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História Lewd Turma da Mônica Jovem - Cebonica - Capítulo 1


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Notas do Autor


Spirit segue me f*dendo com esse problema de não poder fazer copilado de one shots né?
Anyway, tem uma lista de leitura no meu perfil com todos os hots que já lancei de Tmj. Aceito pedidos (。・ω・。)ノ♡

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Lewd Turma da Mônica Jovem - Cebonica - Capítulo 1 - Capítulo Único

 

 

Cebola deitou a cabeça nas mãos pelo que provavelmente era a centésima vez naquela noite.

— Você tem vindo frequentemente nesses últimos dias. — um atendente que ele mal sabia o nome falou, em tom de deboche. — Prestes a tomar alguma decisão importante ou algo assim?

 

Ele suspirou, sacudiu a bebida que ele não havia tocados desde que chegou. 

 

— Dando perdido numa pessoa aí. Pela quarta vez essa semana. 

 

O bartender pareceu surpreso com a sinceridade, mas não se importava o suficiente, então voltou a preparar alguma drink.

Era verdade, Mônica finalmente havia voltado para o Brasil, quando ela fora, eram todos recém saídos da adolescência, Mônica irritada com a decisão dele vencê-la antes de que pudessem namorar, foi se afastando dele aos poucos. 

Um dia simplesmente chegou com a notícia de que iria estudar Direito em Portugal.

Cascão escalava sua carreira no futebol, Magali estava cursando nutrição, como sempre quis e ele apostou na Engenharia da Computação.

Cebola não podia negar que esperava que Mônica sentisse falta de tudo (dele) e voltasse no mês seguinte, mas foi ele, quem não conseguia ser feliz mesmo com as melhores notas e ótimas propostas no gatilho.

 

E agora estava aqui, num bar, pela quarta vez na semana, para evitar se encontrar com Mônica e o resto da turma, pois não queria encarar sua própria fraqueza, que curiosamente era uma garota de cabelos pretos e olhos sempre bravos, que havia transferido a bolsa de volta pro Brasil.

Havia transado com as garotas mais lindas, sempre que queria, Titi era uma ótima companhia pra isso. O que uma mulher a menos poderia custar?

Ele não precisava dela. Tinha certeza disso. 

 

Um perfume conhecido surgiu, uma mão segurou suas duas mãos para trás, enquanto a outra tapou seus olhos.

A voz grave, porém melódica provocou seu ouvido.

 

— Então é aqui que você veio se encontrar com a Grazi? Bonita sua acompanhante invisível.

 

Ele sentiu cada ponto de sua pele arrepiar. O constrangimento no fundo do estômago se misturava a uma satisfação pequenininha de sentir seu toque de novo. Ele sabia que era inútil negar ou inventar pra desculpa, então apenas ficou quieto.

Monica o soltou e abriu um enorme sorriso. Mais uma vez ele teve que prender o ar ao olhar pra ela.

 

Seu cabelo estava mais curto, chanel v, olhos castanhos numa expressão curiosa e os lábios pintados de vermelho intenso.

Ela usava um terninho de cor vinho e salto alto. 

Cebola teve que engolir em seco, palavras não saiam. Vê-la por redes sociais não se comparava minimamente a força de sua presença e beleza. 

 

Cruzou as pernas para esconder o volume que se formava.

 

— Pois é, eu não tava muito bem. 

— Certo. Por que não vamos lá fora? Não consigo te ouvir bem com esse barulho. — Cebola rapidamente se desconcertou.

— Não, eu… preciso terminar esse drink e…

— Por que não vamos lá fora? — ela repetiu, se inclinando contra ele, de forma imponente. — Eu. Não. Consigo. Te. Ouvir.

 

Cebola se encolheu, o calor aumentando.

Assentiu, seguindo Mônica até o lado de fora, onde o som já era apenas um ruído distante. Concordaram em andar até a casa dela para colocar a conversa em dia e ele não poderia estar mais nervoso. 

Por incrível que pareça, o caminho foi silencioso, e ela parecia completamente despreocupada. A brisa cálida balançava seus cabelos e vez ou outra ela fechava os olhos, talvez devido a nostalgia de andar pela cidade de São Paulo.

 

— Chegamos. — Cebola, perdido em seus pensamentos ergueu os olhos devagar, a mesma velocidade que seu queixo caiu e sentiu um aperto na virilha. 

Eles haviam chegado de fato.

A um motel.

