História Libido - Capítulo 57


Escrita por: ~

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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Bdsm, Farosella
Visualizações 666
Palavras 1.476
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Último capítulo bebês

Capítulo 57 - Duas


Pov Henrique.

Subi na minha moto e corri para a casa de Paola, ela havia me ligado dizendo que precisava falar comigo e achei seu tom de voz diferente, aquela mulher era uma caixinha de surpresas.

Quando parei em frente a sua casa ela estava na porta com um sorriso que eu nunca tinha visto, diria até iluminado.

- O que aconteceu? - eu disse quando ela veio vindo na minha direção.

- Me da o outro capacete - ela me olhou e eu entreguei a ela.

Paola subiu na minha garoupa e prendeu ambas as mãos na minha cintura.

- Preciso saber para onde vamos - sussurrei e ela riu.

- Vamos para o litoral - ela disse com o mesmo tom autoritário que sempre tinha.

- Essa hora? Já vai anoitecer

- Yo gosto da noite, praia a noite são mágicas.

- Eu não sei porque ainda me surpreendo com você - disse e dei partida na moto.

Pegamos a estrada e cada vez que passávamos por um semáforo Paola me apertava mais forte.

Eu aproveitada ela junto de mim, por um momento achei que poderiamos fugir de tudo e todos e vivermos juntos bem longe da TV e pessoas nos julgando, pensamento infantil eu nem sabia se ela iria comigo mas aquele pensamento me agradava muito.


(...)


Chegamos no litoral e comprei uma água de coco para ela, Paola estava sentada na areia, com um jeans e uma jaqueta de couro, mesma que ela usou no primeiro dia de gravação do programa.

- Gracias - ela disse quando entrei o coco e um canudo dela e ela bebeu ainda olhando o mar.

- Você está quieta - eu supirei sentando ao seu lado - e mais misteriosa que o normal.

- Acho que eu ainda to escolhendo as palavras, eu tenho duas coisas para te contar, e as duas coisas eu nunca falei para ninguém - segurei firme a mão dela como se quisesse passar uma segurança a ela.

- Você pode me contar o que quiser, sabe disso - sussurrei e ela deitou sobre meu peitoral - por que estamos aqui?

- Por que tinha tempos que eu não via o mar, ainda mais a noite, gosto de ver a lua refletida no mar, a brisa, o cheiro da maresia... Achei que me ajudaria a te dizer isso.

- Poética chef Paola Carosella - comentei e ela soltou um sorriso - seja o que for que tenha para me contar comece do início...

Ela colocou o coco sobre a areia e deitou a cabeça nas minhas pernas, passei a mão pelos seus cabelos enquanto ela ainda encarava o mar.

- Você se lembra quando descobrimos do suicídio da Carine?

- Lembro... - comentei ainda sem querer saber de onde ela queria chegar.

- Lembra que a gente transou um dia antes.

- Claro, foi quando a gente fez as pazes.

- Então, eu fiquei muito abalada e meio que vacilei... Eu to grávida Henrique.

Senti meu corpo inteiro gelar, ela estava grávida e eu era o pai, minha mão gelou, senti uma enorme felicidade, ela levava um fruto meu no ventre.

Automaticamente levei minha mão ao seu ventre e acariciei por cima da blusa.

- Como você descobriu? Eu to sem palavras...

- Falei que era difícil achar palavras, mas eu tava na casa da Gabi depois das fotos e tive outras daquelas tonturas, tinha falado para ela meus outros sintomas e ela deu um grito dizendo que eu podia ta grávida - ela pausou - achei que era impossível por que eu sempre tomei o remédio direito e não sou mais uma menina, mas lembrei daquela noite e fiz as contas... Compramos cinco testes de farmácia e todos deram positivo, nós fizemos uma pessoinha...

- Fizemos... - acariciei novamente a barriga dela.

- O que você ta sentindo? - ela perguntou me olhando.

- Um enorme misto de supresa e felicidade... Quando você foi pra Londres eu vim para essa mesma praia, arrasado, fodido psicologicamente, a mulher que eu amo tinha ido pra sei lá onde sem acreditar nas minhas palavras para ela... Agora essa mesma mulher vem me dizer que ta grávida de mim, acho que eu só não sai pulando porque você ta deitada - finalizei e ela sorriu - e você o que ta sentindo.

- Medo, pavor, pânico... Eu não faço ideia como vou ser mãe, eu nunca nem pensei na ideia... Mas eu fiquei tão feliz...

- Eu vou tá com você, do seu lado na sala de parto, segurando a sua mão - segurei firme a mão dela enquanto a brisa se tornava mais fria.

