História Liberty - Always Is Forever ( Clace ) - Capítulo 13


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Postado
Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Alec Lightwood, Clace, Clary Fray, Isabelle Lightwood, Jace Herondale, Magnus Bane, Prostituição, Simon Lewis, Violencia
Visualizações 324
Palavras 1.329
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei, faltam apenas alguns capitulos, talvez dois ou três. Bom espero que gostem
...

Capítulo 13 - Almost A Happy Ending


Fanfic / Fanfiction Liberty - Always Is Forever ( Clace ) - Capítulo 13 - Almost A Happy Ending

Ele estava congelado, o medo estava entrando em suas veias e se ela não ficasse bem? Essa era uma pergunta que estava se fazendo a horas Izzy, Tessa e Alec estavam com ele, Valentine não apareceu, mas era esperado, ele se arrependeu tanto de tê-la deixada sozinha, ela disse que precisava de ar e como a Starbucks era na frente do Central Park ele não deu muita importância, claro que pediu se não queria que ele ficasse, mas ela disse que estava com fome e era para ele e ir que iria ficar bem, e agora ele estava na sala de espera de um hospital, quanto azar.

O médico saiu da sala e Jace pulou, o médico que se chamava James o olhou atentamente.

- Ela está bem? – Foi Tessa que perguntou, já que Jace não conseguia formar palavras concretas pelo nervosismo, James olhou para ela, seus olhos parando por um segundo, Jace pegou isso, depois ele se endireitou e falou.

- Sim, ambos estão. – Anunciou ele,  todos soltaram um suspiro de alívio, até que seus olhares ficaram arregalados, com certeza pela menção da palavra Ambos, Jace olhou para eles com um olhas de depois eu explico e se voltou para o doutor.

- Posso vê-la? – Pediu, calmo por fora, mas o medo se espalhando pelas veias no corpo.

- Claro, ela está dormindo por conta dos sedativos, mas pode ir vê-la. – Declarou James, Jace o seguiu, James o levou até a porta do quarto e depois foi ver outro paciente, ele parou por um segundo, antes de abrir a porta e capturar uma imensidão de cabelos vermelhos espalhado pelo travesseiro, os lábios dela estavam entreabertos, enquanto o peito subia e descia com cada respiração que tomava. Ele sentou ali na poltrona e a observou dormir.

[]

Ela estava perdida em sua mente, tudo que via era preto e alguns relances de luzes brancas, ela podia ouvir vozes ecoando, mas não conseguia distinguir de onde vinha, algo lhe estava dizendo para abrir os olhos, até que esclareceu melhor seus sentidos e não era algo e sim alguém, ela estava confusa sobre quem no começo, mas depois ouviu com mais clareza e distinguiu que era a voz de Jace, já neste ponto ela podia sentir uma sensação quente em sua mão e uma leve carícia em seus cabelos, e pela áspera sensação que preenchia seus dedos, ela racionalizou que seria Jace. Agora, mais do que nunca, queria abrir os olhos, seu subconsciente estava se esforçando para cumprir esse desejo, até que uma forte dor a atravessou e depois uma luz forte branca a penetrou nos olhos, aquilo doía, parecia que estavam queimando seus olhos, ela abriu e fechou várias vezes antes de se acostumar com a luz forte, a primeira coisa que viu foi uma grande parede branca, então sentiu como se estivesse nua, mas havia uma leve folha a cobrindo, olhou para baixo e viu que estava em uma camisola, seus sentidos fazendo conexão com o cérebro e ela adivinhou estar no hospital, mas o que estava... ela parou de se questionar quando sentiu uma dor aguda no ombro quando foi se mecher.

- Clary. – Ela ouviu seu nome ser chamado, então seus olhos se abrirão com mais clareza e ela já podia ver que Jace não estava na poltrona e sim sentado em sua cama, ele ainda segurava sua mão, mas não acariciava mais seus cabelos, Clary o olhou e viu os olhos cansados e as manchas de lágrimas nas bochechas. – Deus, pensei que não ia mais ver seus olhos. – Suspirou ele, água se formando em suas íris mais uma vez, quando uma lágrima escorreu, ela inclinou o braço para limpa-la, desta vez, ela mexeu o outro ombro, então não doeu tanto quando o outro, mas ainda picava, ele sorriu tristemente para ela e se aproximou.

- O que aconteceu? – Perguntou ela, a voz meio rouca por conta dos sedativos que lhe deram.

