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História LGBT HOUSE - Capítulo 1


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Notas do Autor


Hiii, voltei, nhaa
Bom, essa história aqui é minha xuxuzinha, espero não ter um surto de insegurança e precisar apaga-la
Enfim, é isso
Good leitura~~

Capítulo 1 - Chapter one


Hoje completa um ano que eu terminei os estudos, estou pretendendo ir para uma das Universidades de Tókio, porém, preciso de um lugar para morar. Eu pretendia ficar em apartamento, mas os meus pais querem que eu fique em república, e por esse motivo, eu estou agora em frente á tela do meu computador, procurando por uma.


— Merda, eu preciso achar uma república até o fim dessa semana — praguejei enquanto mexia no mouse, fazendo com que a tela do notebook descesse rápido. 


Eu procurei, procurei muito, e enfim achei uma que chamou muito a minha atenção. Ela era muito grande, sem contar que era perto da universidade onde irei estudar. E por conta disso, eu mandei mensagem para o número que aparecia ao lado da foto do casarão.


— Filho, você encontrou alguma república? — perguntou minha mãe, enquanto entrava no meu quarto.


— Ah, sim. Ela fica localizada perto da universidade, vai ser mais fácil para mim — olhei para a mais velha, essa que olhava para a tela do computador.


— É bonita, e grande. Você já mandou mensagem para esse número aqui? — apontou para a tela.


— Sim, só estou esperando a resposta deles


— Bom, eu e o seu pai vamos sair, quer vir com a gente?


— Não, mãe. Eu vou arrumar algumas coisas, caso me aceitem nessa república. Se importa se eu ficar?


— Claro que não. Tchau meu amor — deu um beijo em minha bochecha e saiu.


— Lala, você acha que eles irão me aceitar? — perguntei para minha hamster, sem obter resposta. 


E eu saí do meu transe assim que o meu celular apitou, informando que havia chego novas mensagens. 


Bom dia, Park Jimin. Você foi aceito em nossa república, só nos passe os seus dados pessoas para matricularmos você.. 


E eu dei gritinhos de felicidades, porque a república Kim's é muito bem falada, e eu fui aceito logo de primeira. E como pediram, eu passei os meus dados pessoas para eles, poderia estar correndo um grande risco? Poderia. Mas isso não vem ao caso. 


Como tinha dito à minha mãe, eu aproveitei a saída dos meus pais para arrumar as minhas coisas, eu tinha muita coisa para levar, inclusive a gaiola da minha hamster, que vale ressaltar que não é nada pequena.

[...]


Depois que eu arrumei as minhas coisas e meus pais chegaram, nós fomos comprar a minha passagem para Tókio, eu viajaria amanhã mesmo, eu não estava me aguentando de ansiedade.


— Eu vou sentir tanta falta do meu bebê — minha mãe diz, assim que chegamos em casa.


— Mãe, não me chama assim, você sabe que eu não gosto — era só birra, mesmo, porque eu gosto de ser chamado assim, pela minha mãe.


— Mas você é o meu bebêzinho — me apertou em um abraço, e por um momento, eu jurei que iria morrer por falta de ar.


— Mãe, 'tá me esmagando — falei, com certa dificuldade por conta do forte abraço que ganhara da mais velha.

— Filho, você realmente vai fazer falta — e esse foi o meu pai. 


— Eu também vou sentir saudades de vocês, mas eu prometo que venho visitar — sorri para eles.


— Se você não vier, eu bato em você — me fuzilou com os olhos. — Brincadeira, meu bebê — voltou a me abraçar.


Depois de conversarmos bastante, eu dei boa noite para os meus pais e subi para o meu quarto, eu estava cansado mas não iria conseguir dormir, eu sou muito ansioso. Eu estou muito ansioso. 



Seoul, Korea 5:45 A.M.

Eu já estava no aeroporto, meu embarque seria o próximo, e minha mãe estava perdendo toda a água do corpo pelos olhos.


— Mãe, daqui á três meses eu venho visitar vocês, não precisa chorar — acariciei sua bochecha rósea pelo choro recente.


— Meu bebê — me abraçou forte, soluçando em meu ombro.


Senhoras e senhores, o vôo para Tókio sairá daqui á cinco minutos.. 


— Chegou minha hora, família. Eu amo muito vocês, ok? — dei um beijo na bochecha e testa das pessoas que eu tenho a honra em chamar de pais, e segui para a sala de embarque.

