História Life is Beautiful - Interativa - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Cinque Terre, Depressão, Interativa, Life Is Beautiful, Romance, Tristeza
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Palavras 1.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, LGBT, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Me desculpem qualquer erro.
Espero que gostem ♥

Capítulo 4 - 02. "Her Lovely and False Beauty."


Ruas de Cinque Terre | Pouco antes da Balada


A Loira caminhava por aí esbanjando toda sua beleza. Alícia Montreal, uma modelo de 21 anos conhecida por toda a Itália, voltava a pé de uma longa sessão de fotos. Mesmo cansada, ela não poderia largar o seu porte de rainha e tirar os seus finos sapatos de salto vermelhos, seus pés doiam, mal estavam aguentando andar, mas ela queria continuar sem perder a compostura. 

O entardecer era marcado por um céu alaranjado, misturado com tons de roxo e rosa, era belo, mais belo do que se poderia imaginar, porém, o belo nem sempre é bom. Conforme o sol abaixava, a sombra nas ruas e nos becos aumentava, e as sombras escondiam algo, ou melhor, alguém. 

Sem perceber que era seguida, Alícia continuava seu caminho, que não era nem um pouco incomum, até que sentiu uma grande e asqueirosa mão tocar em sua cintura e a puxar para dentro de um beco.


"A modelo Alícia Montreal foi violentamente estuprada e morta." 


Essa seria a manchete daquela noite. Cinque Terre ficaria abalada, ainda mais depois de saber que ela não foi a única.


Ruas de Cinque Terre | 3:57 am.


A rua estava quieta. A única coisa que se ouvia eram os saltos da morena que caminhava estressada e a passos largos em direção a sua casa. Depois do evento frustrante na festa, Alyce foi embora, sozinha, em plena madrugada. Ela nunca foi de temer a escuridão, mas a notícia passando na tela de um dos televisores, que era exibido em uma loja de eletrônicos, fez com que a sua coragem e confiança não durassem muito.

Geralmente Alyce não se importaria se a roupa que ela usava era muito curta, mas essa era outra ocasião. A notícia se tratava de um estupro e de um assassinato, e Alyce tinha certeza que a sua mini saia de couro poderia ser agradável para qualquer homem, incluindo um estuprador. Agora, a menina andava com cautela, não pisando tão forte com seus sapatos que emitiam sons consideravelmente agudos, ela tendava ouvir qualquer som a sua volta. Tentava sentir qualquer aproximação. Naquele momento, os mínimos detalhes estavam sendo considerados.

Porém, quando ela percebeu a aproximação, já era tarde demais. 

Grandes e fortes braços a envolveram impedindo com que ela se movesse. Ela tentou se debater mas foi inútil. Alyce sentiu no fundo da sua garganta que um grito estridente e agudo estava prestes a sair, mas o seu "agressor" não permitiu que ele saisse, tapando a boca da garota e a apertando com mais força contra o seu corpo.

— Sou eu Alyce. 

A voz da única pessoa com quem Alyce não gostaria de ouvir naquele momento soou abafada em seus ouvidos. O garoto a soltou no chão e tentou ser gentil ao secar uma lágrima que escorria pela bochecha da morena. Ela estava desesperada, havia pensado que ali seria o seu fim, não pôde evitar que pelo menos algumas lágrimas atravessassem seu rosto.

— Calma princesa, pra que tanto desespero? 

— Alan... — Ela respirou fundo antes de responder. — Não viu a notícia? Eu pensei que...

— Pensou que eu era o assassino estuprador. Está bem, eu entendo o seu lado da história. 

— O que quer comigo? — Alyce forçou a expressão séria de sempre.

— Explicações. 

— Eu não te devo explicações. 

— Meu rosto 'tá doendo. — Alan replicou sério. 

— Que pena.

Alyce virou as costas para Alan e começou a andar para longe dele.

— Não quer companhia até em casa? — Ele disse alto o suficiente para que ela o ouvisse.

— Não!

— 'Tá bom, só não se esquece dos noticiários. 

Foi como se a morena tivesse congelado, parou como uma estátua e apenas virou a cabeça para Alan, fazendo sinal para que ele a alcançasse. Não demorou muito para que os dois já estivessem andando lado a lado, em total silêncio. 


Residência dos Greco | 7:30 am.


