1. Spirit Fanfics >
  2. Liburn: A cidade secreta. >
  3. A vida tosca de Ariana.

História Liburn: A cidade secreta. - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oiiiii!
Então, eu estava de bobeira anos atrás quando uma idéia me surgiu á cabeça. Passei essa idéia pro papel, e hoje passarei ao computador.
Saiu isso aí.
Ah, quase me esqueci: Esse capítulo serve só pra gente saber a história da Ariana, porém a história vai se passar em outro lugar, com outros personagens além dela, OK?
Boa leitura, e se gostou comente!"

Capítulo 1 - A vida tosca de Ariana.


Fanfic / Fanfiction Liburn: A cidade secreta. - Capítulo 1 - A vida tosca de Ariana.


_ Ariana_:

Em algum lugar do Brasil, 2017.

Meu nome é Ariana, fui abandonada quando era pequena então... não sei qual é meu sobrenome, nem nada dos meus pais, se é que estão vivos. A minha vida toda eu lutei para sobreviver, ser adotada talvez. Mas quanto mais o tempo passava... menos as pessoas sentiam algum interesse em mim. De vez em quando alguém me paga um lanche, ou me dava um lugar pra dormir...
Mas eu sempre me virei sozinha.

Aos seis anos, eu já estava acostumada com a rua e já sabia todos os esconderijos da cidade. Aos oito, eu já era experiente e sabia roubar muito bem. Aos onze, eu já considerava a rua minha casa. Parei de pedir comida, uma cama ou algo assim, me obriguei a aprender a ler e escrever com os livros que as pessoas jogavam fora, passei a ficar em um teatro abandonado, no qual as pessoas evitavam. Acho que elas têm medo. Eu acho que nunca tive medo.

Para me sustentar, passei um bom tempo trabalhando na casa de uma mulher poderosa chamada madame Jacqueline ( se pronuncia Jaquilaine ), e ô mulherzinha insuportável. Até hoje não sei como consigo me segurar para não xingá-la. Madame Jacqueline tem uma filha que se chama Staycey, e as duas são um inferno na minha vida. Ambas vivem me humilhando, mas eu sempre dou conta contando até dez e me lembrando que vou receber do mesmo jeito.

Já Staycey... morro de inveja das roupas que ela usa, quer dizer... fora os vestidos, que são (argh!) rosas. ODEIO essa cor. Também odeio vestidos e saias. Eu mesma só tenho algumas roupas, e a maioria foram roubadas.

Devo admitir que eu daria TUDO para trocar de lugar com a filha da Jacqueline. Ela não merece a vida que tem. Você precisa ver as festas que ela dá!

Meus pensamentos foram interrompidos pela madame Jacqueline, que chutou um balde na minha direção. Que beleza!

Então... minha vida é resumida á isso. Algumas pessoas são sortudas... outras não.

- Com licença?- Perguntou um garoto loiro de olhos castanhos.

- Hã... está falando comigo? - Encarei-o confusa.

- Sim.- Respondeu o garoto - Gostaria de saber se você é Staycey, a filha da srta. Jacqueline.-

Levou alguns segundos para eu entender o que ele disse. Ele achava mesmo que a filha de uma das mulheres mais ricas da cidade estaria esfregando o chão com um balde?

- Ah... não, não! Eu sou só a empregada! - Respondi atrapalhada. - Mas se quiser eu mostro onde ela está. -

- Sim, muito obrigado! - Disse o garoto. Eu fiquei surpresa, pois nunca na minha vida alguém tinha me agradecido.- Me chamo Peter. E você? -

- A- Ariana.- Gaguejei, ainda agachada ao chão.

Peter estendeu a mão e me ajudou a me levantar, e assim pude lhe mostrar onde ficava o quarto de Staycey. Antes de me retirar, ainda pude ver Peter beijando a mão da garota. Soltei um risinho discreto. Praticamente todos os ex da Staycey eram cornos, e pelo jeito ele ia por esse caminho também.

Algumas horas depois, madame Jacqueline berrou para que eu trouxesse chá e biscoitos pra eles na sala de jantar, e é claro que apressei-me a fazer o que ela mandou. Com um pouco de dificuldade, já que eu estava segurando a bandeja, abri a porta da sala-de-jantar. E o tal do mordomo nem pra me ajudar...