- A vida é a morte andas tão juntas, estava chorando a morte de Carine enquanto uma vida estava ser formando dentro de mim.

- Não pense nesse assunto, pense só coisas boas, vamos da muito amor a essa "pessoinha" - usei suas palavras - eu vou está do seu lado e do lado do nosso filho o tempo todo.

- Nos-so fi-lho... - ela repetiu pausadamente - será que um menino?

- O que você acha que é?

- Una guapa acho, não sei - ela segurou minha mão que estava encima de sua barriga a todo momento - depois do meu surto de descobrir a gravidez chamei duas vezes de "ela" involuntariamente... Talvez seja um sinal.

- Duas Carosellas na minha vida, to ferrado mesmo - ela sorriu novamente com meu comentário - independente do sexo se tiver esse seu sorriso, eu já vou ser o homem mais sortudo do mundo.

- Você acha que seus filhos vão gostar de ganhar um irmãozinho?

- Eles vão amar... Agora teremos que contar a Fernanda, não da pra falar que o pai é Gabi.

- Verdade...

- Mas tudo em seu tempo, você pensou em nomes?

- Claro que não, eu descobri que sou mãe a algumas horas...

- Mas precisamos pensar, você tem algum favorito?

- Não.. fazemos o clichê do se for menina eu escolho e se for menino você escolhe...

- Você querendo um clichê? - fingi surpresa e ela revirou os olhos.

- Devem ser os hormônios...

- Se for menino, eu gosto de Gabriel.

- Nome de anjo, como a mãe, gostei... - ela suspirou e se ajeitou sobre minha perna.

- Você é uma anja... Ta bom.

- Olha que eu ainda te castigo, to grávida mas ainda tenho meu chicote.

A gravidez não havia mudado ela tanto assim.

- Não está mais aqui quem falou.

- Você ainda vai me querer quando eu tiver gorda?

- Você não vai ficar gorda e se ficar eu ainda te desejaria do mesmo jeito, porque o que sinto por você vai muito além do físico.

- E se for menina, você já pensou no nome?

- Eu gosto de nomes italianos, assim como o meu, minhas avós são italianas... Pensei em Francesca talvez.

- Gostei desse nome, então só precisamos saber o que tem ai no forno.

- Agora eu sou um fogão - ela disse gargalhando - Liguei pro meu médico para a primera consulta, eu não sou mais nenhuma novinha, tenho mais de 40 e quero que ela venha cheia de saúde.

- Eu vou com você, quero ir em todas as consultas... E você chamou de "ela" novamente.

- Viu? Eu nem noto - ela olhou para a própria barriga.

- Eu irei amar as duas - me abaixei e beijei seus lábios, com calma, me aproveitando da brisa e do sabor de seus lábios, suguei sua língua quando ela colocou a mão na minha nuca.

- Ta ficando tarde, melhor a gente ir, não quero que você pegue uma gripe.

- Virou meu pai também?

- Você ta carregando meu filhote, tenho que cuidar - disse e ela fechou o cenho fazendo uma careta.

- Filhote? Que legal agora me sinto uma cadela - ela sentou na areia e eu levantei, dando a mão para ela se levantar. - acho que preferir ser comparada a um fogão 

Quando ela retirava a areia da calça tive um lapso de memória.

- Que outra coisa você tinha para me contar?

- Outra? - ela me encarou

- Você disse que tinhas duas coisas para me falar que nunca tinha falado para ninguém... Qual a segunda?

Paola se aproximou de mim e segurou minha calça pelo buraco do cinto.

Ela me olhou nos olhos, senti minha espinha se arrepiar como sempre sentia, quando ela me olhava daquela forma meu mundo parava.

- A segunda coisa é...

Ela parou e olhou fixo meus lábios, depois olhou novamente nos meus olhos.

- Eu neguei pra mim mesma a tempo mas eu preciso te dizer... Eu nunca disse para ninguém porque eu não me permeti.

- Diga - murmurei num sussurro

- Eu te amo - ela disse não somente pelo lábios mas com o olhos castanhos que se declaravam ainda mais - te amo corazón.

Fim 


Notas Finais


Eu nem sei como agradecer cada comentário vcs me deram uma força enorme, amei escrever essa fic, cada cena eu escrevia pensando em vcs.
Espero que tenham gostado do final... Escrevi ele todo imaginando com carinho cada palavra.
E vou dizer que estou com ideia de uma nova já pq não consigo ficar longe de vcs muito tempo
Beijos e vcs são todos meus corazóns


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