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História Lições; A Sinfonia do Riacho - Capítulo 10


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Notas do Autor


e aí, galero!! voltei!

si, eu sei, demorei mais do que o usual para atualizar, mas assim, aqui entramos em quarentena de novo e eu tinha uns projetos pra finalizar no loonamoon (um projeto aqui no spirit voltado para fanfics do loona), e depois tive que seguir o meu cronograma: atualizar a minha fic yuyeon no site da gringa, depois estudar que nem louca pro meu teste de história, depois escrever e postar o último capítulo da minha fic hlove (finalmente terminei!), e então passar aqui pra lições, tudo exatamente nessa ordem.

mas cá estou eu e esse capítulo já nos vai colocar em uma nova fase de acontecimentos, tanto entre a jiwoo e a sooyoung, quanto com quem e o que as rodeia.

boa leitura!

Capítulo 10 - O início de um namoro


"Você acha que ela é mais bonita que a Soojin?"

Tirei meus olhos do meu almoço para olhar para Jungeun, tendo que seguir a direção para a qual sua cabeça estava direcionada para entender do que ela estava falando. Seu foco era um pequeno grupo do outro lado do refeitório, composto por Shin Ryunjin, que falava animadamente com a presidente da minha turma, a estrangeira Lia Choi, Seo Soojin, Yeh Shuhua e Song Yuqi. Entendi exatamente quem era a sua vítima.

"Quem? A garota nova?" Perguntei apenas por educação, desinteressando-me pelo assunto e voltando a prestar atenção no meu prato. "Não sei, nunca parei para comparar. Por quê?"

Jungeun levou alguns segundos para deixar de encarar, depois balançou a cabeça como que para afastar suas ideias loucas, e se aproximou de mim, mesmo só nós duas estando na mesa.

"Certo, tem esse rumor que está rolando pela escola... Estão dizendo que a Shuhua está traindo a Soojin com a amiga chinesa."

Franzi o cenho, "E você acha que é verdade?"

Aquilo é ridículo. As pessoas não tem mesmo o que fazer.

"É fofoca, Jiwoo, é claro que não é verdade!" Ela se afastou, a cabeça cedendo à paranoia gradativamente. "Mas isso me fez pensar... A Soojin agora só anda com a cara enfezada e mal se mexe quando a tal da Yuqi está por perto. Temos que saber interpretar os sinais aqui."

"Jungie, que maldade! Shuhua sai por aí exibindo a Soojin como o maior e melhor prêmio que a vida já lhe deu desde que começaram a namorar, eu não acho que ela iria fazer alguma coisa para estragar isso."

Ela deu de ombros, "Se você diz. Mas ainda acho que tem alguma coisa muito suspeita nessa-"

"Jungeun?" Nicha Yontararak foi quem a interrompeu, aparecendo à nossa frente com seu cabelo inteiro recém tingido de vermelho, carregando uma das bandejas de plástico com comida na mão. "Podemos sentar com vocês? Não há nenhuma outra mesa disponível."

Só com sua fala ('podemos') que notei que, centímetros atrás dela, Jeon Soyeon, por ser tão baixinha, estava quase escondida, segurando seu próprio plástico retangular enquanto os fones amarelo neon repousavam ao redor do pescoço, o cabelo preso no alto da cabeça em um coque mal feito. É, parece que alguém tinha acordado bem atrasada hoje, tanto que seu vestuário reduzia-se a uma calça moletom cinza e um suéter preto pelo menos três números maior do que o dela.

"Ah, sem problema," Jungeun respondeu, seu tom já entregando o quanto não se importava com nossa nova e inusitada companhia.

Vendo-as sentarem-se conosco e começarem a comer, dei-me conta de que havia algo diferente em Nicha, algo que não era o novo tom de suas madeixas, e sim o fio prateado que circulava o meio do seu lábio inferior. Um piercing. E acabei olhando tanto para ele que ela me pegou no ato, sorrindo sem mostrar os dentes, as bochechas inchando de um jeito fofo e amigável, ao ver que seu novo visual tinha sido descoberto.

"E aí, o que vocês acham sobre o rumor da Shuhua com a Yuqi?"

