História Let Me Take Care Of You - Capítulo 25


Escrita por:

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Lee Chan "Dino", Personagens Originais, Seungcheol "S.Coups"
Tags Chan, Criança, Dino, Família, Jeongcheol, Jeonghan, Jisoo, Joshua, Kim Samuel, Meanie, Mingyu, Samuel, Scoups, Seungcheol, Seungkwan, Seventeen, Verkwan, Vernon, Wonwoo
Visualizações 499
Palavras 1.839
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores.
Antes de lerem o capítulo, olhem a capa.
Primeiro: OLHA O SEUNGCHEOL QUANDO ERA NENÉM! OLHA QUE COISINHA MAIS LINDA SEGURANDO O VIOLINO! EU TENHO VONTADE DE MORDER TODA VEZ QUE VEJO ESSA FOTO
Okay.
Segundo: Esses dois serão os filhinhos do Chan e da Sofia. Sim, eles não são gêmeos idênticos. Ela puxou os Chwe e ele, obviamente é a cara do Seungcheol aishuahsuhasuhasu
Ai, mds. Eu morro com essa foto.
Ok, era isso.
Espero que gostem do capítulo...
Boa leitura ;))
Não esqueçam de ler as notas finais, pleaase.

Capítulo 25 - Especial 1


Fanfic / Fanfiction Let Me Take Care Of You - Capítulo 25 - Especial 1

 

Os dois meses seguintes passaram rápido. Os preparativos para o casamento estavam saindo de acordo com o planejado, e as duas famílias chegavam num consenso rapidamente e sem muitas discussões.

No dia anterior ao do casamento, Sofia havia ido para a casa dos pais, como se fosse a última noite com eles. Na casa dos Choi, eles fizeram um jantar de ‘comemoração’.  No dia seguinte, todos acordaram cedo, tomaram café todos juntos e, como se ligassem o botão, Seungcheol e Chan começaram a ficar nervosos, andavam de um lado para o outro, enquanto Jeonghan e Samuel terminavam de arrumar a cozinha, calmamente.

– Eu não vou usar essa porcaria de gravata! – Seungcheol gritou do quarto, assustando todos.

– O que está acontecendo? – Jeonghan apareceu preocupado.

– Eu não estou conseguindo fazer o nó. – o mais velho bufou e se jogou na cama.

– Venha cá, eu faço pra você. – o loiro riu baixo e puxou o marido para se levantar. – Você está muito nervoso, nem é você quem vai casar.

– Estou casando o meu primeiro filho. – suspirou. – E eu achando que esse dia demoraria.

– Logo logo será a vez do Muel.                

– Nem fale nisso, ele ainda é muito novo. – suspirou novamente.

– Prontinho, você está lindo. – sorriu e depositou um leve selar na bochecha de Seungcheol.

– Você não quer ajudar a me acalmar? – sorriu e puxou o loiro pela cintura.

– Nada disso, vamos acabar amassando toda a roupa e não temos tempo pra passar tudo de novo. – disse ouvindo-o bufar. – Vamos apressar o Chan, quem chega atrasada é a noiva.

Por unanimidade das duas famílias e dos noivos, a cerimônia seria realizada no mesmo local da festa, assim, não precisariam se preocupar com a mobilidade de um lugar para o outro.

Quando a família Choi chegou ao local, alguns convidados já estavam à espera.

A festa seria num lugar não muito grande, apenas os amigos mais próximos e familiares participariam da cerimônia.

Cumprimentaram os poucos convidados que estavam no lugar e conversavam um pouco para afastar a ansiedade.

– Appa, eu quero tirar isso. – Samuel resmungava tentando tirar a gravata borboleta que usava.

– Filho, espera só mais um pouco, quando a cerimônia terminar você tira. – Jeonghan disse segurando a mão do menor.

– Por que eu tenho que usar?

– Porque você vai ser o pajem.

– Normalmente são crianças pequenas que fazem isso, eu já tenho dez anos. – murmurou mal humorado.

– Você está se recusando a ser o pajem do casamento do seu irmão? – Chan colocou a mão no peito, fingindo mágoa.

– Não, eu só...Aish, tá bom. – resmungou fazendo os mais velhos rirem. – O Seokmin chegou, vou lá com ele.

– Como o noivo está? – Soonyoung se aproximou com Jihoon.

– Bem nervoso. – Chan respondeu sorrindo amarelo. – E o Seokmin?

– Estava perguntando porquê ele precisa ser o pajem, mas ficou feliz quando eu disse que ele iria entrar com o Samuel e com a Sohye. – Jihoon sorriu, vendo os dois brincando.

Em poucos minutos, o lugar já se encontrava cheio. Quase todas as cadeiras estavam ocupadas.

Chan andava de um lado para o outro, além de já ter esvaziado três garrafas de água e ido ao banheiro duas vezes.

– Você está me deixando zonzo. – Mingyu disse vendo o sobrinho passar na sua frente mais uma vez.

– Eu estou nervoso. – choramingou.

– Vamos começar a cerimônia! – ouviram o cerimonialista gritar da porta.