 

— M-Mônica, mas o que é isso??? — Mônica pôde ver o rosto dele avermelhar dez tons, se manteve plena, mas por dentro sorria largamente. Quando soube que ele a estava enganando e que não tinha ninguém para encontrar, apenas inventava garotas para que não a visse novamente, ela ficou furiosa.

Usou Magali para descobrir a quantas ele andava e não demorou a juntar dois mais dois e realmente entender tudo. 

Cebola dizia que era o pegador, toda noite uma nova garota em sua cama.

Bom, ela veria isso hoje. Tudo já estava reservado apenas alguns andares acima.

 

— Eu preciso mesmo explicar? — disse, erguendo uma sobrancelha.

— Olha, Mônica, eu vou pra casa… — ele falou sem qualquer firmeza, dando alguns passos atrás. Mônica foi rápida em puxar seu braço, empurrando seu corpo contra o muro lateral, sua bochecha encostada no concreto frio, em contraste com como ele estava quente. Cebola não conseguiria admitir como sua boca estava seca e sua virilha se contraia. Mônica forçou seu corpo contra o dele, usando o joelho para pressionar entre suas pernas, percebendo como ele já estava duro. Continuou a esfregar lentamente enquanto segurava suas mãos pra trás.

 

— Que garotinho indisciplinado. Eu não perguntei nada pra você, eu disse que estamos entrando. — Cebola novamente engoliu, o cheiro dela já o estava deixando com a mente enevoada. — Você sentiu minha falta, não é? Sentiu falta do que eu, e apenas eu, sou capaz de fazer com você, certo? — ela disse perto de seu ouvido, sem conseguir formar palavras pra dizer que sim, ele havia sentido falta dela mais do que qualquer coisa. Seu corpo respondia a isso. Mônica soltou suas mãos, mas ele as manteve onde ela deixou. Ela acariciou sua cintura, por cima da blusa, subindo por seu peito, até encontrar seus mamilos. Estavam duros, e ela brincou com eles entre os dedos, mexendo delicadamente. — Voltei pra cuidar do meu garotinho desobediente. — ela continuou sussurrando, Cebola não foi capaz de impedir que gemidos baixos começassem a sair. Sua mão apertou seu pau por cima da roupa. — Você já está tão ansioso, por que não subimos logo?

 

 

Cebola não demorou a notar que Mônica tinha deixado tudo preparado. Ela mandou que ele tirasse a roupa, e ele não hesitou em se despir completamente, estava duro como há muito tempo não ficava, e seu coração espancava contra o peito.

Qualquer vontade de esconder a falta que sentira dela se esvaiu quando ela mandou que ele ajoelhasse. Ela permaneceu vestida, mas tirou o terno, deixando apenas a camisa social entreaberta. Seu rosto também estava vermelho e ela mantinha um olhar de superioridade e um meio sorriso. Essa visão teria sido o suficiente para fazê-lo gozar se ele não soubesse que triplicaria sua punição dessa forma.

 

— Você foi um garoto muito mau. — ela começou a caminhar pelo quarto, abrindo uma das gavetas. De lá, ela retirou uma corda e um pedaço de pano. — Sabe como eu sempre odiei mentiras e mesmo assim vem mentindo pra mim. — parou em sua frente, cutucando sua virilha com um pé. Ela usou o pano para vendar seus olhos, ele lambeu o lábio. 

 

— Eu sinto muito...Eu —

—Hey! — Mônica imediatamente mudou o tom, agarrando seu queixo bruscamente. — Eu mandei você falar? Não quero ouvir a porra das suas desculpas. Vou te ensinar novamente qual o seu lugar! — e soltou, dando a volta e se abaixando. Puxou os braços dele pra trás com força, amarrando as mãos atrás das costas. Ela acariciou os ombros dele, inesperadamente descendo com as unhas em sua pele. Ele arqueou as costas, pela surpresa e soltou um grunhido. Em seguida Mônica aproveitou seu peito levantado para voltar a brincar com seus mamilos. Isso provocou confusão no garoto, que choramingou ao mesmo tempo que gemidos foram ouvidos. 

 

— Tão sujo… Você consegue ouvir os sons que saem de você? Você não tem vergonha, Cê, de como você se reduz a uma bagunça de gemidos sempre que eu te toco? — ela riu, agora apertando os bicos com força excessiva, fazendo Cebola morder o lábio de dor. Seu oens contraiu de novo. — Você será punido… Não deve mentir pra mim, muito menos tentando se aparecer. Se bem me lembro, ouvi por aí que você pode fazer uma mulher gozar com apenas um beijo? Que você e seus amigos saem todas as noites pra transar com as mulheres que quiserem. — ele ofegou, de repente a falsa fama que tentou criar não parecia tão atraente. — Fique de quatro. Mantenha seu rosto no chão, que é onde você pertence.

