História Lies - Mitw - Capítulo 3


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Palavras 1.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Capítulo 3


O cheiro de bacon com ovos fazia me lembrar da fome que sentia desde ontem. Mikhael estava de costas, com um moleton preto de mangas arregaçadas até os cotovelos e uma jeans, os óculos estavam na ponta do seu nariz e parecia bastante concentrado. Já fazia uns cinco minutos após o banho e eu havia agradecido pelas roupas e ele se manteve calado, somente acenando com a cabeça, acho que bravo ou indiferente.

- Quando acabarmos de tomar café, irei te deixar em sua casa. - resmungou, depois de bastante tempo. Franzi o cenho e mordi o lábio, pensando em Mikhael Linnyker na minha casa.

- Ahn... tá - não quiz o provocar ou deixá-lo mais bravo do que estava, então não insisti. - Obrigado, de novo.

Ele esboça um pequeno sorriso de canto e coloca o prato na minha frente. A porção de bancon, salsichas e ovos parecia bastante chamativa, de dar água na boca. Com a mão destra, segurei o garfo e a esquerda a faca, cortando um pedaço do bacon. Linnyker olhava fixamente para meu pulso direito, aonde a pulseira delicada de ouro fazia barulho pelos pingentes. DADDY. DADDY. DADDY. Gritavam inquietos junto aos pequenos corações.

Quando peguei no copo de suco, ouvi o toque do meu celular, Back In Black de ACDC. Olhei para Mike, segurando um sorriso. Ele meteu a mão no bolso da calça e retirou o celular dali, entregando a mim. Peguei rapidamente, vendo a foto de Rafael balançando na chamada, arrastei meu dedo sobre o ecrã, atendendo.

- "Alô? Tata?" - Rafael berrou e afastei o celular do ouvido por um momento.

- Oi, Rafinha. - eu fitava o cenho de Mikhael franzido, enquanto ele tamboreava os dedos na mesa de vidro moderna. - Tudo bem?

- "Sim, eu estou na porta da sua casa e já toquei a campainha um monte de vezes, aonde você está?" - Engoli o seco, pensando se diria ou não que eu estava aqui.

- Resolvendo umas coisas. - sussurei. - Cellbit, depois nos falamos, O.K?

- "Tá." - respondeu seco e a chamada se encerrou. Coloquei meu celular no bolso e encarei Mike, segurando o riso.

- Quando pretendia entregar meu celular? - direto e ele pareceu surpreso. Linnyker se inclinou na cadeira e me olhou intensamente, com os olhos castanho-esverdeados brilhantes.

- Não sei, quem sabe quando me contasse a verdade? - ironizou e tensionei os ombros. Você sabe da verdade, seu babaca!

- E quem disse que a verdade é algo fácil de dizer? - rebati e ele se levantou, agachando-se ao meu lado. Passou a mão destra em minha bochecha, roçando seu nariz ali em seguida. Ele segurou meu pulso direito e o levantou até que ele pudesse ver, passando o polegar na pulseira de ouro.

- Essa pulseira fica tão linda em você, ainda mais quando ela brilha contra seu corpo nu e entregue. - Mikhael solta meu pulso, intercalando o seu olhar para meus olhos negros e minha boca entreaberta. Eu queria que ele me beijasse, que me desse prazer, mas isso me faria fraco. Eu não sou a putinha dele e isso tenho certeza. - Aonde está Ivone? Aquela vadia te...

- Não fale assim da minha mãe, seu babaca - Me levantei e andei até sua sala palaciana. Ele segurou meu antebraço antes que eu atravessasse a porta e me imobilizou com as mãos e quadril, encostando minhas costas na parede mais próxima. - Você abandonou ela, me abandonou. Não se importou comigo quando ela me deixou soz...

Fui calado com um beijo por parte dele. Não chegava a ser um beijo de luxúria, mas era calmo como um pedido de desculpas e intenso como um sentimento, mas eu não sabia qual. Fui guiado até seu sofá branco e deitado lá, enquanto recebia beijos e mordidas no pescoço e ombro.

- Ahn, Mikhael... - gemi e segurei os cabelos da sua nuca. Ele se apoiou no cotovelo esquerdo, enquanto sua outra mão fazia uma linha da minha camisa a calça jeans, ameaçando abri-la. Me contorci abaixo dele para que me deixasse levantar, mas Mike me deixava imobilizado pelo seu quadril e pelo prazer.

- Quero te ouvir implorar. - Mike abaixou o zíper da calça e a desabotoou, abaixando-a até meus joelhos para ter acesso a cueca. Sua mão quente masturbou meu membro por dentro da cueca, me deixando ofegante e necessitado.

- Eu não vou implorar, lembra? - sussurei, tirando sua mão do meu membro e recuperando um pouco do fôlego.

- Tarik! - grunhiu Mikhael, passando a mão nos cabelos castanhos escuros. Me virei para ele, com a testa franzida. O tom sério de Link me fez arrepiar, mas eu não sabia se era excitação ou medo. - Eu... eu realmente gosto de você.

Fiquei estático por uns segundos, com a respiração descompassada e a pulsação rápida. Mikhael aproximou-se devagar, com o intuito de falar mais alguma coisa. Gemi inconformado e me sentei no sofá, com os cotovelos nas coxas e as mãos no rosto. Não. Mikhael Linnyker não pode gostar de mim! Não pode! Somos pai e filho, não é? Uma coisa é incesto de primos, outra coisa são pai e filho. Olhei para Mike, intercalando meus olhos entre os seus e sua boca, que estava entreaberta e ofegava. Ele fez muito esforço para mentir.

- Está mentindo.

- Eu juro que não.

- *Quem jura mente. - ando devagar até a porta principal, vendo um Mikhael totalmente perdido, ainda pensativo e até... frágil. - Adeus, Linnyker.








Não me preocupei com a chuva, muito menos comigo. As roupas que estavam sujas foram deixadas lá, junto ao meu celular e carteira, mas eu não voltaria para aquela casa imensa. Não hoje.

Eu realmente gosto de você.

Porra, Mikhael!

Cortei o caminho de casa, andando pesadamente (como consequência, os tênis novos estavam molhados pelas poças de lama) para o Lies. Um momento bebendo não faria mal. Ouvindo a música alta, parei na esquina. Eu não podia entrar lá daquele jeito, mas eu poderia ir para a casa de alguém. Logo minha mente se iluminou.

Guaxinim!

Corri para o segundo quarteirão, como um tipo de Bolt com demência. A casa azul clara, de somente um andar estava iluminada. A voz estridente de Megan se fez presente. A mãe dele estava ali.

Bati três vezes na porta de carvalho, como um cachorro de rua. Rafael Montes arregalou os olhos e me olhou da cabeça molhada aos pés com tênis novos e também encharcados.

- Podemos conversar?


Notas Finais


*Frase de uma amiga minha, que fiz questão de colocar aqui!!!! Só isso mesmo.


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