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História Liberdade Condicional - Dramione - Capítulo 52


Escrita por:


Notas do Autor


Oi meus amores!
Chegamos ao fim de mais uma história!!!

Espero que tenham gostado e que gostem do epílogo!

Lá vai!

Capítulo 52 - Finalmente Juntos (Epílogo)


Hermione 

— Amor, estava tudo uma delícia. – Eu sorri, largando os talheres no prato abraçando Draco pelos ombros e dando um demorado beijo em seu rosto. – Você é o melhor cozinheiro do mundo. 

— Tem sobremesa? – Scor perguntou, nos fazendo rir. 

— Não, filho. – Respondi, torcendo os lábios. – Mas eu sei fazer um bolo delicioso de chocolate com cobertura. Você quer? 

— O bolo da mamãe é bom! – Rose sorriu. – Faz mãe! 

— Ok, vou fazer pra vocês! 

— E enquanto isso, eu vou tomar o meu banho. – Draco disse, se espreguiçando. – Tenho sonhado com um chuveiro quente há dias. 

— Vá sim, querido! – Sorri. – As crianças vão me ajudar na cozinha, não é? 

— Sim! – Os dois gritaram e Hugo bateu palminhas. 

— Eles já sabem da novidade? 

— Que novidade? – Rose nos encarou, curiosa. 

— Eu ia contar agora. – Sorri e Draco assentiu, me encorajando. – Vocês todos vão ganhar um irmãozinho! 

— Outro? – Rose arregalou os olhos e Draco gargalhou. 

— Sim, filha. 

— E cadê ele? – Scorpius perguntou, olhando para os lados e eu suspirei. 

— Ele está na barriga da mamãe. – Draco respondeu pacientemente e Rose gritou, horrorizada. 

— Eca, mãe! Você almoçou o meu novo irmão? 

Eu explodi em gargalhadas e Draco ria tanto que nem conseguia falar. 

— Não, querida. – Disse a risada e ela franziu o rosto. – O tio Draco plantou uma sementinha na barriga da mamãe o bebê vai ficar quentinho e protegidinho aqui dentro até que possa sair. 

— O meu irmão novo é uma flor? 

— Não, gatinha. – Draco riu. – Ele ainda é só uma sementinha, mas vai crescer até virar um bebê, assim como Hugo era, quando chegou. Você se lembra? 

— Ele era magricela e cabeçudo. – Ela concluiu e encolheu os ombros enquanto Draco ria e eu torcia os lábios com a percepção aguçada de minha filha. – Tá bom. A gente pode ir fazer o bolo agora? 

— A gente pode. – Eu sorri, me levantando da mesa e dando um último beijo em Draco. – Bom banho. 

— Seria melhor com você. – Ele sussurrou, me fazendo corar. 

— Não seja por isso. Deixe só as crianças dormirem. – Respondi em seu ouvido e fui para a cozinha fazer o tão sonhado bolo. 

**** 

1 mês depois… 

— E aí, o que achou? – Draco perguntou ao visitarmos a quarta casa, que ficava em um bairro residencial de Londres. Era um sobrado azul com janelas brancas, um grande jardim com um gramado verdinho, alguns arbustos floridos e uma macieira com muitos galhos para Scorpius escalar. No fundo da casa também tinha um quintal com algumas árvores e plantas. 

O interior da casa era bem grande também. A sala de estar era imensa, bem iluminada e arejada. Tinha uma lareira e bastante espaço para móveis e eletrodomésticos para vivermos com o melhor dos dois mundos. A cozinha era tão grande que chegava a ser acoplada com a sala de jantar, onde caberia uma mesa com oito cadeiras e um aparador com um vaso de flores. Haviam muitas bancadas de mármore, o que nos dava bastante espaço para cozinhar com as crianças e para todas as minhas coisas trouxas de cozinha. Havia um enorme escritório também e um lindo lavabo. Na área de serviço tinha uma porta para um amplo porão onde poderíamos improvisar uma biblioteca ou um espaço para as crianças brincarem no inverno. 