"Jungeun!" Arregalei os olhos para minha minha, que revirou as próprias orbes escuras e gesticulou com a mão para que eu parasse de 'exagerar'.

"Relaxa aí, Jiwoo, todo mundo está falando sobre isso," defendeu-se.

Minnie não se importou em adentrar o assunto, posicionando seu hambúrguer nas mãos antes de falar, "Eu não sei. Não a conheço, mas é óbvio que a Soojin não está exatamente amando ver a própria namorada dedicar tanto tempo à outra garota."

"Viu só?!" Jungeun apontou para ela com a maior expressão de sabe-tudo.

"Isso não significa nada, elas são amigas de infância!" Lembrei.

"Soyeon, você é amiga da Soojin, não é? O que você acha sobre isso?"

A pobre Soyeon, que estava quieta comendo suas iscas de frango, fitou-nos ainda com sono na expressão e lentidão nos movimentos.

"Ela não comentou nada comigo," disse.

Não que eu não acredite nela, mas sei que eu não diria nada se o assunto fosse sobre Jungeun, então não a julgo caso ela esteja guardando a informação para si mesma.

"Incrível," minha prima sequer pensou nessa possibilidade e balançou a cabeça. "Seja o que for que esteja acontecendo ali, espero que se resolva antes do Baile de Formatura. Elas são as únicas pessoas que podem vencer da Chaewon e você-sabe-quem."

"É, eu também não quero que elas ganhem as coroas," Minnie franziu o rosto, desgostosa, imaginando a situação é entendendo exatamente que Jungeun se referia à sua ex-namorada. "Estive assistindo os ensaios das líderes de torcida há duas semanas e a Chaewon e a Kahei são um pesadelo."

Franzi o cenho, "Você quer entrar para a equipe?"

Ao meu lado, Jungeun acariciou meu ombro como se eu fosse uma pobre criança e fez uma expressão apologética, "Perdoe minha prima, Nicha, ela ainda tem uma mente muito pura para a nossa sociedade."

"Não entendi," com minha fala confusa, Nicha sorriu, como se estivesse achando aquilo adorável, e continuou a comer, deixando que a única garota com cabelos cor de chocolate entre nós explicasse.

"Não é por isso que as pessoas vão assistir o treino da torcida, Jiwoo. É sério que você não consegue pensar em nada além disso quando a visão em questão trata-se de garotas com uniformes curtos dançando e pulando por uma hora seguida?"

"Que horror!" Arregalei os olhos para a fala de Jungeun.

Mas que tipo de coisa é aquela?!

"Que nada, a maioria delas adoram a atenção, para mostrar suas posições na hierarquia social do colégio e se gabarem por serem bonitas," ela garantiu, soando como se tivesse bastante conhecimento no assunto, e finalmente se voltou para seu almoço.

"Na verdade, eu só estou indo porque a Miyeon me pediu para tirar algumas fotos da equipe ao longo do ano. Ela quer dar a todas as meninas um álbum de memórias quando a escola acabar," Nicha esclareceu.

"Mas ela é segundo ano, não?" Até o momento, eu tinha certeza que era.

Mas Minnie negou, "Nah, somos do terceiro, da mesma sala que a Sooyoung e a JinSoul. Só a So aqui que é mais nova," ela tocou o próprio ombro no ombro de Soyeon, fazendo a Jeon levantar o olhar e dar-nos um sorriso contido.

Não falamos mais nada porque o horário do almoço estava correndo e precisávamos — Jungeun e eu, ao menos — nos apressar porque a seguir teríamos Educação Física e o vestiário costuma ficar uma legítima zona de guerra, com todas aquelas roupas flutuando de um lado para o outro e as meninas praticando o nudismo.

Deixamos nossas inesperadas parceiras de mesa para trás não muito tempo depois, para andar para a tortura do Professor Jay.

Spoiler: odiei cada segundo.
 

(...)
 

A cabeça de Sooyoung estava lá embaixo de novo, entre minhas pernas, porque todas as lições seriam repetidas duas vezes para melhor entendimento, como ela havia dito. Eu não iria questionar.

