História Lies - Capítulo 11


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Arthur Pendragon, Ban, Cain, Diane, Dreyfus, Elaine, Elizabeth Liones, Escanor, Gilthunder, Gowther, Griamor, Guila, Hauser, Hawk, Helbram, Hendriksen, Jericho, King, King Liones, Liz, Margaret, Meliodas, Merlin, Simon, Twigo, Veronica, Vivian, Zaratras
Tags Melizabeth
Visualizações 325
Palavras 1.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Estupidamente bêbado - final


O que você fez?! - Estupefato Ban arregala os olhos e quase derruba a xícara de café preto que leva para o amigo que sentado no sofá tenta não pirar completamente.

- Eu não sei cara, eu não sei! - Meliodas exclama e apóia os cotovelos sobre os joelhos, encarando seus pés descalços.

Seus pensamentos colocados em um vórtice de confusão o deixa enjoado e com a cabeça latejando cada vez mais.

- Eu não entendo - Ban murmura após se sentar na mesinha de centro, em frente ao amigo - Cara, ela foi sua namorada por um ano inteiro e vocês terminaram de repente, uma recaída não mata ninguém e transar faz bem pra saúde.

- Esse é o problema, eu não quis nenhuma recaída e não lembro porra nenhuma da noite passada - Ele resmunga e sorve um gole do café amargo, com o cenho franzido Meliodas encara a xícara lembrando de Elizabeth e sua paixão por café forte e com pouco açúcar.

- Bem, apenas torça para que a transa tenha sido boa, que você não tenha pego nenhuma DST e principalmente, que você tenha usado camisinha.

A náusea fica mais forte e o loiro geme abaixando a cabeça, colocando-a sobre a xícara.

- Não consigo lembrar de nada mesmo.

- Foi o melhor porre que já tomou então, porque você é resistente ao álcool. - Ban dá dois tapinhas no ombro do amigo e se levanta de onde estava sentado.

- Apesar das brincadeiras e da sua amnésia retrógrada, não se esqueça que o tempo está passando e que se não agir rápido seu tio te colocará no comando da empresa.

- Coisas ruins acontecem aos montes, inferno - Meliodas resmunga e toma mais um gole de seu café enquanto o amigo ri de seu desespero - Uma coisa eu sei, não quero ver a Liz nem pintada a ouro na minha frente.

- Sente como se tivesse sido aliciado?- Ban questiona aos risos e recebe uma série de palavrões como resposta.

                             (...)

- E você quase vomitou nos sapatos dele - Diane termina de contar os acontecimentos da noite passada aos risos com a expressão chocada de sua chefe.

- Aí meu Deus, que vergonha - Elizabeth esfrega as mãos no rosto e abaixa a cabeça - Nunca vou conseguir olhar na cara dele.

- Relaxa, provavelmente você nunca mais o encontre - A morena da de ombros - Você deveria se preocupar com outra coisa.

- O quê, não me diga que alguém da empresa me viu?!

- Não, nada disso. Como você é pessimista - Ela resmunga - Ontem quando você quase vomitou nos sapatos do Arthur, um pouco depois no carro, você começou a chorar e a balbuciar coisas sem sentido.

- Tipo?

- Ahn, coisas do tipo, me desculpe, você ainda é meu melhor amigo e principalmente um nome.

O sangue nas veias de Elizabeth parece virar gelo e ela engole em seco sentindo o estômago revirar ao avesso.

- Qual?

- Me... Meliodas, eu acho que é isso. Quem é ele?

A pele pálida por ter acordado há pouco tempo, ruboriza consideravelmente e Diane sorri maliciosa.

- Uh, pelo visto tem uma ótima história por trás desse rostinho corado, vou pegar alguma coisa pra comer e você me conta.

- Eu ainda sou sua chefe, Diane! - Elizabeth exclama assim que a morena se vira de costas para pegar um pacote de biscoito integral.

- E eu sou a funcionária que te viu estupidamente bêbada e chorosa.

Elizabeth abaixa o olhar constrangida para a xícara e aperta os dedos em volta da porcelana morna.

- Dessa vez você ganhou. - Ela sussurra baixinho e Diane ri alto.

- Eu sempre ganho.

                          ★

Depois de uma hora contando sobre a amizade de anos com o dono do nome murmurado por ela várias vezes durante a noite, Diane não esboça a reação esperada por Elizabeth, a morena pisca absorvendo as informações e em seguida toma um gole de seu café.

- E você fugiu dele?

- Sim.

- Só porque transou com seu melhor amigo?

- E isso já não é motivo suficiente?

- Não, na verdade não - Diane encolhe os ombros - Olha, se isso acontecesse comigo eu permaneceria na cama e esperaria meu amigo acordar para conversar bem com ele. Elizabeth vocês estavam sóbrios!

- Eu não iria consegui-lo encarar nos olhos assim!

- Você fugiu por pura vergonha - Ela revira os olhos - Mas poderia ter evitado isso no momento que ele perguntou de você queria continuar com aquilo. Se tinha medo, falasse para ele parar, como seu melhor amigo ele iria respeitar sua escolha.

- Certo, eu me arrependo, não nego.

- Então ligue para ele e peça desculpas.

- Já ouviu aquele ditado, dê tempo ao tempo que tudo se resolve?

- Não, você acabou de inventar isso?

- Sim - Elizabeth admite sem pestanejar - E estou usando esse ditado desde aquele dia.

- E alguma coisa já se resolveu?

- Ainda não.

- Olha Elizabeth - Diane se debruça no mármore frio e encara a albina nos olhos - A amizade e a empatia pode acabar com o tempo, então não diga que eu não avisei se quando encontrar esse cara novamente, o clima não for dos melhores.

Elizabeth respira profundamente e balança a cabeça concordando, seu maior medo é que a amizade entre ela e Meliodas tenha sido afetada, o que é bem provável.

- Eu não falei antes, mas eu liguei para ele há um tempo.

- E como foi a conversa?

- Não teve - Elizabeth olha nos olhos da sua funcionária e nova amiga - Eu travei depois de ouvir a voz dele, não sei... Parecia triste e as palavras simplesmente travaram.

Diane sorri fraco, a história entre sua chefe e o melhor amigo não está nem em seu começo ainda.

- Bem, temos que seguir seu ditado, dê tempo ao tempo que tudo se resolve.

- É e enquanto isso eu trabalho e ponho aquela empresa em ordem. - Elizabeth suspira audivelmente - E nunca mais vou acreditar em você, onde aquela boate era calma e aconchegante, Diane?!

- Desculpe, mas eu não sabia se você gostava de lugares movimentados, por isso menti.

- Eu não gosto de beber, isso sim.

- Para evitar a cena clichê de todo bêbado? Ligar para a pessoa que tem assuntos pendentes e depois chorar e soluçar o nome da pessoa com quem transou?

- Diane, fica quieta por favor.

- Tudo bem, não está mais aqui quem falou.

- Acho bom mesmo - Elizabeth responde séria.

Mentalmente ela faz uma anotação de nunca mais beber perto de alguém que possa usar seus devaneios de bêbado contra si. Ela aspira lentamente e agradece aos seus pelo celular de Meliodas estar desligado naquela hora ou teria despejado sobre o mesmo tudo que ela sente e não seria muito divertido quando estivesse sóbria.

Aliás, como Meliodas deve estar?


Notas Finais


Olá pessoas queridas 😊
Resolvi atualizar algumas fanfics no meu aniversário 😂


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