 

Ele obedeceu, embora fosse difícil. Odiava como estar nessa posição — submisso, a mercê do que ela quisesse fazer — era suficiente para revirar sua mente. E Mônica sabia disso. Ela acariciou sua bunda, enquanto ele mudava de posição, ela tinha se afastado para pegar algo que ele não tinha como saber o que era. 

Ela não podia negar o quanto também sentira falta disso. Tinha transado com diversas pessoas fora do país, mas nada de igualava a ter ele ali, de quatro, aguardando ansioso sua punição amada.

Ela tinha pego um frasco de lubrificante, o cheiro de morango inundou o quarto quando ela despejou uma enorme quantidade nas mãos. Cebola imediatamente gemeu, possivelmente entendendo parte do que aconteceria.

 

Parte.

 

Despejou todo o lubrificante em seu buraco, seus dedos deslizaram livremente molhando cada parte dali. Não introduziu nenhum dedo, porque queria ele bem apertado, sem qualquer preparação. Podia não ser o ideal para garotos normais, mas certamente garotos maus não mereciam tanto carinho. Ela conseguia ver seu pau escorrendo, as veias já saltavam e sua respiração era completamente irregular. Se lembraria de recompensá-lo outro dia pela força de vontade em não gozar sem sua permissão. 

 Tinha comprado esse plug especialmente para hoje, era no formato tradicional, com uma pedra rosinha em forma de coração na base. Mônica bateu levemente em sua bochecha, ordenando que ele levantasse apenas o rosto. Ela tinha noção de como a posição era desconfortável e era isso que criava a antecipação que precisava. 

 

— Você sabe o que fazer, babyboy. — e encostou o plug em seus lábios. Cê não hesitou, passando a língua por toda a circunferência, sabia que não caberia em sua boca, embora pequeno em tamanho, era grosso. Isso, é claro, não o impediu de lamber e chupar o brinquedinho que sua amada Mônica tinha comprado apenas para ele. A visão estava enlouquecendo Mônica, podia sentir seu núcleo molhado. Mas ela podia esperar, nada era mais satisfatório que brincar com o corpo obediente dele.

Sem aviso prévio, voltou as costas dele.

 

— Foi um erro ficar longe tanto tempo, mas você não desaprendeu tudo, não é? — começou a pincelar o plug em sua entrada. — Não duvido que tenha mentido tanto ou fugido de mim apenas para que eu te punisse. Sentiu falta de apanhar de mim, Cê? RESPONDE! 

 

Ela enfiou o plug de uma única vez, abrindo sua entrada sem piedade. Cebola gritou alto, a dor consumiu seu corpo, sendo tudo que sua mente conhecia por um minuto. Em seguida, seu pau latejou forte, seu corpo implorando para ser tocado. Se lembrou da ordem dela.

— Sim senhora. Senti falta das marcas roxas na minha bunda. — ele choramingou, enquanto confessava. — e de você me fodendo com força sempre que eu te irritava. 

 

— Que bom menino. A verdade é sempre o melhor caminho. — ela se inclinou sobre ele, agora com a camisa aberta, seus peitos esfregaram suas costas, ambos gemendo com o contato. Com uma mão, Monica voltou a controlar o plug, puxando o girando o mesmo, com força. Com outra mão, alcançou seu pau duro e molhado, e começou a masturbá-lo com força, mas muito lentamente.

Cebola engasgou, agora ele gemia alto e sem pausas, não havia nada além da sua respiração ofegante e sua voz manhosa. 

 

— Você me pertence. — ela sussurrou, essas palavras levando Cebola ao limite. — Seu pau e seu cu são meus brinquedos particulares. Eu sou a única quem consegue te foder até você perder a cabeça. Você só serve para ficar de quatro e levar uma surra obediente sempre que eu quiser. — o garoto não se lembrava a última vez que tinha sentido tamanho prazer, não seria exagero dizer que ele sentia como se fosse enlouquecer a qualquer momento.

Ele estava tão perto. 

Então Mônica parou.

 

— Não é uma punição se você está se divertindo tanto, né? Essa bunda tão linda precisa de algumas marquinhas. — Ela sorriu, vendo o plug se contrair. Cebola ofegava pesadamente, queria chorar de frustração e seu pau latejava cada vez mais pedindo pelo toque. — Você pode contar pra mim? 

