Você não sentiu minha falta? 

-Nem um pouco. 

-Duvido. - ele riu e me abraçou. 

-Ham... Ryan. - disse meu pai - Vamos na frente para pôr as coisas de Katerina no carro.

-Mas eu nem... - Ryan olhou para Justin - Ah! Claro, claro. 

Eles foram na frente com as minhas malas e logo eu fui engolida por um abraço de urso dado por Justin. Eu apenas o abracei de volta e aproveitei o momento. Que acabou um pouco rápido de mais.

-Como você está? - ele perguntou assim que nos afastamos um pouco.

-Bem. E você? - eu disse. 

-Estou bem. - ele olhou para o meu pulso - Vi que segue usando a pulseira.

-Não tiro nem para tomar banho. - ele riu.

-Bom saber. - eu o abracei de lado e fomos andando até a saída.

-Achei que estivesse em Stratford.

-Irei amanhã. Minha família me entendeu quando eu disse que iria ficar aqui com você hoje. 

-E se amanhã estiver nevando? 

-Não há previsão para nevasca até o ano novo. E eu sairei cedo. 

-Hum...

-Não deveria ficar chateada. 

-Quem disse que estou? 

-Eu conheço você, Katerina. - meu revirei os olhos - Seu pai e você irão par Stratford comigo. Meus avós sentem sua falta. 

-Eu irei para Stratford? - ele assentiu com a cabeça. - Que ótima notícia. 

-Eu sabia que você iria gostar. 

[...]

Resolvi ir até o supermercado para comprar algumas coisas que estavam faltando para o jantar de hoje. Papai me emprestou o carro dele, eu peguei a lista com as coisas que precisava comprar e fui direto pro mercado.

Assim que cheguei, estacionei o carro, saí dele, peguei um carrinho de compras e entrei na loja já com a lista na mão e preparada para comprar outras coisas que não estão inclusas na lista. Fui primeiro nos refrigerantes, comprei Pepsi porque eu só gosto desse e como estão aqui por mim, terão que aceitar o que eu quero. Qual o próximo? Hum... Justin me pediu que eu comprasse vinho, mas qual é bom mesm...

-Nina? - fui tirada dos meus pensamentos por alguém me chamando. Virei na direção da pessoa e meu coração parou.

-Charles? 

-Quanto tempo! Nós não nos vemos desde...

-Desde o dia que você resolveu fazer da minha vida um inferno. - eu disse e ele riu meio envergonhado.

-Me desculpa por isso. Eu era um babaca.

-Eu percebi. Feliz natal. - sai empurrando o carrinho para longe dali. 

-Ham... Espera Nina. - ele disse vindo atrás de mim. - O que faz aqui? Achei que estivesse em Stanford. 

-E estou, mas vim passar as festas de fim de ano com meu pai e meus amigos. 

-Ah, eu... fico feliz por você.

-Obrigada. Com licença. 

-Espera. - ele segurou a minha mão - Eu realmente quero pedir desculpas por ter sido babaca no passado. 

-Desculpas aceitas. - eu disse e soltei minha mão da dele - Preciso ir. Meu namorado está me esperando.

-Namorado? Você e Justin estão juntos?

-Sim! Achei que soubesse, já que são amigos.

-Ele e eu não somos mais tão próximos assim.

-Por que será? 

-Nina, eu errei feio com você. Feio demais. E não tem um só dia que eu não pense no quão diferente as coisas poderiam ter sido. Eu nunca menti quando disse que te amava, mas eu estava num momento difícil e ruim da minha vida. Você me acalmava e me fazia esquecer dos problemas, mas seu jeito meigo e amiga de todos, me deixava enciumado. Eu tinha medo de perder você e no fim eu te perdi por minha culpa.

-Uma pena, não é mesmo? Feliz Natal, Chaz. - ele voltou a segurar a minha mão.

-Não teria nenhuma chance de provar para você que eu mudei? Eu quero ao menos ser seu amigo. 

-Eu preciso ir. - apenas me soltei dele e saí empurrando o carrinho. Peguei tudo o que precisava na velocidade da luz e voltei para casa. 

[...]

-Você tá estranha. - disse Justin entrando logo atrás de mim no meu quarto. - O que aconteceu no supermercado? 

-Nada, eu já disse. - eu respondi.

-Eu conheço você Katerina. E sei quando algo está errado. Me diga.