Somente quando coloquei a bandeja na mesa, foi que eu notei que Peter também estava lá. Nossos olhos se encontraram. Ele sorriu pra mim. A madame Jacqueline deve ter percebido, pois exclamou:

- E o que é que você ainda está fazendo aqui, sua cadela suja? Volte para a cozinha que é o seu lugar!-

Peter pareceu indignado com a maneira que ela me tratava, mas eu só me virei, desejando mentalmente á aquela mulher uma morte dolorosa e lenta. 

Do jeito que eu sou, óbvio que fiquei atrás da para para ouvir sobre o que eles conversavam.

- Quer um pouco de chá, senhor Hanley? - Perguntou madame Jaqueline de um jeito tão doce que eu quase vomitei.

Mas, espera... Hanley? Ah, com certeza Peter era gringo. Eu devia ter notado o sotaque dele.

- Me chame de Peter, por favor.- Disse o garoto, e se dirigindo á Staycey: - Então, você gosta de futibol? -

- Futibol? - Repitiu a garota olhando torto.

Me segurei pra não cair na risada. Staycey nunca sequer pegou em uma bola. 

-Sim, é uma das coisas que mais gosto daqui. - Peter sorriu radiante.

A garota se desconcertou toda na resposta:

- Hum... é... é que.... eu não gosto muito de esportes. -

O garoto pareceu decepcionado.

O resto da tarde foi bem tediosa. Descobri mais algumas coisas sobre Peter, tipo: Ele tinha quinze anos, havia perdido a mãe umas semanas atrás, realmente era gringo, veio para o Brasil por causa de um projeto de seu pai e seu tio, e ele queria ser arquiteto quando crescer. E eu que nunca nem fui á uma escola...

Estava quase anoitecendo quando o garoto anunciou que ia embora. Rapidamente voltei á sala-de-estar, assim eles não desconfiariam que fiquei espionando. Fiquei surpresa quando Peter entrou.

- Estava te procurando.- Ele disse.

- Algum problema? - Perguntei.

- Não, na verdade, queria saber se você gostaria de ir á minha casa. - Ele sorriu.

- Por quê?- Fiquei desconfiada.

- Tem coisa melhor pra fazer? -

Eu fiquei um pouco surpresa, mas acabei concordando. Pedi para uma das outras empregadas inventar uma desculpa para madame Jacqueline, pois iria "resolver uns problemas". Depois, Peter e eu saímos pela porta dos fundos.

- Você mora aonde? - Foi a primeira pergunta dele.

- Quer mesmo saber? - Fiquei vermelha. - Em um teatro abandonado.-

Peter riu pensando que era brincadeira, mas daí eu olhei pra ele de um jeito significativo, e ele entendeu que eu estava falando sério.

Finalmente chegamos na casa dele e, nossa, era gigantesca. Na real, parecia aquelas casas do século XIX, então deduzi que ela era bem antiga.

Peter me levou ao jardim dele, onde tinha uma mesa muito chique e algumas cadeiras. Ele disse para eu me sentar.

- Essa casa na verdade não é minha.- ele disse - , e sim do meu tio. Eu e meu pai viemos passar uns meses aqui.-

- Alguma ocasião especial? - Perguntei interessada.

O garoto se fez de misterioso:

- Hum... digamos que sim...- Fiquei curiosa, mas ele rapidamente mudou de assunto: - Me fale mais sobre você.-

Eu contei muito resumidamente a tosca história da minha vida miserável, e o garoto sentiu pena de mim. Depois que eu terminei de falar, ele parecia estar se segurando para não falar algo:

- O que foi?- perguntei.

- Nada.- Peter fez cara de paisagem.

- Desembucha! - Incentivei-o a falar, e ele finalmente cedeu:

- Tá bom, mas você precisa prometer pela sua vida que não vai contar á ninguém!- Balancei a cabeça ansiosa, - Ótimo, meu pai e  meu tio conduzem uma espécie de experiência em humanos, você já deve ter ouvido falar nisso.-

- Hum... tipo o que fazem na área 51?- Me lembrei de um livro da biblioteca da madame Jacqueline que eu li escondido.