Estávamos nessa mesma posição há bons sete minutos porque ela tinha decidido que me faria gozar usando apenas a língua, sem toques no resto do meu corpo ou pressões contra meu clitóris, e sua língua molhada trabalhava incansavelmente em meu íntimo, fazendo-me afagar, gemer e grunhir porque aquilo estava sendo uma tortura. Toda vez que eu chegava perto, ela diminuía o ritmo ou voltava a beijar minhas coxas ou simplesmente parava de me tocar mesmo. De propósito!

"Sooyoung," reclamei, meio gemendo e meio choramingando.

Ela riu contra mim, mas atendeu ao pedido — na terceira vez em que o ou viu,  mas tudo bem —, intensificando os movimentos de sua língua e deixando-a grudada a mim até me ouvir ficar sem ar; as minhas pernas tremendo, gemidos seguidos ecoando, e o movimento do meu peito descompassado.

Agradeci por todas as estrelas que vi em seu teto, mesmo que elas não estivessem lá de verdade, e finalmente pude tirar as mãos de entre a madeira da cama dela para descansar os braços. Tínhamos chegado em sua casa com... Pressa? Algo a ver com a minha roupa de Educação Física, 'muito expositora e muito apertada' e, portanto, levantar para pegar as algemas de novo não foi uma opção, mas eu meio que gostei da sensação de ter meus movimentos limitados, então Sooyoung sugeriu os espaços abertos, porém estreitos, da cabeceira, e funcionou.

"Que horas são?" Murmurei, já algum tempo depois, recuperado da sensação de fogo e formigamento.

"Deixa eu ver," ela pausou a sessão de beijos que distribuía por mim para dizer, ainda sem tomar o espaço ao meu lado ou se desgrudar da minha pele. Passou a mão pelas minhas coxas e pela minha barriga, depois agarrou meu pulso nu e me lançou uma feição apologética. "É, não tem nenhum relógio no seu corpo. Foi mal."

Sua idiotice me fez rir — Sooyoung sempre fazia piada com alguma coisa assim, logo aprendi. Mas tinha mesmo que saber que horas são, porque hoje é Quarta-Feira, e sendo Quarta-Feira, meu horário para voltar para casa é mais cedo.

(Nossas sessões são principalmente nas Sextas, eu sei, mas tínhamos decidido adiantar essa aqui porque o time de futebol da escola, que minha vizinha faz parte, estaria embarcando numa viagem de ônibus para a cidade vizinha amanhã de manhã, para um jogo do campeonato regional.)

Portanto, tive que levantar meu tronco e sentar, fazendo Sooyoung afastar a boca do meu ventre e erguer o corpo também, apenas para me olhar, eu lá, completamente bagunçada, com a franja praticamente voando, o rosto suado e o cabelo cheio de nó, e me beijar, sua saliva cheia de gosto e os lábios mais quentes que os meus, molhados e macios como morangos.

Sua distração funcionou por uns quatro  ou cinco minutos seguidos, mas a possibilidade de ficar de castigo pela primeira vez em minha vida de adolescente, porque é claro que tinha passado muito por isso quando criança, tendo Jungeun como prima, realmente me preocupou, então tive que empurrar Sooyoung para o lado para conseguir sair de seu aperto — ela reclamou, mas também não voltou a tentar.

Estiquei meu corpo para pegar meu celular dentro da minha mochila, que estava no chão, e arregalei os olhos quando a tela de bloqueio se iluminou.

"Caramba, eu tenho que ir para casa!"

"Já é tão tarde assim?" Sooyoung franziu o cenho. O tempo parece mesmo não passar quando estamos lá, fazendo... O que fazemos.

"São seis e meia da noite," levantei-me depressa e comecei a me vestir, tendo que catar minhas roupas pelo chão do quarto porque estava tudo espalhado.

"Você não quer tomar banho aqui? Eu posso pegar uma toalha."

"Eu tomo em casa, não precisa. Não tenho turno na lanchonete hoje," recusei, cada uma das minhas palavras sendo verdade.

