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  3. Capítulo III - Final

História Let me play among the stars - Capítulo 3


Escrita por: TiaNeidi

Capítulo 3 - Capítulo III - Final


“Assim que viu o pré gozo surgir pela cabecinha, Madara não pode mais se segurar, descendo rapidamente do colo de Itachi e prendendo os lábios em seu pênis.”


 

Começou apenas chupando a cabecinha, pois imaginava que Itachi seria bem sensível ali. Mas não apenas isso. Madara tinha a necessidade de experimentar o sabor de Itachi em seus lábios.

Rodeou sua língua algumas vezes, saboreando bem e tentado guardar em sua mente cada detalhe de Itachi. Seus lábios entreabertos soltando a respiração pesada, os olhos fechados com força e sua sobrancelha franzida e as mãos, que provavelmente travava uma luta interna se seria correto segurar os seus cabelos e o obrigar a chuar de uma vez. Ah, poderia ficar observando-o por horas a fio.

Mas não conseguiria aguentar a própria ansiedade.

Separou-se do pênis de Itachi momentaneamente.

- Seu gosto é uma delícia, moleque!

Antes do sobrinho ter a chance de retrucar, Madara relaxou muito bem a própria garganta e, em apenas um movimento, colocou completamente o membro de Itachi em sua boca.

Itachi não pode segurar o gemido que saiu da sua boca assim que se sentiu bem fundo na garganta do tio. 

“Puta merda! Como essa boca pode ser tão fodidamente quente?” Se perguntou, enquanto suas mãos iam direto para o cabelo cheio de Madara. Sentia que tinha ido ao céu com aquela boca e, no momento seguinte, abriu os olhos e teve que se segurar muito para não gozar, só por ter deslumbrado o olhar depravado que Madara dirigia para si.

Madara por sua vez, já havia iniciado o vai e vem, e mantinha os olhos fixos nos olhos de Itachi.

Não queria perder nenhuma expressão do mais novo.

Sua mão esquerda se dirigiu à nádega do sobrinho, mantendo um aperto forte e firme, enquanto que a mão direita se dirigia às bolas fazendo uma massagem imoral de tão gostosa.

Logo Itachi já não conseguia mais raciocinar.

- Mada...AH!… Madara-ah… Por  f-favor!

Madara, que nunca foi santo, imaginou o que estava por vir com aqueles gemidos que cada vez ficavam mais altos; assim como o aperto em seus cabelos.

Afastou-se por míseros segundos, apenas para molhar seus dedos com a própria saliva misturada ao pré gozo de Itachi.

- Quer gozar, hein? - Itachi não tinha forças para responder de forma coerente, apenas sacudiu a cabeça em confirmação. - Então me deixe te ouvir, goze e o faça bem fundo na minha garganta, moleque!

Dito isso, a cabeça de Madara afundou mais uma vez no baixo ventre de Itachi, e aproveitando o momento de loucura do mais novo, afiou os dois dedos que tinha molhado com saliva no buraquinho de Itachi.

Se antes Itachi não conseguia imaginar que pudesse sentir mas prazer, sentir aqueles dedos entrando de maneira bruta bem fundo em si o fez imaginar do que Madara era capaz.

Não foi preciso mais que duas estocadas com os dedos e a mesma quantidade de chupadas para Itachi gozar na boca de Madara. Inconsientemente, ao gozar, Itachi puxou Madara contra o seu baixo ventre e estocou por conta própria, até que não houvesse mais porra para sair de si.

Suas pernas tremiam e por mais que forçasse os olhos, não enxergava muita coisa, alem dos olhos carmesins do tio se aproximando do seu rosto.

-Madara, isso foi incrível, eu…

- Agradeço o elogio Itachi, mas isso não foi nem o começo.

- O que...?

Não teve a chance de terminar a frase, pois logo em seguida Madara o puxou para um beijo e Itachi pode sentir seu próprio gosto nos lábios do tio. Gemeu alto, ao sentir os dedos do tio se afundarem mais uma vez em sua bunda.

- Delícia de porra, Itachi! - Sussurou em seu ouvido, enquanto o mantinha em um abraço. - Delícia de beijo, delícia de corpo!

Seus dedos iam mais fundo e mais rápido, e logo Itachi já estava rebolando na mão de Madara.

Itachi, embora fosse virgem até esse dia, conhecia as zonas erógenas do próprio corpo, afinal era um homem de 29 anos! Já havia se masturbado algumas vezes, e por isso não sabia como Madara conseguiu achar sua próstata com tanta precisão, ele próprio demorava alguns minutos para achar! Teve certeza que pela primeira vez na vida, poderia ter um orgasmo tendo apenas a próstata estimulada! E essa constatação o estava levando à loucura!