- Exatamente. A verdade é que isso ocorre em vários lugares: China, Rússia, Estados Unidos... e agora, meu pai, meu tio e alguns braços secretos do seu governo fizeram um acordo e concordaram em fazer isso aqui!-

- Tá, mas o que eu ganho com isso?-

- Bem, eles vão pagar uma boa grana se der certo...-

- Tô dentro!-

...

Peter me deu mais alguns detalhes, o dinheiro que eles iam me dar era realmente alto, tanto para que eu resolvesse aceitar. E não era só uma questão de dinheiro; o garoto me disse que se desse certo, a raça humana evoluiria pra melhor! Me senti importante.

- Então, eu já vou.- Disse me levantando.

- Espera! - Peter exclamou.- Não quer dar uma volta? -

- Mas está de noite! -

- E o que é que tem?-

- Mordi o lábio e concordei. Afinal, senti que os próximos das seriam os mais interessantes da minha vida. 

- Sabe andar de bicicleta?- Ele me guiou.

- É a mesma coisa que me perguntar se eu já fui á lua!- Brinquei. Ele riu e me mostrou uma bicicleta muito fofa: Com uma cesta cheia de flores e até uma lanterninha.

- Vem, eu te ensino.-

Com muito cuidado, Peter foi me ensinando a pedalar e eu acabei pegando o jeito, mas preferi ir na garupa. Nós passamos pela praia, que á noite era mais bonita ainda, e chegamos em uma rua cheia de lojas. Ele me pagou um sorvete ( nessa hora eu praticamente gritei, porque era raro eu comer essas coisas) e sentamos no meio-fio, bem em frente á uma boutique.

Olhando pela boutique, eu pude ver um casaco de couro preto com faixas verde, roxo e azuis neón que eu achei lindo demais. Peter pareceu ter notado, pois perguntou:

- Você gostou?-

- Do quê?-

- Do casaco?-

- Hum, é, achei bem estiloso.-

- Pensei que garotas só gostassem de rosa, vestidos e essas coisas.-

- Ha ha, essa garota aqui não!-

Peter ergueu as sobrancelhas, puxou minha mão dizendo "vem cá" e me levou á tal loja, e eu não pude acreditar: Ele comprou o casaco. Pra mim!

Quando ele estendeu a sacola pra mim, eu fiquei paralisada, completamente sem reação. Eu tentei pelo menos agradecer, mas as palavras simplesmente não saíam.

- Vem, não precisa falar nada.- Peter evolveu o braço nos meus ombros para atravessarmos a rua.

Depois disso, ele me levou á casa dele, pois começara a chover. 

- Hum, acho que você vai ter que dormir aqui.- Disse o garoto tirando os all star molhados ( estamos em 2017, se você esqueceu).

- Nem pensar!- Eu disse, admirando o meu novo casaco - Amanhã eu tenho que trabalhar.-

Peter se incomodado:

- Olha só, Ariana, você é menor de idade, deveria estar estudando e não trabalhando!-

- Bem, as pessoas não me pagam pra estudar.- Dei uma risada sem graça.

- Sim, mas...- ele suspirou.- Não gosto do jeito que a madame Jacqueline te trata. Isso é trabalho infantil, sabia?-

- E o que eu posso fazer? - 

O rosto de Peter se iluminou: 

- Tem várias coisas que podemos fazer: Ligar para o conselho tutelar, para a delegacia. Assim a madame Jacqueline vai presa, e... meu pai pode te adotar! - Arregalei os olhos; ele estava indo longe demais.- Assim seremos irmãos, e você vai se mudar para a Inglaterra com a gente e...-

- Peter! - Interrompi.- Cai na real! Seu pai nem me conhece!-

- Mas vai conhecer!-

- Eu não sei falar inglês!

- Mas vai aprender!- O garoto agarrou minha mão e me levou á um quarto muito chique do segundo andar.- Pensa nisso, OK? Tem um banheiro ali - Ele apontou - Por favor, tente relaxar! Sua vida pode mudar completamente!-

Ele saiu e bateu a porta. Enquanto admirava cada cantinho do quarto, fiquei pensando no que ele disse... ia ser um sonho morar ali. 