Todos se posicionaram em frente à porta. Chan entrelaçou seu braço no de Jeonghan, que sorriu, soltando-se e dando um último abraço no filho.

Depositou um selar na testa do mais novo e sussurrou em seu ouvido.

– Seja muito feliz, meu filho. – sorriu, sentindo seus lábios tremerem de leve, prestes a chorar.

– Serei. – sorriu e voltaram em suas posições.

 

 

A cerimônia terminou bem. Muitas lágrimas escorreram, borrando maquiagens e molhando lenços e mangas dos ternos.

Seungkwan não havia brincado quando dissera que escolheria a melhor decoração para o casamento da cunhada preferida e, juntamente da sogra e Sofia, deixaram o local parecendo um castelo, digno de contos de fadas.

Hansol, o pai, Jihoon e Soonyoung ficaram com a parte da festa. As músicas foram escolhidas à dedo, tendo uma variabilidade grande nos gêneros, para que agradassem a todos.

Seungcheol, Mingyu e Chan, escolheram o cardápio. Um pouco do tradicional mesclado com um gostinho do ocidental agradaria o paladar de ambas as famílias.

E, por fim, Jeonghan e Wonwoo cuidaram das lembrancinhas e da retrospectiva que passaria durante a festa.

Um vasinho com o brotinho de alguma plantinha, e um bilhetinho pendurado com as palavras “Esperamos que o nosso amor cresça saudável e forte, como essa plantinha, a cada dia.”, como lembrança, dava um ar meio brega, mas ao mesmo tempo romântico, o que deixou Samuel com náuseas durante alguns dias, após Jeonghan mostrar sua ideia.

Chan e Sofia não podiam estar mais felizes e agradecidos pela família que tinham.

Aqueles dois meses haviam sido cansativos, mas valeram a pena. Estavam, acima de tudo, se divertindo mais do que nunca.

 

 

CINCO ANOS DEPOIS

 

– Appa, Haneul não ‘erro! – o pequeno correu para o colo de Chan.

– Eu vi, você tocou como um grande campeão! – disse e o menor sorriu orgulhoso. – Agora nós precisamos correr porquê a omma e a Sarang estão nos esperando no carro.

Chan, Sofia e Sarang haviam ido assistir a apresentação de violino de Haneul.

O pequeno se apaixonara pelo instrumento, quando foram conhecer a escola de música de Soonyoung. Desde então, ele treina com o tio.

Chan fora buscar o filho nos bastidores, enquanto Sofia levava a filha para o banheiro, antes de correrem para o campeonato de futebol da mais nova.

Ao contrário do irmão, Sarang era mais hiperativa, gostava de se movimentar e correr. Gostava de coisas agitadas, enquanto Haneul era a calmaria em pessoa.

Tão parecidos, mas ao mesmo tempo tão diferentes.

Mas, apesar dessa diferença de personalidade, Sarang adorava ver o irmão no palco, tocando tão lindamente, e Haneul sempre torcia pela irmã, quando estava em campo.

Chegaram às pressas no local do campeonato e Sofia ajudou a menor a se trocar. Prendeu seu cabelo e colocou a pequena chuteira nos pés.

– ‘Rang, não pode ‘machucá. – Haneul disse apertando a mão da irmã, que sorriu e depositou um selar na bochecha do irmão.

A pequena se despediu dos pais e foi correndo para o campo, junto com suas colegas de time.

 

 

– Vovô, Sarang ‘ganho o jogo hoje! – a pequena desceu do carro e correu para o colo de Seungcheol. – ‘Poquê ‘voxê não foi vê a gente? – fez bico.

– Você fez gol do jeito que eu te ensinei? – perguntou e a pequena assentiu com um sorriso. – Essa menina puxou o avô. – disse orgulhoso.

– É, ela gritou com o juiz quando ele deu falta, do jeito que você faz quando está assistindo na tv. – Chan disse e Seungcheol riu. – Vê se pode, um toquinho de gente gritando por causa de falta. E ainda falando tudo errado. – revirou os olhos.

– Mas é o meu orgulho mesmo. – riu e abraçou a neta, que sorria satisfeita.

– ‘Neul não ‘grito com ninguém lá. – o menor disse se aconchegando no colo de Jeonghan.

– Muito bem, não pode gritar com as pessoas mesmo. – o loiro disse acariciando os cabelos do menor. – Seu avô que fica ensinando coisa errada pra sua irmã.

– Não é coisa errada, só estou ensinando que as pessoas precisam ser justas. – deu de ombros.

– Eles só têm cinco anos, amor.

– Eles precisam aprender essas coisas cedo. Aliás, você gravou tudo pra mim, não é? – olhou esperançoso para o filho.

– O appa ‘gravo tudo no celular dele. – Haneul disse encostando a cabeça no ombro de Jeonghan. – Queria que o tio Sollie e o tio Kwan tivesse aqui ‘tamém. – disse triste.

- E como foi a sua apresentação? – Jeonghan perguntou para o menor.