- Fica de quatro pra mim, amor? E empina bem essa bunda gostosa. - Disse Madara, ao retirar delicadamente os dedos de dentro do sobrinho e chupar um por um com um volúpia que daria inveja à muitos atores e atrizes pornos!

 

Itachi sentiu uma onda de calor subir por todo seu corpo, sabia que estava vermelho igual à uma pimenta, mas embora a timidez falasse alto, ela era quase muda se comparar com a vontade que ele estava de seguir qualquer ordem que Madara lhe desse.

E assim fez, inicialmente ficou de quatro como lhe fora mandado, porém, seus braços estavam moles devido ao orgasmo recente! Por isso, manteve o quadril levantado, apoiado pelo joelho, enquanto toda a parte de cima do seu tronco ficou apoiado na cama.

Madara suspirou ao vislumbrar um pouquinho da flexibilidade de Itachi.

Como o bom pervertido que é, Madara tirou sua toalha e se masturbou por alguns instantes vislumbrando aquele monumento que era o corpo de Itachi. Tinha certeza que algum anjo esculpiu aquela bunda pessoalmente, pois não é possível tamanha perfeição!

Se aproximando lentamente, Madara usou as duas mãos para separar as bandas de Itachi e revelar o objeto de sua tentação pessoal.

A intenção inicial era prepará-lo para logo poder meter seu membro teso e pesado dentro daquele buraquinho. Mas seria tortura para si mesmo não poder provar daquele pedaço de pereição que era aquela parte do corpo de Itachi.

Vendo a impaciência do sobrinho, e sofrendo com a própria, Madar cuspiu naquele buraquinho antes de cair de boca.

Devia ser imoral a forma como Madara o chupava! PUTA QUE PARIU!

Madara chupava com tanta vontade que Itachi tinha certeza que ia derreter! E o pior, sua voz saia mesmo que se esforçasse para manter silêncio! E Madara não fazia nada para facilitar o lado para Itachi. Chupava, lambia e vez ou outra enfiava um ou dois dedos para continuar a preparação.

Em dado momento, ao sentir que as reboladas de Itachi ficavam mais fortes, assim como sua voz ficava mais alta, Madara parou o que fazia para vislumbrar a cena abaixo de si.

Itachi estava com os olhos turvos, a pele avermelhada e com os cabelos jogados pelas suas costas e pelo colchão da cama. A pele estava coberta por uma finíssima camada de suor, que aos olhos de Madara, deixava o sobrinho uma verdadeira obra de arte.

Ao olhar por cima do ombro, teve certeza que havia morrido e ido direto para o paraíso (ou inferno dependendo do ponto de vista), Madara estava com os cabelos completamente soltos adornando aquele rosto perfeito e emoldurando o peitoral másculo e forte. Devido a palidez natural da pele, em condições normais, Madara também estava muito corado e em seus lábios, o sorriso ladino mais cafajeste que Itachi havia visto em toda a sua vida. 

-Você tem lubrificante, ‘Tachi’?

Sentiu um arrepio por toda sua coluna ao ouvir seu apelido deslizar de maneira obscena pelos lábios do tio.

Saindo da posição, Itachi se esticou pela cama até chegar a mesinha de cabeceira, tirando de lá uma caixinha com as camisinhas e lubrificante que havia comprado no dia anterior. Entregando para Madara, que não perdeu a chance de provocar.

- Você tem mais opções que muito sexshop  por aí, sobrinho! Ficou tão ansioso  assim para me ter te fodendo?

Por um segundo, Itachi esqueceu completamente a vergonha, segurando por si só os dois lados da própria bunda, exibindo ainda mais o seu corpo para o tio.

-Fiquei sim… Agora vem, estou te esperando...Ah!

E Madara foi, ah se foi!

Pegou um lubrificante sem cheiro e sem sabor, aplicou sobre o próprio pênis e aplicou completamente pela entrada de Itachi, fazendo uma verdadeira bagunça.

Madara se masturbou mais algumas vezes antes de esfregar o próprio penis algumas vezes por entre as bandas da bunda de Itachi.

Mas não demorou muito fazendo isso, já havia prorrogado esse momento demais.

Guiou seu penis contra a entrada de Itachi, forçando-o a abrigar completamente o membro teso.

Quando conseguiu romper a resistência, deslizou devagar até estar completamente envolto àquela porta para o paraíso! 

- MEU DEUS, que aperto é esse, Itachi? Puta que pariu! - Gritou Madara, ao sentir a própria virilha pressionar a bunda do sobrinho.

