História Lies - Mitw - Capítulo 10


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Categorias TazerCraft
Personagens Mike, Pac
Tags Lies, Mitw, Pacevil
Visualizações 48
Palavras 1.112
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Volteeeei!


Mais um cap!!

Capítulo 10 - Capítulo 10


Já na recepção, vejo Mike sentado numa cadeira, com um copo descartável com café pela metade. Ele se levanta, me abraçando com força.

- Vamos para casa, pequeno.

- Acho que essa é minha deixa. Tchau, Pac-Man - Guaxinim me abraça e olha para Mike com os olhos cerrados. - Cuida bem dele, senão...

Ele faz um gesto obsceno e me seguro para não o decapitar aqui mesmo. Bato de leve no braço de Guaxinim, que beija minha bochecha e vai em direção do estacionamento para pegar sua moto.

Andamos devagar até o estacionamento, e Mikhael me guia a uma BMW de cor preta, antes de abrir a porta, Amanda nos cutuca.

- Meninos, vou ter que sair para resolver umas coisas. Pac, te vejo na nossa casa. - tia Amanda beija minha bochecha, indo até um carro preto com vidro escuro.

- "Nossa casa"? - sussuro e Mikhael aperta mais minha cintura.

- Amanda exagera às vezes. Você quer ir para minha casa ou para a sua? - ele me senta no banco carona, colocando o cinto de segurança e me dando um selinho, antes de dar uma corridinha graciosa até o outro lado.

- Eu quero ir para a minha, pegar algumas roupas e colocar comida para o... - me interrompo, começando a me desesperar. - Timbó!

- Oi? - Mikhael franze as sobrancelhas.

- Meu gato! Meu gato! Senhor Timbó! - começo a tremer e a me coçar, passando as mãos no cabelo.

- Baby? Se acalme. Se é por aquele gatinho preto? O seu amigo Guaxinim disse que havia entregado ele para um tal de Zazune... Zulune....

- Zelune. - suspiro, mordendo meu lábio inferior.

O Zelune ficou com meu gato e o Guaxa nem me avisou, sendo que foi ele quem o entregou? Isso está estranho...

- Tá... hã... vamos? - Mikhael dá partida no carro, que desliza até o centro de São Paulo.

- Pac, você tem certeza? - bocejo e o olho. Ele estava totalmente atento a estrada, enquanto sua mão livre, a que não estava no volante, acariciava minha coxa, como na última vez, agora, sem pudor.

- Certeza do quê?

- De mim... de nós. Você ainda pode voltar atrás.

- Dá para parar, Mikhael? Eu amo mesmo você, Daddy. Eu quero só você, mas se você não quizer, eu aceito. - dou de ombros e ele sorri ladíneo.

- Claro que eu quero você, eu te desejo, desde pequenininho. - beija minha testa, acelerando o carro.

[.X.]

Por um momento, minha casa parece macabra. A pintura escura que fiz nela ano passado pareceu desbotada, dando um ar de abandonado. Mikhael suspirou e pegou minha mão, me puxando casa adentro. Solto-me de sua mão e me agacho perto da porta, em um pequeno jardim de rosas cheios de espinhos, puxo dali uma pedrinha, que abro e sorrio ao ver minhas chaves.

A porta range, e não sei exatamente o porque, mas fico todo encolhido. Por instinto, bato meu pé três vezes no batente, o que eu fazia para chamar Timbó. Quando não ouço seu miado, abaixo a cabeça.

- O que foi? - Mikhael me pergunta, me ajudando a entrar.

- Sempre bato o pé três vezes na porta, e Timbó sempre vinha.

- Pac, o gato só está na casa do seu amigo, ele não morreu. - fuzilo Mikhael com o olhar, me levantando rápido e indo até o quarto, na escuridão. Quando ligo o interruptor, a luz liga, quando entro no quarto e sento na cama, ela falha e logo desliga. Bufo e vou até a sala, tateando os móveis. Olho pela janela e vejo o black-out na rua.

- Merda - sussuro, e Mikhael ri. - Do que 'cê 'tá rindo?

- Que isso nunca aconteceu na minha casa. - franzi as sobrancelhas, ignorando o tapa na cara, que se traduz em: minha casa é rica, então não tem black-outs lá, minha casa é melhor que essa caixa de fósforos. Isso me irrita.

- Vou tomar um banho e pegar algumas roupas, fica a vontade, se quizer. - quase corro até o banheiro. Tiro minha roupa devagar, ignorando a irritação nos braços e na barriga. Derramo algumas lágrimas ao sentir a água muito quente tocar minhas costas e abrir os poros, os ferindo.

Me lembro dos beijos de Mikhael, e dou graças ao lembrar da minha camisola do hospital, que era de mangas. Possivelmente, eu seria mandado para um manicômio se ele visse essas marcas. Mas é tão... não sei. Sinto que todo o peso das minhas costas desaparecem por um minuto com isso.

Ouço Mikhael bater na porta, e grito um "'tá ocupado". Ouço se encostar, e ele fala uma coisa que fico por dois minutos pensando:

- Me desculpe por ter falado daquele jeito. Eu sinto muito. - fecho os olhos e sento sobre as panturrilhas, com dor.

- Hu-hum. - saio rapidamente do box, pegando uma das lâminas. Volto para o chuveiro, forçando a lâmina na minha pele.

Eu quero o Timbó comigo, mesmo parecendo besteira me mutilar por um animal, mas eu ganhei ele do Rafael. Timbó é uma das coisas que mais me importo no mundo. Depois deles...

Mesmo que o cara que me deu ele esteja agora tranzando com o Rezende ou a Sayuri, provavelmente, o quão nojento possa ser imaginar isso, ele deve estar com Alan, seu ex-namorado no qual eu nunca tive ciúmes, porque Alan está com Maethe hoje em dia. Eu conheço Rafael, ele vai fazer de tudo para conseguir o que quer, até tranzar com Alan para se sentir melhor ou saber que também traiu e se auto-declarar certo de si e chamar isso de vingança.

Eu não estou com Mikhael para fazer ciúmes. Eu sinto que o amo, mas também o sinto confuso comigo, com ele, e com Rafael. Quando ele me beijou pela primeira vez, o senti ser meu e eu dele. Na segunda, já era uma provocação e a terceira... a terceira foi incrível. Mas depois que ele tecnicamente falou mal da onde eu moro, me senti um lixo, quando ele falou de Timbó em uma voz... desdenhosa, senti remorso, me senti um nada.

Mikhael é um bipolar, puta merda.

- Tarik? Tarik! - ouço o grito de Mikhael.

Eu só quero me sentir amado, e acho que Mikhael não é do tipo que chega com uma rosa linda e cheirosa. As palavras de Guaxinim vêem em minha cabeça. E se eu fiz a escolha errada?

Grito de raiva e me jogo na parede, Mike parece forçar a porta com os ombros.

Fito o sangue se misturar com a água, e sinto-me fraco.

Eu não quero brincar com a morte, não quero me suicidar. Naquele caso da ponte, eu estava depressivo pra caralho, como eu tô agora. Mas sinto que eu estou sendo dramático e estou errado.

Odeio estar errado e inseguro.

- Pac?! Meu deus, seu idiota...


Notas Finais


Rsrsrs


Final merda ;-;


Um beijo
Um queijo
Uma amoeba arco íris!!!
Adiooooos


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