História Lets Not Fall in Love - Capítulo 40


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Categorias Big Bang, DaeSung, G-Dragon, SeungRi, T.O.P, Taeyang
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Personagens Originais, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Big Bang, Dae, Daesung, D-lite, Drama, Kpop, K-pop, Romance, Seul, Seung, Seungri, Taeyang
Visualizações 120
Palavras 1.608
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi olá~
Atualização da fic em menos de uma semana? LORENA, VOCÊ TÁ DOENTE?
Eu estou bem, gente :v atualizei em dois dias, isso que é progresso, kkkkk
Eu costumava ser assim no começo da fic :')

Boa leitura!

Capítulo 40 - Viagem para a realidade (parte 2)


(os flashbacks que têm o G-Dragon como foco não são da Seunome, mas preciso escrever eles pra vocês se situarem na história, okay?)

 

Kwon’s P.O.V on

 

O lugar em questão onde ocorria o tal evento estava cheio de pessoas, e logo percebi que não era nenhum leilão ou festa beneficente. Que tipo de festa as pessoas vão vestidas de preto da cabeça aos pés? Nem mesmo no Halloween é tudo tão macabro. Manti minha mente limitada a esses pensamentos até o momento em que eu e a chefe Kwon entramos no lugar e avistamos meus pais. A feição deles era a mais indecifrável, um ponta de tristeza, mas também algo que não consegui entender. Aproximamos-nos dos dois, minha mãe me olhou brevemente, então a chefe virou-se para mim e mandou que eu me afastasse um pouco para que eles pudessem conversar.

Todo aquele clima e tensão me levavam a ter uma mal pressentimento acerca daquele “evento”. Afastei-me ainda confuso e andei até um aglomerado de pessoas, logo notando que estas faziam fila para algo. Contornei a linha de pessoas até sua extremidade final, e nada me causou mais arrepios.

Muitas pessoas soluçavam próximas dos dois túmulos, e uma foto do senhor e outra da senhora Myeong estavam cercadas de flores.

- O que significa isso...? – balbuciei encarando tudo de longe.

- O que aconteceu à pequena Myeong? Não a vejo em lugar algum. – uma mulher mencionou Seunome em uma conversa discreta, fazendo-me prestar atenção ao diálogo.

- Está internada em uma clínica no centro, parece que ela sofreu danos psicológicos, ou cerebrais, não sei dizer ao certo. – um senhor de idade respondeu.

- Pobrezinha... Não se lembrará de nada. – outra mulher acrescentou.

Lembrar?

Me afastei das pessoas e me encaminhei para fora, e ainda abalado, sentei-me em um banco de concreto cercado por árvores na entrava do lugar. Minha cabeça estava tomada por pensamentos diversos, e nenhuma lágrima escorreu de meus olhos, pois nem mesmo meus sentimentos estavam certos.

Não sei por quanto tempo fiquei assim, somente despertei desse meu profundo devaneio quando senti o peso da mão de meu pai em meus ombros.

- JiYong, vamos ver Seunome. – apertou meu ombro amigavelmente e eu assenti ainda avoado.

 

Seunome era uma garota frágil a meu ver, mas pareceu-me ainda mais frágil através daquele vidro. Parecia menos viva que seus pais deitada daquela forma, então porque ainda vivia? Os próprios médicos falaram que sua sobrevivência é uma espécie de milagre.

Nada me parecia me assustar mais do que sua imagem de garota impotente, me fazendo pensar em como seria não ter mais com quem passar as tardes brincando ou fazendo qualquer coisa que gostávamos, pois agora eu sabia o que era ter um amigo.

- ...o diagnóstico não é certo, mas ela provavelmente perderá suas memórias do ocorrido e de tudo o que ocorreu antes dele. – o médico dizia a meus pais, eu estava ali por perto em uma sala com alguns brinquedos para me distrair.

- Nunca se lembrará? – minha mãe questionou incrédula.

- Em partes, há uma chance mínima de ela poder despertar as lembranças, mas não posso dar certeza de que isso de fato ocorrerá.

- Não se lembrará de ninguém? – ela questionou em seguida.

- Não, eu sinto muito.

Olhei para minha mãe e vi que ela também me olhava.

 

Diferente da barulheira de manhã, a casa estava extremamente silenciosa durante o final da tarde até à noite, com exceção da conversa entre meus pais e a chefe na sala e os empregados cozinhando o jantar.

O chão frio me acolhia de forma mais eficiente que qualquer pessoa naquele momento, e eu continuaria abraçando meus joelhos confortavelmente enquanto chorava se não fosse pelo jantar que estava sendo servido. Eu podia negar a comida, mas estava com fome demais para recusar.

- Seus olhos estão inchados... – uma das empregadas me passou um pano umedecido por baixo da mesa, eu apenas agradeci inclinando a cabeça e pressionei o mesmo sobre um dos olhos.

Meus pais e a chefe se sentaram à mesa, ela – a chefe –, na ponta, como gosta de fazer. Parecia uma forma de intimidação, mas para mim era apenas irritante o fato de ela estar sempre reforçando ser a chefe da família Kwon e a presidente da empresa.

- JiYong, querido, tome um banho após o jantar e vá dormir, sim? – a voz amável de minha mãe me era raro, mas naquele momento fora reconfortante.

- Tudo bem.

