História .library sex - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Taeyong, Ten
Tags Bottom!taeyong, Lemon, Pwp, Taeten, Ten!top, Tentae
Visualizações 992
Palavras 1.364
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


tive a ideia enquanto pegava uns livros na biblioteca da escola ;)

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Seu short foi abaixado com delicadeza, as mãos raspando em sua pele nua, fazendo com que todos seus pelinhos da nuca fiquem eriçados. Ele ouve a risadinha baixa de Ten contra sua nuca, enquanto o tailandês apertava a carne de sua bunda com força. Suas bochechas esquentaram, sabia o porquê do seu amante estar rindo, Chittaphon provavelmente estava o achando um tanto desesperado por não está usando nenhuma peça íntima por baixo do short.

O dedo longo e áspero rodeou sua entradinha, fazendo seu corpo responder de forma necessitada. Ele apoiou suas mãos sobre uma das repartições da estante daquela biblioteca, empinado seu quadril para que pudesse ter mais contato com o polegar que o acariciava sem nenhum pudor.

Mordeu seus lábios quando Ten o invadiu, sua entradinha se alargando sem nenhum tipo de lubrificação, ele desejava isso, a dor, a ardência. Ele já podia sentir seu membro vazando e eles nem tinham realmente começado.

Os joelhos de Ten foram contra o chão, sem parar com seus movimentos dentro do canal apertadinho, procurando pela próstata do ruivo. Com sua mão livre desabotoou sua calça jeans, tirando seu pau para fora, massageando toda sua grande extensão, espalhando seu pré-gozo. Ele substituiu seu polegar por seu indicador e seu dedo médio, olhando para seu bebê escorado sobre aqueles livros, apertando seus dedos sobre o material.

– Por que ainda não estou te ouvindo, baby? – Seus dois dedos foram fundo, encontrando o pontinho sensível de Taeyong, estocando ali rapidamente. Ele ouviu o primeiro gemido sair da boca do ruivo, mas não fora do seu agrado, ele era melhor que isso. Tirou a sua mão de seu membro, levando até o de Taeyong, fechando seus dedos envolta da sua glande, sabendo que ali era um tanto sensível. – Eu estou esperando Tae, não se esconda, baby.

– Tenie, precisamos ser rápidos alguém... Ahm! – Taeyong gemeu alto quando sentiu os dedos de Ten dentro dele, alargando cada vez mais.

A mão de Ten abandonou sua glande totalmente rubra e molhadinha, Taeyong nem teve tempo de reclamar pela falta de contato. Não quando sentiu sua nádega direita ser afastada pelos dedos de Ten, e sua língua começar a fazer o trabalho junto. Ele não segurou os gemidos dessa vez, apertando cada vez mais a madeira da estante enquanto empurrava sua bunda contra o rosto de Ten.

Ele se sentia no paraíso, se esquecendo por um momento que estavam em um local público. A algumas fileiras dali algumas pessoas estavam escolhendo livros para levar para casa. Mas ele não tinha tempo para pensar nisso quando Ten o lambia com tanto desejo. A língua se juntou aos dedos, facilitando as estocadas em sua próstata, ficando escorregadio e molhado.

– Tenie-ah... Porra, m-mais, mhm, eu p-preciso de mais. – Taeyong gemeu, levando uma das suas mãos para suas costas, tateando até encontrar a maciez dos cabelos castanhos de Ten, empurrando seu rosto contra sua entrada sensível.

Ten não parou com os movimentos, ora sugando, ora lambendo e enfiando seus dedos no buraquinho apertado e tão convidativo. Taeyong que até então estava com seus olhos fechados e gemendo manhosamente contra os livros cheios de poeira, abriu os mesmos assim que ouviu vozes se aproximando.

Ele sentiu toda a adrenalina tomar conta do seu corpo, as pessoas estavam chegando perto de onde eles estavam, e tudo que Taeyong podia pensar era o quão próximo ao orgasmo ele estava. Ele podia ver pelas frestas livres em que os livros não ocupavam duas mulheres conversando sobre um livro que estava na mão da mulher baixinha. Sua visão ficou embaçada por um momento, impedindo de ver qualquer coisa a sua frente, prendeu seus lábios entre os dentes quando Ten pareceu aumentar as sucções em sua entradinha. A formigação tomou conta de todos os seus músculos, até que seu gozo foi liberado entre os livros que ficavam na parte de baixo.

Ele sentia que iria cair, mas Ten foi mais rápido em agarrá-lo pela cintura. O pau do tailandês se esfregando entre suas nádegas macias, completamente duro.