 

— Por favor… Eu preciso… — conseguiu reunir algumas palavras, o que pra Mônica foi um erro enorme. Ela até ofegou com tamanha indisciplina, sem deixar de sorrir, é claro. Antes que ele percebesse, Mônica desceu a mão com força sofre sua bunda. Um grunhido de susto saiu de seus lábios, seguido de um gemido. Então sua doce voz.

 

— Um. — Mônica gemeu, esse momento era sempre incrível pra ela. Sua pele assumia um tom vermelho onde ela havia batido, o que a atraiu para mais um golpe. — Dois. — ele suspirou, contando a cada golpe que se seguiu. Mônica nunca gostou de usar objetos apenas sua mão era o suficiente para ensinar a lição que ele precisava. 

 

— Não precisa conter seus gemidos. — Ela sussurrou. — Eu sei que você ama quando dói. — e mais um tapa.

 

— D-Dez. — ele de fato não conteve o gemido, sua bunda ardia como o inferno, o plug começava a ficar cada vez mais desconfortável, a posição era cansativa e deixava seu corpo tenso, seu pênis doía de necessidade por ser tocado. Tudo isso fazia ondas de prazer flutuarem por sua mente. Ele não queria que Mônica parasse nunca mais. 

 

Ela acariciou suas costas, desamarrou suas mãos e beijou onde as cordas deixaram marcas. O guiou de pé até a cama e ordenou que ele sentasse, encostado na cabeceira. Sabia seria totalmente doloroso mas ele fez sem objeções, apenas fazendo barulho fofos quando sentou. Ela derramou mais do lubrificante agora diretamente em seu pau. Não que precisasse, ela estava totalmente molhada e ele melado com o próprio pré-gozo, mas o lubrificante o estimularia ainda mais, ela tinha certeza que ele poderia gozar apenas com o toque do líquido escorrendo. Colocou dois dedos em sua boca, ele chupou obedientemente.

 

— Vou cuidar de você agora, babyboy. — ela retirou a venda de seus olhos, ele piscou ao se acostumar com a luz, e gemeu ao vê-la ali, nua exceto pela camisa agora aberta, sua buceta tão molhada que escorria pelas coxas, e aquele olhar, sempre o lembrando que era ela quem dava as ordens. 

Seu pau, completamente duro, pulsou conforme ela se aproximava, ela abriu os lábios com dois dedos e sentou, se deleitando com a sensação dele entrando em si.

Enquanto Monica gemeu, Cebola gritou de prazer. 

Rapidamente ela segurou seus cabelos com força, o puxando pra trás, seus olhares se encontraram. Mônica cavalgava com velocidade e pressão, como se estivesse pronta pra devorá-lo alí mesmo. Cebola tinha os lábios abertos, gemidos saindo dali como música. 

 

— Você fica tão lindo com o rosto corado, gemendo por minha causa. — sua voz também era entrecortada, espasmos começavam a surgir em seu ventre e na verdade ela se surpreendeu com a resistência que ele também possuía. — Você se tocou pensando em mim durante todo esse tempo, não é? Mentiu sobre todas essas garotas porque a noite pensava em mim te fodendo desse jeito. 

Ela não pediu uma resposta, pois sabia que ele não estava em condições de falar qualquer coisa agora. 

— Não seja egoísta, Cê. Me faça gozar e então você poderá também. — ela soltou seu cabelo e segurou seu rosto, os olhos dele brilharam como se tivesse visto um oásis e Mônica logo sentiu um dedo carinhoso tocar seu clitóris em movimentos rápidos. Os seios dela saltavam devido a força das cavalgadas, tudo fazendo ele se questionar se seria capaz de aguentar por mais tempo.

Felizmente, ela logo segurou seus ombros, fincando as unhas com força, e gemendo alto seu orgasmo, Cebola a abraçou, deitando a cabeça na curva de seu pescoço, Monica apertou as pernas ao redor dos quadris dele, permitindo que ele chegasse só limite também, gritando o nome dela e derramando em seu interior. Seu corpo tremia intensamente, se sentia ainda mais feliz do que jamais se sentira. Ele demorou a perceber Monica acariciando seu cabelo enquanto ele ainda ofegava sem controle.

 

— Está tudo bem, bebê. — Mônica beijou seu rosto carinhosamente, esfregando suas costas. — Eu não vou mais te deixar sozinho.

 

Ele gemeu e suspirou, a abraçando mais forte.

 


Notas Finais


Dbbjsjsskskd esse foi MTO difícil escrever, mas eu fui inspirada por todas as artes bdsm postadas por aí
Eu amo dominatrix então adorei escrever

Lembrando que aceito pedidos de shipps e situações específicas, não sejam tímidos <3


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