Após o término do jantar, tomei um banho e encaminhei-me de volta até meu quarto, e pisando no chão gelado senti um calafrio percorrer por todo meu corpo. Estaria o tempo mudando conforme meus sentimentos? Pensando nisso, achei que seria uma boa ideia pedir um chocolate quente para tomar antes de dormir, talvez aquilo trouxesse algum conforto para mim antes de dormir.

Sai do quarto a procura de algum empregado, mas não havia ninguém naquele andar. Estranho, é obrigatório que haja empregados em todos os andares. Desci as escadas e mesmo no andar mais baixo não vi os empregados que serviram o jantar. Foram dispensados justo em um dia desses? É algum tipo de feriado?

Já havia desistido da bebida quando estava me encaminhando para o quarto, mas as palavras da conversa alheia foram captadas por mim de repente.

- Vocês fizeram um bom trabalho, tudo em nome da família e da empresa. – ouvi a voz da velha dizer.

- Nós sabemos, mas não concordamos com isso...

- Mas também não rejeitaram. – fez uma pausa - A morte da família Myeong era mais do que necessária, do contrário, nossa empresa estaria arruinada, graças aquela investigação daquele Myeong sujo...

Ela se referia ao pai de Seunome? O que ela queria dizer com aquilo tudo?

Aproximei-me e me agachei ao lado de uma mesa para que mesmo minha sombra não fosse vista, pois algo me dizia que eu não deveria estar ouvindo aquilo.

- Mãe, a senhora não foi longe demais? – meu pai disse.

- Vocês são moles demais, se não estão prontos para sacrificar a vida dos amigos em nome dos negócios, quem diria liderar a empresa?

- E se os superiores descobrirem sobre isso?

A risada da chefe inundou a sala.

- De que superiores está falando? Nós governamos tudo isso. Eu fiz um ótimo trabalho contratando aqueles senhores. Com uma quantia daquelas eles nunca dirão que foi a mandado nosso a morte dos Myeong. Foi realmente uma sorte daquela filha deles. Apesar de ter sobrevivido ela não se lembrará de nada, então não precisarei desviar mais dinheiro para mandar que a calem também.

Tentei me levantar dali, minha fúria logo me denunciaria, mas a escuridão do corredor me fez esbarrar na mesa ao lado e quem me denunciou foi o som do vaso que caíra no chão causando um estardalhaço. Olhei para os cacos, perplexo, nem pensei que deveria sair logo dali, o que não adiantaria de qualquer forma.

- JiYong! O que faz aqui embaixo? – meu pai apareceu atrás de mim.

Virei-me para ele vendo a velha e minha mãe bem diante de mim.

- Vocês os mataram... Como podem ser tão sujos assim? – finalmente comecei a chorar.

- Você escutou tudo, não foi? – minha mãe perguntou, parecia nervosa e triste, prestes a chorar – Porque não foi para a cama como mandei?

- Porque vocês mataram eles? Eles eram nossos amigos! – falei mais alto dessa vez.

- Está falando daquela família imunda? – a chefe falou de maneira mais do que arrogante.

- A nossa família é que é imunda!

A mão da chefe se elevou no ar me acertando em cheio, logo o chão seria meu acolhedor uma segunda vez naquele dia.

Ao menos o chão era mais limpo do que os Kwon.

 

Kwon’s P.O.V off

 

(8 anos depois)

 

Os últimos raios de sol daquela tarde estavam prestes a se despedir, dando lugar a uma lua solitária envolta de um céu ainda iluminado, uma brisa fria passava por aquela rua. JiYong mais uma vez estava sozinho, e já estava habituado a isso. Aos dezesseis anos, seus interesses não eram muitos, geralmente giravam em torno de uma absurda vontade de causar confusão.

O cigarro entre seus dentes era um charme a seu ver, uma maneira de intimidar aqueles que, diferente dele, eram garotos descentes que não abandonaram à escola ou à família e o futuro era se resumia a uma vaga em uma universidade da SKY. Essa fora sua vida, agora não mais.

Um casal se aproximava dele, vinham andando pela calçada onde o garoto estava. Desencostou da porta e, bagunçando os cabelos com seu jeito despreocupado, foi de encontro aos dois, parando frente a mulher, mais próximo que o normal, olhando-a de cima à baixo.

- Está com algum problema, cara? – o outro disse.

- Não, mas estou a fim de arranjar algum – virou-se para o rapaz, intimidando-o com um empurrão em direção ao muro.

- Nos deixe em paz! – a menina falou assustada.

- Qual é, G-Dragon, está arrumando confusão sem a gente? – uma voz familiar chegou aos seus ouvidos.

Um sorriso maldoso se formou nos lábios de JiYong que soltou o rapaz, já desinteressado em fazer alguma coisa contra ele.

- Até quando vai me chamar assim? – virou-se para encarar Jared.

- Não gosta? Deveríamos continuar te chamando de “líder”? – David vinha logo atrás.

- É uma merda ter que ser lembrado disso, mas é o preço. – riu.

- Você criou a gangue, cara, porque isso é ruim? – Jared falava enquanto se afastavam daquela rua já escura.

- Não é ruim, mas ser líder tem suas desvantagens, tipo ser responsável pelas babaquices de vocês – riram – Vamos logo, a noite vai ser longa.


Notas Finais


E o flashback aiiinda não acabou! Aguardem altas emoções para o próximo cap, meu amores :3
(prepara o kokoro pra quem é cardíaco aí)
Até o próximo cap ♥

Beijos de Nutella e Cool for the summer (eu ouvi essa música umas 11 vezes hoje uyriguhwe pra escrever a fic)


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