História Life As We Know It - Capítulo 33


Escrita por: e Apashippando

Postado
Categorias Arrow, Supergirl, The Flash, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Alex Danvers, Bonnie Bennett, Damon Salvatore, James "Jimmy" Olsen, J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Kara Zor-El (Supergirl), Lar Gand (Mon-El), Lena Luthor, Malachai "Kai" Parker, Personagens Originais
Tags Arrow, Bonkai, Delena, Karamel, Olicity, Snowbarry, Supergirl, The Flash, The Vampire Diaries
Visualizações 27
Palavras 1.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, pessoal! Voltamos! Desculpem pela demora.

Esse capítulo vai ter o final do flashback de Alex e Max, lembram? No capítulo 7.

Aproveitem a leitura <3

Capítulo 33 - "We are married"


         "Nada é destino, tudo é coincidência. Se você acha que não, dê uma oportunidade a você, e verá que tudo é uma questão de estar na hora e no lugar certo".


Diário Secreto.
   

 

 7 anos atrás

 

– Bom. Por que não tentamos conversar civilizadamente? – Perguntou, irônico, recebendo um olhar fulminante da ruiva - E a sua irmã? Ainda está combatendo crimes por aí? – Indaga puxando o banco e sentando-se ao lado da biomédica, não ligando para a reação da mulher.

 

- Não é da sua conta - Diz ela checando o celular, distraidamente.

 

- Educada como sempre! - Fala sorrindo com ironia.

 

- O que você quer afinal?! - Diz, já perdendo a paciência, depositando o aparelho sobre a bancada.

 

- Calma! Só quero conversar! – Levanta as mãos em defesa.

 

- Sobre? Já sei… Sobre o seu "desempenho" na sua "grande empresa" e sua "vida perfeita", pois a minha vida está uma porcaria - A agente diz, já exaltada, sob o efeito da bebida.

 

Parecia cansada, e mais estressada possível. Sua aparência não era a das melhores, estava com olheiras profundas, como se não dormisse há, bem, dias.

                        (...)

 

 

- E eu achava que a minha vida era difícil - Fala o cientista, enquanto os dois sorriam descontroladamente bêbados.

 

- É. Eu duvido que administrar uma empresa seja mais difícil do que cuidar de uma criança com super poderes! - Alex diz apoiando uma “das meias dúzias” de copos sobre a bancada.

 

É. Ela estava fazendo isso: Estava bêbada e desabafando com um empresário mimado e egocêntrico.

 

- Não sei, nunca tive a experiência de cuidar de uma criança na vida, imagina com super poderes e ainda, por cima, alienígena – Ela dá de ombros.

 

- Sorte a sua, eu amo a minha sobrinha, mas às vezes eu me sinto sobrecarregada – A ruiva confessou, suspirando.

 

- Eu sei algo que vai te animar - Diz Max dando sorriso maldoso.

 

- O quê? - Pergunta a agente, tirando a atenção da bebida, retribuindo o sorriso.

 

 

                         (...)

 

O raio do sol invadia o quarto; entrando pela brecha da enorme janela do quarto de um hotel. Com uma cama de casal espaçosa, onde Alex dormia, abraçada a Max, tranquilamente.

 

Abriu os olhos, sentindo dores de cabeça latejantes, tenta levar uma de suas mãos a cabeça, mas sentiu um peso sobre si, dois braços a estavam envolvendo calorosamente. Ela olhou para o lado e viu o rosto sereno de Max, dormindo.

 

Assustada, tentou sair do abraço dele, mas os braços de Max a apertaram mais; o que eles fizeram ontem à noite? Beberam e…

 

Rapidamente, a agente puxou o lençol para cima.

 

- Droga! - Murmurou irritada. Estava sem as roupas, mas o que diabos fez na noite anterior?… Que lugar era esse? Parecia um hotel cinco estrelas; observou, atentamente, o quarto. Uma televisão em frente à cama, que possuía a cabeceira pendurada na parede, quatro portas pretas, três de madeira; uma do outro lado do quarto; em direção à saída, outra do lado esquerdo do quarto, o banheiro, outra ao lado da porta do banheiro e a última de vidro, que dava para a varanda, tendo uma vista panorâmica da cidade.

 

Voltou o seu olhar para Max, que ainda estava a abraçando, revirou os olhos e puxou uma das mãos dele para longe de seu corpo. Levantou da cama, ouvindo um resmungo da parte dele, virou enfurecida para o cientista, aparentemente sonolento.

 

- Hum… Para onde você vai? - Murmura sonolento - Fica aqui…

 

- Max! - Se aproxima lentamente - Levanta dessa cama! - Puxa o lençol para cima.

 

Alex, não pensou direito e virou de costas para Max, envergonhada. Ele estava pelado?!

 

- Me deixa dormir… - Murmura puxando o lençol de volta.

 

Alex revira os olhos, e se encaminha ao outro lado do quarto, onde suas roupas estavam espalhadas e jogadas pelo cômodo. Veste suas roupas íntimas, uma camisa azul marinho, de mangas longas e uma calça jeans escura e por cima uma jaqueta de couro preta.

 

A agente caminha para a cama novamente, quando acaba notando um papel sobre o criado-mudo; rapidamente se aproxima e pega o pedaço do papel, olhando atentamente.

 

- Max! Acorda! - Diz berrando, segurando o documento na mão.

 

- Me… - Olha para ela abismado - Agente D… - Se levanta rapidamente, sentando na cama; percebendo o olhar dela para ele, aparentemente envergonhada. Ele puxa o lençol novamente, cobrindo-se.

 

- Isso não vem ao caso agora - Fala Alex dando o papel para ele.

 

- Mas… - Disse com uma expressão confusa - Como?! - Levanta o olhar para ela novamente.