- ‘Neul não ‘ficô nervoso. – sorriu. – E não ‘errô nenhuma vez!

- Tenho certeza que você estava parecendo um principezinho! – o loiro depositou um selar estalado na bochecha do menor.

– Eu não ganho oi, não? – Samuel apareceu de dentro da casa.

– Tio Muel! – os dois gritaram e correram para abraçar o mestiço.

– Tio, ‘voxê vai ‘fazê cavalinho ‘pá mim hoje? – Haneul perguntou animado.

– Nãaaao...Sarang ‘qué ‘viãozinho! – cruzou os braços.

– Então, eles já chegaram de viagem?- Chan perguntou ao pai.

– Eu e seu sogro fomos busca-los mais cedo no aeroporto, eles estão lá dentro pra fazer surpresa. – disse e o menor assentiu.

– Olha só quem chegou! – ouviram Mingyu gritar quando desceu do carro. – Onde é que estão os meus sobrinhos preferidos? – disse e os gêmeos correram para o colo do mais velho.

Samuel se levantou do chão e ficou ao lado de Chan.

– Sobrinhos preferidos? – os dois disseram em uníssono.

– Acho que alguém vai ficar sem almoço hoje. – Chan deu de ombros.

– E sobremesa também. – Samuel disse seguindo o irmão.

Sarang estendeu os bracinhos para Wonwoo, que prontamente atendeu ao pedido da sobrinha.

A pequena tinha uma grande admiração pelo tio. Achava ele o mais bonito, talvez aquele jeito meio despojado que Wonwoo nunca mudara tivesse chamado a atenção da menor.

O que deixava Mingyu meio enciumado, de vez em quando. Tanto por não ter a atenção da sobrinha, quanto pelo marido dar atenção demais para a menor.

– Noona, a gente pode ‘brincá daquele jogo de dança? – Haneul perguntou para Sohye.

– Claro! Podemos separar o mesmo time daquela vez. – sorriu e pegou o primo no colo.

Sarang desceu do colo de Wonwoo, correndo para o colo de Samuel e gritou.

– Tio Muel dança melhor. – sorriu travessa.

– Eles já sabem? – Sohye sussurrou para o primo, enquanto os gêmeos discutiam quem era o melhor dançarino.

– Não, nem entraram em casa ainda. Eles vão adorar a surpresa. – sorriu.

Todos entraram e os gêmeos, mais uma vez, foram paparicados pelos avós maternos, que os esperavam lá dentro. Ninguém resistia àqueles dois.

Os dois brincavam com Samuel e Sohye, quando Hansol e Seugkwan apareceram do segundo andar, surpreendendo-os.

– Tio Sollie! Tio Kwan! – gritaram e pularam no colo dos tios, que cambalearam um pouco, por conta do impacto.

– Que saudades de vocês, meus pequenos! – Hansol disse apertando-os num abraço.

– Como vocês cresceram! – Kwan disse maravilhado.

– ‘Voxês não ‘tavam viajando? – Haneul perguntou no colo de Seungkwan.

– Nós voltamos hoje porquê estávamos morrendo de saudades de vocês. – disse e o menor abraçou seu pescoço.

– ‘Neul ‘tamém tava com um montão de saudade. – disse e o mais velho sorriu bobo.

– Tios, sabia que Sarang não usa mais ‘falda? – a pequena contou.

– É mesmo? – Hansol fez cara de surpresa e a menos assentiu.

– ‘Neul ‘tamém não usa! – o irmão disse, também querendo participar da conversa.

– Esses meus sobrinhos estão crescendo muito rápido! – o mestiço fingiu limpar uma lágrima.

– ‘Neul vai ‘ficá ‘gandão igual Channie appa. – o menor disse.

– E a cara do tio. – Hansol tentou.

– Ele é a cara do meu pai. – Chan disse, deixando Hansol emburrado e Seungcheol sorriu orgulhoso.

– Sarang ‘qué ‘ficá bonita igual tio Sollie. – a menor disse abraçando o tio.

Hansol sorriu e abraçou forte a sobrinha.

– Ela vai ser bonita como a mãe. – Sofia comentou e o irmão juntou as sobrancelhas.

– Você é a minha cara. – disse inflando as bochechas, fazendo todos rirem.


Notas Finais


Eu quero o Haneul pra mim ;-;

Então, gente...sobre o que eu estava planejando, era fazer tipo uma segunda temporada mas não é bem segunda temporada uahsuahus
É meio que versão Verkwan, mas mostrando pela visão do Hansol.
Não sei, ainda estou meio em dúvida, se vcs tiverem uma ideia melhor, digam que eu vou pensar ;))

QUEM MORREU COM ESSE COMEBACK?
Gente, eu ainda to tentando entender como é que esses meninos ficam mais lindos a cada comeback. E essa música que fica na cabeça?
Eu to na aula e ela fica me distraindo. É Clap ou Limitless do NCT127 versão japonesa. Eles estão uma gracinha falando em japonês <33

Enfim, foi isso, amores.
Espero que tenham gostado. Até o próximo? Esse será deles nenéns de novo.
XOXO


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...