– Você foi ótimo, baby. – Ten elogiou, seu nariz enfiado entre os fios vermelhos e úmidos que cobriam sua nuca. Taeyong ronronou com as carícias, tentando controlar sua respiração afoita pós orgasmo. – Olha só a bagunça que você fez, estou orgulhoso.

Ten tomou o membro de Taeyong em suas mãos, movendo seu punho para frente e para trás, ele ainda sentia o corpo tremular sobre si. Os movimentos lentos e contínuos acabou tirando uma última gota de gozo, que Chittaphon não perdeu tempo em deixar com que ela caísse entre seus dedos. Ele levou suas mãos até a boquinha maltratada de Taeyong, que sugou os resquícios de sua porra nos dedos longos, recebendo sua recompensa.

– Se abra todinho para mim, baby. – Ten pediu e Taeyong não hesitou em abrir suas pernas, e levar suas mãos para trás, abrindo suas nádegas redondinhas o quanto ele podia.

O tailandês apreciou a erótica imagem da entradinha de Taeyong pulsando em expectativa de ser invadida, em um tom vermelho e brilhoso por conta de sua saliva. Esfregou sua glande inchada ali, recebendo um gemido manhoso em resposta, sua intenção não era provocar, não quando ele estava mais necessitado que Taeyong. Enfiou só a ponta do seu pau, vendo Taeyong apertar suas nádegas enquanto ele entrava aos poucos.

Taeyong soltou um gemido alto, encostando sua cabeça em uma das estantes. Ele sempre parecia ficar mais sensível do que o normal após gozar, e ter o pau grande de Ten o abrindo, centímetro por centímetro estava o fazendo chorar de prazer. Quando ele tinha tudo dentro de si, Taeyong respirou fundo, ainda se abrindo para que Ten tivesse a total visão de seu pau entrando e saindo do seu interior.

– Você gosta não é, baby? Gosta da sensação de ser fodido por mim enquanto corremos perigo de sermos pegos. – Ten puxou seus cabelos, apertando com força enquanto começava a se movimentar.

– S-sim. – Taeyong respondeu em um gemido baixo.

– Aposto que aquelas mulheres estão nos ouvindo agora, baby. – A velocidade das estocadas aumentaram e Taeyong tirou uma de suas mãos para abafar um grito que vinha do fundo de sua garganta.

– Ah! Por f-favor, mais, uhm, r-rápido. – Taeyong implorou, agarrando a estante. Ele sentia suas pernas bambas, e se Ten não o estivesse segurando em seus braços, ele já teria caído.

A mão em seu quadril apertou enquanto sua bunda era fodida sem nenhum descanso. Ele estava uma pequena bagunça, suas madeixas vermelhas estavam balançando em sua cabeça, alguns fios grudados em sua testa por conta do suor, ele tinha seu rosto totalmente rubro e algumas lágrimas deslizavam por suas bochechas.

Era de toda certeza uma linda visão.

Ele ouviu mais vozes em um momento, estavam mais perto do que ele gostaria, talvez do outro lado da estante. Ele não quer olhar, ele mal consegue manter os olhos abertos quando Ten continua o fodendo sem nenhum descanso. A mão do tailandês tapa a sua boca quando a glande acha sua próstata, estocando ali várias e várias vezes, às lágrimas saíam de seu rosto, e seus gemidos eram abafados.

Seu corpo todo tremeu quando ele atingiu o orgasmo outra vez, seguido de Ten que preencheu seu interior com sua porra. As vozes se afastaram e Taeyong finalmente pôde respirar, deixando o seu corpo descansar.

Reclamou quando Ten saiu de dentro dele, odiava a sensação de vazio, choramingando quando a porra do tailandês começou a escorrer por sua entradinha. Ten se agachou a altura de sua bunda, vendo seu líquido passear pela pele branquinha de suas coxas magras, sorrindo em satisfação.

– Não fique triste baby, você ainda vai ter muito de mim dentro de você. – Ten voltou em sua posição inicial, levantando o short de Taeyong para cobrir sua bundinha bonita.

Taeyong concordou, arrumando suas roupas e seu cabelo, enquanto assistia Ten colocar seu pau dentro de sua calça. O sorrisinho malicioso apareceu em seu rosto assim que sua mão foi tomada pela do tailandês, e eles começaram a andar para fora daquele último corredor onde provavelmente ninguém aparecia.

– Vamos para casa, baby. – Ten diz beijando a lateral de seu rosto. E Taeyong sorriu mais ainda, pensando em qual seria o próximo lugar que Ten o foderia.



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