 

Não podia acontecer, não estava acontecendo, além de ter passado uma noite com ele, isso aconteceu! É muita hipocrisia.

 

- Max, estamos casados! – Murmura incrédula enquanto seus olhos se encontram.

                      (...)

 

Alex desce as escadas do DEO, completamente desorientada, chamando a atenção de J’onn e Winn.

 

- Alex, finalmente! – Winn disse, destampando uma garrafa d’água, ao vê-la chegar perto deles – Onde você estava? Lena ligou várias vezes para seu celular... Alex? – Ele a chama, após um gole, ao perceber que ela não havia prestado atenção em nada.

 

- A Srtª Luthor ficou preocupada e nós também, aliás, ainda estamos, aconteceu alguma coisa? – J’onn indaga se aproximando.

 

- Eu casei! – Ela sussurra ainda incrédula.

 

- O quê?! – Winn questiona, após se engasgar com a água.

 

- Eu estou casada!... Casada! – Fala percebendo o que tinha ocorrido.

 

- Com quem, exatamente? – J’onn pergunta, depois de um tempo, após encarar Winn, que também parecia não acreditar no que havia acabado de ouvir.

 

- Maxwell Lord! Eu casei com Maxwell Lord! – A agente repete, buscando uma confirmação.

 

                          (...)

 

Algumas horas depois de Alex ir ao DEO e revelar que havia se casado, J’onn achou melhor mandar a biomédica para casa, assim ela poderia se recompor.

 

- Como eu pude fazer isso, mãe? – Alex pergunta a Eliza, (que havia vindo de Midavele, a pedido da filha para ajudar com Lua) sentada no sofá tentando assimilar – E eu pensei que nunca, mais, poderia sentir uma sensação assim desde o que aconteceu na terra um, e adivinha? Estou sentindo dez mil vezes pior!

 

- Oh, amor! Está certo que você fez uma coisa que... Realmente é, muito, imatura, mas não tem que se torturar tanto – Eliza fala a abraçando, logo após lhe entregar uma xícara de café - Logo tudo irá se resolver! – A cientista fala afagando carinhosamente um dos braços da filha, que havia deitado a cabeça sobre seu ombro.

 

 

                        (...)

 

Dois dias depois...

 

 

- Por que será que está demorando tanto para sermos chamados? – Alex pergunta, impaciente a Max, que estava sentado a sua frente.

 

- Esse é um escritório muito requisitado, agente Danvers, possui muitos clientes a demora é natural – Responde irônico, fazendo a filha de Jeremiah semicerrar os olhos.

 

- Acontece, Max, que eu não tenho o dia todo, e você sabe muito bem! – Diz ela cruzando os braços.

 

- Não é a única! – Sorrir.

 

- Sr. e Sr.ª Lord? – Uma moça bem trajada chama a atenção do casal, que assentem, confusos – O doutor Rivera irá atendê-los agora! – Sorrir simpaticamente.

 

A moça os leva até um corredor extenso e, bem, decorado com vasos e telas, que certamente valiam, muito, dinheiro. Os três param em frente a uma porta preta, a jovem vai primeiro e abre a porta.

 

- Podem entrar! – Sorrir, os dois assentem e adentram a sala.

 

- Obrigada! – Alex agradece gentil e a moça faz um leve gesto com a cabeça.

 

- Maxwell Lord! É um enorme prazer poder tê-lo como nosso cliente! – Um homem negro, alto, vestido elegantemente diz receptivo.

 

- A honra é toda minha, August! – Max diz.

 

- Já estou ciente do caso, e por isso, suponho que esta venha a ser sua esposa! – Chama atenção de Alex.

 

- Prazer, Alexandra Danvers! – Ela estende a mão – Bom... Por enquanto! – Alex diz.

 

- Claro! Por aqui! – Aponta para duas cadeiras vazias – Larry me deixou a par de tudo, fala analisando alguns papéis enquanto movia a caneta: Vocês dois saíram, beberam, acabaram se casando e... Agora desejam a anulação do matrimônio, estou correto?

 

- Sim – Eles afirmam, envergonhados.

 

- Ótimo! Mas precisam entender que conseguir isto não é tão simples, exige uma justificativa apresentável e válida. Para isso é importante que me falem o que se lembram antes de estarem no bar e acordarem no dia seguinte... Se lembram de mais alguma coisa... Toda informação, a mais, pode ajudar em casos como estes – O advogado indaga, após deixar a caneta cair sobre uma pilha, pequena, de papéis.

 

- Eu me lembro de estar no trabalho, horas antes... E de ver Max no bar, a partir daí, nós dois começamos a conversar... E depois acordamos no hotel, casados! – A biomédica fala um pouco constrangida.

 

- Eu também! Cheguei ao bar e vi a agen... A Alex sentada no balcão, tomando todas! – Sorrir antes de ela o lançar um olhar repreensivo.

 

- Bom... É... Isso torna a situação mais difícil, apesar de não se darem conta, totalmente, do que estavam fazendo naquele momento... Isso não é um motivo, muito, “compreensível para uma anulação” – August explica, calmamente - Mas iremos fazer o possível.

 

Após esta primeira consulta, os dois passaram a ir regulamente ao escritório, tentar saber notícias sobre o processo, que os daria de volta a “liberdade” e assim se passaram uma semana.

 

- Andamos estudando melhor, o caso e, talvez exista um modo de resolvê-lo rapidamente, podemos assim dizer! – August fala depositando uma pasta sob a mesa de vidro – Só o que precisamos é... – Fala antes de ser interrompido pelo toque de um celular.

 

 

 

 

 

- Desculpem, mas preciso atender! – Alex diz,  preocupada, ao ver o nome de Winn na tela.


Notas Finais


Até o próximo <3


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