História Liberdade - Capítulo 1


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Armin Arlert, Bertolt Hoover, Eren Jaeger, Erwin Smith, Grisha Yeager, Hange Zoë, Historia Reiss, Jean Kirschtein, Kenny Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Marco Bott, Petra Ral, Reiner Braun, Sasha Braus, Ymir
Tags Erwin X Armin, Levi X Eren, Riren, Ymir X Historia
Visualizações 168
Palavras 720
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, essa é minha primeira fanfic e confesso que estou totalmente insegura e nervosa, mas aqui vai. Espera que goste. Não tenho muito a falar, mas qualquer erro Gomen.

Capítulo 1 - Fim ou começo?


Fanfic / Fanfiction Liberdade - Capítulo 1 - Fim ou começo?

Mais do que nunca eu me sentia insuportável, um vazio imenso e tanta dor que fazia o corte em meu peito ser insignificante diante a tamanho sofrimento interno, e a chuva que antes antes irritava minha pele parecendo pequenos pedaços de gelo agora me confortava como se quisesse transmitir esperança, mas eu não queria ser confortado, era o principal culpado, não merecia nada, absolutamente nada de bom. E uma chuva de pregos era tudo que desejava. Sangrar até desfalecer nessa rua onde após correr por tanto tempo me encontrava sem ao menos saber se conseguiria voltar pra casa.

Casa? É mesmo, fora consumida por chamas por aquele desgraçado.  

Petra, eu sinto muito. 

Estava tão inerte ao saber a felicidade de amar alguém e ter essa pessoa a suas poses, abaixei a minha guarda e você morreu nas mãos de quem eu deveria ter te protegido, e essa culpa que eu sinto está me matando, mas eu mereço morrer, assim como ele eu criei meus próprios pecados. 

Não estou suportando ser eu, estar dentro de um monte de carne podre, queria me rasgar, estocar o meu sangue, com uma mínima ilusão de achar algo puro em mim.

- Senhor ?! - meus olhos vagam lentamente para uma figurinha a minha frente, demorando uns segundos até focar minha visão em pequenas esferas verdes, que mesmo no escuro teimavam em cintilar em minha direção, me encarando com preocupação e... Argh... pena. Não preciso da pena de ninguém. O olhei com desgosto, mas suas feições não se abalaram.

- O que foi, pirralho ? -  a irritação era nítida em minha voz, por mais que saiu fraca teve  bom som nos ouvidos do garotinho desconhecido.

- Você está sangrando, tem que ir no medico se não quiser morrer nessa chuva. - falou o óbvio, como se quisesse me lembrar que eu ainda não morri e podia continuar respirando. 

- Isso não é da sua conta, agora vaza. - ele moveu um pé e por um segundo eu pensei que ia correr e voltar pro colo da mamãe, o que toda criança fazia quando falava com certa grosseria, ilusão minha, se sentou ao meu lado no meio fio e abraçou os joelhos, pensativo e seu olhar fixo nos pingos d'água que dançavam no chão banhados pela luz produzida pelo único poste de luz que jazia no local. 

- Por que...

- Não gosto de ver pessoas sofrendo, muito mesmo morrendo. - apontou para o líquido vermelho que ligava seu peito ao chão. - Pela perda de sangue você desmaiara em breve, vou esperar. - disse já percebendo que eu não tinha intenção de lutar pela minha vida, deu um pequeno sorriso antes de continuar a falar - Vai ficar tudo bem, meu pai é médico.  

Ainda restava forças para expulsa-lo e mandar que respeite minha vontade de morrer, mas meu corpo não o obedecia. Era como se meu subconsciente o tivesse chamado e meu corpo o prendendo a mim, com um imã. 

Não sei ao certo quanto tempo se passou até que o silêncio e a campanhia do garoto se tornou confortável, que, inacreditávelmente, estava gostando. Cada vez eu me sentia mais fraco, sem conseguir mover um dedo, esperando só desacordar e vê o que aconteceria depois.

Do meu lado o garoto pela primeira vez em minutos se mexeu e me encarou, seus olhos se arregalaram levemente em espanto, logo se suavizando, com certeza eu estava parecendo uma múmia ensanguentada.

- Me chamo Eren. - disse sorrindo, tão inocente. 

- Levi. - minha boca criou vontade própria e disse em um fio de voz mau sendo audível aos meus ouvidos, me perguntando se Eren tinha escutado perdi a forças e cai sobre seu pequeno colo e tudo começou a virar um borrão preto

"Estou morrendo? 

  Não,  Eren ele... "

 

 

Depois disso acordei em uma maca de hospital, a enfermeira responsável pelo meu bem estar me disse que eu fiquei desacordado por 3 dias e que um ex-funcionário acompanhado de um garotinho me trouxe com meus machucados e corte muito bem tratados que só precisaria de uma transfusão de sangue.

Naquele dia, agradeci mentalmente ao sol por ter nascido, decidindo lutar pela vida, uma força vinda de dentro de mim que eu a desconhecia, a mesma me impedia de arrancar meu coração com minhas próprias mãos.


Notas Finais


Críticas e sugestões seram bem-vindas
Até


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