Tomar banho na casa dela, no banheiro dela, seria... Íntimo? Mais pessoal do que o que vínhamos fazendo, acho, e algo que eu me sentiria bem fazendo somente com a garota que eu namorasse de verdade. Além de que eu não quero trazer mais incômodo do que já a faço passar. E se a Senhorita Lee chegasse do trabalho e me visse no chuveiro da filha? Não, não. As coisas ficariam complicadas.

Agarrando minha mochila e prendendo o cabelo todo num aperto só, acenei para Sooyoung. "Bom jogo. E bom fim de semana!"

"'Pra você também, Jiwoo," ela sorriu, normal e despreocupada como sempre, ainda largada sobre o colchão.

Enquanto descia as escadas e saía de sua casa, imaginei se um beijo de despedida teria sido apropriado, com o jeito que estamos levando as coisas. Porém, qualquer preocupação menor assim desapareceu quando meus medos se tornaram reais: os carros de ambas minhas mães já estavam estacionados na garagem, o que significa que elas já estavam em casa, e que eu, com toda a certeza do mundo, seria vítima de um monte de perguntas.

O que será que Jungeun estaria fazendo agora? Alguma chance de eu usá-la como desculpa para meu sumiço e demora? É, talvez eu pudesse adiar a conversa o suficiente para ganhar tempo e ligar para ela para perguntar... Mas aí eu teria que explicar à minha prima onde eu estava ou o que estava fazendo.

Argh. Não se pode mais fazer nada!

Desviando os pensamentos, abri a porta de casa com cuidado e calma, e entrei com mais discrição ainda. Por sorte, Yeowo é quem estava na sala, sentado no sofá com os olhos vidrados no desenho que passava na televisão, mal ligando para mim. Yoona estava na cozinha, cortando alguma coisa no balcão para fazer nosso jantar e, portanto, de costas para mim, fazendo a minha passagem até a escada tranquila e despreocupada.

Imaginei que Seohyun estivesse no quarto, tomando banho ou arrumando o guarda-roupa pela milésima vez.

Entrei no meu quarto e respirei fundo, extremamente aliviada. Ninguém entra no meu quarto sem que eu tenha respondido positivamente à pergunta posso entrar?, logo, é improvável que elas tenham aberto a porta e visto que eu não estava ali. Eu poderia dizer que estudei um pouco quando cheguei da escola e dormi, por isso não notei as ligações perdidas.

Coloquei minha mochila em cima da escrivaninha, pus meu celular para carregar, e peguei minha toalha, saindo do cômodo apenas para tomar um banho quente. Quando voltei, o tecido rosa envolto em meu corpo e meu cabelo encharcado e embaraçado, Yoona me gritou para chamar para o jantar e eu consegui respirar tranquila por conta da falta de suspeitas.

Vesti roupas limpas, penteei o cabelo e desci.

E nada. Nada. Nenhum olhar, nenhuma fala desconfiada, nem mesmo qualquer insinuação durante o tempo em que estivemos todos juntos para a refeição, ou quando sentamos no sofá para assistir Quatro Vidas de Um Cachorro. Elas simplesmente pareciam sequer ter notado o meu atraso, e eu achei estar salva.

Palavra-chave: achei. Porque foi quando comecei a digitar uma mensagem para Jungeun, dizendo-a para ignorar minha mensagem anterior, em que perguntava-lhe se podia fazer uma coisa, que ouvi as batidas suaves na minha porta.

"Jiwoo? Querida, posso entrar?"

Yoona.

Bloqueei a tela e, como já estava de pé mesmo, fui abrir a porta, encontrando não só uma, como minhas duas mães, do outro lado.

"Uh, estou encrencada?"

"Encrencada? Não, não, mas acho que é hora de termos uma conversa," Seohyun disse.

"Tudo... Tudo bem?" Mesmo sem entender, abri espaço para que elas entrassem e fechei a porta. Não sabia onde Yeowo estava, mas não seria legal que ele ouvisse.

"Você lembra que eu peguei o seu computador emprestado na segunda? Quando precisei trabalhar?" Seohyun continuou. "Acredito que não tenha sido a sua intenção, mas-"

"Ah, minha Deusa," arregalei os olhos, já entendo exatamente ao que ela se referia.

Ah, não. Não pode ser. Isso não pode estar acontecendo!