O andar de cima era surpreendente. Havia quatro quartos, uma suíte e dois banheiros. A quantidade exata para cada uma das crianças ter privacidade e, no fundo do corredor, havia uma escada para o sótão, mais um lugar onde poderíamos improvisar algo diferente. Todos os quartos eram amplos e bem arejados, com janelas iguais e armários embutidos e eu estava apaixonada por aquela casa, enquanto dava uma boa olhada no último quarto, que tinha as paredes pintadas de salmão com desenhos de pequenas flores corais. 

Eu podia imaginar um berço branco em um dos cantos e uma cômoda com trocador ao lado da porta. Um tapete creme felpudo e alguns brinquedos espalhados. Era o quarto perfeito para uma bebezinha. Coloquei a mão em minha barriga e sorri.

— Ei, filhote, você é um príncipe ou é uma princesinha? – Perguntei, acariciando a minha própria pele e suspirei, olhando pela janela e me imaginando vivendo naquela casa com a minha família. Na minha imaginação, aquilo pareceu a melhor ideia de todas e eu abri o meu melhor sorriso assim que eu vi o meu marido entrando no quarto. 

Sim, eu tinha me casado com Draco. Não foi a maior festança como ele queria, apenas assinamos o papel em um jantar com os amigos mais íntimos e os familiares para comemorar, mas estávamos muito, muito felizes. 

— E aí? Gostou? – Ele perguntou, se apoiando no batente da porta com um sorriso no rosto. 

— Eu amei. Acho que esta casa é perfeita para nós todos. 

— Eu já imaginava que você iria gostar dela. – Ele riu. – Acha que as crianças vão gostar? 

— O que? Eles vão amar! – Disse, empolgada. – O Scor vai pirar naquelas árvores e a Rose vai amar ter um quarto só pra ela! 

— Foi o que eu pensei. Eu adoro essa casa. O bairro também é seguro e silencioso e não é longe do ministério e da escola das crianças. – Ele sorriu, se aproximando e me abraçando pela cintura. – Então decidimos? 

— Decidimos! 

— Não quer nem ver as outras duas? 

— Não. – Eu abri um sorrisão. 

— Podemos trazer o Elfo? – Ele ergueu as sobrancelhas e eu torci os lábios. 

— Você sabe a minha opinião sobre a escravidão dos elfos, Draco. 

— Nós podemos dar um salário a ele. O que acha? E fazer um quarto aconchegante no sótão. 

— Hum… Assim pode ser. – Eu sorri, concordando e ele me deu um beijo rápido. 

— Vou preparar os papéis para assinarmos. A casa é nossa, amor. 

Dei um grito agudo, me jogando em seus braços. Ele me rodopiou e depois me abraçou fortemente. 

— Eu te amo, Draco. – Disse e o puxei para mais um longo beijo. 

 

***** 

3 meses depois… 

Draco passou pela porta de casa com o seu jaleco pendurado nos braços e, ao me ver sentada no sofá, arregalou os olhos, em descrença.

— Chegou cedo! – Disse, se aproximando para selar nossos lábios. 

— É. – Encolhi os ombros, enquanto ele se sentava ao meu lado e me puxava para deitar em seu colo. 

— Aconteceu alguma coisa? – Perguntou, fazendo carinho em meu cabelo, o que me fez sorrir e me aconchegar antes de fechar os olhos e responder tranquilamente à sua pergunta. 

— Pedi demissão. 

— É? – Ele perguntou, não parecendo surpreso. 

— É. Eu odiava trabalhar no esquadrão e tentei de tudo para que me mudassem de área, mas não me mudaram. Então, depois de todas as conversas que nós dois tivemos, eu decidi sair e ir trabalhar com algo que realmente me faça feliz. 

— Isso é bom. – Ele sorriu e acariciou minha barrigona de cinco meses. – Ouviu isso, filha? A mamãe vai trabalhar com algo legal! Que vai ser… 

— Eu estou montando uma proposta para uma nova divisão no setor de criaturas mágicas do ministério. Em prol dos direitos dos elfos domésticos. Kingsley me deu seu apoio e gosta da ideia, mas eu preciso apresentar um projeto formal em um mês. 