Suas mãos apertavam forte a cintura de Itachi, e Itachi sabia o quanto sua cintura ficaria marcada pelos dedos de Madara, mas contatar isso o fez sentir uma vontade quase irresistível de ter o corpo completamente marcado pelo mais velho.

E falando de Itachi, ele se sentia fora de órbita. Estava quase gozando, apenas por ter sido penetrado! O quão sensível era? 

Mal conseguiu se acostumar com a recente invasão, quando Madara começou um vai e vem quase torturante de tão bom que era. 

Seus olhos reviraram pelas órbitas, enquanto um fio de saliva escapava pelo canto da boca que não conseguia se fechar devido a frequência de gemidos.

“MEU, MEU, MEU MEU, MEU” Madara repetia isso como um mantra em sua cabeça! Como pode ficar tantos anos longe de Itachi? Parecia tão errado e tão certo estar com ele, ali daquele jeito. 

Não.

Não somente daquele jeito. Sentia que não seria capaz de ficar longe de Itachi nunca mais na sua vida. Sempre soube que o sobrinho era a sua metade, ou melhor, a pessoa que o transbordaria. E pensar que mesmo com todo o tempo perdido, Itachi ainda o esperou, deixou o peito de Madara tão quente, que até acharia que fosse um infarto, se desconhecesse o amor.

Amor. Sim, amava Itachi, mais do que qualquer coisa na sua vida.

Saiu dos seus devaneios ao ouvir Itachi o chamando.

- Ma-dara! Ugh, me deixe ficar por cima… Por favor!

Itachi parecia à beira de um colapso tamanho tesão que sentia! Já fazia alguns minutos que lutava arduamente contra o próprio corpo para não gozar antes da hora.

Mas Madara metia tão bem e com tanta vontade, que até a fórmula de Pi teve que lembrar para distrair seu corpo para não chegar no orgasmo!

Entenda, não é que Itachi não quisesse gozar. Muito pelo contrário, ele queria e muito, porém, temia não dar conta de levar o tio ao próprio orgasmo devido ao colapso de sensações que estava sentindo.

Entendendo perfeitamente o que Itachi quis dizer com “ficar por cima”, Madara simplesmente saiu de dentro do sobrinho e se deitou de barriga para cima, cruzando os braços atrás da cabeça e esperou pelo mais novo. Que, diga-se de passagem, não demorou nada para se colocar em cima de Madara, com as pernas ao lado do quadril do mesmo. Direcionou o membro de Madara para a própria entrada e se encaixou, sentando de uma só vez em seguida!

-Eu sabia que você ia me engolir com muita vontade, ‘Tachi’, mas não tinha ideia que além da vontade ia ter tanta gula assim! - A cabeça de Itachi pendeu para frente, e Madara tinha certeza que seu pênis esmagava exatamente aquele ponto dentro de itachi que fazia seus olhos rolarem pela órbita. - Tá gostando, ‘Tachi’? - Ele o segurou pela bochecha e o obrigou a olhar fundo em seus olhos, mesmo sabendo que naquele estado, Itachi pouco enxergava. - Tá gostando de ter seu tio bem fundo em você? Ã? Fala alto que eu quero te ouvir!

-Ah! Madara! É MUITO BOM! AH!  TÁ QUEIMANDO!

Itachi gritava a plenos  pulmões enquanto subia e descia com ajuda de Madara.

-Tá doendo?

-Nãaao, ah! É tão gostoso!

Choramingando. ITACHI ESTAVA CHORAMINGANDO DE PRAZER?!

Madara havia ganho na loteria, só pode!

Sentido uma mordida absurdamente forte em seu ombro, teve certeza que o sobrinho não duraria muito mais, por isso se dedicou em chupar seu pescoço.

Era uma surra de prazer para Itachi, toda aquela atmosfera, sensações nunca antes exploradas e o melhor? Saber que Madara estava tão perdido quanto ele  próprio.

-Mada, eu vou…

- Ainda não! - Madara lhe desferiu um tapa forte em sua bunda, mas aquele tapa apenas foi parar em seu membro, fazendo-o gritar nos braços de Madara, que agora estava sentado enquanto Itachi quicava em seu colo.

- Por… Por favor!

Suplicou. Seus olhos continham lágrimas que embaçaram ainda mais seus olhos. E Madara quase sentiu pena. Quase.

-Só mais um pouco, meu amor.

Madara inclinou seu corpo para frente, derrubando Itachi de costas contra o colchão. Não parando em momento algum as penetrações.

Itachi puxou o rosto de Madara para si e prendeu sua boca num beijo ardente e profundo.