Palavras não podem descrever como me senti naquela noite. Fazia anos- literalmente - que eu não dormia em uma cama de verdade! Acordei com umas batidas na porta ( sou fugitiva, então aprendi a acordar com os menores ruídos ). 

Quando atendi a porta, totalmente descabelada, uma senhora loira, que segurava uma sacola de papel, entrou falando:

- Bom dia! O sr. Hanley me mandou entregar isto para a senhora!-

Arregalei os olhos, normalmente era eu quem vivia falando desse jeito. Depois que comecei a me lembrar de ontem, meus olhos lacrimejaram, e a empregada preocupada disse:

- Oh, querida, você está bem? Foi alguma coisa que eu disse?-

- Não! - Eu respondi, tentando segurar o choro - É que faz muito tempo em que eu não durmo em uma cama de verdade!-

A senhora largou o que estava segurando e me deu o abraço mais reconfortante do mundo, e depois voltamos a atenção para a sacola que ela trouxera, e quando eu vi, meus olhos marejaram novamente: Era uma calça roxa com estrelas brancas e e uma blusa branca, e combinavam perfeitamente com o casaco que Peter havia me dado!

Fiquei nervosa quando o garoto me apresentou ao pai dele, que disse que o experimento ia ser realizado á tarde. E aquela manhã foi a melhor da minha vida. 

Não vou dar detalhes, por quê aconteceu muita coisa: Peter e eu fomos as compras para "renovar meu guarda-roupa"( eu quase gritei quando ele disse isso) , o café da manhã foi o melhor da minha vida ( tipo, eu comi coisas que nunca tinha comido antes, como laranja), e o sr. Hanley é muito simpático.

Até que terminei de almoçar, com um frio na barriga...

Não sabia o que esperar desse experimento, só sei que eu estava me sentindo que nem o Capitão América. Será que eu ia ficar mais forte?

Paramos em frente á um prédio. Na porta haviam dois militares armados( tomara que eles não me reconheçam! ),. Abaixei a cabeça enquanto o sr. Hanley mostrava um cartão para um dos caras, que nos deixaram entrar.

O prédio parecia um daqueles hospitais macabros de um filme de terror( sei disso porque á vi a Staycey assistindo ). E parecia estar ali há anos. Disso isso á Peter.

- É, ele estava abandonado antes.- O garoto respondeu baixinho.

Nós entramos e passamos por vários corredores assustadores. Peter pegou minha mão, pois quase fui para o corredor errado. Fala sério! Aquele lugar parecia um labirinto! Mas aí nós finalmente chegamos ao centro da zorra toda: O lugar era enorme! 

Nós entramos em uma sala, onde havia um homem que usava os óculos maiores do que a cara.  Ele cumprimentou o sr. Hanley, cumprimentou Peter, até que chegou minha vez.

- Sou Ariana.- Me apresentei.

- Ela se ofereceu para ser nossa cobaia no experimento - Explicou o sr. Hanley, feliz. Admito que fiquei um pouco incomodada por ele ter me chamado de "cobaia".

- Oh, sim! - Exclamou o homem. Olhei para seu crachá, estava escrito " dr. Jones". Outro gringo.- Prazer em conhecê-la, stra. Ariana. Antes de começarmos o experimento, você precisa preencher umas fichas.- Ele pegou uma caneta e uma prancheta - Vejamos, quantos anos você tem?-

- Eu acho que é quatorze.- Respondi meio tímida. 

- Acha? - Indagou o dr. Jones, confuso.

- É que eu era muito pequena quando me abandonaram, então não sei qual minha idade ao certo, só comecei a contar um tempo, e hoje eu acho que tenho quatorze anos.- Expliquei envergonhada.

- Então não sabe a data do seu aniversário, não é? - Dr. Jones anotou em sua prancheta.

- Não...- Olhei para o chão.

- Que coisa horrível! - Exclamou Peter, o que não ajudou.

- Hum, e o seu sobrenome? - Perguntou o doutor.