— Que ótimo, amor! – Ele sorriu, beliscando o meu nariz. – Você vai conseguir, tenho certeza. E você tem o meu apoio. 

— Eu sei. – Sorri, dando um beijo no dorso de sua mão. – Você é o melhor.

Ele piscou um olho para mim e ergueu minha blusa, deixando a minha barriga à mostra para que ele pudesse acariciá-la e se esticar para dar um beijinho em minha pele. 

— Oi, princesa do papai! – Começou a falar com a voz afetada, o que me fez rir. – Como foi o seu dia aí dentro da mamãe? 

— Ela não parou de se mexer nem por um segundo. – Contei, acariciando minha barriga. 

— Ah, droga! Eu nunca estou perto quando ela faz isso. – Ele reclamou e eu sorri, colocando minha mão por cima da dele. 

— Acho que você a acalma. – Sugeri e ele sorriu. 

— Já sabemos quem de nós dois vai fazê-la dormir. – Ele brincou, me fazendo rir. 

— Com certeza vai ser você. – Me espreguicei, bocejando. – Onde estão as crianças? 

— Na escola. O ônibus escolar deve deixá-los aqui em quinze minutos. 

— Que demora. – Fiz um bico de chateação e ele aproveitou a deixa para roubar um beijo. 

— Logo eles chegarão. 

— E como foi o seu dia no trabalho? 

— Cansativo, mas bom. Atendi umas dez crianças hoje. 

— Caramba! Quantas! 

— Pois é, o frio tá deixando todo mundo gripado. É isso que dá não tomar as vitaminas que o pediatra manda. – Ele reclamou, contrariado, me fazendo rir. – As nossas crianças não ficam gripadas!

— Elas tem um pai ou padrasto maravilhoso que cuida da saúde delas. – Eu me levantei e beijei o seu rosto, antes de me esticar inteira e ir para a cozinha em busca de algo para comer. 

 

**** 

5 meses depois… 

— Quem é a coisa linda da mamãe? – Eu perguntei para a coisinha pequena que estava deitada no sofá com um macacãozinho florido. Ela deu uma gargalhada alta, que fez Scorpius sorrir. Rose passou a mão pela cabeça da irmã e deu um beijinho em sua testa. 

— Ela é tão fofinha! – Rose disse, sorridente. 

— Ela é. – Eu sorri, beliscando o nariz da pequena Rachel, que abriu um sorriso banguela. 

— Quando é que eu vou poder ensiná-la a subir em árvores? – Scor perguntou e eu fiz uma careta. 

— Eu não sei, querido. Ela ainda não sabe nem andar, acho que vai demorar um pouco. 

— Eu posso ensinar ela a andar?

— Quando chegar a hora, meu amor. 

— Prontinho! – Draco se aproximou, com uma bandeja cheia de copos e uma mamadeira. – Aqui estão a mamadeira do Hugão e os copos dos mais velhos. 

— Eba! – Scorpius pegou o seu copo do pateta enquanto Rose pegava o da Margarida. Eu entreguei a mamadeira para o Hugo e peguei Rach nos braços para fazê-la dormir, já que ela já tinha mamado. 

Draco se sentou ao meu lado no sofá e me aninhou em seus braços de forma carinhosa, dando um beijo em minha têmpora antes de acariciar o rostinho da nossa bebê. 

— E então, Mione... – Sussurrou em meu ouvido, me fazendo sorrir. – Algum dia na sua vida você chegou a pensar que nós dois teríamos tudo isso? 

— Não. Definitivamente não. Mas eu adoro uma boa surpresa. 

— E eu adoro você! 

— Eu te adoro mais. – Respondi, encostando minha cabeça em seu ombro, com a certeza de que o resto de nossas vidas juntos estava apenas começando. 

 

FIM 

 


Notas Finais


Muito, muito, muito grata a todos que acompanharam, favoritadam e comentaram!
Vocês sabem que isso é muito importante para mim! Vocês são lindos e é uma honra imensa ter cada um de vocês como meus fieis leitores!

Espero que tenham gostado e estou ansiosa para ver os comentários!

Nos vemos em uma próxima história!


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