-Madara…! Meu deus, MADARA! - Itachi gritou se contraindo. Foi quando sentiu algo quente se  derramar dentro de si, quando  sentiu sua visão embranquecer completamente e sob sua pele, era como se milhões de fogos de artifício estivessem explodindo.

A força do orgasmo foi tão intensa, que ambos ficaram alguns instantes fora de si. 

Só recobraram a consciência, quando num último esforço, Madara saiu de dentro e de cima de Itachi, sentindo todo o gozo de Itachi em seu abdome.

Ficaram um tempo assim deitados um do lado do outro tentando controlar suas respirações.

Ainda não acreditavam no que haviam feito, era tudo “bom demais para ser real”, como pensava Itachi.

Sorria meio bobo, seu peito transbordava de amor pelo homem que ofegava ao seu lado. Céus, ele se sentia tão feliz! Virou seu corpo em direção ao corpo de Madara, que o recebeu em seu peito.

Itachi se aninhou ali, e logo sentiu uma carícia leve em seus cabelos.

- Itachi, eu amo você. - Itachi corou com a confissão do tio. E este tomou fôlego e continuou. - Esses anos que eu fiquei longe de você foram muito difíceis. Entenda, eu e minha ex não gostamos da maneira esperada. Afinal, nos casamos apenas para facilitar a incorporação das duas empresas.- Itachi sabia disso, porém, a dor que sentiu na época era grande demais para aceitar. - Durante um tempo tentamos até facilitar nossa convivência, nos tornando amigos… Porém somos muito diferentes e nem isso conseguimos. Por fim, já estávamos ficando doentes e nos divorciamos. Foi como se pela primeira vez em quase uma década eu pudesse respirar livre.

Itachi analisou as palavras que lhe foram ditas.

-Por que está me dizendo tudo isso?

Madara deu uma risada fraca e distante.

-Ora, Itachi. O sentido da minha vida é você. Quero estar contigo em todos os momentos que me forem permitidos. E quero muito que você me aceite em sua vida. - Madara puxou seu rosto para si,  o olhou tão fundo em seus olhos, que Itachi tinha certeza que ele poderia ler seus pensamentos.

-Amo você, Madara, sempre amei e sempre vou amar. - Riu – Só sendo louco para não aceitar você!

Ficaram deitados por alguns minutos, mas tudo que é bom dura pouco, logo a mania de limpeza de Itachi falou mais alto e não tardou muito  para quase arrastar Madara para o banheiro para que ambos tomassem um banho daqueles, com direito à amassos debaixo do chuveiro e tudo.

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Naquele dia foram dormir relativamente cedo,  por volta das 22h00. Estava exausto.

Porém, às 03h40 da manhã, Madara acordou depois de um sonho quente que tivera com o homem certinho com o qual dividia a cama. O sonho de Madara fora tão real que havia acordado com um gemido que saiu de seus lábios. Com o sobressalto que teve ao acordar, acabou despertando Itachi, que logo em seguida se acomodou em seus braços, num abraço apertado por achar que Madara pudesse ter tido algum pesadelo. 

Porém, com a aproximação dos corpos, Itachi sentiu nitidamente a ereção de Madara contra sua coxa, abrindo os olhos e o olhando com confusão.

E é claro que o sorriso cafajeste estava presente de novo.

- Pega nele.

Suavemente Itachi começou a acariciar o corpo de Madara com a ponta dos dedos. Quase como se estivesse dedilhando um piano. Passou os dedos sobre o peitoral dele, onde notou os seios do homem mais velho. Era um peitoral bem trabalhado, como se ele dedicasse várias horas da sua semana na academia. Acariciou os mamilos do tio, deixando-os eretos e sensíveis.

Adorou assistir de perto os lábios de Madara serem lubrificados pela língua, e também sua pele arrepiada.

Sentiu sua boca se encher d’água com vontade de chupar aquele peito. E não se fez de rogado, usando sua destra para segurar aquele peito e, em seguida, cair de boca.

Itachi ora chupava, ora lambia e ora dava pequenas mordiscadas nos mamilos de Madara.

Ao se sentir estimulado, Madara começou a passar suas mãos por toda lateral do corpo do sobrinho, amando as sensações que o mesmo deixava em sua pele.

Assim que Itachi se sentiu realizado ao notar o quão vermelhos ficaram os peitos de Madara, logo subiu e tomou sua boca com urgência.

Madara por sua  vez, vez ou outra mordiscava os lábios de Itachi, quando sua língua dava alguma folga para a língua de Itachi.