-Não aconteceu nada. Largue do meu pé.

-Você sabe que eu não largarei do seu pé assim tão fácil. 

-Não estou no clima, ok? - sentei na cama e bufei. 

-Estou tentando ajudar você. Mas só conseguirei se você me disser o que houve. 

-Você irá surtar. 

-Não irei.

-Justin, eu conheço você. Sei que irá rodar a baiana quando souber.

-Agora você começou a me assustar.

-Encontrei Charles no supermercado. - Justin ficou em silêncio - Ele me pediu desculpas pelos erros do passado e pediu mais uma chance para que ao menos pudéssemos ser amigos.

-E você já está cogitando a ideia de reatar com ele.

-Não! Claro que não. Digamos que... eu disse que... 

-Que...? 

-Eu disse que você e eu estamos namorando.

-O QUE? 

-Não me mata. 

-Eu não acredito que você me usou para fazer ciúmes em Charles.

-Oi? 

-Você está maluca, Katerina? Eu sou um ser humano, ok? Tenho sentimentos.

-Eu não falei isso para causar ciúmes em Chaz. Eu disse para afastá-lo de mim.

-Claro que não. Pense comigo. Charles sabe que eu gosto de você, sendo que ele é obcecado por você. Se algum dia ele chamou a possessividade dele de amor, foi um erro gravíssimo. Então, você dizendo que está comigo, faz ele se roer de ciúmes por saber que outro cara está relando a mão em você. E saber disso faz você ter uma pontinha de felicidade por saber que ele ainda sente algo. 

-Tudo bem, você venceu. Eu disse para deixá-lo com ciúmes. Eu... ainda gosto de Chaz. 

-Nada que eu já não soubesse. 

-Não fique chateado comigo. Você disse que me daria o tempo que eu precisasse.

-E é assim que você utiliza esse tempo? Mostrando para Charles que ainda sente algo por ele? 

-Me desculpa. 

-Nos vemos depois. - ele disse e foi na direção da porta.

-Espere Justin. - ele abriu a porta do meu quarto, mas eu fui até ele - É véspera de Natal, não vamos brigar, por favor. A última vez que brigamos, você me deixou uma carta e foi embora. Eu não quero que vá novamente. 

-Eu estarei aqui no jantar. - eu senti uma ponta de felicidade - Apenas para não dar essa desfeita ao seu pai. - voltei a minha tristeza de antes. - Até mais. - ele foi embora e eu fiquei ali, com o coração partido. 

[...] 

TRÊS DIAS DEPOIS

Justin POV 

-Dude, você está a mais de 48 horas sem falar com Katerina. É um novo recorde. - disse Ryan.

-Quando eu fui para Stratford, na época da carta,  fiquei mais tempo que isso. - eu disse.

-Não estrague minhas piadas, Bieber. - sentei em uma das cadeiras do pátio da faculdade e Ryan sentou na minha frente. - Quando vai conversar com ela novamente? 

-Não sei ainda. Eu estou bem chateado com o que aconteceu.

-Mas também não é para tanto.

-Não é para tanto? Ela me usou para fazer ciúmes em Charles.

-Ok! É para tanto. 

-Posso sentar com vocês? - Perguntou Charles brotando do inferno. 

-Senta aí. - disse Ryan.

-Eu soube que você e Nina estão namorando. Parabéns para vocês. - ele disse e eu apenas peguei a minha mochila e saí de lá. Sem saco para esse cara. 

Saí do prédio e fui andando pelo jardim para o outro lado do campus. Eu tinha que ficar o mais longe possível de Charles, ou eu iria perder a cabeça. Por que Katerina teve que me usar dessa maneira? Eu já estava sentindo que a volta dela para o Canadá iria trazer algo de ruim para mim. E eu estava certo. Ela precisou voltar para cá, para assumir que ainda é apaixonada por aquele mané.

-Aí! - eu sai dos meus pensamentos depois que senti meu corpo chocando com o de outra pessoa e o leve grito dela.

-Mil desculpas. Eu estava distraído. - Eu disse - Você está bem? 

-Estou, obrigada. Percebi que estava distraído, quase me levou junto com você. 

-Mais uma vez, me desculpa. Eu deveria prestar mais atenção. 

-Deveria mesmo. 

-Sou Justin. - estendi a mão.

-Marina. - ela apertou a minha mão e sorriu.



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