História Lia Levesque e os Semideuses - Capítulo 13


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Categorias Mitologia Grega
Personagens Personagens Originais
Visualizações 3
Palavras 1.230
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ficção Científica

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 13 - Hécate me salva e agora estamos rumo a Fernando De Noronha


Desta vez o sonho me veio, vi Daniel gritando desesperadamente pelo meu nome, então vi uma mulher linda que disse:

-Meu filho, não temos muito tempo, Lia Levesque foi raptada por Porfírion, desta vez ela ficará amarrada com uma corda inquebravel, Drogon provavelmente viu para onde ela foi levada, pede a ele levá-lo até ela, e ele o levará, e meu filho, tenha cuidado, tome esse presente de aniversário atrasado; tenho que ir agora.

Afrodite se desfez em flores, e aquilo que Daniel estava segurando era.... Uma espada, bem grande, metade ouro Imperial e metade bronze celestial, essa espada era mortal para semideuses.

O sonho se desfez, acordeu e me vi amarrada com corda indestrutíveis, eu estava amordaçada, e era impossível de me mexer, aquelas cordas era mesmo difíceis e pior... ruim. Quem fez aquela corda será?

-Ah mas essa corda é feito de raiz- disse uma voz nas sombras lendo meus pensamentos - ela é inquebrável, a Mãe Terra as criou, são impossíveis de quebrar, a não ser por magia. Seu namoradinho deve estar procurando-a preocupado- Então Porfírion saiu das sombras e me pegou pelo pescoço - mas eu acho que já a peguei.

Ele me jogou para o lado como eu fosse um brinquedo, dei um grito de dor que não saia por conta da mordaça.

-Eu vou faze- lá sofrer só um pouquinho.

Ele pegou uma faca que os mortais comuns criaram, e fez um corte na minha bochecha, senti o sangue caindo do meu rosto, ele logo em seguida fez uma forte em minha perna boa, me debati mas ele é forte o suficiente, ele me imobilizou, e na minha mão boa ele também a cortou, eu via horrorizada meu sangue escorrendo por mãos e perna, eu já estava vulnerável aqui, eu não sentia os meus movimentos, se eles não chegassem logo eu estaria muito ferida.

Porfírion ficou rindo diante meu sofrimento, ele fez um corte em cima da minha sobrancelha, e eu só via sangue e mais sangue escorrer, talvez Drogon tenha perdido o meu faro.

-Não é gostoso semideusa? Você está mais vulnerável que tudo, não tem nenhuma ajuda

-Ah nas ela tem sim- gritou uma voz feminina

Olhei para o lado e vi uma mulher estranha para o meu gosto

-Hécate! Por que veio se intrometer?

-Tirando que infelizmente não consigo curar os ferimentos dela, mas felizmente posso solta- lá

Hécate abriu um buraco no teto, a claridade em cegou, mas quando ema voltou a focar eu não estava mais amarrada nem amordaçada, e ainda mais.... Daniel estava lá; na hora que comeceu a tentar me rastejar Porfírion me pegou pelo pescoço, eu não conseguia lutar, perdi todos os meus movimentos, e eles iriam demorar para voltar, Daniel deu um passo a frente com a espada mas Hécate disse:

- Fique ai garoto

-Então você quer salva- lá Hécate? Ela está sufocando agora- disse Porfírion

Era verdade, eu estava sufocando mesmo com aquela mão segurando meu pescoço, de repente eu não estava mais na mão de Porfírion, mas montada em Drogon, até o pégaso se assustou, Hécate gritou

-Vão, eu lhes dou cobertura

Daniel montou em Rhaegal e voamos, Daniel me olhou e perguntou:

-Como você foi raptada?

-Q-quando eu estava falando com Quírion,assim que eu estava voltando levei uma bofetada forte em minha cabeça, eu me encoli diante as dores, então foi ai que ele me pegou

-Eu não devia ido dormir

-Está tudo bem

-NÃO, NÃO ESTÁ NADA BEM LIA. VOCÊ ACABOU DE PERDER O CONTROLE DAS SUAS PERNAS E BRAÇOS. ISSO NÃO ESTÁ NADA BEM.

Me aproximei com o pégaso junto a Rhaegal, os cavalos não se colidiram, mas iam com cautela para não acontecer nada, olhei para Daniel.

