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História Life - Taehyung - Capítulo 11


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Notas do Autor


Finalmente vim trazer o final dela.
Boa leitura.

Capítulo 11 - Você é uma boa Deusa!



*8 meses*


Era difícil andar e cuidar dos jardins, ainda mais sem usar poder nenhum. Andei devagar pelos corredores e cheguei até a porta que dava ao jardim, com dificuldade cuidei deles.

Th — Sua vida parece ter melhorado! — Disse e levantei o olhar para a janela da biblioteca.

SN — É parece!

Th — Não acha que anda comendo demais? Não consegue nem cuidar dos seus afazeres pelo sobrepeso.

SN — Em um mês perderei ele, não se preocupe. Não devia estar trabalhando?

Ele franze o cenho e fica mais sério. Parecia incomodado e isso me fez rir.


*2 meses depois*


Acordei com o choro da pequena que antes dormia na cama. Fui até ela lhe dando de comer e trocando suas roupas. Fiz uma pequena cesta e me pus a escrever.


~Por favor cuide dela! Não tenho direito de exigir nada de você, por isso estou pedindo. Meu pequeno tesouro estou entregando a você, aquele que amei além do imaginado.~


P.O.V. Taehyung


As empregadas correram em direção a porta alvoroçadas. Não entendia nada até escutar o choro de alguma criança. Me aproximei e olhei a pequena que estava num cesto. Não sei explicar o que aconteceu, mas me senti como se fosse responsável por ela.

Rita — Senhor... — Mostra o bilhete. Após ler não sabia o que pensar. A pequena chorava e num ato sem pensar a pego no colo, e um pouco desajeitado consigo fazer a pequena parar de chorar.

Sorrindo decidi cuidar dela. Por que não? Era apenas um bebê, provavelmente de alguém próximo pelo bilhete estranho.


* 7 anos depois *


S/filha — Pai, eu posso ir até o jardim?

Estranhei o pedido dela, afinal ela podia ir a qualquer lugar dentro daquela casa. Desviei os olhos dos papéis na minha mesa e a encarei.

Th — Claro, princesa. Mas porque está pedindo?

S/Filha — A mamãe está nos jardins!

Arregalo os olhos e travo o maxilar sem entender aquilo..

Th — Quem andou dizendo essas mentiras minha filha?

S/filha — Ninguém! Eu só sinto ela, mas ela disse para não contar.

Mesmo sem acreditar resolvi ir por mim mesmo até o jardim sendo guiado pela minha filha e assim que chegamos ela corre para um canto, mas não havia ninguém.

Th — Querida não tem ninguém aqui!

S/filha — É porque a mamãe desistiu de ser humana para nos ver felizes.

Th — Como assim? Querida vamos entrar preciso ligar para o médico, você deve estar com febre.

A garotinha faz um bico enorme.

S/filha — A mamãe está realmente aqui! Mãe... — Choraminga e como mágica algumas flores florescem e as pétalas se desprendem indo até a garotinha, bem ao lado dela se forma a curva de uma mulher.

Os ventos sussurram e ele escuta a voz que nunca esqueceria.

Sn (life) — Não diga essas coisas a S/filha. Eu realmente existo!

Th — Sn!

As flores despencam e o vento se aclama, tudo se torna mais silencioso.

S/filha — Ela veio se despedir. A mamãe vai virar uma estrela. — Disse olhando para o pai que ainda custava a acreditar no que acabou de ver.

Th — Ela sempre esteve aqui?

S/filha — Sim! A mamãe sempre me visita e diz pra cuidar do papai por que ela pode.

Me abaixo ao lado da garotinha e selo sua testa. Lhe abraço sentindo os olhos arderem pelo acúmulo de lágrimas.

Th — A mamãe nós amo muito não é? Meu pequeno milagre.

A pequena apenas sorri com o modo que o pai a chama.

Th — Vamos! — Se ergue e segura a mão da filha. — Que tal um dia só pai e filha? O que quer fazer? Ir na loja de brinquedos ou comer sorvete.

S/filha — Pode os dois? — Diz suplicante arrancando um belo sorriso de pai.


~~

Ambos riem e assim ao poucos ambos vão se esquecendo da deusa. Que apenas os olhava de longe.

~~


Death — Você é mais forte do que imaginei!

Sn (Life) — Amar também é deixar ir. — Sorri observando ao longe os dois, pai e filha se divertindo.

Death — Você é uma boa deusa. — Disse descendo do murro do cemitério onde estávamos sentada.

SN (Life) — O criador escreve certo em linhas tortas. — Disse imitando seu ato. — Tenho trabalho a fazer. Parece que fim de ano às crianças são geradas com mais facilidade. — Dei de ombros e a outra riu.

Death — E o falecimento também.

Ambas andamos cada uma por um lado diferente. Assim voltando a nossa rotina.



Fim...



Notas Finais


Obrigado anjos por acompanhar ela até aqui. 💜💜💜


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