- Eu também não sei.- Apontei o óbvio. Dr. Jones me encarou por uns minutos antes de murmurar:

- Hum, vai ser difícil preencher isto aqui - Ele cutucou o queixo - Mas não é importante. Vão á sala do dr. Parks. Ele vai dar mais detalhes sobre a cirurgia.- Mais outro gringo...

... Mas, espera? Cirurgia? Ninguém me disse nada sobre cirurgia! Fiqei tão chocada que só me manifestei quando chegamos na sala do dr. Parks. 

- Ah, sim! - Exclamou ele, - Não precisa se preocupar, tudo que iremos fazer é encaixar algumas células no seu cérebro para o experimento.-

Fiquei nervosa. Eu nunca tinha sequer entrado em um hospital, quanto mais feito uma cirurgia ( fora que eu não faço idéia do que significa a palavra "células" ). Um tempo depois, eu estava vestindo uma camisola verde-água , enquanto o dr. Parks fazia uma coisa que ele chamou de "exame", e anotando tudo em uma prancheta. Depois disso ele disse pra eu me deitar em uma cama de metal bem esquisita, enquanto outros médicos me levavam para a "sala de cirurgia"( achei esse nome assustador). Antes disso, Peter me disse:

- Não se preocupe, vai ficar tudo bem, você não vai sentir nada.-

O que ele disse me deixou tranquila, mas eu nem tive tempo de responder.

A "sala de cirurgia" era macabra, como eu pensei. Não consegui enxergar muito bem, até porque tinha uma luz que ficava o tempo todo na minha cara, e uma mulher me fez cheirar um algodão molhado em alguma coisa, e nessa hora tudo ficou embaçado... até que eu apaguei, como se fosse dormir, e e o que me pareceu um segundo depois, eu acordei aos poucos.

Eu estava com uma dor terrível na minha cabeça, e estava em uma sala diferente. Peter estava ao meu lado, me olhando. Me senti desconfortável.

- Oi - O garoto sorriu,- Como está se sentindo?-

- Tonta, minha cabeça dói demais, e minha visão tá um pouco embaçada.- Respondi, e tentei me sentar,  mas ele não deixou.

- Não, não, fique deitada... você ficou dez horas desacordada, garota.-

- Sério?- Aquilo me deixou assustada. Pra mim foi quase só um segundo! 

- Sim.- Peter respondeu, - Pra falar a verdade, só faz meia hora que a cirurgia acabou.- Ficamos uns minutos em silêncio.- Então... quer ouvir notícias?-

- Sim, claro!- Me ajeitei melhor.

- Bem, a cirurgia foi um sucesso, e o meu pai acha que já vão poder fazer o experimento hoje.-

- Espera, o experimento ainda não acabou?- Perguntei confusa.

- A cirurgia não á o experimento, faz parte, mas ainda não acabou.-

Suspirei. Ficamos uns minutos conversando e lanchando até que a hora da próxima etapa do experimento chegou.

Um homem que usava um chapéu muito esquisito me mandou entrar dentro de uma espécie de máquina, e eu obedeci, até que tudo ficou escuro, e eu ouvi uma voz:

- Muito bem Ariana, você vai sentir uma leve dor, mas será rápido OK?-

- OK!- Eu gritei, - Eu aguento!-

Minutos depois, eu senti um formigamento na cabeça. Esse formigamento foi crescendo, como um choque,  até que eu não senti uma "dor leve". Eu senti uma "dor insuportável", e logo em seguida apaguei novamente.

Mas, eu me sentia.... bem. Extremamente bem. É coisa da minha cabeça, ou estou me sentindo mais leve?

 

 

 


Notas Finais


Eu sei, eu sei, vocês devem estar se perguntando porque raios o nome da história é "Liburn, a cidade secreta". Mas já vou adiantando que tudo vai ficar bem claro no próximo capítulo, e que é melhor vocês não shipparem a Ari com o Peter, por quê não vai acontecer 😶, foi maus! Dei spoiler...
Capítulo longo, hein!
Beijos, até mais!
Spoiler 2: Ariana vai ficar irreconhecível no próximo capítulo.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...