Como é que eu tinha conseguido ser tão burra?! Eu não tinha fechado as páginas de pornô que Sooyoung me enviou! Céus... Seohyun tinha visto tudo o que eu assisti. E eu mesma havia deixado!

Fugi do olhar delas duas e me sentei na beira da cama, até mesmo minhas orelhas ficando vermelhas do que tanto que eu estava envergonhada.

A minha vida é um desastre!

"Querida, não queremos que você pense que é errado procurar por respostas na Internet, tão pouco o é querer explorar a sua sexualidade," Yoona garantiu, sentando-se ao meu lado e acarinhando meu ombro.

"Sabemos que, sendo prima da Jungeun, essa hora chegaria," Seohyun a imitou, ocupando o espaço livre à minha direita.

"E nós duas," elas trocaram um olhar. "Concordamos que você já tem idade o suficiente para decidir o que fazer com o seu corpo, mas gostaríamos de te alertar acerca dos riscos que podem vir com uma vida sexual ativa."

"A gente pode não falar sobre esse assunto?" Choraminguei. Que vergonha! "Por favor?"

"Sinto muito, querida, mas não tem como fugir disso," apesar de afirmar, Yoona parecia estar tão desconfortável quanto eu. Ela não gosta muito de estar à par dessa parte da minha vida, ao contrário da esposa...

"Notamos que você tem passado bastante tempo com a filha de Sunmi," elas se olharam de novo. "Estudando, e precisamos que você saiba que está tudo bem falar sobre essas coisas conosco. Sei que falhamos em não abordar o assunto antes, mas não vimos esse interesse em você e supomos que-"

"Estamos saindo! Ok?!" Levantei-me em desespero. Se elas continuassem naquela linha de pensamento, iam mesmo me colocar de castigo, ou pior, descobrir a verdade. E, bem, essa foi a desculpa mais fácil que eu consegui inventar. "N-Não é nada sério ainda, mas, uh, é isso."

"Eu disse a você, Seo! Filha minha nunca teria relações sem compromisso."

"É por ser filha sua que a preocupação me surgiu, Yoona," Seohyun acusou (e até tinha um pouco de razão).

Acolhi-me em dúvida, "Vocês... Vocês não vão me colocar de castigo, vão?"

O castigo (por estar saindo e estudando com alguém) me faria não ter tempo nenhum para o tal do estudo, já que eu não poderia sair de casa, a não ser para ir trabalhar na lanchonete ou à escola.

"É claro que não, querida. Namorar é uma coisa completamente natural," mamãe garantiu, levantando-se para me tranquilizar.

"Porém, naturalmente," Seohyun deu seguimento à fala de Yoona, também ficando de pé, mas com uma postura mais séria e firme. "Esperamos Sunmi e Sooyoung para um jantar em família assim que as coisas se tornarem oficiais entre vocês, o que eu espero que não demore a acontecer, já que estão saindo tão regularmente."

Que droga.

"É claro, mãe," sorri e balancei a cabeça em entendimento, concordando com todas as condições que me foram impostas, completamente sem ter como sair dessa confusão, dessa vez.

Elas me abraçaram, ambas ao mesmo tempo, e Yoona abriu a porta do quarto enquanto Seohyun deixou um beijo na minha testa, antes de murmurarem boa noite e deixarem-me para trás, sozinha, e fecharem a porta.

Peguei meu celular depressa e disquei o número, mas Sooyoung não me atendeu, provavelmente por estar jantando com a mãe ou tomando banho, ou assistindo filme na sala como sempre faz. Então, abri o aplicativo e digitei rápido a mensagem, meus dedos tremendo contra o vidro, já imaginando no que isso tudo daria e no quanto eu perturbaria a vida e a rotina de minha vizinha, como se eu já não estivesse fazendo-o suficientemente.

Jiwoo
hm (22h13)
acho que acabei de fazer algo que não deveria ter feito (22h13)

Dessa vez, eu tinha cavado a minha própria cova.


Notas Finais


... acho que agora elas estão namorando, ne não? sob a visão das mães da jiwoo, pelo menos, e em breve de muito mais gente...........

resultado: GAYS!


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