História Licantropo - Ela é minha! - Capítulo 6


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Capítulo 5


Primeiras Vezes 


Semanas depois...

 Fiz a prova e até que estava fácil, soube que os resultados sairiam daqui a uns dois dias, tomei meu caminho para casa. Eu já sabia que iria passar, mas até que fiquei feliz e minha mãe e meu pai estavam contentes com isso. 

 Desde o dia do "vamos conhecer os vizinhos" nunca mais os vimos. Eles pareciam evaporar e por ser vizinha deles achava e no fundo esperava, que toparia com alguém pela rua, principalmente com Henri. Mas nada, eles pareciam que simplesmente sumiram ou ficaram invisíveis. 

 Os olhares de Henri sobre mim ainda me perturbam em sonhos, me sinto estranha em pensar nele. 

{.}

Primeiro dia de aula. 

Droga, eu almejava por isso antigamente, eu realmente mudei, eu não reconheço algumas ações que ando fazendo nem sequer os pensamentos que venho tendo. Peguei as chaves do Audi A3 de meu pai e fui para a faculdade. Logo ao chegar avistei uma enorme instituição na qual aparentava ter mais de cem janelas. A instituição parecia Hogwarts! A Universidade estava para mais um castelo do que qualquer coisa, realmente chama a atenção, é linda, e eu era uma trouxa entrando na escola de bruxos. 

Estacionei em uma vaga que estava mais próxima, saí do carro e entrei na faculdade. Por dentro não era nada decepcionante, estava embasbacada olhando o instituto e a pergunta era: Como eu vou achar a sala dos diretores aqui sem me perder? 

Enquanto andava na tentativa falha de encontrar a diretoria, ouvi meu nome. 

__ Ana, ANA! - Quando olhei, vi que era Lucas, ele estava com um largo sorriso, vestia jeans, camiseta branca, jaqueta e all-stars. Ele tem um sorriso maravilhoso brincando em seus lábios. 

 __ Oi Lucas, desculpa, eu não tinha ouvido, estou tentando encontrar a diretoria, até agora, sem sucesso.

 __ Eu te mostro, não é muito longe daqui - Lucas me guiou. Entramos no elevador e subimos até o 5° andar. Não sei se ele quis disfarçar, mas se quis, não conseguiu pois seu reflexo na parede espelhada do elevador me encarava, ele não me causava o mesmo que seu irmão, Lucas me incomodava de outra maneira. 

 Encontramos a sala e bati a porta esperando resposta. 

 __ Obrigada mesmo, Lucas - sorri pra ele, verdadeiramente agradecida. 

__ Sem problemas, quando se perder de novo pode me chamar... - Lucas pegou em minha trança e colocou uma mecha solta em seu lugar, deu uma piscadela pra mim e saiu sorrindo. Respirei.

 __ Entre. - Ouvi 

 __Com licença, bom dia, poderia falar com o diretor por favor? - A moça da recepção me olhou como quem já sabia que eu era a aluna nova. É claro que sabia. 

 __ Entre, ele está nesta sala.

Ela me indicou a porta logo a seu lado. Agradeci e entrei. Encontrei um homem alto já de idade me esperando. 

 __ Bom dia, eu sou Ana, Ana Rose, é meu primeiro dia de aula e...- Ele apenas me olhou e acenou me pedindo pra parar 

__ Sim, aluna nova. - Me contou __ Estes são o mapa da escola e suas disciplinas, também tem outros guias de atividades extra-curriculares que queira fazer, e todos os outros ambientes do instituto. Sua primeira aula é de anatomia, 6° andar sala 204 - Ele enfim parou. 

Acabei por escolher Medicina. De alguma forma escolher Direito aqui me fazia trair meu antigo sonho lhe dando uma última apunhalada. Ele entregou os papéis, sem mais nada para me dizer me indicou a saída. Subi mais um andar no elevador e corri para o banheiro que avistei logo na chegada. Estava nervosa, me olhei ao espelho, consertei minha trança e minha roupa. Estava com uma blusa na de algodão branca com um casaco leve roxo listrado e aberto na frente, calça jeans e all-stars pretos surrados. Tinha posto meu colar com a pedra azul-marinho. Não gosto de sair sem nada preto ou azul. Saí do banheiro, andei pelo corredor e encontrei minha sala, entreguei o papel para minha professora, seu nome era Verônica. 

Ela parecia ansiosa ao me ver, e fez o que eu temia - e acho que todos temem - no primeiro dia de aula. 

 __ Bem vinda Ana, pessoal, quero que conheçam Ana Rose  - Jesus... Toda a turma que não era nada pequena me encarou, se tivesse um buraco vocês já sabem onde eu estaria. 

Olhei a professora com súplica esperando que ela não me fizesse falar nada para a turma, e graças a Deus ela entendeu e me indicou minha cadeira. Todos olhavam pra mim, andei apressada para o lugar que ela me indicou e sentei, senti minhas bochechas arderem. 

Minha carteira ficava ao lado da janela. Alguém entrou na sala depois de mim. Ótimo, não sou a única atrasada e espero que o foco mude de mim para... Hesitei em olhar, senti uma onde de calor me puxar, como se meu corpo soubesse. Por favor não...

 Olhei para a porta e confirmei o que sabia. Vindo em minha direção estava Henri Bersani.   



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