Finalmente realizando o pedido de Madara, Itachi juntou os membros iniciando uma punheta dupla com bastante entusiasmo.

Subia e descia a mão, mantendo uma pressão muito boa para ambos.

Madara logo uniu sua mão às do sobrinho, aumentando ainda mais a velocidade da punheta.

Com a proximidade dos corpos, a respiração de ambos começou a se misturar, fazendo o ar ficar mais rarefeito e o tesão aumentar.

Num lapso de coragem Itachi pediu:

- Goza na minha boca?

Ok. Madara quase infartou com esse pedido. E nem que fosse louco negaria.

Continuou deitado enquanto guiava Itachi por cima de seu corpo, acomodando-o com o rosto bem acima de seu pênis pesado e quente.

-Será que tudo isso vai caber na minha boca?

- Itachi, meu caro, isso tudo cabe num buraquinho bem menor que a sua boca.

Itachi corou tanto que sentiu até suas orelhas ficarem quentes. Mas logo recobrou sua coragem e continuou o seu ‘trabalho’.

Começou depositando beijos por todo baixo ventre do tio, para logo em seguida retirar completamente a samba canção que o mesmo usava. Salivou ao notar o umidade que saia da ponta do penis de Madara e, com certa curiosidade, levou a língua em direção à fenda experimentando o gosto.

“Salgado”, pensou, mas não menos saboroso.

-Fica a vontade. - Brincou Madara. - Só tome cuidado com os dentes.

Isso foi uma carta de incentivo para Itachi, que imediatamente começou a lamber o pênis de Madara para lubrificá-lo. Subia e descia com delicadeza, para logo em seguida imitar o que o tio havia feito consigo há algumas horas atrás. Chupou apenas a cabecinha dele, se deliciando com o sabor e a textura.

- Isso garoto, desse jeito. -Madara gemia incentivando Itachi a continuar a carícia tão bem vinda.

Madara apertava seus dedos no travesseiro e gemia alto demais para um boquete às três e pouco da manhã.

Itachi se aventurou cada vez mais, estava amando dar prazer daquele jeito para Madara.

Ia cada vez mais rápido, girava sua língua e apertava as bolas de Madara com delicadeza.

Mas se surpreendeu quando Madara forçou contra sua garganta pela primeira vez. Era a primeira vez que Itachi fazia um “garganta profunda”. Itachi gemeu, havia sentido um prazer indescritível ao se sentir sufocado pelo penis de Madara. Ao olhar para baixo, Madara riu. Estava quase enlouquecendo com cada gemido que Itachi dava, pois parecia que  cada gemido virava pedra derretido em suas veias!

Por vontade própria, Itachi se afundou uma, duas, três vezes naquele penis, sentindo-o bater fundo em sua garganta.

- PUTA MERDA TACHI! Que boca de boqueteira é essa que você tem? Caralho! - Madara dizia alto, enquanto segurava forte os cabelos de Itachi. Seus lábios estavam inchados e vermelhos pela felação, seus olhos estavam desfocados e estava com a expressão mais devassa que Madara já havia visto. - Você só pode ter um clitóris ou uma próstata nessa garganta! Só pode, porque puta que pariu, moleque! Que chupada gostosa!

Itachi até ficou envergonhado pelo que Madara dizia. Mas enganaria a quem? Estava a ponto de gozar só por proporcionar tal prazer para Madara. Abriu bem a boca e esfregou a língua mais uma vez na cabeça do pau de Madara, que acabou não aguentando e gozou por toda a boca e rosto de Itachi.

Os gemidos másculos, a respiração pesada e a expressão facial que Madara fez enquanto gozava, foi o suficiente para que Itachi gozasse sem nem mesmo tocar seu pênis!

Itachi, ao gozar, perdeu a força das pernas caindo no colchão  onde esfregou-se algumas vezes até o fim de seu orgasmo, sua cueca e pijama estavam ensopados.

Madara ficou em choque. Nunca, nunquinha mesmo, em toda sua vida imaginou que seria possível alguém gozar apenas com estimulação visual. Itachi estava ali para provar o contrário.

E não demorou muito para Madara beijar profundamente o sobrinho, sem se importar nem um pouco com a quantidade de porra que havia no rosto e nos lábios de Itachi.

Quando Itachi se recuperou do próprio orgasmo, riu chamando a atenção de Madara.

- Madara, se prepare, porque eu ainda tenho muita coisa para descobrir com você!

 

De certa forma, Madara ficou preocupado e extremamente feliz e ansioso. Não podia esperar para poder sanar todas as dúvidas que Itachi tinha. Mas isso é assunto para outro momento.



 



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