[...]


Eu dormi desde quando entrei no avião, até ele pousar em Tókio, não me chamem de preguiçoso, eu dormi durante duas horas e meia por ter passado a noite em claro, eu estava ansioso, oras.


Enfim, cheguei em Tókio e que assim saí do avião, pedi um táxi e fui em direção á república — que por sinal, não era muito longe dalí —. Eu estava muito nervoso, era a primeira vez que eu iria morar com outras pessoas além de ser os meus pais. 


Cheguei em frente ao casarão dos Kim's, paguei a corrida e desci do carro. A casa/mansão/república é muito linda, eu fiquei boquiaberto com a quantidade de vidros que aquele casarão tem.


— Calma, Jimin. É só você tocar a campainha, se apresentar e pronto, tudo certo. — disse para mim mesmo, nervoso diante de toda aquela situação. 


— Jimin, né? — um garoto moreno perguntou, atrás de mim. 


— S-sim, Park Jimin, e você? — ele era alto, dos cabelos morenos e olhos semelhante á jabuticabas. 


— Jungkook, Jeon Jungkook, prazer — estendeu a mão para que eu apertasse, e assim eu fiz. 


— Você... mora aqui? — apontei para o casarão. 


— Ah, sim. E, relaxa, ok? As pessoas daí são legais — sorriu, e o sorriso dele é o mais fofo que eu já vi em todo o mundo. Parecem dentinhos de coelho. 


— Então.. vamos? — ele assentiu, abriu a porta, e entramos. 


A casa era muito bonita, os lustres, os móveis, até mesmo as pessoas, que eram todos garotos. E eles estavam descutindo.


Um garoto dormia enquanto outros dois brigavam pelo controle da TV, e na cozinha, essa que dava para ver da sala, tinha outros dois garotos brigando. Um batia no outro por ter comido do bolo que tinha sido recentemente preparado. 


— Gente, esse é o Jimin — Jungkook disse, atraindo a atenção de todos para mim. 


— Oi, Jimin. Seja bem-vindo — foi o azulado quem disse, sorrindo quadrado. 


— Obrigado — Sorri de volta. 


— Bom, eu sou Taehyung, esse é Hoseok — apontou para o garoto com quem antes discutia. — Esse é Yoongi — apontou para o que, agora, despertara de seu sono. — Aquele é Jin, e o que está apanhando é o Namjoon — Riu ao ver a cena. 


— Oi, coisinha — Jin se aproximou. 


— Oi, Jin — sorri para o mesmo. 


— Vem, Jimin, vou te mostrar o seu quarto 


— É só para mostrar o quarto, hein, Jungkook — Taehyung gritou do andar de baixo.


— Não liga para ele, ok? Taehyung deveria ganhar um prêmio por só falar bosta — disse quando entramos no, agora, meu quarto. E eu ri de sua fala. 


— Bom, você pode me ajudar a carregar uma coisa? É que eu não consigo sozinho — e só com aquele pedido eu corei. 


— Claro, Jiminnie


Nós descemos até a porta da república, pegamos minhas coisas e voltamos para meu quarto. Jungkook me ajudou a carregar a maioria das coisas, inclusive, a grande gaiola de Lala. 


Wow, que negócio pesado, o que é? — perguntou, se referindo á gaiola enorme. 


— Pode olhar se quiser 


— Que fofo, qual o nome? — disse assim que viu minha hamster. 


— Lala — sorri ai ver ele brincando com o pequeno animalzinho. 


— Ela é muito fofa. Mas enfim, já que você está aqui, qual sua sexualidade? — onde ele estava querendo chegar com essa pergunta?


— P-por que? — e por que caralhas eu gaguejei? 


— Ué, você veio para uma república onde só tem pessoas da comunidade LGBT, quero saber qual a sua sexualidade — sorriu para mim. 


Merda. Como assim eu vim para uma república LGBT, se eu sou hétero? 


Notas Finais


Buuu, estou de volta.

A sexualidade dos meninos são essas:
Jin - Homossexual
Namjoon - Assexual
Yoongi - Pansexual
Hoseok - Bissexual
Taehyung - Bissexual
Jungkook - Homossexual
Jimin - Hétero de Taubaté

Foi isso, até the next. Beijo, beijo


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