- Você foi atacada por alguém, eles perfuraram seu ombro, você perdeu bastante sangue, eles disseram que você ficaria bem, mas precisavam urgentemente de um doador de sangue, ou... ou o bebê, ele não suportaria a... a... – Ele não conseguiu terminar de falar, o tremor em sua voz era muito grande, até que médico entrou.

- Vejam quem acordou. – Disse James, indo ver se estava tudo bem com ela. – Seu corpo está muito fraco, mas achamos um doador compatível. – Declarou James. Clary e Jace o olharam, querendo saber quem seria, James vendo suas expressões de curiosidade especificou: - Lucian Graymark. –

Clary fez uma expressão mais confusa, Luke? O chefe da segurança do Pandemoniun? Então ea lembrou de quando era pequena e ouviu sua mãe brigar com seu pai por um tal de Lucian, ela nunca entendeu o por que. Mas ela lembra que quando seus pais brigavam, Jocelyn sempre ficava na casa de um amigo, seu pai sempre a xingava de nomes, como se ela fosse uma desgraça para a família, como se não devesse estar ali, isso era algo que ela nunca entendia, teve uma vez que seu pai a chamou de intrusa. Agora ela está entendendo e não acredita que este tipo de coisa poderia estar acontecendo.

Lucian Graymark, era seu pai.

[]

A transfusão não foi tão ruim assim, Luke já sabia que Clary iria ligar os pontos, quando se encontrarão ela havia ficado parada na porta, até que Luke disse para ela entrar, enquanto a transfusão ocorria, eles conversaram, Luke disse que deveria voltar ao trabalho, mas eles poderiam marcar um dia para almoçar e explicar melhor a situação, ela recebeu alta nesse mesmo dia, o médico, James, recomendou que repousasse por alguns dias, seria melhor para ela, Jace a levou para o apartamento dele, ela perguntou o que ocorrerá com Jennifer, ele disse que ela fez um escândalo, que chorou e ameaçou se matar, mas ele não deu bola para isso, mandando ela fazer as malas e sair dali. Quando Clary chegou, foi diretamente para o banheiro, tirar aquele cheiro de hospital, depois encontrou Jace deitado na cama, lendo alguns papéis, se deitou ao lado dele.

- O que está vendo? – Perguntou, ele baixou os papéis e sorriu para ela, depois os colocou na cabeceira e lhe abraçou.

- Nada. – Sorriu tranquilamente, ela se aconchegou mais nele, demoraram um tempo para falar de novo. – Sabe eu... – Ele indagou.

- Você... – Incentivou...

- Quer vir morar comigo? – Ele pediu, nervosamente, ela cogitou a hipótese, meio surpresa, mas cogitou, não podia negar que queria viver com ele, acordar com ele, dormir com ele... bem, para sempre.

- Quero. – Ela sorriu docemente.

- Tudo bem, eu sei que foi meio... – Ele parou a frase no meio quando entendeu que a resposta dela foi sim. – Você quer? – Pediu, ainda surpreso.

- Sim, nós queremos. – Ela disse, incluindo o bebê na conversa.

Ele sorriu, um sorriso grande, depois a pegou pelo colo e a fez ficar em cima dele.

- Eu te amo. – Pronunciou, olhando para ela profundamente. – Eu amo vocês. – Ele corrigiu, ela o penetrou com os olhos verdes, antes de abrir um grande sorriso.

- Também te amamos. – Pronunciou, antes de o beijar, um beijo que começou lento, agora estava começando a se agitar e as roupas estavam sendo jogadas pelo quarto, até que um celular soou.

- Ignore. – Murmurou Jace, entre os beijos, Clary assentiu e começou a atacar a mandíbula dele com beijos, até que o celular começou a tocar de novo, Jace emitiu um som de raiva e com o olhar, pediu desculpas a Clary e pegou o telefone.

Izzy.

“ É bom que seja urgente “

“ Sim Jace, é. Ligue no canal 12, agora, tchau. “

“ O que por... “

Ela já havia desligado, Jace fez o que lhe pediram e assim que viu a manchete, quase caiu de costas, assim como Clary. Que ofegou audivelmente.

Jennifer Blomkamp foi encontrada morta em sua própria casa, corte nos pulsos e overdose de remédio, com uma carta de adeus.


Notas Finais


Continuo ou paro?
Talvez o primeiro capitulo da próxima fic saia hoje.


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