O garoto de cabelos vermelhos já havia terminado de se arrumar, como de costume, foi até a cozinha e comprimentou tanto os pais quanto o irmão, Luigi. Ele pegou uma das torradas na mesa e foi, acompanhado da mãe, até o carro da mesma. Ângelo permaneceu em silêncio durante o trageto, ele apenas adimirava, tanto sua bela face quanto suas mechas coloridas. Sua mãe fez o mesmo, ficou em silêncio, mas, pelo contrário do garoto, ela não prestava atenção em sua face ou em seus cabelos, ele prestava atenção na estrada, concentrada na direção.

A Sra. Greco parou na frente da escola e Ângelo desceu do carro, não deu nem três passos e viu seu amigo, Trevor Stines. Ele se apressou para alcançar seu amigo e eles entraram juntos na escola. Passaram as aulas chatas conversando, e nas legais se deram um pouco de trabalho ao prestar a atenção. Na hora do almoço, Ângelo se concentrou em descrever detalhadamente sua beleza aos amigos, sua encantadora e "falsa" beleza. 


Casa de Violet e Dominic | 10:10 am.


Os olhos azuis de Violet encaravam o reflexo do sol no mar, era tão distante, porém tão próximo. A casa que ela dividia com Dominic ficava próxima a praia, então ela tinha uma boa visão do oceano. Por mais que ela não gostasse muito do Verão, ela estava apreciando aquele momento e gostava de poder ficar tranquila assim. Violet pegou um dos cigarros em seu bolso e acendeu, logo dando uma tragada e soltando no ar.

— Vio, eu vou andar por aí. Quer vir junto? 

— Acho que vou sim, me espera um pouco?

— Claro.

Dominic saiu do cômodo e Violet apenas pegou uma jaqueta e foi também. Eles caminharam até a entrada e sairam, trancando a porta. Depois disso nada muito emocionante, além de ver um homem cair de seu skate, aconteceu. Eles apenas caminharam. Violet e Dominic não precisavam de palavras para se dar bem ou para fortalecer a amizade, eles se entendiam mesmo apenas com olhares e sorrisos. Depois de uma pequena caminhada eles se sentaram em um banco perto da praia, que era protegigo pela sombra de uma palmeira. 

— Dominic, nós não conhecemos aquele garoto? — Violet apontou.

Os olhos do garoto foram levados até a direção onde Violet apontava, e de fato eles conheciam ele. Diria que era um rosto famíliar, mas eles não eram tão próximos, e a distância causava algumas dúvidas com certeza. O garoto que os dois encaravam estava aplicando algum tipo de injeção no braço, alguma droga com certeza.

Os amigos ignoraram a situação e continuaram fazendo assim como estavam antes, mas dessa vez eles se falavam, não eram mais só olhares explicativos e afirmativos, agora os olhares se concretizavam com palavras reais. 

Um assunto nem um pouco animador tomou conta da conversa, suas histórias. Falar sobre como suas vidas ficaram fodidas em um piscar de olhos não era um bom assunto. Mas eles não falavam com desanimo ou com tanta tristeza sobre suas histórias. A realidade é complicada e eles entendem isso, entendem perfeitamente. 

— Mas que vida de Merda nós temos. — Indagou Dominic. 

Violet deixou escapar um sorriso e seu amigo acabou sendo contagiado por um sorriso também. Eles continuaram sua conversa, dessa vez em um tom mais animado, e quando eles decidiram ir embora passaram em uma pequena venda para comprar algumas bebidas. Enquanto Violet encarava as geladeiras para pegar alguma coisa, Dominic olhava as prateleiras. Quando estava perto do caixa, Dominic encarou o jornal, onde viu uma notícia incomum e ameaçadora. 

"A modelo Alícia Montreal foi violentamente estuprada e morta." Ele leu na manchete. 

Assim que terminou de ler, seu olhar se voltou para Violet, a garota é realmente bonita, não se pode negar isso, então Dominic considerou imediatamente que sua função era proteger Violet. Não que ele já não tenha feito esse juramento uma vez, mas agora o assunto era sério. Se esse home ainda estiver por aí, Dominic deve mantê-lo longe de sua "irmãzinha".




Notas Finais


LEIAM ESSA PARADA AQUI

Primeiramente, me desculpem a demora ^^'

Segundamente, me desculpem por esse capítulo curto, estou tendo meio que um bloqueio de criatividade, mas eu não queria deixar vocês sem um capítulo. ♥

Os personagens que não apareceram nesse capítulo irão aparecer no próximo, não se preocupem ;3


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