-Vem cá

Ele se inclinou com cuidado e eu o beijei, eu queria apagar toda a sua preocupação, queria que ele olha- se que eu estava bem mesmo estando mal, eu estava fraca, exausta, com dor, medo, esperança, ódio, raiva, alegria e amor.

Paramos de nos beijar assim que Drogon e Rhaegal começaram a descer, chegamos ao nosso destino

Daniel desmontou do seu pégaso e eu permaneci no meu, Rhaegal foi junto por querer mesmo, chegamos há uma área de mata, a estátua começou a ficar quente, possivelmente isso significava que estavamos perto, assim que a estátua pelou estavamos numa casa antiga e abandonada. Lá  estava um motoqueiro, ja percebi que era ele

-Ahn... Ares, meu nome é Lia Levesque e esse é Daniel, viemos devolvê-lo o que foi roubado so senhor

-Jura? Em troca o que vocês querem?

-Queremos que essa guerra....- me contorci de dor-..... acabe, que Haded e meu pai parem de brigar

-Isso menina eu não posso fazer infelizmente, eu só comando a guerra entre mortais e não os deuses, principalmente de nosso pai

-O quê? Eu entendi bem? Ares é seu....

-Irmão? Sim, também sou meia- irmã de Díonisio, Hefesti; Apolo, Ártemis, Atena e entre outros.

-É isso mesmo! E você filho de Afrodite? Você não tem muita personalidade de sua mãe

-É e sei.....

-Mas.... Mesmo você não sendo meu filho eu lhe dou a bênção da guerra, você vai precisar

-Ahnn.... Obrigado

-Bom tenho que ir, e obrigado mana por me devolver minha estátua, e outra coisa, voe até Fernando De Noronha, lá você encontrará Apolo, que irá te curar, mas acho que o seu braço fraturado ele não vai conseguir.

-Hãn, obrigada Ares

-De nada, bom, boa sorte para vocês

Ele subiu na moto e desapareceu, quando estavamos voltando oara de onde viemos, os lugares que Porfírion fez os cortes de faca mortal estava roxo com azul, começou a arder de mais, comecei a ficar tonta, cai de Drogon, que parou rapidamente, e comecei a me encolher diante a horrenda dor, Daniel parou com o pégaso e veio correndo em direção a mim:

-O que houve Lia?

-A F-faca e-estava envenenada, eu n-não sabia

-Ah Lia.... como eu queria nesse momento ser filho de Apolo

Gritei de dor, e comecei a chorar,a dor... ela estava insuportável, como eu não sabia que estava envenenada? Será que foi isso que me tirou os movimentos?

-Daniel, pegue a ambrisiosa e jogue em meus ferimentos.

Daniel saiu correndo, pegou a ambrisiosa e trouxe, jogou em cima dos meus ferimentos. Mas o problema é que ela não fez efeito, a ambrisiosa só fez piorar.

-T-temos que ir até Apolo

-Com certeza

Ele me pegou e colocou em cima de Drogon, desta vez ele montou em cima do meu pegáso e ele resmungou algo para Rhaegal que balançou a cabeça, levantamos vôo e Rhaegal veio junto, apoiei minha cabeça no peito de Daniel; ficamos quietos por alguns minutos, até que ele disse:

-Eu tive uma conversa com a minha mãe, ela que me falou que você tinha sido raptada, e ela que me deu essa espada

-Eu sei

-Como?

-Eu sonhei, e vi você, sua mãe te dando uma espada metade ouro Imperial e metade bronze celestial, isso significa a união do Acampamento Meio Sangue e o Acampamento Júpiter

-É deve ser isso

Me encoli de dor, Daniel me abraçou fortemente para que eu não caísse

-Será que estamso perto? -Perguntei

-Não sei Lia, mas espero chegar o mais rápido possível

-Quanto tempo será

-Anh... ja estamos chegando, olhe

Olhei na direção dos olhos dele e vi para onde ele estava olhando, vi uma ilha, estamso chegando a Fernando de Noronha; espero que meu irmão (isso é constrangedor ) Apolo me ajude. Mas infelizmente eu nao iria saber, eu estava começando a ficar inconsciente, e Daniel falando:

-Não Lia, por favor, fique comigo

Eu sabua que eu não iria morrer, mas eu estava sedenso a minha inconsciência, e então apaguei



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